"Batalha dos Guararapes" - Invasão Holandesa.
Marco do nascimento do Exército Brasileiro.
Quadro com 45 m2 de Victor Meirelles (1832-1903).
O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
O Exército Brasileiro, ou EB,
vem assistindo a uma forte
redução de seus quadros, capacidade operacional e investimentos nos
últimos anos, situação que procurou aproveitar com oportunidade e
eficácia para profissionalizar-se
e também investir em seus melhores quadros na AMAN.
De acordo com nossa
página de simulação referente ao Ministério
da Defesa (MD),
tendo-se um Planejamento Estratégico de Longo Prazo nesse
período de Transição, o EB passará a ter disponíveis entre 2011 e 2025 os seguintes recursos, em Dólares
(US$) médios anuais, visualizados
no quadro abaixo :
FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
EB
1,2
2,7
2,5
6,5
Serão
US$ 1,2 bilhão para Pesquisa & Desenvolvimento com
Inovação - PD&I, US$ 2,7 bilhões para
Construção de Meios e US$ 2,5 bilhões para todas as
operações e manutenção habituais da
Força, totalizando
expressivos US$ 6,5 bilhões, anualmente. As verbas úteis atuais são bem menores.
No período de 15 anos entre
2011 a 2025, os investimentos somarão
:
FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
EB
18,0
42,0
37,5
97,5
%
18,5%
43,0%
38,5%
100%
VÍDEO - FEB 1944 - PRACINHAS
CANTAM HINO NACIONAL SOB
FORTE BOMBARDEIO (01:29 MIN)
MEIOS
ATUAIS
O EB, como as
outra Forças, vem enfrentando a desatualização e a carência de recursos
para o desenvolvimento,
construção e aquisição de novos meios de combate.
Entretanto, novas perspectivas surgiram com o advento da AvEx, Aviação do
Exército e com novos mísseis
e foguetes, alguns de origem russa e uma nova família de mísseis da AVIBRAS.
Também é interessante a recente disposição
sobre seus EFETIVOS,
agora estipulados em 202.995 homens. Destes, o Exército
manterá mais de 30 mil na AMAZÔNIA, efetivo considerado
insuficente para área coberta.
Área de fronteiras da Amazônia
Brasileira com 7 Países.
(Arte Correio
Braziliense)
O EB
participou de todas as missões de paz da ONU no Timor Leste
desde 1999. O Brasil foi o País com o maior número de
militares no Timor e o único a aumentar seu efetivo. Tendo
saído em 2005, há em 2006, um pedido das Forças de
Defesa do Timor Leste (FDTL) para seu retorno em meio a grave crise
institucional.
Em
28 de maio de 2004, partiram os primeiros efetivos do EB para o Haiti,
onde ainda comanda em 2006 com 1.200 homens a Força de Paz de
6.000 homens composta por diversos países da América do
Sul.
A Brigada Haiti em Porto
Príncipe, em 9 de julho de 2004. (Foto Ana Nascimento - Agência
Brasil - 41639)
Merece registro
ainda a criação da Brigada de Operações
Especiais (BOE),
com sede na cidade de Goiânia.
AMAZÔNIA
O EB pode possuir hoje uma
Estratégia de Resistência contra poderes superiores,
que estaria alicerçada em operações não
convencionais e de longa duração. Teria dois pilares: um
moral
e outro material. O moral é a vontade do povo brasileiro.
O material é o poder militar de ar, de mar, e de terra, com
capacidade de durar.
Entretanto,
essa poderia
ser uma luta impossível e extremamente custosa em vidas, pois
somente sendo respeitado pelos mais fortes como forte o Brasil
será capaz de preservar a Amazônia. Disso trata a presente
simulação do DEFESA BR.
Pelotão Especial de Fronteira em
ação.
Operação Timbó II -
Julho de 2004.
(Foto do EB)
O PROGRAMA CALHA
NORTE (PCN)foi criado em 1985 pelo Governo Federal
para promover a ocupação e o desenvolvimento ordenado da
Amazônia Setentrional e já esteve vinculado a diversos
órgãos do Governo Federal. Agora, está subordinado
ao Ministério da Defesa.
A região do Calha Norte abrange 70 municípios, 38 dos
quais ao longo dos 5.993 km da Faixa de Fronteira, em
4 Estados da Federação (AM, PA, RR e AP)e faz fronteira
com a Colômbia, a Venezuela, a Guiana e o Suriname. Os centros
urbanos brasileiros mais próximos são Manaus (AM), Boa
Vista (RR) e Macapá (AP).
Nos tempos atuais, tropas vêm sendo deslocadas de outras
regiões para formarem um cinturão nas fronteiras norte e noroeste do
País. Pequenos postos garantem
uma presença militar em pontos chaves. Ao mesmo tempo, bases de
retaguarda equipadas com pistas de pouso funcionam como áreas de
reforço e de aprovisionamento.
Como exemplo, o
Exército conclui em 2005 a instalação da Brigada
de Selva de São Gabriel da Cachoeira, na Amazônia. Planeja
ainda construir uma unidade especial em Querari, por causa das
preocupações que exigem uma vigilância constante e
completa em relação à fronteira com a Colômbia.
Com as
transferências, o Exército ampliou a presença na
área para quase 30 mil soldados. Há ainda planos de mais
três Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) no Acre e em
Rondônia, as novas áreas do Calha Norte.
Ao criar um Pelotão de
Fronteira em
áreas inóspitas e remotas, o EB cria também um
núcleo de povoamento, com toda a infra-estrutura para a sua
população. Com o passar do tempo, transforma-se em uma
nova cidade.
O Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), em
Manaus é a Casa do Guerreiro de Selva, sendo reconhecida como a
melhor escola do tipo no mundo. Nas 5 bases do CIGS,
soldados e oficiais treinam por 12 semanas e aprendem a sobreviver
na floresta com duros exercícios em que caminham dias carregando
50 kg de equipamentos, bebendo água das plantas e comendo
o que puderem apanhar, inclusive cobras e insetos.
VÍDEO - A AMAZÔNIA
NOS PERTENCE (06:58
MIN)
Nas aulas
teóricas, lêem os trabalhos de Ho Chi Minh, do general
Giap, e de Che Guevara. As muitas ações sociais que
desenvolvem, tratando da população civil nos seus
hospitais, e difundindo o ensino do português nas escolas,
são parte da preparação militar,
pois é o povo quem sustenta uma guerrilha, como descobriu-se no
Vietnã. A Selva
não pertence ao mais forte, mas ao sóbrio, habilidoso e
resistente.
SELVA !
A Amazônia é prioridade nacional.
Na Estratégia da
Resistência (Lassidão) em uma
região difícil como a Amazônia, em que o GPS
simplesmente não funciona sob a densa cobertura vegetal da
floresta, torna-se necessário encontrar uma área aberta,
limitando o seu emprego. Do mesmo modo, toda a
tecnologia e armas sofisticadas têm seu uso degradado pelo
intenso calor e umidade da região.
VÍDEO - O EXÉRCITO
NA AMAZÔNIA -
COMBATE DE RESISTÊNCIA (05:02
MIN)
O
Brasil tem a Estratégia da Lassidão
para emprego na Amazônia.
Nesse caso,
valerá mais o conhecimento do
combatente de selva sobre a floresta e no uso de seus recursos, contra
o oponente militar ou tecnologicamente mais forte. Diferentemente
de uma força militar dependente do GPS e de outros recursos de
navegação, os soldados indígenas ou caboclos se
orientam na mata sem nenhum recurso tecnológico.
SELVA !
Operação Timbó II -
Julho de 2004.
(Foto do EB)
Desde julho de 2004, o Programa Calha
Norte conta com mais uma Brigada de Infantaria Motorizada, passando a ser a
3ª na
região:
16ª Brigada de
Santo Ângelo (RS) para Tefé (AM);
1ª Brigada de
Petrópolis (RJ) para Boa Vista (RR); e
2ª Brigada de Niterói (RJ) para São Gabriel da
Cachoeira (AM).
O efetivo normal de uma brigada é
de aproximadamente três mil homens. Na área amazônica, ela
é constituída por três batalhões de
infantaria de selva (cada
um com cerca de 600 homens), e o restante da Brigada se divide entre as tropas de apoio
(Artilharia, Engenharia, Comunicações
e Logística) e o Comando do efetivo, chegando a cinco mil homens.
VÍDEO - PROJETO AMAZÔNIA
PROTEGIDA (07:08
MIN)
Apresentação
criada pelo EB sobre o Projeto
Amazônia Protegida,
estabelecido pela Estratégia Nacional de Defesa (END).
VÍDEO - GUERREIROS DO
BRASIL - 10/11/2009
JORNAL DA RECORD (07:28
MIN)
Matéria apresentada pela Rede Record em 10 de agosto de 2009.
AVIAÇÃO DO EXÉRCITO
Em 1986, foi
criada a AvEx, Aviação do
Exército, que está
amadurecendo e sendo preparada para desempenhar um papel muito sofisticado nas futuras
operações do Exército.
Dois Panteras da AvEx na
Operação Timbó II - Julho de 2004.
(Foto EB)
A AvEx dispõe hoje de
somente 73 helicópteros, sendo 16 HB 350L Esquilo, 19 AS 550A2 Fennec, 34 AS 565K Pantera, e 4 UH-60L Black Hawk
(S-70A-36), para transporte
de tropas.
Esses Black Hawks foram adquiridos
pelo EB como condição para participar da Missão de
Observadores Militares no Equador e no Peru (MOMEP), uma
operação
de pacificação, entre 1995 e 1999, tendo voado lá por dois anos.
Helicóptero Pantera do
Exército Brasileiro - AvEx.
(Foto do EB)
Foram
recebidos ainda
8 novos Cougars AS 532 UE, que também
integram o 1º Batalhão de Transporte Logístico, em Taubaté. Em futuro próximo,
a AvEx precisará ampliar sua
frota para algo superior a 300 helicópteros e passar a operacionalizar sua própria frota de
aeronaves de asas fixas, basicamente
para transporte (o que hoje é feito pela FAB).
Outros
meios de combate que ganham cada vez mais importância para o EB
são os Mísseis e os Foguetes, de todos os tipos,
dimensões e utilizações.
O Míssil
Tático MATADOR, ou AV/MT 300, da AVIBRAS, surgiu a público em
agosto de 2001 como uma resposta mais
econômica brasileira ao Tomahawk, graças à sua capacidade tática de
atingir alvos a 300 km de distância, em seu modelo básico
e limitado de exportação. Seu sistema digital
de navegação é o que há de mais moderno, atualmente, no mundo.
O MATADOR AV/MT 300 da AVIBRAS é capaz de atingir alvos
a 300 km de
distância com grande precisão.
Dotado de inteligência eletrônica, é guiado
por um sistema digital de
navegação (GPS), que permite procurar e localizar
eletronicamente o objeto do ataque,
virtualmente sem índice de erro.
É disparado
pelo sistema ASTROS.
Brevemente, o
EB disporá de versões de cruzeiro para emprego estratégico com alcances superiores a 1.000 km, que também serão de enorme utilidade para a FAB e
para a MB.
Como
o MATADOR, uma inovação
começa a destacar-se no
mercado exportador, tendo sido o Brasil o primeiro a desenvolvê-lo no mundo.
Trata-se da
família
de mísseis guiados por
fibra ótica de múltiplo emprego FOG-MPM, que recebeu em 2001 uma versão com
raio
de ação de 60 km, dirigido pelo artilheiro até o
alvo por imagens de
televisão.
Míssil ótico FOG-MPM.
Tanto o AV/MT
MATADOR como o FOG-MPM podem ser
disparados através do
novo sistema ASTROS II. O sistema
ASTROS é
mundialmente conhecido por ser um lançador
múltiplo de foguetes, como os SS-30, SS-40 e SS-60 e SS-80, com alcances variando de 9 a 90 km, sendo exportado para diversas nações amigas,
justamente por essa fabulosa
diversidade de empregos e de
munições a partir
de uma única plataforma móvel.
Com o advento do Acordo de
Cooperação Militar Brasil-Rússia, em abril de 2002 (só promulgado
em 2005), a Avibras passou a desenvolver em conjunto com o escritório Sukhoi a
nova família do sistema
ASTROS III.
Será fundamental para a
Defesa do território brasileiro o emprego e até desenvolvimento
conjunto de novas versões do
míssil russo
S-400, capaz de derrubar um F-117 (como na Sérvia em 1999) e até um
F-22, com alcance de 400 km. Esta
será a base de nosso sistema de SAM.
Será desenvolvido com a
Força Aérea um SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA
DE MÍSSEIS - SIDM / ASAT. As defesas nesse
sistema contra ameaças aéreas e de mísseis estão baseadas na
ligação e apoio mútuo do arsenal de caças, mísseis
antiaéreos e anti-mísseis, sensores terrestres,
aéreos e orbitais.
Incluem-se Armas Anti-Satélite
no sistema, conhecidas como ASAT. Terá um custo de construção de US$ 4
bilhões para o EB, em um
total de US$ 7 bilhões (US$ 3 bilhões da FAB).
As defesas antiaéreas e
anti-mísseis (basicamente com SAMs) deverão proteger bases, estações
de radar, alvos de
importância política e econômica, como
concentrações urbanas,
indústrias, represas, hidrelétricas, usinas nucleares, etc.
O EB implantou em 2006 o Radar de
Vigilância SABER X-M60, que integra o sistema de defesa
antiaérea de baixa altitude. SABER significa Sistema de
Acompanhamento de Alvos Aéreos Baseado em Emissão de Radiofreqüência. Trata-se de um
sistema de radar de defesa antiaérea desenvolvido pelo EB em
parceria com universidades e a OrbiSat.
VÍDEO
- ORAÇÃO DO GUERREIRO
DE SELVA (01:38
MIN)
Utilizado para defesa de
instalações estratégicas, como centrais de energia
elétrica, acompanha os
alvos e rastreia vários deles simultaneamente a distância
de 60 km e a altitude de 5 mil metros. Os dados são enviados em
tempo real para um Centro Integrado de Operações
Aéreas. A reação pode envolver o envio de
aviões de caça, lançamento de mísseis ou
artilharia rápida.
Leve e portátil, o radar pode ser transportado para qualquer
ponto do território nacional. Até 2008, deverá
chegar o SABER M200, versão com alcance de 200 km. Ambos serão operados pelo EB e a FAB.
Mísseis portáteis MANPADS, como o IGLA-S russo (vídeo)
serão cada vez mais
desenvolvidos. O FOG-MPM, e seus veículos lançadores, como os ASTROS II e III,
também terão importância
crescente em futuros cenários.
Também será possível contar com
os revolucionários
armamentos DEW,
à velocidade da luz, KEW,
MIRACL e a temível
E-Bomb.
A tecnologia em todos estes campos
está ainda no início. Aqui, P&D INOVADORES em
conjunto serão prementes, fundamentais.
O Astros é
um lançador múltiplo de foguetes
baseado no veículo AV-LMU e pode
lançar
até o Míssil Tático AV/MT e o FOG-MPM.
BLINDADOS
Uma
família de blindados de 10 a 20 toneladas vem sendo desenvolvida também pela AVIBRAS para
o EB e outros clientes. Ela foi
desenhada de acordo com conceitos revolucionários de engenharia, como a
propulsão híbrida -
diesel - elétrica, que é simples e silenciosa, com
baterias feitas com nova
geração de materiais.
O blindado é modular,
baseado em um veículo padrão com tração 6 x 6 ou
meia-lagarta e disporá de variados sistemas de armas, tornando-se um verdadeiro
multimissão.
De acordo com a
situação, podem ser aplicadas blindagens móveis de diferentes
especificações e peso. Dependendo do emprego, seu tubo do canhão de 120
milímetros tem capacidade
para disparar também mísseis e condições
para ceder o espaço na
torre para um sistema de artilharia rápida antiaérea com 1.700 tiros por minuto.
Os Exércitos
brasileiro e argentino iniciaram em 2004 o desenvolvimento de um novo
veículo leve de reconhecimento (dispondo de armamento), comando e
controle, transporte de material, e evacuação de feridos.
Será
semelhante ao
Hummer americano, de emprego geral, 4x4, para qualquer terreno, com 4
homens e com capacidade
de carga de até 800 kg. Deverá ser construído e exportado em grande
quantidade com componentes disponíveis
comercialmente na zona de influência brasileiro-argentina,
objetivando-se obter um produto econômico e de fácil
manutenção.
Em maio de 2006, foi
noticiado a aquisição de 240 Carros de Combate MBT alemães Leopard 1 A5
usados. Com isso, a frota passou a constar de 450 veículos,
tendo ainda 90 M-60 e 120 Leopard 1 A1.
O Urutu III vem
sendo desenvolvido pelo EB junto com a empresa Iveco, do grupo Fiat,
vencedora de licitação em setembro de 2007, e terá
uma torre não tripulada da empresa israelense Elbit Systems.
MEIOS
FUTUROS
Há
algum
tempo, voltou a ser discutida a construção de nova
versão
do MBT OSÓRIO através da IMBEL, que herdou todo o
projeto e os maquinários de produção da extinta ENGESA.
Com o advento da NANOTECNOLOGIA, ele e outros meios e equipamentos INOVADORES
serão projetados para o
emprego de Materiais NANO-ESTRUTURADOS, que poderão ser 100
vezes mais fortes, enquanto mais leves,
e mais resistentes a altas temperaturas e explosões que o aço e outros materiais
conhecidos.
Em nossa simulação,
esses materiais terão
sua força e resistência
aumentada em 3 vezes, do mesmo modo que seu NANO-COMBUSTÍVEL
e as NANO-BATERIAS.
Entretanto, na presente
simulação, um Plano de Construção de 15 anos até 2025, com
verbas médias anuais de US$
2,8 bilhões, poderá contemplar os seguintes Meios e Sistemas de Armas :
500 Helicópteros diversos para a AvEx;
50 Aviões de Transporte;
50 Dirigíveis Híbridos
Multimissão (DHMs)
Pesados
(20) e Médios (30);
200 Lanchas de Patrulha Fluvial; e
Meios
e Sistemas de Armas Terrestres.
Haverá
uma definição do efetivo total do EB em 300.000 homens. Serão 250.000
combatentes MODERNOS. Desse
quadro, serão selecionados 20.000 integrantes profissionais permanentes (distribuídos
por 4 campos), para a nova Força de Ação
Rápida Estratégica
Integrada - FAREI,
a ser desenvolvida em conjunto com
a FAB e a MB.
O uso de recrutas nessa
Força Especial será
proibido por ser
um desperdício de treinamento. Será formulado a partir do atual BOE.
Depois de 50 anos, a Volkswagen conseguiu
invadir um mercado considerado
exclusivo da Mercedes-Benz, com a entrega em abril de 2007 dos
primeiros
14 caminhões Worker 15.210 4x4 para o EB. Ele
pertence à categoria VOP2 5QT,
de veículo operacional capaz de transportar até 5 ton em
qualquer tipo de terreno.
Trata-se do único caminhão nacional que pode ser
lançado pelos pára-quedistas
de aviões de menor porte e servirá para transporte de
equipamentos e tropas.
Com isso, serão
introduzidos pelo EB 4 Campos de Treinamento
para 5.000 tropas cada para a FAREI,
no RJ, MT, RN e AM, com facilidades das 3 Forças (EB/MB/FAB)
para exercícios aromóveis com suporte naval constantes, além de acessos
variados e ágeis a diferentes
regiões do mundo, objetivando promover ações decisivas das FORÇAS
INTEGRADAS ORGÂNICAS.
FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia
Esses 4
Campos custarão ao EB US$ 300 milhões cada um em investimentos ao longo do plano. Entretanto, os 4 somados terão um
alto, porém, necessário
custo de operação anual de US$ 200 milhões, incluindo-se todas as
despesas com treinamento, deslocamentos
e manutenção de operações fora do
país.
Cada Campo comportará,
entre outras, 2 Brigadas Aeromóveis.
Serão destinados 20
helicópteros médios para o transporte de cada Brigada, além de
revolucionários DHMs -
DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO.
Esses quadros terão
abrangente e inovador treinamento, aliado à aquisição de rica
experiência em diversos cenários,
níveis de dificuldade e intensidade,
funções, culturas
e
idiomas. Dadas tais características únicas, demandarão serem considerados
efetivados na Força, para
que possam vir a transmitir o longo caminho de seu caro aprendizado para novas
gerações em todo o efetivo
geral da Força no futuro, motivando-os e realimentando o processo de
seleção.
As FAREI
do RJ e do RN, além de MT
e
AM, serão exaustivamente treinadas com o Curso de
Operações na Selva, a
ser realizado nas 5 bases do Centro de Instrução de
Guerra na Selva.
Como Meio Futuro, o TRANSPORTE
POR DIRIGÍVEIS DHMs virá para
ajudar a resolver de forma econômica e em grande estilo o
grave problema logístico da ocupação e transporte
civil e da operação militar na região
Amazônica, principalmente através
do PROGRAMA
CALHA NORTE.
DHM Pesado, de 300 ton.
Na atual simulação do DEFESA BR,
será utilizada somente a nova tecnologia dos DHMs -
DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃOVTOL
(Vertical Take-Off and Landing), que
poderão operar com enlace em redes e em conjunto com os Futuros NAVIOS e
LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN da MB. O EB também
contará com suas LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN Fluviais próprias, iguais às da MB.
Uma novidade que responderá com
eficácia aos problemas de logística na Amazônia
será a dos BARCOS
VOADORES MULTIMISSÃO.
Navios e Dirigíveis Médios (100 ton de carga)
terão a capacidade de transportar um PELOTÃO
MÓVEL (70 tropas) e seus equipamentos, podendo funcionar
até mesmo como BASES MÓVEIS
AVANÇADAS.
INVESTIMENTOS
DO EB
O Custo Total
de Construção de Meios e Sistemas de Armas no Exército Brasileiro em 15
anos (2011 a 2025) é
estimado em US$ 42 bilhões, dividindo-se em US$ 21,55 bilhões para Meios Aéreos, US$
300 milhões em Meios Fluviais e também US$ 20,15
bilhões para Meios
Terrestres :
MEIOS
PREÇO
US$ MI
QUANT
TOTAL
US$ BI
1) AÉREO
A)
HELICÓPTEROS
(500)
ATAQUE
30
250
7,50
TRANSPORTE PESADO
40
50
2,00
TRANSPORTE MÉDIO
30
200
6,00
Sub-Total
(31.0)
500
15,50
B) AVIÕES
(50)
TRANSPORTE PESADO
80
15
1,20
TRANSPORTE MÉDIO
50
35
1,75
Sub-Total
(59)
50
2,95
C) DIRIGÍVEIS DHM
(50)
PESADO
80
20
1,60
MÉDIO
50
30
1,50
Sub-Total
(62)
50
3,10
2) FLUVIAL
LANCHAS
DE PATRULHA
1,5
200
0,30
Sub-Total
(1.5)
200
0,30
3) TERRESTRE
CARROS DE COMBATE (CC)
2,0
3.000
6,00
VEÍCULOS BLINDADOS
DE INFANTARIA (VBI)
0,2
5.000
1,00
TRANSPORTE
-
-
3,45
SIDM - SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS
/ ASAT
-
-
4,00
ARMAMENTOS E MUNIÇÕES
0,018
250.000
4,50
CAMPOS DA FORÇA DE AÇÃO
RÁPIDA
300
4
1,20
Sub-Total
20,15
TOTAL
42,00
Nesta
simulação, fica clara a inédita ênfase dada
à AvEx, com US$ 15,5 bilhões investidos em helicópteros, US$ 2,95 bilhões
em
aviões, e US$ 3,1 bilhões em dirigíveis, totalizando US$ 21,55 bilhões de US$
42 bilhões disponíveis (51,3%).