Petrobras Terá Hub Marítimo Para Apoio ao Pré-Sal
Mídia : O Estado de São Paulo
Data : 29/06/2009
Porta-Helicópteros para o Pré-Sal?
Petrobras planeja ilha artificial para apoiar exploração do pré-sal
Uma espécie de ilha artificial com heliporto, armazéns e alojamentos tende a ser a solução para o sistema de transporte de pessoas e cargas leves para o pré-sal. Inédito na indústria do petróleo, o modelo que consiste num ponto de apoio está em estudo na Petrobrás, e seguirá soluções logísticas observadas na indústria de aviação civil e em centros de distribuição de grandes redes de varejo.
A expectativa é que o “hub” seja totalmente implantado até 2015, quando o pré-sal terá 11 plataformas de produção.
“Não há, no mundo, paralelo com o pré-sal em termos de movimentação de pessoas e cargas a distâncias tão grandes”, diz o gerente executivo de logística de exploração e produção da Petrobrás, Erardo Gomes Barbosa. Localizados a cerca de 300 quilômetros da costa, os campos do pré-sal deverão produzir, em 2020, 1,8 milhão de barris por dia, volume equivalente ao extraído na Bacia de Campos hoje, onde o movimento de pessoas entre o continente e plataformas marítimas chega a 40 mil por mês.
Em Campos, os funcionários são levados diretamente de helicóptero às plataformas, em voos que podem durar até duas horas. Já os equipamentos e suprimentos vão por embarcações de apoio, como rebocadores. Segundo Barbosa, replicar tal sistema em Santos, porém, seria ineficiente. “A distância média que percorremos hoje é de apenas 100 quilômetros”, compara o executivo. E os barcos, diz, navegam a uma velocidade de 1,6 km/h.
O trabalho em busca de um novo modelo logístico foi motivado, em um primeiro momento, pela limitação dos helicópteros para voar 600 quilômetros sem abastecimento – ida e volta das plataformas, em caso de impossibilidade de pouso por causa de mau tempo. “Hoje há alguns projetos de helicóptero com essa autonomia, mas com capacidade máxima entre 22 e 24 pessoas. É pouco, se compararmos com a alternativa marítima”, comenta Barbosa.
Por isso, a opção por um ou mais pontos intermediários, que funcionem como centros de distribuição de pessoas e cargas no meio do oceano, se tornou a opção preferencial da área técnica da companhia. Segundo essa alternativa, os funcionários serão transportados em grandes embarcações, com capacidade para entre 150 e 300 pessoas, até uma plataforma construída especialmente para atuar com esse fim, instalada em um ponto mais próximo da costa.
De lá, partem para as plataformas em helicópteros menores, que percorrem uma distância mais curta, com economia de tempo e combustível. Barbosa cita o esquema utilizado pela aviação civil como exemplo para esse projeto. “Um voo para Paris não leva apenas passageiros para Paris, mas também para um sem número de outras capitais.
O aeroporto de Paris funciona, portanto, como um hub”, reforça. O caso pode ser comparado também aos centros de distribuição de redes de varejo, que recebem grandes cargas e distribuem para as lojas em caminhões de menor porte.
O centro de distribuição (hub) do pré-sal, poderia ser construído com base no desenho de grandes plataformas de produção – mas sem a parte industrial. Tem de ter capacidade para manter um número elevado de pousos e decolagens, além de área para abrigar os helicópteros quando estejam fora de serviço. Além disso, deve ter alojamentos e áreas para armazenamento de carga seca, como tubulações e equipamentos de manutenção para as plataformas do pré-sal.
Segundo Barbosa, o principal desafio tecnológico a ser contornado refere-se ao embarque e desembarque de passageiros na plataforma usada como hub. Isso porque a plataforma balança muito pouco com a maré, por causa do seu peso, ao contrário de qualquer embarcação que venha a ser usada para o transporte de passageiros. “Precisamos de algo para compensar essa diferença. Caso contrário, é impossível desembarcar em segurança.”
Por isso, a companhia juntou seu Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (Cenpes) e consultorias especializadas para desenvolver uma ponte articulada de desembarque, que suavize a diferença entre o balanço da plataforma e o das embarcações. Um primeiro protótipo já está sendo projetado e deve ser testado em breve em plataforma fixa na Bacia de Campos. A expectativa é concluir o trabalho no ano que vem.
Ao mesmo tempo, a área comandada por Barbosa estuda os custos da implantação do novo sistema logístico. Caso a decisão seja favorável, a ideia é iniciar as operações do primeiro hub até 2015. Um segundo pode ser instalado, caso os estudos indiquem a necessidade.
O gerente da Petrobrás diz que outro fator a ser considerado é o conforto dos funcionários durante a travessia. “Não podemos nos esquecer de que eles estão viajando para trabalhar”, pondera.
Um modelo que será replicado da Bacia de Campos diz respeito ao suprimento de diesel às plataformas e embarcações de apoio – já que a ideia é que elas não voltem ao continente com frequência. Nesse caso, a empresa usa petroleiros como grandes postos de combustíveis flutuantes.
Em Santos, existe a possibilidade de usar o mesmo sistema para o suprimento de fluidos e produtos químicos usados durante as atividades de perfuração de poços e produção de petróleo.
Carga seca e equipamentos, como tubos e ferramentas especiais, devem ficar armazenados no hub, também para evitar o extenso trajeto até o continente. Barbosa diz que os números sobre funcionários e carga dependentes do novo sistema logístico ainda são preliminares e, por isso, não são divulgados pela companhia.
O volume de investimentos necessários também ainda é tema de estudos. “Tudo depende ainda do prosseguimento dos trabalhos de exploração e desenvolvimento das reservas da região.”
Nosso Comentário:
Petrobras Terá Hub Marítimo Para Apoio ao Pré-Sal
A opção logística mais plausível para resolver o problema de distâncias superiores a 300 km será mesmo criar-se plataformas modulares a mais de 250 km de distância da costa. Seriam hubs com vários módulos.
A princípio, os trabalhadores fariam o percurso da costa até o hub concentrador a bordo de confortáveis navios de até 300 passageiros. De lá, seriam distribuídos para os vários campos do Pré-Sal.
Este esquema seria acoplado ao Sistema de Proteção Marítima da Marinha do Brasil. Seria mais eficaz e produtivo que um dos módulos do hub fosse da Marinha. Para tal, Petrobras e Marinha precisam trabalhar e pesquisar conjuntamente as alternativas para a Produção e para a necessária Defesa do Pré-sal.
Dependendo das verbas e das soluções tecnológicas alcançadas, o Brasil poderia lançar um Hub Marítimo que seguisse o a concepção do JMOB (Joint Mobile Offshore Base – Base Offshore Móvel Conjunta), ou Battle Island (Ilha de Batalha) dos EUA, claro que em escala bem menor. Essa solução permitiria pistas de pouso para pequenos e médios aviões, somando alguns módulos em sequência. Tal solução multiplicaria as vantagens do hub e se pagaria em menor tempo.
O problema do balanço entre a plataforma e as embarcações poderá ser resolvido com a ponte articulada, ou até mesmo com pequenas baías entre e/ou sob alguns módulos, como na arte do JAMOB abaixo.
Roberto Silva
DEFESA BR
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Ilha de Batalha dos EUA
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Antonio Alvaro Guedes,
Nao precisava se esforcar tanto meu caro; para me convencer. Voce tem a minha bencao papal para seguir com a empreitada. rsrsrsrsrs.
sds.
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TÉRMICAS FLUTUANTES PARA A PETROBRÁS
fonte: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/604/artigo132871-1.htm
A Petrobras está estudando a construção de usinas termelétricas flutuantes a gás junto à plataforma de extração do petróleo do pré-sal, no campo de Tupi. Além de tornar a plataforma autossustentável, a energia seria levada por linhas submarinas para o consumo em terra. Outra ideia em estudo é uma unidade de liquefação do gás extraído dos campos que poderia ser transportado por navio, dispensando a construção de um gasoduto.
p.s: vai ter muita coisa flutuando junto com o HUB.

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Marcos :
Seu link acima me levou a essa notícia da Embraer + SAAB, edição 604, mas já não sabemos disso? A Embraer também está boiando no hub da Petrobras, rsrsrs???
“Circula no governo um ambicioso projeto para tentar elevar a participação da Embraer no mercado internacional. Trata-se da compra da sueca Saab, responsável pelos caças Gripen, que estão na concorrência para o projeto FX-2, da Força Aérea Brasileira. O presidente da Embraer, Frederico Curado, ainda está com um pé atrás, mas já há gente do BNDES com um plano na manga para a operação. A Embraer faria uma troca de ações, assumindo o controle da empresa, sem desembolsar um centavo. Isso ficará em sigilo até que o governo defina o vencedor da concorrência do FX-2.”
Roberto Silva
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Brainstorming
Tadeu
Você está certo, a palavra correta é “brainstorming”.
Fui traído pela memória. É uma técnica de criação que aprendi há mais de quarenta anos. Ela é muito simples nos seus fundamentos, isso não esqueci, toda idéia no seu nascedouro é válida. Nenhuma censura, mesmo velada, é permitida. Isto quando o “brainstorming” é feito em grupo. Individualmente, não se deve praticar a auto censura. É a única forma de se chegar na fronteira da inovação.
Como sou antigo, vou falar de coisas antigas. Novamente, há mais de quarenta anos, li num trabalho de um designer alemão que apenas 3% de todas as idéias geradas eram aproveitáveis de forma prática. Isso depois de lançada como produto.
Em relação a futurologia no Hudson Institute, um gênio de nome Hermann Khan, seu QI era o maior do mundo. Foi precursor de uma ciência e seu profissional seria chamado de futurólogo ou futurologista. Previu a construção de gigantescos lagos na Amazônia, entre outros exercícios do seu “metier”. Errou quase tudo.
A IBM com seus enormes laboratórios e cientistas errou quando disse que não haveria mercado para os PCs. Coube a um grupelho de nerds e hippies desmenti-la com grande sucesso. A história está cheia de casos semelhantes.
A Nasa usa, além do “brainstorming” convencional, o reverse ou reversive brainstorming (novamente a memória). Trata-se da participação de pessoas leigas em reuniões técnicas, as “bobagens aparentes” que essas pessoas sugerem pode ser o caminho de uma solução ou mesmo de uma inovação.
A literatura e a ficção científica acertou mais na antecipação do futuro que qualquer cientista.
A cultura católica e latina é cerceadora do novo, do inusitado. Diferente da cultura anglo- germânica que só admiramos pelos seus produtos técnicos e culturais. Nos sempre os imitamos e imitamos mal, não queremos nenhum risco, temos um medo exacerbado do ridículo, de errar, do fracasso; por isso, quando conseguimos chegar, já fomos ultrapassados novamente.
Só tem um jeito de não errar. É não fazer e nem mesmo tentar fazer.
Acredito firmemente na idéia da proposta. Não é uma Las Vegas. É uma base de apoio logístico.
A Petrobras está desenvolvendo (Coppe, Cenpes, IPT, Universidades) plataformas de gaseificação, pataformas de apoio, plataformas de geração de energia elétrica a partir da queima do gás. A idéia do Roberto é acrescentar uma plataforma militar da Marinha, apenas acrescentei a idéia da auto sustentabilidade.
Se estas plataformas de diferentes finalidades (pequenas ilhas) estiverem de alguma forma interligadas, formando uma “ilha” maior, seriam mais eficientes em termos logísticos.
Existe é grande um turismo tecnológico. Muitos gostariam de conhecer como se extrai petróleo a 5.000 m de profundidade. A própria grandeza das instalações seria um atrativo. O cassino e não Las Vegas é uma alternativa de lazer noturno. De todo jeito, estas plataformas precisam de restaurantes, lavanderias, etc. Como um mega porta-aviões. Já existe. Um porta aviões da Classe Eisenhower tem lojas e prestadoras de serviços terceirizadas. Vendem também souvenirs aos tripulantes e visitantes.
Tudo isso consome uma imensa quantidade de energia elétrica. Queimar gás para gerar energia elétrica quando já existe uma opção muito melhor que é a energia elétrica gerada pelas ondas (energia renovável). A energia eólica proposta não necessitaria daqueles enormes cataventos. Poderiam ser baixos, evitando seu calcanhar de aquiles, que é sua manutenção. O excedente desta energia poderia ser exportado para as plataformas de produção. Não seriam necessários os motores a diesel e os geradores. Isto significa menos transito de navios abastecedores e todas as operações de reabastecimento.
Os australianos exportam a preço de ouro o atum para o Japão. Os peixes são capturados quando jovens, e em “fazendas” marítimas, onde crescem e são engordados. Isto não é futuro, é presente.
A frota pesqueira de alto mar japonesa, coreana e chinesa são imensas. A logística destas frotas é complicadíssima. A possibilidade de uma plataforma servir de entreposto, precisa ser melhor estudada, mas se houver vantagens econômicas é factível. No continente, não seria possível tal entreposto, a burocracia jurídica seria um dos empecilhos. Além de ocuparem portos e instalações portuárias.
Acredito que as visitas daqueles gigantescos navios de cruzeiro seria factível. A visão da “ilha” seria extraordinária. Poderiam fazer visitas rápidas (pagas), tirar fotografias, fazerem refeições e comprarem as lembranças da visita. Aquilo que esse tipo de turista faz, normalmente. Seria um dos pontos de visita. A proximidade do Rio de Janeiro, (seu destino primário) numa rota para o Sul pouco seria alterada.
Puxa vida, que trabalhão você está me dando para convencê-lo!
Estou achando que é mais fácil vender terrenos no céu ou na Lua do que algumas mega bóias no oceano atlântico.
Justo o pobre eu que detesta escrever e vive se desculpando pela má qualidade do próprio texto.
Saudações Nacionalistas!
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Antônio :
Muita gente desconhece que o turismo e o petróleo são as duas maiores indústrias do mundo. Nesse nosso projeto de um Multi-Hub, elas estariam densamente associadas.
Um módulo para a indústria pesqueira seria interessante, mas voto por uma frota exclusivamente nossa. As águas e os peixes são nossos, então os pescadores e fazendeiros marinhos têm que ser nossos também, rs, financiados e incentivados pelo BNDES e o governo. Podem fornecer para a população do Multi-Hub, para os navios de cruzeiro e muito mais.
Veja este estudo de energia das ondas do mar da COPPE :
http://www.youtube.com/watch?v=Ek7iKvf0IgQ
Roberto Silva
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Grande Roberto…
Colocado desta forma, reforça ainda mais a propriedade da PF. Fuzileiros somente em caso de conflito. O militar não recebe formação para ações de polícia e seriam visto como uma fonte mais de problemas do que de solução. Acho que, no final das contas, quem vai assumir serão as forças policiais dos estados em cujas águas os “Hubs” estejam ancorados.
Na marca, o que deveria acontecer era a instalação de “Hubs” diferenciados para a MB e Petrobras. Imagine a quantidade de tráfego civil tendo acesso aos movimentos de navios da MB no caso de compartilhamento. Além do que, como disse, os “Hubs” da Petrobras não poderiam estocar munição para apoiar a MB. Isso só se justificaria em uma situação de guerra declarada.
Mantendo os civis no comando facilitaria a utilização, inclusive, pelo corpo de bombeiros estaduais para missões SARs. Estes “Hubs” tem mil-e-uma utilidades. Implementados, nos darão uma liderança maritima a frente de qualquer outra nação no planeta.
Os criados para uso da MB poderiam utilizar helicópteros para a patrulha AS de curto alcance (algo em torno de 100 milhas náuticas) no entorno do “Hub” base, auxiliando e conduzindo nossos submarinos na perseguição de ameaças submarinas.
A idéia é boa e, como disse, tipo “bombril”, mas deverá sair do papel e rápido. O pré-sal já tem gente demais de olho espichado.
[]´s
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Braz :
Se a propriedade do Hub for de uma empresa, no caso, a Petrobras, a segurança deverá ser fornecida por ela, que poderá terceirizar a função. Já a função de defesa do Hub e ainda mais do(s) módulo(s) da MB deverá ser cumprida pelos seus Fuzileiros Navais e até Grumecs.
Por favor, esqueça qualquer força policial ou de bombeiros estaduais. Já tem muita gente de olho, então que os governadores fiquem bem longe disso.
Roberto Silva
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Grande Tadeu Mendes…
O problema das ondas é que, se estiverem espaçadas demais, as extremidades da embarcação ficam sem apoio enquanto o centro do navio é elevado. Isso ocorre com frequência em grandes embarcações como os NAEs americanos (ainda não naufragaram porque todo seu peso é distribuído no centro dos mesmos).
As plataformas petrolíferas são suportadas por quatro flutuadores (um por coluna), por tanto estas colunas acabam movendo-se independentemente umas das outras, evitando o efeito de torção. Outra vantagem é que não importa o sentido da onda, problema que causa um efeito enorme de torção na quilha do navio.
Quanto ao acidente da Petrobrás… Ainda soa como sabotagem, mas, oficialmente pelo menos, foi uma explosão acidental.
Quanto a Alcântara, houve um defeito em uma válvula de combustível no primeiro estágio. Também não convence, mas é a versão oficial.
É bom lembrar que qualquer sabotagem teria sido “encoberta” para não expor nossa vulnerabilidade.
Quanto aos fuzileiros navais no “Hub”, sua presença não seria bem vista pelos civis. Lembre-se que estamos falando de Brasil e o uniforme só é bem-vindo quando o bicho pega. O policiamento deveria ser feito pela PF.
A parte militar do “Hub” seria de estoque de víveres (excluindo armas e munições), ponto de descanso para as tripulações dos navios patrulha e rendimento de guarnição (a nova tripulação seria transportados pelos helicópteros até o “Hub” para a troca) mantendo a presença da MB na ZEE, evitando o tempo e combustível gastos para atingir a área de patrulha.
Em caso de conflito, bom, aí as coisas mudam completamente de figura naturalmente.
[]´s
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Braz :
Creio que seria necessário ter segurança, talvez feita pela PF, e também defesa, esta sim feita pelos fuzileiros, sem dúvida, rs, já que as estruturas bilionárias estariam passíveis de ataques e sabotagens, como você mesmo menciona em vulnerabilidades.
Roberto Silva
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Antonio Alvaro Guedes,
I love Brainstorming, hehehehe. Ja que estamos brincando (terapia ludica?) com esse tema tao interessante, por falar em Brainstorm, voce ja viu o filme (1983) com Christopher Walken e Natalie Wood.
E um filme interessantissimo. A tecnologia apresentada no filme (o que chamamos de BCI = Brain Computer Interface) e simplesmente fascinante.
Tai o link;
http://en.wikipedia.org/wiki/Brainstorm_(1983_film)
Agora vamos a realidade. A construcao dessas ilhotas metalicas, serviriam apenas para finalidades operacionais da Petrobras e talvez como um posto logistico avancado (sugestao do Braz) para a MB.
Eu prefiro ir a um cassino em Fortress City; cercado pela belezas nauturais e sensuais do Ceara. hehehehehe.
Nos temos tanta terra, que podemos criar complexos turisticos, cassinos e shoppings, do Norte ate o Sul das costas brasileiras.
Mas a ideia e valida para emprego da Petrobras e MB.
sds.
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É Roberto, Trindade é um santuário, assim como Fernando de Noronha, que já foi uma importante base aérea. Se acharem algo lá pro lado do Rio Grande do Norte, deverão utilizar a ilha como base aérea, além de que, esta, já recebe muita gente de transatlânticos, então para dispersão de passageiros seria tranqüila e sem grande impacto.
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Grande Francisco Braz,
Entendi a sua preocupacao/explicacao quanto a frequencia das ondas e seu efeito nas estruturas.
Sera que voce poderia me explicar (sou um leigo no assunto), como é que essas ondas afetam as plataformas de prospecção? Ou nao afetam?
E para contribuir com a minha educacao; sera que esse fenomeno, foi a causa daquela megaplataforma (maior do mundo, segundo a CNN) da Petrobras, que foi a pique, ou sera que foi outra coisa?
Afinal, qual foi o laudo tecnico daquele “acidente”? Voce poderia me responder por favor?
Eu ate hoje nao sei a causa do “acidente” em Alcantara…
Quanto aos FNB e a sua presenca nas estruturas (ilhas) é por pura questao de seguranca. Assim como os Marines fazem a seguranca dos NAes. e vejo os FNBs como uma forca de deterrencia contra atores internos e inimigos externos.
[]s.
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Roberto e companheiros.
Continuando o “brain storm”. A freqüência e intensidade das ondas podem de problema virar solução:
Seu aproveitamento em energia elétrica, já existe tecnologia para tanto.
A ausência de relevo, a não ser das ondas favorecem a energia eólica, seus enormes cata-ventos não enfeiariam a paisagem.
As construções poderiam captar a energia solar e a água da chuva.
A energia excedente poderia ser exportada para outras plataformas.
O gás produzido pelas plataformas de produção poderia ser liquefeito em módulos específicos para este fim e exportados para o continente(s).
Ouso até pensar em usinas de refino do petróleo.
Barcos pesqueiros japoneses, chineses, coreanos etc. poderiam ter seu(s) entreposto(s) frigoríficos etc., reabastecimento, área de descanso e recreação sem entraves burocráticos se fosse em área continental.
A segurança seria grande em relação à criminalidade, por ser uma “ilha” distante do litoral.
O perigo das intempéries como furacões (raríssimos) e tempestades, exceto pelas ondas não é maior que nos litorais. Mais oportunidades de implantação de tecnologias já desenvolvidas e outras a serem criadas.
As palafitas, as plataformas petrolíferas, a Holanda, Veneza, são uma inspiração para mais que um sonho futurístico seja uma grande aventura brasileira.
Saudações patrióticas. Graças a Deus que estamos discutindo ou sonhando com coisas que não são políticos, ongueiros e traíras. Assim conservamos nosso bom humor.
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Grande Roberto…
É, você tem razão. Quatro ou cinco plataformas convencionais ligadas entre si por passarelas flexiveis seriam uma opção melhor.
A estrutura da plataforma pousa em quatro cascos pequenos. Isso permitiria que os cascos estivessem em níveis diferentes, anulando o movimento das ondas. Seu único complicador seria estabilizar, através de amortecedores, a transmissão do movimento do mar para a plataforma. Mas é fundamental que as plataformas que venham a compor o “hub” tenham um bom espaço entre si e estejam firmemente ancoradas. Os navios seriam uma solução menos trabalhosa mas, também, menos eficiente.
Seja pela união de plataformas de desenho mais conservador ou navios, é importante que possam acompanhar as ondas para não fatigar o metal da estrutura.
[]´s
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Braz e Tadeu,
é uma idéia ousada, mas pelo menos em termos técnicos, viável.
Temos:
1) Uma indústria siderúrgica avançada.
2) Uma indústria naval em implantação moderna e grande.
3) O domínio de construção (engenharia) e de grande parte dos equipamentos necessários para um empreendimento grande.
4) Petrobras com a tecnologia da exploração de petróleo em águas profundas.
Todas precisarão de encomendas. O mundo é o seu mercado, mas sua sustentabilidade tem de ser fundamentada no mercado interno.
O Pré Sal e a Amazônia Azul nos obrigam a pensar, também, como uma nação marítima.
Lógico que existem enormes problemas técnicos para serem resolvidos. Muitos destes problemas podem ser antecipados outros surgirão no desenvolvimento do projeto.
Estes problemas é que nos farão detentores de novas tecnologias. Ainda que durante a fase de desenvolvimento as descobertas de novas tecnologias poderão servir para outros projetos e mesmo outros fins. É uma questão de médio e longo prazo, mas seu desenvolvimento como se vê na matéria acima, já começou. Não se trata, tolamente, de se colocar caixotes metálicos ancorados a 4.000m de profundidade.
A viabilidade econômica deve ser estudada na forma de concessões. Uma empresa que quisesse ser ancorada ao sistema pagaria a construção do seu módulo, seria como o condomínio e a constituição de um shoping center. Inclusive em termos comparativos, com as lojas âncoras.
A minha idéia é vender as plataformas modulares, como em terra se vende os terrenos. Assim sendo, uma empresa ou um consórcio de empresas que queira explorar o jogo, compraria sua(s) plataforma(s) e seu projeto arquitetônico específico para seu fim dentro de normas pré estabelecidas. Isto vale para qualquer outro empreendimento que queira adensar a “ilha”.
A Petrobrás e a Marinha teriam ali suas bases em plataformas específicas para suas necessidades. Talvez seja ilusão minha, mas acho que não faltará dinheiro nacional e internacional, na forma de investimentos. Muitas nações precisarão de tecnologias com sustentabilidade, para a exploração de pesca e piscicultura oceânica, fazendas de algas como fonte alimentar e bioenergética, mineração subaquática etc.
Seria uma nova fronteira das inovações. Quem conseguir levantar 5.000k levantará com grande facilidade qualquer peso menor que este. É uma analogia em relação à profundidade dos oceanos.
Plataforma(s) para instituições de pesquisa(s) e universidades de todo o mundo podem ter ali um campi.
Precisamos pensar também nas questões geopolíticas, seria como os russos no Ártico, uma posse geográfica.
Sem dúvidas, é um mega projeto, mas para quem parou em Itaipu e Ponte Rio – Niterói e vê muitos mega projetos executados, em execução e sendo projetados no mundo, acho que precisamos do nosso. É como a conquista espacial, só que auto-sustentável.
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Antonio :
Eu acredito no projeto e o aspecto de poder ser auto-sustentável é extraordinário.
Não duvide que já existam soluções baseadas em nanotecnologia e materiais compostos aí.
Se a Petrobras tiver sucesso na empreitada, ela será chamada para outros mares, como a África Ocidental e os EUA.
Roberto Silva
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Temos uma ilha chamada Trindade no Espirito Santo. Acredito que seria melhor aproveitala como base avançada pala a Petrobras. A Marinha já mantém uma guarnição lá.
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Gerson :
É complicado, pois Trindade é um santuário ambiental.
Roberto Silva
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Roberto,
Deveriamos nos tornar investidores nesse negocio de Las Vegas flutuantes, rsrsrsrsrs.
So que eu me sentiria muito mais seguro a 3.000 metros acima do nivel do mar e a pelo menos 400 km de distancia. Como eu nao encontrei nenhum lugar com estas caracteristicas topograficas (distancia + elevacao) vou acampar no Pico da Bandeira – MG, em 2012. hehehe.
sds.
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Falando em usar um NA velho…
Tava a conta certa para o Minas Gerais ficar ancoradinho lá, honrado, servindo ao país… era só tapar os buraquinhos que fossem aparecendo no casco hehe! Se ele ainda estivesse por aí, né?
Já que este blog é uma fonte de ideias, tem uns NAes encostados lá da US Navy que já estão no ponto de serem recortados e vão virar sucata, acho que dá para comprar pelo preço do metal!
O Enterprise ainda deve estar boiando, não teríamos que gastar nada retirando os sistemas de armas (mesmo porque esse NAe já deve estar mais do que pelado) e poderia ser rebocado até a região entre o continente e as plataformas, onde ficaria ancorado com uma bandeira do Brasil no mastro. É só questão de acertar o preço (de graça?) e levar em conta quanto gastaríamos para a manutenção de um monstrão desses.
Abraços,
Fernando
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Fernando :
A manutenção não compensaria. A Petrobras tem dinheiro para soluções novas e avançadas.
Roberto Silva
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Grande Tadeu Mendes…
Fuzileiros postados no “Hub”? Acho que a presença da MB dar-se-ia pelo uso dos navios patrulha, que se reabasteceriam ali. Isso proporcionaria segurança e eles permitiriam que os navios cumprissem 60 ou 90 dias de mar (contra os 30 reaparelhando-se em bases de terra).
Quanto à “ilha de batalha”… Vocês estão falando sério? Cara, só faltou no desenho o Sr. Spok.
Uma estrutura destas não resistiria nem à primeria tempestade no mar. Motivo? A frequência das ondas (espaço entre uma e outra onda).
Para se ter uma idéia do problema… Esta frequência já afundou um supergranelheiro inglês no Pacífico simplesmente partindo-lhe a popa e a proa do navio, além de retorcer toda a quilha.
Navios, como os que a Petrobras como substituto de platafomas ou para a prospecção de petróleo, seriam uma possibilidade mais viável.
Navios interligados entre si seriam uma boa opção, desde que muito bem ancorados no fundo, o que não será facil, visto a profundidade dos possíveis locais teriam.
[]´s
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Braz :
O que é mais estável, uma plataforma daquelas quadradas ou um navio?
Roberto Silva
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Em tempo: Se não me engano o Porta aviões São Paulo Foi adquido da França por US$ 12 milhões. Tem jogador de futebol sendo vendido por um valor 4 vezes maior do que este.
Com a quantidade de Porta-avioes descomissionados que existem atualmente dá para a Petrobras montar um arquipelago sem muito investimento. Com a vantagem de poder receber aviões de transporte e não apenas helicópteros.
Abs
Euler
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Acredito que a opção mais viável e barata e comprar um porta aviões que esteja descomissionado como o USS_John_F._Kennedy – http://pt.wikipedia.org/wiki/USS_John_F._Kennedy_(CV-67)
Os EUA possuem inclusive um programa de doação de navios descomissionados chamado “Navy Inactive Ships”, que cabe perfeitamente dentro de uma parceria estratégica com o Brasil envolvendo a petrobrás.
Abs,
Euler
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De volta das Terras Brasilis (não tem feijão com arroz igual a lá).
Compra o NAe São Paulo, que já está velho, dá-se uma reforma, retire tudo o que for “weapon system”, transforme-o em um hotel/base flutuante, e deixe a marinha fora disso…USD $ 500 mil tá tudo feito. Deixe o poder de locomoção do bicho, só que o melhor seria mais estacioanário. Tem lugar pra tudo, helicópteros, pessoal, almoxarifado, etc etc.
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Nelore :
Tudo bem, mas se a Marinha ficar fora disso, a Petrobras vai fundar uma Marinha particular para proteger o Pré-Sal. E aí ? rsrs
Roberto Silva
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Antonio Alvaro Guedes,
O que voce esta sugerindo e uma verdadeira Las Vegas flutuante. rsrsrssr.
Gostei…
sds.
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Tadeu :
Tem fundamento em arranjar parcerias para financiar o projeto. Imagine a verba que uma Caixa Econômica teria para um cassino milionário desses no meio do oceano, em águas nossas.
Se não tivermos o nosso cassino, algum engraçadinho mafioso de Las Vegas vai botar um iate em águas internacionais ali perto e faturar sozinho.
Roberto Silva
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Tadeu
A vantagem da ilha tem que ser algo que os NAes não possam proporcionar, pois se ambos tiverem as mesmas vantagens é melhor escolher o mais barato. Até porque a mobilidade também é uma vantagem extra.
Acredito que os EUA ou a China (quem seja) se precisassem de tanto espaço próximo a algum local seria melhor fazer o acordo com um País da Região e instalar uma base normal.
Sairia mais barato, hehehe
Quanto ao Hub, pelos comentários, parece o nascimento de uma cidade. Sabe-se como começa, mas se não for planejado não se sabe como se desenvolve.
Quem sabe algum dia não acaba virando um município? Por enquanto servindo para a Petrobras e MB já estaria ótimo para mim.
Pois precisamos de recursos para o pré-sal (US$ 600 Bi), é bom não esquecermos. Para não matar a “galinha dos ovos de ouro”.
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Roberto, como está o novo marco regulatório do Pré-sal ou o destino do petróleo brasileiro?
Esta CPI que está rolando no Congresso vai ajudar ou atrapalhar?
Com as imensas reservas de petróleo avaliado na casa de US$ trilhões, o Brasil poderia ter o seu HUB com a grandeza do projeto americano, mas com uma abordagem de auto sustentabilidade.
Sendo modular, poderia ser acoplado módulos de oficinas de manutenção, laboratórios de pesquisa oceanográfica, base de reabastecimento e apoio de submarinos convencionais, usinas de dessanilização, base de apoio à pesca transoceânica e até mesmo o turismo.
Fora da jurisdição dos estados, administrado em conjunto por Marinha e Petrobras o jogo poderia ser permitido, mediante concessão a quem interessar, em módulos específicos para tal fim.
Aqueles enormes transatlânticos de turismo poderiam colocar em seus roteiros uma visita nesta “ilha”. Shoping Center, áreas de lazer, parque temático e que outros sonhos, ou um brain storm criativo pode acrescentar.
Até uma grife poderia ser criada, uma logomarca inserida em muitos produtos. Seria, no meu ponto de vista, mais criativo e viável que aquelas ilhas de Dubai. Seria unir o útil ao agradável e ainda se ganhar dinheiro.
Amor ao Brasil!
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Antônio :
hehehe, como você é criativo, hein. Falando sério, gostei das opções, até do jogo, que para mim seria explorado pela CEF e o dinheiro seria destinando ao projeto todo. Pesca, turismo, parque ambiental, muita coisa pode ser criada e acoplada em módulos.
Um módulo deu problema, troque-se por um reserva até a reforma. O jogo caiu de público e dá prejuízo (nunca, rs), muda-se o tema do módulo para parque infantil ou da terceira idade, e por aí vai. Continue criando que isso vai virar página no site.
Roberto Silva
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Marcos,
Do ponto de vista logistico/operacional, seria interessante termos essas ilhotas metálicas servindo aos propósitos da Petrobras.
Além do mais, a MB através do seu corpo FN, também deveria estar aquartelada nessas estruturas ultramarinas.
O modelo americano, alem de grande e dispendioso, requer uma tremenda força aeronaval para defendê-la. Eu a vejo como um NAe estacionário.
O que você acha?
sds.
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Amigos,
O Roberto sugeriu a presenca da MB nessas HUBs. Estou de acordo com ele, só que eu gostaria de ver essa presenca através do Corpo de Fuzileiros Navais.
Eu penso que os Fuzileiros Navais deveriam ter um papel predominante na defesa das instalações estratégicas da Petrobras. Ainda que a Petrobras seja uma empresa de capital misto e em parceria com corporações estrangeiras.
Deveriamos ir alem da visao classica que temos quanto ao emprego dos FNB, como uma força de infantaria da marinha, e catapultá-los para um patamar de Forca de Comandos Navais ultramarinas.
sds.
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Roberto
Também concordo, pois vejamos uma comparação simples:
Para se construir um porta-aviões da classe Nimitz de dois reatores nucleares e quatro turbinas de vapor com 333 metros de comprimento custa cerca de US$ 5 bilhões.
Agora imaginem uma ilha dessas, neste caso a da foto acho que é até incalculável (conhecendo a vocação americana para aumento de custos). Mas, por baixo seriam US$ 100 bilhões. Foi-se a época que os EUA podiam queimar (literalmente) recursos em projetos assim. Vejam o land warrior (para o exército) multi bilionário e está sendo reduzido (bem reduzido).
Com recursos desta ordem, o Brasil mudaria de Patamar, ou seja, mesmo para China ou EUA, projetos assim são um sonho (ou pesadelo) distante.
Construir uma coisa dessas para que? Contra o quê? Seria um alvo nuclear excelente. Pois em conflito duvido que alguém atacasse uma estrutura dessas.
Essa seria a única solução. E nós queremos proteger o pré-sal, não fazer dele um alvo.
Às vezes, a solução mais cara (modo USA) não é a melhor. Também fico com o HUB + Marinha.
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Marcos :
E ainda sugiro que a Marinha tenha seu módulo sem custos de construção e manutenção, que seriam todos da protegida, nesse caso a Petrobras.
Roberto Silva
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Ah, sim… Ia me esquecendo.
Os americanos andaram se aventurando com algo do genero durante a 2ª GG… Os piers flutuantes das cabeça de praia de Omaha(?) no dia D… Utilizaram navios velhos e os afundaram para fazer um quebra mar que protegia um porto artificial para o desembarque de suprimentos. Depois de quatro dias uma tempestade lixou tudo, mas as tropas já haviam conquistado outras bases para reprovisionamento da tropa.
[]´s
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Está tarde, mas…
Este “hub” pode ser o precursor de um NAE e, sua construção no Brasil, explicação de tanto interesse da Hyunday em modernizar nossa indústria naval, uma vez que foram eles próprios um dos fatores da sua decadência.
Bom, com três ou quatro destes “hubs” pela costa brasileira, a MB teria mais pontos para apoiar os barcos patrulha e daria uma qualidade de vida aos marinheiros que só os tripulantes de grandes navios têm.
Vamos ver em que vai dar isso. A Petrobras esta na berlinda.
[]´s
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Isso pode ser um ótimo plano para ampliar nossa forma de defesa do pré-sal e ainda compilar com os trabalhadores um melhor modo de transporte para irem trabalhar.
Agora só falta a iniciativa e os recurso para isso. Tomara que isso saia mesmo do papel e comece a ser construído.
abraço a todos
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Partindo da opção mais simples (presença da Marinha no HUB) até a mais dispendiosa (uma ilha de batalha e trabalho mista) existem opções para todos os gostos e bolsos.
A única hipótese que não pode ser aceita é a falta de proteção. Deixar à própria sorte: infra-estrutura, pessoas e riquezas a mais de 300 km da costa sem proteção.
Inicialmente, a Marinha pensa em navios de patrulha oceânicos. Ótimo, pois cabem no HUB, (só tem 1.800 ton estes).
A Marinha também receberá helicópteros EC-725 (reserva um lugar para eles) entre os muitos da Petrobras.
Havia inicialmente a possibilidade da Petrobras adquirir a versão civil deles. Ainda acho que será assim, pois serão fabricados no Brasil. Teremos mais peças e redução de custos, afinal.
Partindo para recursos mais avançados. Sistemas de monitoramento e defesa podem ser acrescentados à ilha (ou HUB), basta que se dimensione corretamente.
Ou melhor que esta possa ser modular e sendo ampliada com a necessidade. Desde que no início exista o dedo e a experiência da Marinha neste projeto.
p.s: gostaria de ver a opnião do BRAZ sob este HUB e a do Tadeu sobre a ilha de batalha.
Seria uma ilha de batalha para cada porta-aviões. rsrsr
Abraço a todos
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Marcos :
Aproveito para esclarecer que fico com a opção mais simples, que é a da presença da Marinha no HUB. Ilha de Batalha é coisa pretensiosa demais para o Brasil, serviria apenas para a US Navy e os chineses, rsrs
Entretanto, acredito em mais de um hub. Quem sabe um dia haverá petróleo suficiente a 300 km de Natal para termos outro por lá???
Roberto Silva
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Se isso é uma boa idéia, por que os Estados Unidos não fizeram?? Por que a Inglaterra não fez, já que possui depósitos de petróleo no Mar do Norte??? Por que o Japão não fez??? Arábia Saudita, Índia???
Isso é ficção-científica, não é possível tecnicamente!!! O mar aberto é incontrolável!!!!
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Fabiano:
A Petrobras trabalha em mar aberto desde os anos 80. Ela está decidida a fazer isso e o fará.
O projeto americano é militar, e agora sem grana não terão esse interesse tão cedo. O Mar do Norte não tem um Pré-Sal e lá é tudo mais próximo. Estamos falando de 600 km de autonomia, é brabo. O Japão não explora petróleo em sua costa abissal. A Arábia Saudita explora no deserto, rs
Roberto Silva
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Taí uma notícia muito boa, vai de encontro aos nossos pedidos para ampliar a presença longe da costa com suporte a atividades aéreas e com grande possibilidade de uso misto civil e militar.
Assegura-se a presença nas fronteiras da Amazônia Azul e ao mesmo tempo cria-se um ponto de apoio logístico para as plataformas da Petrobras.
Tem que construir mais, dominar a tecnologia, ampliar o tamanho e porque não… vender a idéia, aposto que diversos países sem saída para o mar comprariam a idéia de ter uma base marítima com capacidade de pouso para helicópteros ou pequenos aviões.
Abraços,
Fernando
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