Defesa BR

O Blog Defesa BR discute um Planejamento de DEFESA para o Brasil.

FAB Vacila com Su-35 e Brasil Perde PAK-FA

Mídia : Correio Braziliense

Data : 23/11/2008

Medvedev assinará três acordos no Rio

Rússia/Brasil

O presidente da Federação Russa, Dimitri Medvedev, assinará três acordos importantes em sua visita ao Brasil, que começa amanhã, no Rio de Janeiro. Segundo uma fonte da Secretaria Geral do Itamaraty, os três acordos abrangeriam a cooperação tecnológica, a proteção da propriedade intelectual e a segurança de informações. Eles complementariam um acordo-quadro de cooperação assinado em 15 de abril pelo ministro Unger e pelo secretário interino do Conselho de Segurança da Federação Russa, Valentin Alekseevitch.

Além de ampliar a cooperação militar, os mecanismos diplomáticos vão favorecer o intercâmbio científico-tecnológico entre os dois países. Abrem, inclusive, a possibilidade de fabricação de um reator nuclear autoregenerador (fast breeder), que se alimenta de rejeito nuclear para gerar energia. A sobra, é um material de baixa radiatividade. Com isso, diminuiria a demanda por depósitos de lixo atômico se o programa de construção de 14 novas usinas, atualmente o Brasil tem duas em operação e uma em construção, for perseguido pelo Ministério de Minas e Energia.

A proposta inicial de cooperação na área nuclear foi feita ao Brasil ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso. De lá para cá, foi renovada inúmeras vezes até que, segundo fontes diplomáticas, foi aceita pelo ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, que visitou Moscou recentemente. Ele também teria interesse em parcerias nas áreas de foguetes e satélites de sensoriamento remoto e de navegação (a Rússia ofereceu seu sistema Glonass como opção ao GPS norte-americano).

Apesar disso, existe certa frustração de Moscou. A desclassificação do caça Sukhoi 35 do programa F-X2 de renovação da frota de combate da Força aérea Brasileira (FAB) foi um duro golpe na relação entre os dois países. O avião, um dos mais avançados existentes, foi oferecido ao custo de 50 milhões de euros.

Segundo a Aeronáutica, o pacote não incluiria transferência de tecnologia. Fontes russas e do Itamaraty, afirmam que o pacote, além de repassar tecnologia, garantia participação no programa de desenvolvimento de um avião de combate de quinta geração, o PAK-FA T-50, furtivo a radares.

Atualmente, o único modelo nessa classe em operação é o caça F-22 Raptor, fabricado pelos Estados Unidos (o mais caro do mundo, ao custo unitário de US$ 225 milhões). Um outro ponto refere-se a compra de 12 helicópteros de ataque Mil Mi35. O modelo foi selecionado em julho pelo Comando da Aeronáutica, mas o contrato ainda não foi assinado. (PPR)

Nosso Comentário :

FAB Vacila com Su-35 e Brasil Perde PAK-FA

“Fontes russas e do Itamaraty, afirmam que o pacote, além de repassar tecnologia, garantia participação no programa de desenvolvimento de um avião de combate de quinta geração, o PAK-FA T-50, furtivo a radares.”

Pelo jeito, a FAB faltou com a verdade ao tirar o Su-35BM da disputa pelo FX-2, alegando que o pacote russo não incluía transferência de tecnologia. Fica claro agora que tratou-se de uma desculpa esfarrapada para encobrir outros motivos, provavelmente políticos. Esquecem sempre que a mentira tem perna curta. Quem perde é a Nação.

Não adianta mais chorar o leite derramado, a incompetência é tão evidente, e os prejuízos são cristalinos : perdemos o melhor caça na disputa e dançamos de vez no programa T-50 PAK-FA, do caça furtivo de 5ª Geração, que seria construído por Rússia, Índia e Brasil. Este sim poderia vir em 2015, o resto é estorinha e não vai dar em nada.

ADEUS AO PAK-FA

ADEUS AO PAK-FA

 

Media : Correio Braziliense

Data : 15/09/2008

Governo Russo Investe Pesado nas Forças Armadas

Pedro Paulo Rezende

A Rússia se prepara para remontar suas Forças Armadas. O comandante da Marinha, almirante Vladimir Vysotsky, anunciou que, até 2016, serão construídas cinco forças-tarefas de porta-aviões, similares às empregadas pela Marinha dos Estados Unidos. Será a segunda maior esquadra do mundo.

Além disso, até 2011, a Força Aérea receberá cinco regimentos de aviões de nova tecnologia, cerca de 120 aparelhos, dois de caças-bombardeiros Sukhoi Su-34 e três de Sukhoi Su-35BM (estes últimos participam da concorrência FX-2, da Força Aérea Brasileira). Apenas neste ano serão investidos US$ 48 bilhões em armas.

Os porta-aviões terão propulsão nuclear e poderão levar cerca de 60 aviões. Hoje, a Rússia dispõe apenas de um navio nessa categoria, o Almirante Kuznetsov. Todos os caças navais Sukhoi Su-33 serão substituídos por um novo modelo até 2016. O programa também prevê a aposentadoria de todas as unidades obsoletas da frota até 2015.

A Marinha Vermelha, durante as décadas de 1970 e 1980, era temida e admirada pelas concorrentes. Navios e submarinos novos e extremamente modernos singravam os sete mares, mostrando a bandeira com a foice e o martelo. Apenas os Estados Unidos apresentavam poderio naval maior. Com o fim da Guerra Fria, a desintegração da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e a chegada de Boris Yeltsin ao governo da Rússia, a frota entrou em desmanche. Para pagar salários atrasados, cerca de 50% das unidades foram vendidas e transformadas em sucata pelos comandantes regionais. O ponto mais baixo ocorreu em 2000, pouco depois que Vladimir Putin assumiu o Kremlin. O Kursk, o mais poderoso submarino de ataque da esquadra, afundou devido à explosão de um torpedo defeituoso. Iniciou-se, então, um processo de recuperação.

Com soldos em dia, navios em forma e moral em alta, em boa parte motivado pelo cerco da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que chegou às fronteiras históricas do país, a Marinha russa voltou a flexionar os músculos. Com crescimento econômico e um enorme superávit, que hoje supera US$ 800 bilhões, o país, liderado pelo presidente Dmitri Medvedev, passou a agir de maneira extremamente agressiva. O Ministério da Defesa do Japão, dono da segunda maior esquadra do mundo em termos de números de unidades médias e pesadas, no dia 9 último, revelou que um avião de patrulha Tupolev Tu-95, que pode carregar mísseis nucleares, penetrou o espaço aéreo nipônico. Foi apenas mais um incidente entre os dois países.

Dois dias depois, dois bombardeiros Tupolev Tu-160, os mais potentes da Força Aérea da Federação Russa, capazes de carregar armas atômicas, pousaram em Caracas, depois de atravessarem o Atlântico. Foi uma clara resposta aos Estados Unidos, que condenaram a resposta de Moscou à tentativa georgiana de reprimir movimentos separatistas nas repúblicas rebeldes da Abcásia e da Ossétia do Sul e vão instalar um sistema antimísseis na República Tcheca e na Polônia.

Nosso Comentário :

No grande estilo de “A Rússia Ressurge”, novos planos aparecem agora, pois eles querem e planejam voltar a ser grandes. E isso ocorre em um momento paradoxal, em que os EUA parecem rumar a uma derrocada até semelhante à vivida pelos russos com a um dia poderosa URSS.

Interessante ler os planos de montarem 5 forças-tarefas baseadas em 5 Navios-Aeródromos Nucleares e virem a ter a segunda maior esquadra do mundo.

Ficam 2 dúvidas a longo prazo. A primeira é se isso tudo vai mesmo se concretizar. A segunda é mais uma curiosidade.

Se preencherem esses 5 NAes Nucleares com 60 aeronaves cada, pelo menos a metade terá que ser de caças. Isso daria 150 caças embarcados. Já que os poucos Su-33 serão substituídos por um novo modelo até 2016, qual seria o modelo do novo caça naval russo à época ?

Seria uma modernização do Su-33, o Flanker Naval, com as novas tecnologias do Su-35BM ou mesmo um impressionante PAK-FA naval, altamente furtivo e letal ? Façam suas apostas. Uma solução mista também é bem válida.

Uma terceira dúvida de curto prazo e brasileira surge para pensarmos com nossos botões. O que tudo isso poderia ter a ver com o nosso F-X2, para o bem e para o mal ?

Lembrem-se que a Guerra Fria está de volta e de uma forma mais virulenta que nunca. Basta vermos a Guerra da Geórgia e o 2 Tu-160 agora mesmo na Venezuela mostrando bandeira.

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Media : Estadão

Data : 12/09/2008
 

Avibrás renasce com contrato de exportação de R$ 500 milhões

Após 13 meses de espera, empresa obteve as garantias do governo que viabilizam o negócio

Roberto Godoy

A Avibrás Aeroespacial, maior grupo produtor de equipamentos militares do País e que atravessa um período sob recuperação judicial solicitada, obteve ontem às 14 horas as garantias do governo federal para concluir a exportação de R$ 500 milhões em foguetes, veículos lançadores e unidades de apoio para um cliente da Ásia. O negócio foi concluído há 13 meses, mas emperrou na burocracia do governo, que procurava a base legal adequada para a operação e assim, mantinha a venda paralisada. Enquanto aguardava a liberação da caução oficial, a Avibrás investiu na encomenda - e em julho chegou a um impasse: solicitar a recuperação - instituto jurídico que substituiu a concordata - ou sair do mercado.

“Como a segunda hipótese é inaceitável, decidimos seguir lutando”, afirma o presidente Sami Hassuani que, admite, passou quase dois meses “praticamente morando em Brasília”.

Ontem, a procuradoria do Ministério da Fazenda conciliou o processo. Hoje o Banco do Brasil entrega à organização financeira do país cliente o conjunto de garantias - incluindo as securitárias. “Por conta do fuso horário favorável, o comprador encontrará os documentos na instituição de crédito logo pela manhã”, diz Hassuani.

O lote é grande. Abrange um regimento completo do sistema Astros-II da última geração e os veículos de comando e de comunicações, além de enorme quantidade de foguetes - entre eles o novo SS-80 com alcance acima de 100 km e ogiva carregada de granadas que são dispersadas, como uma chuva de aço quente, sobre o alvo.

João Brasil Carvalho Leite, o controlador do grupo Avibrás, pretende que o primeiro embarque seja feito até dezembro. Outros três carregamentos serão feitos entre março de 2009 e janeiro de 2010.

Para Sami Hassuani, a execução do contrato “marca o início da retomada da curva positiva na empresa e reforça a presença da indústria brasileira de material de Defesa no aquecido mercado asiático”.

A retomada da linha de produção pode determinar o preenchimento de 350 vagas abertas com as demissões realizadas na primeira quinzena de agosto.

O valor estimado do processo de recuperação é também de R$ 500 milhões. As dívidas em renegociação têm como principais credores a União, o BB, a Previdência, o sistema tributário, a Finep, fornecedores diversos e uma trading.

A companhia mantém negociações estimadas em cerca de R$ 4,8 bilhões para abastecer forças Armadas de cinco países do Oriente Médio e da Ásia.

Os ministros da Defesa, Nelson Jobim, das Relações Exteriores, Celso Amorim, da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Miguel Jorge, atuaram intensamente para a solução do problema do atendimento das fianças à exportação para o cliente não revelado. Em janeiro, o fundador e presidente da empresa, João Verdi de Carvalho Leite, desapareceu, em companhia da mulher, Sonia Brasil, depois que o helicóptero que pilotava caiu entre Angra dos Reis e São José dos Campos. Em dezembro, Verdi revelara, em entrevista ao Estado, o seu projeto de consolidação da marca por meio de novos contratos e de pelo menos cinco produtos. Para ele, o Brasil poderia faturar 4 bilhões por ano com o setor industrial militar.

João Verdi usava o helicóptero como se fosse um carro: de casa para a fábrica, em Jacareí, e de volta, no fim da tarde. Um vôo de Angra dos Reis, onde mantinha uma confortável casa de praia, até São José dos Campos, onde vivia e trabalhava, era rotina na carta de pilotagem. Pequenas aventuras cotidianas do empresário que, nos anos 80, era recebido para jantar nos palácios de Saddam Hussein, quando o ditador iraquiano ainda era o bem-amado do Ocidente, na condição de inimigo dos radicais islâmicos de Teerã. “Lembro-me dele como um homem agradável”, costumava contar. Saddam comprou e usou largamente, na guerra contra o Irã, o lançador múltiplo de foguetes Astros-II, criação pessoal de Verdi e o principal produto do grupo.

Em 91, na Guerra do Golfo, o fogo mudou de lado: o Astros-II estava com a artilharia da Arábia Saudita. De novo por obra de Verdi, um raro brasileiro a quem os soberanos de Riad recebiam pessoalmente. Exércitos de 14 países usam produtos da Avibrás. Criada há 47 anos, a organização emprega cerca de 600 pessoas.

Nosso Comentário :

A Avibras está sendo preparada pelo governo brasileiro pra ser grande exportadora e para receber junto com a Embraer o futuro contrato de produção dos caças  adquiridos no âmbito do Projeto FX-2, com algo em torno de 108 unidades ou coisa ainda maior, a sabermos com o tempo.

Com o acordo entre Brasil, Índia e Rússia, o caça de 5ª Geração PAK FA deverá ser desenvolvida pelas empresas Sukhoi russa, Hindustan Aeronautics Limited indiana e a Combaer brasileira. A Combaer vem a ser um termo usado pelo governo para designar a união das “Companhias Brasileiras de Aeronáutica” no projeto, que seriam a Embraer e a Avibras.

FOG-MPM

FOG-MPM

 

 

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  • Filed under: Avibras
  • Brasil Pode Fechar Su-35 com PAK FA

    Media : Correio Braziliense

    Data : 02/09/2008

    Medvedev vem ao Brasil fechar pacote de defesa

    Presidente russo visitará Lula em novembro. Pacotes militares em estudo incluem parceria para desenvolver avião “invisível” a radar

    Pedro Paulo Rezende
    Da equipe do Correio

    O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, deve assinar três acordos de cooperação militar com o Brasil em sua primeira visita ao país. Ele aproveitará a cúpula da Associação de Cooperação da Ásia e do Pacífico (Apec), em Lima (Peru), entre 16 e 23 de novembro, para se encontrar em Brasília com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A notícia foi confirmada pelo ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, e por fontes do Itamaraty e da Chancelaria russa.

    “Viajarei no fim deste mês a Moscou para tratar de detalhes da cooperação entre nossos países”, confirmou Unger. “Tenho proposto aos russos a discussão comparativa de nossas certezas de desenvolvimento. O Brasil e a Rússia são dois países que querem e precisam diminuir sua dependência da extração de recursos naturais e da exportação de commodities. Por isso, precisamos trabalhar em conjunto para usar a receita obtida no relançamento de nossas indústrias.”

    Segundo uma fonte da Secretaria Geral do Itamaraty, os três acordos abrangeriam a cooperação tecnológica, a proteção da propriedade intelectual e a segurança de informações. Eles complementariam um acordo-quadro de cooperação assinado em 15 de abril por Unger e pelo secretário interino do Conselho de Segurança da Federação Russa, Valentin Alekseevitch.

    “Tenho trabalhado na construção de parcerias estratégicas, mas obtive as respostas mais positivas da França e da Rússia, e as sinalizações mais positivas e surpreendentes vieram de Moscou”, disse ao Correio Mangabeira Unger. “Sinto que, tanto por parte da França como da Rússia, existe interesse de subordinar as relações comerciais às relações estratégicas, mas não vamos fiar nossa defesa nessas parcerias. Teremos de construí-la por nós mesmos. A moeda da defesa é o sacrifício.”

    De acordo com o ministro, as parcerias não se limitariam à obtenção de tecnologia por compra de licenças de fabricação. Elas seriam aprofundadas nos campos de pesquisa e desenvolvimento, de maneira a relançar a indústria militar do país.

    Propostas na mesa

    De acordo com fontes do Ministério da Defesa, a França ofereceu, ao lado do seu caça Rafale F3, avaliado em 70 milhões de euros, a participação no desenvolvimento de um veículo de combate aéreo não tripulado. A Rússia, por sua vez, colocou em jogo o Sukhoi Su35BM, ao custo de 50 milhões de euros, e a participação no programa de desenvolvimento de um avançado avião de combate, o PAK-FA T-50, de quinta geração e furtivo a radares.

    O Rafale e o Sukhoi Su35BM são aviões de quarta geração extremamente avançados, que reúnem equipamentos eletrônicos desenvolvidos para os aparelhos de quinta geração. Atualmente, o único modelo dessa linha em operação é o caça F-22 Raptor, fabricado pelos Estados Unidos (o mais caro do mundo, ao custo unitário de US$ 225 milhões). O PAK-FA T-50, um projeto da Sukhoi, deve fazer seu primeiro vôo em, no máximo, dois anos. O custo total previsto é de cerca de US$ 20 bilhões. O preço unitário ficará em 70 milhões de euros, aproximadamente.

    Os aviões de combate de quinta geração, como o F-22 Raptor, além de invisíveis aos radares, também são capazes de atingir velocidade supersônica usando meia potência do motor, o que reduz o gasto de combustível, amplia o raio de ação e diminui o tempo de engajamento do inimigo. Os EUA têm a oferecer um modelo mais barato, o F-35 Lightning, que custa US$ 135 milhões. O caça está em fase de certificação e poderá ser oferecido ao Brasil a partir de 2019.

    T-50 PAK-FA

    T-50 PAK-FA

    Nosso Comentário :

    Brasil Pode Fechar Su-35 com PAK FA

    Nas últimas semanas, alguns órgãos da imprensa local vêm tentando passar uma mensagem que colocaria o Rafale F3 francês já como vencedor na disputa pelo FX-2, talvez baseando-se na visita que o presidente Sarkozy fará ao Brasil em dezembro, a fim de assinar alguns acordos de Defesa.

    Por outro lado, entendemos que a escolha do FX-2 ainda vai demorar algum tempo, e o resultado pode sair somente em 2009.

    Em 15 de abril de 2008, os Governos do Brasil e da Rússia assinaram, em Brasília, memorando de entendimento de cooperação para o lançamento de satélites, construção de foguetes e o desenvolvimento conjunto Caça Furtivo de 5ª Geração T-50 PAK FA. Essa parceria envolveria ainda os indianos em torno do desenvolvimento deste caça de 5ª Geração sendo concebido pela Sukhoi russa, a mesma que criou os veneráveis FLANKERS, e nos oferece agora o Su-35, o Super Flanker.

    Parece um tanto óvio, em vários aspectos, inclusive e principalmente no de custo-benefício, a escolha do Su-35 combinada com o “PAK FA BR“. O Brasil inteiro torce por isso, a começar por aqueles patriotas que sentarão nos reais caças de superioridade aérea por décadas a fio em nome da FAB.

    Não resiste à mínima lógica a opção de o Brasil comprar Rafale e entrar no projeto do PAK FA, e nem os russos permitirão isso. Além disso, o Rafale perdeu todas as concorrências em que entrou, tendo poucas encomendas à frente e futuro incerto. Lógica basta ? 

      O Brasil não irá a lugar algum apenas pensando
    em pequenas aquisições condicionadas à uma
    improvável e fantasiosa transferência de
    tecnologia. Somente alcançará seus objetivos
    se abrir os olhos para reais parcerias de
    desenvolvimento, caminhando aí sim
    para obter tecnologia própria no futuro.

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