A Fragilidade da Defesa e O Discurso Presidencial
Mídia : Ucho.info
Data : 30/06/2009
A fragilidade da Defesa e o discurso presidencial
Tão logo surgiu a primeira oportunidade no caso do AF 447, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou em cena para afirmar o que sua assessoria sempre soube ser impossível.
Em recente discurso, o metalúrgico disse que “um país que encontra petróleo a seis mil metros de profundidade é capaz de encontrar um avião a dois mil metros”.
Referia-se o presidente à localização do Airbus que desapareceu sobre as águas Atlântico. Mais uma besteira discursiva, todos sabem, mas, esperto que é, o presidente precisava disparar impropérios para manter uma mentira conhecida. A de que o Brasil é um país muito bem protegido.
Quando o governo brasileiro pleiteou as 200 milhas, à época muitos se perguntaram como monitorar tamanha vastidão em alto-mar. Se de lá para cá a tecnologia bélica desembarcou nos sistemas de defesa de muitos países, aqui no Brasil a situação caminhou no sentido contrário.
É verdade que algumas sucatas tecnológicas foram incorporadas à nossa armada, mas nem de longe o País tem o poderio militar que tanto anuncia.
É preciso reconhecer que a Marinha e a Aeronáutica brasileiras agem no limite de suas respectivas capacidades na tarefa de localizar e resgatar vítimas e destroços do AF 447, mas qualquer aplauso deve ser dirigido, única e tão somente, aos bravos integrantes das duas forças militares.
Jamais ao governo atual, que se esforça diuturnamente para vilipendiar a dignidade dos militares. Se na era FHC as Forças Armadas viviam a pedir esmolas, desde a chegada de Luiz Inácio da Silva ao Palácio do Planalto a situação de penúria se agravou.
Historicamente contrário às Forças Armadas, LILS administra o Brasil de duas maneiras distintas e antagônicas. Por um lado, embalado por um populismo conhecidamente barato, age como se fosse o mais radical dos direitistas, dando de ombros para os inúmeros escândalos de corrupção que mancham cada vez mais a sua trajetória como presidente.
Por outro, atua como se ainda fosse um ortodoxo militante da esquerda radical – aquela dos plúmbeos anos – levando ao sacrifício vergonhoso as Forças Armadas, que deveriam ser a salvação de um país com águas jurisdicionais imensas e fronteiras quilométricas.
Bem distante do messianismo de Lula da Silva, que garantiu ser possível encontrar com certa facilidade o avião que fazia o voo AF 447, a realidade brasileira em termos de equipamentos militares é bem diferente e pífia, para desespero dos que ainda acreditam ser o Brasil o país do futuro, situação que amargamos desde os tempos da ditadura.
Enquanto o presidente Lula se preocupa com a expansão do curral eleitoral criado a partir do Bolsa Família, o que patrocina uma legião não apenas de indolentes, mas principalmente de alienados, o Brasil fica à mercê de nações ditas do primeiro mundo e que investem maciçamente nas forças militares.
A existência de alienados em um território é um convite a invasões. E o Brasil não está longe dessa condição de alvo fácil para os escusos interesses de terceiros.
No caso do AF 447 há uma abissal diferença entre encontrar vítimas e destroços e localizar a aeronave ou as tão sonhadas caixas-pretas. Corpos e partes do avião, cedo ou não, acabam boiando.
E resgatá-los, mesmo que exija coragem e bravura, é a parte menos difícil da operação. Um submarino francês e sonares norte-americanos serão os atores principais nessa caçada às caixas-pretas.
Sem esses equipamentos a verdade sobre o AF 447 continuará reinando, quase que solitária, no campo das hipóteses. Os submarinos brasileiros são incapazes de descer a grandes profundidades, o que mostra ser mentirosa a fala do presidente-metalúrgico.
Não causará surpresa alguma quando os sonares ianques e o submarino francês detectarem sinais das caixas-pretas, o que servirá como ponto de partida para a prevenção de futuros acidentes aéreos.
De nada adianta o Palácio do Planalto veicular na imprensa um filmete de caças brasileiros interceptando um avião carregado de cocaína, como forma de exibir uma capacidade defensiva que inexiste.
Tal situação, oportunista e fantasiosa, se assemelha a tomar a esmola depositada no chapéu do cego, pois alguém acaba roubando aquilo que o outro não viu.
Sob a desculpa de monitorar o tráfico de drogas e armas no Atlântico Sul, a Casa Branca mantém em órbita um satélite capaz de registrar até mesmo a altura das ondas.
Não foi por acaso que, dias atrás, um outro satélite do Tio Sam descobriu o endereço de um faraó do Antigo Egito. Traduzindo para o bom e velho português, o Brasil está a anos-luz de distância de um sistema de defesa minimamente confiável.
Lula tem gazeteado pelo mundo afora as riquezas brasileiras submersas nas águas jurisdicionais do Atlântico, em especial o petróleo do pré-sal, mas não custa lembrar que o Iraque foi covarde e criminosamente invadido e Saddam Hussein perdeu a cabeça apenas porque um grupelho do Texas estava de olho no petróleo que jorra nas pradarias dos rios Tigre e Eufrates.
Nos últimos anos, para justificar os parcos e vexatórios investimentos nas três Forças, o governo brasileiro tem direcionado as tropas verde-louras para missões de paz, ações importantes sob a ótica do bom convívio global, mas inócuas quando vem à baila a vulnerabilidade do País no âmbito da defesa.
O Planalto arruma algo para os militares se ocuparem, sem que a ação irrite as mentes mais maquiavélicas da ortodoxa esquerda nacional.
O que ora exponho nem de longe é um ufanismo “militaresco” e golpista, mas apenas a conjugação de maneira racional de fatos pontuais, dos quais não devemos fugir.
Para um país que sonha em ser um respeitado “player” internacional, o Brasil está muito distante do seu sonho. O Brasil não é uma monumental reunião de monges budistas – crédulos sempre acreditam no vizinho – nem Luiz Inácio da Silva é a versão xavante de Messias, situação que evitaria a malvadeza estrangeira.
Se LILS insiste em posar como xeique sulamericano, sempre lambuzado com o ouro negro das profundezas, que a nossa armada tenha o devido e merecido respeito, pois do contrário o Brasil continuará brincando de gente grande, enquanto o resto do mundo tem sobre a mesa uma versão profissional e bem mais macabra do reles e inocente jogo conhecido como batalha naval.
É verdade que o brasileiro não ostenta a menor vocação para guerrear, mas entre prevenir e remediar a primeira opção é a mais lógica.
Ucho Haddad
Nosso Comentário:
O jornalista Ucho Haddad traça um instigante paralelo entre a fragilidade da área de Defesa no Brasil e o discurso de seu presidente, a um ano e meio do encerramento do período de 8 anos no poder.
A frase de Lula de que o Brasil seria capaz de encontrar um avião a dois mil metros de profundidade é apenas a ponta do iceberg, de uma imensa geleira de besteirois diários aos quais tivemos que nos acostumar por esse longo período, garantido por uma reeleição.
Ucho Haddad afirma que, enquanto Lula se preocupa com a expansão do curral eleitoral dos alienados do Bolsa-Família, o Brasil fica à mercê de nações que investem maciçamente nas forças militares, sendo que a existência daqueles é um convite a invasões, tornando o Brasil alvo fácil para os escusos interesses de terceiros.
Bom, Lula realmente investiu na criação desse universo dependente, o qual lhe garantiu a reeleição, mas a criação do programa deu-se no governo anterior. Todos os candidatos a presidente em 2010 virão com programas pesados para erguer o Nordeste e assistir aos mais pobres, como já se prevê em relação a Roberto Mangabeira Unger, recém-saído do governo, com o Projeto Nordeste.
O problema de nossa empobrecida Defesa não é o Bolsa-Família maior ou menor, pois ele é necessário, mas o reconhecido revanchismo de sucessivos presidentes desde José Sarney, que colocaram os militares em terceiro plano e o povo brasileiro ainda em quinto plano. O grande problema é a falta de moral e de amor ao Brasil de todos eles.
O auge do descaminho brasileiro acontece nesse governo Lula. Sabe-se agora que o Mensalão e os aloprados eram mero café da manhã, comparados aos enormes escândalos de desvios na Petrobras, Senado e tantos outros. Os inúmeros escândalos no Senado têm sua raiz na atual politicagem de apoio aos atos do governo, em que cada caso é tratado como um caso negociável.
Provas do atual descaminho da nação são inúmeras, como é a criminalidade exuberante, o desinteresse de leis contra o crime absoluto, o povo desarmado e indefeso, o tráfico super armado e dominante, a favelização explosiva usada em eleições, a saúde inexistente e humilhante aos pobres, a educação que só é feita de conta e sem vontade política, o saneamento básico zero, a criminosa corrupção a 120%, o legislativo fracassado e acabado, o suporte financeiro ao MST, o perigoso apoio ao bolivarianismo ditatorial e esquerdista – a Revolução Bolivariana – de Chávez e seus aliados, etc, etc, etc.
Roberto Silva
DEFESA BR
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Espero que nessa possamos acreditar:
- Se não vamos pagar a França para lançar nossos foguetes:
AEB estuda área fora de Alcântara para nova base de lançamentos
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Marcos :
Agradeço pela notícia e já passei para uma nova página, para nosso debate:
http://defesabr.com/blog/index.php/03/07/2009/brasil-podera-ter-base-de-lancamento-de-foguetes-longe-de-alcantara/
Roberto Silva
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Amigos,
O CEO da ENRON recebeu prisao perpetua (morreu do coracao na prisao), pelo escandalo (corrupcao) das acoes da companhia. O seu vice na ENRON, se suicidou antes de ir para a cadeia.
O Mardof, pegou 150 de prisao por fraude bilionaria em Wall Street.
Eu acho que o crime de colarinho branco e mais ordinairo do que ladrao batedor de carteira.
O Brasil (sistems judiciario) deveria enquadrar todo mundo que esta com a mao suja de dinheiro publico.
Comeca por ai, a grande revolucao da sociedade brasileira.
sds.
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Sim, Roberto
Os militares PECAM por não serem mais contundentes em divulgar suas deficiências, aparelhamentos e contigenciamentos compulsórios a eles aplicados, pecam no setor referente a PUBLICIDADES e MIDIÁTICOS, não expondo a real situação das FA(s).
Embora eu ache as FA(s) a instituição mais confiável da nação brasileira, acredito que nesta parte ela falhe e deixa este enorme vácuo para que os aproveitadores de plantao utilizem o espaço e tambem seus recursos de maneira e modos não saudáveis à nação…abs
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Roberto
A respeito do link postado no comentário de Diego da Veiga em:
2 July, 2009 at 11:29 am.
Quando alguem tece criticas a outros, acaba se desqualificando se possuir restrições morais. Quem participa e conhece o blog como eu, compreende e entende a situação como um pequeno descuido. Mas quem não tem familiaridade pode chegar a outras conclusões.
É dificil desvincular o sujeito da obra.
Abraços, e desculpe.
ps. Concordaria totalmente com Francisco Braz se nosso ilustríssimo, tivésse, pelo menos, tentado “mudar”, “nosso modo de fazer política”, já que reconheço grandes avanços em algumas áreas.
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Sérgio :
Não há descuido nenhum meu. Gostei do texto dele, com o qual concordei. Agora, quanto ao passado ou presente do autor, a quem eu desconhecia e desconheço, que cada um faça o seu próprio juízo ou se concentre no tema abordado.
Aliás, me parece que as coisas estão sendo invertidas. Alguém emite conceito contra o governo e logo aparece uma pretensa ficha corrida desqualificando-o… isso aqui já está me parecendo corrida política.
O que me importa é o pensamento do autor, mesmo que fosse o Jack, o Estripador. Afinal, ele não está falando ou ensinando sobre como estripar. Agora, o problema dele com a justiça, se houver mesmo algum, é com a justiça e suas vítimas. Todo mundo aqui é adulto para pensar, ou não? Isso de desqualificar alguém assim é anti-democrático.
Tem gente hoje poderosa que, a partir de janeiro de 2011, vai querer se mudar para seu novo país, a Itália, porque a justiça brasileira vai querer botar as mãos. Aí eu quero ver a grita geral dos aloprados, kkkkk
Roberto Silva
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Por falar em defender os interesses do País – Jobim ainda luta para recuperar a área de Alcântara dos Quilombolas:
Fonte: Valor Econômico
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, defendeu ontem a ampliação do Centro de Lançamento de Alcântara para áreas destinadas às comunidades quilombolas. Para ele, essa é uma questão estratégica e o Brasil corre risco de perder a oportunidade de tornar-se uma grande base para o lançamento de satélites.
“Não podemos ser ingênuos. Há outros países interessados em não deixar que o Brasil seja incluído no fechado círculo dos países lançadores de foguetes”, afirmou Jobim.
De acordo com o ministro, que participou de uma audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, a incorporação de outros 11.287 hectares ao Centro de Lançamento de Alcântara permitirá a instalação de até 15 bases para o lançamento de satélites. Essa ampliação manteria uma área de 66.713 hectares para cerca de 1.800 remanescentes de quilombolas. Se a área permanecer com 8.713 hectares, garantindo maior extensão de terras aos quilombolas, o Alcântara ficará somente com três bases de lançamento de satélites.
“Não podemos perder a oportunidade de expansão, pois estaríamos jogando pela janela o melhor ponto do mundo para lançamento de foguetes”, argumentou o ministro da Defesa. Para ampliar o centro, Jobim propôs a transferência de quilombolas para outras áreas na mesma região, garantindo benefícios no reassentamento.
Jobim fez uma defesa da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em dezembro de 2008, que traça um roteiro para reorganizar as Forças Armadas. O governo trabalha em um conjunto de medidas expostas no plano. Segundo o ministro, já existe mais clareza de atribuições: a operação das ações fica por conta da área militar, mas a decisão é da alçada dos civis.
À saída da audiência, Jobim evitou críticas ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que sofre crescente pressão para renunciar ao cargo. “As soluções têm que visar ao interesse das instituições democráticas. Não adianta intervenção para este que é um problema antigo. Que se mudem as regras, mas não se podem debitar os problemas apenas a um personagem, tendo em vista as eleições de 2010″, disse Jobim, que é filiado ao PMDB.
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p.s: realmente se é interesse que move os quilombolas não haveria motivo para não se mudarem e cederem parte da área ao lado da base da força aérea já que receberiam compensações para parte das terras em outro local.
Espero que as ONGs que possam interferir estejam naquele grupo que será expulso do País.
Acha que existe chance de sucesso, Roberto???
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Marcos :
Nada disso é sério, como sempre…
Roberto Silva
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Conheça um pouco do Ucho Haddad:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos/asp0807200394.htm
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Diego :
Coloquei logo o link para o pessoal que se interessar ler por lá. Contudo, o que ele diz não pode ser descartado só por causa disso. A matéria continua válida. Se assim for, só anjo pode abrir a boca neste país. Mesmo assim, acho justo que saibam de quem se trata.
Roberto Silva
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Caro Roberto, bom dia.
Tenho somente uma pergunta que não quer calar:
É notório que esta situação de fragilidade militar, defensiva, ocorre, certo? Agora, eu acho que pecam os Militares, embora patriotas, honestos, corretos e capazes, PECAM pela “covardia” em cobrar em “PUBLICO” a solução desta defasagem militar”. PECAM pela “CONCORDANCIA PRESUMIDA” aos demais responsaveis para a solução deste dilema “DEFESA” ajudando assim a manter esta MENTIRA OFICIOSA” que um dia, espero que não seja da pior, será conhecida pelo povão…Abraços…
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Francisco :
Não quis presumir e editar seu texto… você quer dizer que eles pecam por não cobrar, não é isso?
Roberto Silva
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Grande Roberto (Silva)…
Se for tacar pedra em político, meu amigo, vou transformar o Pão-de-Açucar e o Cristro Redentor (a montanha e não a estátua) em cascalho e ainda vai faltar pedra. Teria que começar com D. João VI e vir até os dias de hoje.
A política brasileira é tão fétida que, se remexida, causaria um lançamento de gás metano na atmosfera em tão grande quantidade que acabariamos sendo os responsáveis pela extinção da raça humana.
Volto a afirmar que, pelo que conheço de política (conhecimento pífio por opção), Lula é o menos pior até o momento (de 1973 para cá, foi quando começei a prestar atenção).
Gosto dele porque gosto de animais. Se posso ver beleza e funcionalidade em um “Dragão de Komodo” posso ver utilidade em um Lula. E fica por aí. Votei nele duas vezes porque não tive opção (acabaram com a lei de que se os votos nulos ultrapassassem os votos do primerio colocado a eleição estaria anulada).
E aí, meu amigo, ainda que deteste frutos do mar tive que engolir o Lula. Esperava que fosse pior.
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Bem, quanto ao presidente ser responsável ou não, ele é, isso é lógico, ele é o “principal” que responde pelo rumo de nosso país, foi eleito para isso…
A questão é:
Ele está fazendo em pro do país? Na defesa? Que é o que trata o blog e o artigo.
Na minha opinião está, pelo menos na promessa, como diz Roberto, porém como dar o descrédito antes de certas coisas se concretizarem??? Como pagamentos etc???
Agora também não deixo de dar crédito às críticas, pois ele está no final do segundo mandato… Talvez fosse refém das Agências de Risco, que exigiam austeridade etc… E certamente ele não achava que seria fácil tomar decisões, até ontem “heterodoxas”…
Porém, são os grandes líderes quem têm que tomar as atitudes… E sei que a maioria aqui não está “satisfeita” com uma “saída em grande estilo” do nosso presidente (nem eu), pois logo em sua reeleição ele já teria o aval de programar e (ou) propor o END, que já deveria existir em projeto e está sendo discutida com antecedência, desde primeiro mandato.
O fato senhores, que está mais claro no artigo, é que há uma decepção com o desempenho do país (por parte do autor), pois envolve não só as forças armadas como também a área civil, que ficou mais a desejar em minha opinião.
Resumindo, apesar do presidente está em dívida com a defesa, não acho que “neste caso” houve precariedade etc. Pelo contrário, achava que a coisa iria ser ridícula… Mas não foi o que se viu… Francamente… Bastam ler noticiários internacionais…
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Nunca conheci um político honesto em toda a minha vida, será verdade o que dizem os mais sábios? Que político honesto nasce morto?
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Wilson :
Outro dia vi um filme em que um político americano brincava ao comentar sua essência : “com uma mão por um lado faço afago na criancinha, mas com a outra mão tomo a balinha dela”, rsrs
Roberto Silva
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Pessoal, tock, tock, tock, acordem, quando??? Depois dos militares (inclusive) não houve um governo decente e correto, político é no Brasil sinônimo de CORRUPÇÃO e ROUBO.
TODOS eu disse TODOS ROUBAM e não sabem administrar nem o seu condominio, fará uma nação, o povo não tem em quem votar, pois os que estão pleiteando os cargos já estão comprometidos com seus próprios bolsos e com os do partido, não vejo futuro politico no país.
Saudações.
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Roberto
Ultimamente, tenho mais lido do que comentado. Mas após de ter lido alguns comentários, acho que vale a pena dar uma “palpitada”.
Concordo com o seu ponto de vista, se referindo aos petistas. Conheço alguns, e são todos iguais. Quanto ao Lula e seu governo ser o mais patriota desde Getúlio Vargas, discordo disso veementemente.
Um governo patriota não trataria a soberania de seu país da forma que foi tratado nesse governo.O descaso com a defesa, o desrespeito ao povo, diante de vários casos ocorridos com esses bolivarianos. Desde quando isso é patriotismo?
Dos nosso últimos presidentes, nenhum agiu pensando somente no Brasil. É tanta ladainha, que o próprio Mangabeira disse uma vez, antes de se tornar ministro, que o Lula era o presidente mais corrupto da história. Mas nada disso é questionado.
Se raciocinarmos bem, vivemos em uma democracia, que se fundamenta com a base do governo militar. Onde o político não pode ser preso, isso é coisa do governo militar. Se passamos dessa era, devíamos ter revisto todo o governo.
Roberto, peço desculpas, fiz um comentário com conteúdo político, porém não partidarista. Pois é isso aí, se você fosse do tipo que baixa a cabeça para críticas esse blog já teria acabado faz tempo.
Até a próxima…
Ottony
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Parece que todos esqueceram que o Brasil é uma federação, no qual cada Estado tem sua autonomia….Se o problema fosse só do presidente não precisariamos de governadores.
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Srs.,
Com um bom cirurgião é possível botar um freio na língua de nosso mandatário. Não para não falar, mas para falar depois de pensar bem e procurar se informar antes.
Estou lendo “O novo relatório da CIA como será o amanhã” compilado pelo Heródoto Barbeito, editora Geração Editorial. Entre tantos prognósticos interessantes (embora com um pé atrás… CIA…) me chamou a atenção os cenários para novas tecnologias em 2025 (possíveis, prováveis e plausíveis).
Os biocombustíveis estão na categoria de tecnologia possível, embora seja realidade por aqui, em 2020 só teremos 17% de nossa frota rodando com gasolina, mas por lá a aposta ainda é incerta, me parece que há algo além da eficiência energética e do baixo impacto de nosso etanol, vantagens que são pouco detalhadas no texto. A projeção de poder, capacidade de barganha, maturidade da classe política (freio na língua!) entre outras sutilezas devem entrar em uma equação vencedora.
Abraços,
José Gustavo
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Roberto
Se eles estão “assustados” agora com esses cadernos.
Espera até lerem o que temos planejado para 2100. kkkkkkkk
Será o terror, pavor completo. rsrsrs
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Salve, Roberto!
Primeira visita que faço ao Defesa BR no Twitter e já me deparo com este excelente texto sobre a Fragilidade da Defesa e o Discurso Presidencial! Parabéns pela postagem!
Em minha opinião… apesar de toda a propaganda que se faz a respeito da “transparência” na gestão, creio que pouco se veja, realmente, de algo que os gringos chamam de “accountability”, cuja definição mais imediata (embora “volátil”) vejo bem reportada aqui:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Accountability
Sobre as autoridades civis (e até sobre as para-neo-quasi-militares… como o Marechal… he, he, he), tanto a respeito da Defesa quanto a respeito do Discurso, tenho percebido que muito se fala, midiaticamente, pouco se faz, efetivamente, e quase nada é cobrado, responsivamente!
Falta aderência do discurso à prática e, concomitantemente, da prática com a realidade. Ora, pois, se LILS (gostei, e tomo emprestado, com o devido licenciamento ao jornalista) declara que “um país que encontra petróleo a seis mil metros de profundidade é capaz de encontrar um avião a dois mil metros” e nenhuma autoridade que tenha conhecimento sobre a matéria (ah, talvez o MD… O que? Este ainda não chegou neste ponto da apostila, ou nem se lembrou de consultar, direta ou indiretamente, os professores sobre o assunto? He, he, he… que falta fazem alguns bons anos de experiência efetiva no ramo, não?) se manifesta, tem-se instaurado o “feudo”, onde quem fala não entende nada do assunto, e quem entende não tem liberdade para falar! E o Senhor Feudal segue com seus discursos arenosos…
Abraços,
Lindgren
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Amigo Lindgren :
Seja bem-vindo também ao blog.
Roberto Silva
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Bom… O que tenho a dizer sobre tal matéria é simples e curto.
Lula não é o responsável pela situação atual. Vem de longa data.
O executivo brasileiro só perdeu o foco, pois as mazelas do judiciário e legislativo, desconhecidas até pouco tempo, tomaram as manchetes.
Quanto às bravatas de Lula? Pelo menos são a favor, em sua maioria, do Brasil. É através destas bravatas que o povão está começando a ver o Brasil grande. E esta mudaça de visão do brasileiro é que está dando tanto impulso ao país. Se está certo ou errado, não me cabe julgar, afinal a democracia é exatamente isso.
Pouco me importa se o Lula é ou deixa de ser, desde que faça. E ele tem feito. Certo algumas vezes, errado em outras tantas, mas tem feito muito mais do que vi outros fazerem.
Acho melhor parar por aqui e passar adiante.
[]´s
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Braz :
Lula é o responsável na medida em que alimentou a corrupção e colocou dezenas de milhares de apaniguados políticos em cargos de direção de empresas como até a Petrobras, onde R$ bilhões estão sendo desviados para fins escusos. A roubalheira é geral e Lula não tem culpa???
Fora isso, são mais de 20 mil cargos entregues a petistas, pmdebistas e sindicalistas sem competência, roubando o lugar de concursados que deveriam preenchê-los, como manda a lei.
Quem desobedece a lei não pode dar o exemplo. Desculpe, Braz, mas dessa vez estou do outro lado, do lado que quer de volta pelo menos um pingo de vergonha ao Brasil, e isso não significa de modo algum a oposição que conhecemos (PSDB e DEM).
Sou absolutamente contrário a essa filosofia “esperta” de “rouba, mas faz”, que se instalou no Brasil atual. Isso só vai piorar assim, e o que acontece no Senado, Câmara, STF e STJ é prova desse descaminho comum. E o fim será terrível.
Sei que você não falou assim, mas o povo está falando nas ruas. Que povo é esse? Mas não é todo brasileiro que pensa assim, graças a Deus.
Roberto Silva
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Roberto
Não vejo diferenças qualitativas em relação a moral, ética e honestidade, entre o governo e a oposição.
A crise moral e ética, nao se restringe somente aos políticos.
Se temos o MST, temos tambem fazendeiros que contrabandeiam e utilizam hormonios e defensivos proibidos, do Paraguai.
Qual empresario que não se gaba de burlar alguma norma ?
Qual sócio que já não se sentiu prejudicado ?
Qual empresa que já não teve ou tem um funcionário corrupto ?
Se votamos e elegemos políticos com essa moral e ética, é por que não os vemos como aberrações, mas como iguais.
E por favor, não diferencie o governo e a oposição, eles são iguais.
Abraços a todos.
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Sérgio :
Perfeito, os políticos são todos iguais e são reflexo do povo, mas é exatamente por esse motivo que a matéria “moral e ética” precisa ser novamente ensinada, mas agora desde o jardim de infância.
O brasileiro tem que estudar isso como os chineses estudavam Mao Tse Tung. tem que ter tudo decorado no cérebro.
Só assim haverá esperança.
Roberto Silva
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Roberto, pior que o MST, pois é um inimigo que tem cara, são certas Ongs. Elas inclusive servem de apoio financeiro, institucional etc. Muitas travestidas de ambientalistas e dos direitos humanos. Nem mesmo são nacionais, são portadoras de interesses privados afirmadas por governos estrangeiros.
Acabei de ler o livro da canadense Elaine Dewar numa tradução para o português. O nome do livro é “Uma Demão de Verde”; são quinhentas páginas de denúncias destas máfias. Estou lendo agora “Máfia Verde” e “Ambientalismo, Novo Colonialismo” de Lorenzo Carrasco e outros, muitos dados, gráficos, mapas e documentos. Uma denúncia séria do modus operandi e dos objetivos destas gangues. É estarrecedor.
Em relação a política, políticos e supostas ideologias eu acredito que ladrão é ladrão. Nenhum ladrão pode ser ladrão e patriota ao mesmo tempo. São afirmações excludentes. Acho que é uma unanimidade para a humanidade um sistema econômico capitalista solidário, não predador. Baseado na meritocracia e sob uma rígida ética. Um capitalismo nacionalista pragmático no qual os interesses nacionais prevaleçam.
Xenofobia e ufanismo são, no meu ponto de vista, burrice.
Trabalhei em duas multinacionais americanas e várias empresas nacionais. Confesso que nas multis foram meus melhores empregos.
O problema que vejo nas multis é que visam lucros para seus acionistas, o que é justo. Porém acontecem, pela sua natureza, duas coisas em razão dos seus interesses estarem além fronteiras. A remessa de lucros (dinheiro que deixa de circular e baixo investimento – passam a ser pouco mais que uma plataforma de petróleo só que no lugar do óleo exportam dinheiro, ou riquezas). A segunda seus centros de PDI ficam fora, e novas remessas de dinheiro no pagamento de royalties, licenças, desenho etc.
Os desenvolvimentos técnicos e científicos acontecem nos países sedes. Os melhores empregos também. Nem o Japão, Coréia, Rússia e a China, cada um com sua política específica, abriu mão de uma indústria nacional onde exercem, totalmente, o controle das mesmas.
Em relação a uma empresa ser estatal ou privada não significa que a mesma tenha de ser mal ou bem gerida. Muitas empresas francesas, italianas, russas, coreanas são estatais ou para estatais. São empresas estratégicas. Em alguns casos estas empresas têm de ser subsidiadas e o são de modo direto (injetando capital) ou com isenções e principalmente compras governamentais.
Muitos detestam o termo “complexo industrial-militar”, porém este tem sido o fator em todos os países desenvolvidos como o motor do seu desenvolvimento. Aliás, tem sido assim em toda a história humana desde que um primata, nosso ancestral, descobriu que, lançando pedras contra outros animais e seus rivais, tinha uma vantagem, Foram os sobreviventes, seu premio: deixaram sua prole. A pedra lascada por uma casualidade tranformou-se numa arma e num instrumento. Possibilitou fazer a ponta de uma vara, surgiu a lança e daí junto com o fogo, também um instrumento de defesa, o progresso tecnológico não parou de crescer.
Os detentores do poder sempre foram os detentores das tecnologias, os impérios foram conquistados por quem melhor as tinha.
Em relação a política externa, acho que estamos no caminho certo. Nenhum dos nossos vizinhos representam qualquer perigo à nossa soberania. O único país que poderia, por chantagem, nos ameaçar foi neutralizado. Não dependemos mais do gás boliviano. Ao contrário as cartas estão em nossas mãos, eles dependem do nosso mercado.
Precisamos da amizade dos bolivianos, são detentores da maior parte do lítio do mundo. O lítio vale mais que gás e petróleo. O trigo argentino está paulatinamente sendo substituído pelo trigo nacional que está se tornando viável.
Não percebo nenhum viés bolivariano neste governo.
A Venezuela e sua indisposição com os EUA nos é favorável. Podemos e temos feito um jogo pendular a favor dos nossos interesses. A dependência destes países em relação aos nossos produtos e serviços é cada vez maior. O Paraguai fica falando, e cada vez menos; sozinho.
Nosso rival comercial é a China.
A aproximação com o Irã, Iraque, Paquistão e outros países muçulmanos tem sido conduzida de forma inteligente sem nos contrapormos a Israel. Novamente, o pragmatismo comercial e da política da não ingerência. Nossa projeção internacional é muito boa. As diversificações dos endereços das nossas exportações atestam isso.
Na política interna, vejo um perigo maior dos partidos da oposição que os da base aliada.
Ambos com altas doses de corrupção. Porém, o descaso nacionalista demonstratado pela história com o consenso de Washington, do estado mínimo e a desregulamentação financeira e da desnacionalização de alguns partidos me levam a preferir mil vezes a Dilma que seus adversários.
Em relação aos militares, gostaria de dizer o que penso:
Pois é, qual a alternativa? Voltar a turma da privataria e desnacionalização? Lembrem-se que com todos os pezares o Lula chegou na presidência com o país mergulhado numa crise, apagão energético etc.
Governar o Brasil, infelizmente, exige concessões a certos políticos nada confiáveis que estão no poder ou junto a ele por séculos. O espectro ideológico é muito grande. Temos patriotas e nacionalistas de esquerda e de direita. Ladrão, corrupto e entreguista não é ideologia. Ladrão é simplesmente ladrão.
A vantagem do Lula sobre os demais detentores de algum poder é que o mesmo fala a linguagem que o povo entende.Talvez pela sua origem. Os rompantes ufanistas em que muitas vezes os desejos se confundem com a realidade é inerente a muitos líderes históricos. Se hoje não temos um melhor governo este é muito melhor que os anteriores após o militares.
A realidade é que os militares foram excelentes administradores, patriotas e nacionalistas, a história lhes fará justiça. Que eu saiba, o Lula tem admiração pelo período Médici. O Brasil crescia a taxas chinesas. Médici era popular, assistia aos jogos no Maracanã com seu radinho no ouvido como um torcedor comum. Era aplaudido.
Disciplina não pode ser confundida com falta de liberdade. Nunca a não ser nos períodos Getúlio Vargas e JK houve tanta produção cultural de qualidade. Infelizmente, faltou-lhes a legitimação das urnas e muitas distorções da legitimidade do poder.
Precisamos ainda lembrar dos políticos históricos que sempre estiveram alinhados com qualquer governo, civil ou militar, apenas para se locupletarem. São eleitos “democraticamente” pelos seus currais eleitoreiros com a conivência da mídia. Ela os mantém, com o rabo preso.
Dossiês de crimes antigos são espertamente divulgados como novos escândalos. Basta o prisioneiro da moral da conveniência quando se comportar de forma diferente da qual gostariam.
A revisão histórica é algo muito perigoso, muitos revisionistas embarcaram atrás de indenizações. Justas ou não a coisa tem que parar por aí: indenizações e fim. Vendeta pode se tornar uma luta sem fim onde como sempre o mais fraco dos inocentes quem pagará.
Temos de pensar nas questões que unem a todos: o bem do Brasil e do seu povo. Na certeza que o militar é um dos seus componentes, só que fardado e com uma sagrada missão: se dispor ao sacrifício pelo Brasil, e isto os torna especiais. Devem ser respeitados e queridos. Tenho absoluta certeza que é assim que pensa o povo brasileiro.
Me desculpe pelo longo e mal escrito texto.
Tudo pelo bem do Brasil!
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Amigos,
Brilhante matéria do jornalista Ucho Haddad. Lucidez e coerencia; aliadas a uma análise correta sobre o ABISMO em que se encontra o Brasil.
O Roberto arrematou, e com imparcialidade devida, essas declarações; indo mais fundo ainda, no que tange ao perigo eminente, do bolivarianismo virulento de Chavez.
As mazelas nacionais fragilizam as próprias instituições política, econômica e social do país.
O Brasil está se movendo em areia movediça. Basta ver a estúpida manobra do Planalto com relação ao Irã. Cuidado gente, muito cuidado…
Ao contrario do Roberto, sou a favor do contra-golpe em Honduras. Os militares, a classe política e o judiciário daquele país perceberam de longe o golpe embrionário do presidente hondurenho, pois o modus operandi do kit bolivariano em ação no país já estava surtindo efeito no populacho.
Eles (insetos bolivarianos) usam a Democracia, a subvertem e se instalam no poder, como ocorreu na Venezuela, Bolívia, Equador e, quem sabe, Nicarágua. Só que os caras não foram bobos e atuaram rapidamente.
O idiota do Chavez, estava ameaçando guerra por causa da deposição do seu lacaio hondurenho.
Como eu gostaria de mostrar para ele como se faz uma guerra. Como eu gostaria de ver a Venezuela em uma guerra contra um exército de verdade. Esse palhaço precisa aprender uma lição a ferro e fogo.
sds.
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Quanto às besteiras que o nosso presidente fala, não acho que as forças armadas desempenharam precariamente sua função, apesar das condições genericamente, dispusemos dos nosso melhores equipamentos para tal… A vergonha ficou por parte do Governo do Estado de Pernambuco, pois o Instituto Médico Legal parece que tá no fronte de batalha da 3ª guerra mundial.
Lembrando: Votos nulos não são contabilizados como válidos não! O quê é isso??? Apenas o brancos são validados, apesar da população não saber, o que dá votos às legendas (cheque em branco).
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Bem, comentando parte do comentário do João Neto, a que se refere ao golpe em Honduras etc:
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Nos EUA não há limite para reeleição, assim, mesmo que isso seja um risco, esse golpe não encontrará (assim como não encontrou até agora) sustentação internacional… A não ser que queiram ficar pior do que Cuba!
Ainda, pelo que soube, a pretendida consulta se referia principalmente a uma assembléia constituinte, que “normalmente” é feita por notáveis e outros representantes da sociedade civil, não do parlamento eleito, tal qual foi no Brasil.
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Quanto ao MST, não se deve aludir reforma agrária a esta sigla, não são sinônimos não!!! perai… Mesmo porque invasões organizadas de terras são contra a lei, não manifestações, e nem todos sem-terra são “cambojanos” do MST. Os líderes, como frisou o Roberto, são antidemocratas em sua totalidade. Eles estão é muito mais quietinhos, pois o bolsa família esvaiu as suas fileiras.
Outra dos assentamento é que sua proposta pedagógica nas escolas é completamente reprodutivista (marxismo cambojano) e acrítica… O que vai totalmente contra a proposta de Paulo Freire, o qual o movimento atribui influência, porém, apesar de ser esquerdista, o pedagogo abominava o reprodutivismo, fosse lá qual fosse a tendência. Vide a sua “Pedagogia da Autonomia”.
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Nao preciso falar muito. O proprio texto ja coloca coisas que são ditas aqui há muitos anos pelo Roberto. O que acontece é que a “massa” não quer ver isso, eles preferem estar mais preocupados com o que querem ganhar dos políticos durante as eleiçoes ou outros programas com segundas intenções. Falo isso, mas estou tentando nao denegrir certos programas, pois, esses sao reamente necessários. O que tento mostrar é como alguns projetos eleitorais funcionam.
Um exemplo disso é aqui na regiao onde eu moro, onde um ou outro vereador promete algo e compra algo para a populaçao e eles simplesmente “vendem” (colocado entre aspas para mostrar que uma é uma venda indireta, pois na realidade o que existe é uma troca) por um simples portão e realização de condomínio para uma determinada rua. É esse tipo de coisa que acaba com a nossa democracia.
Há muito tempo estamos aqui debatendo as chances de acabar com esses tais projetos do governo sobre as forças armadas, pra quem nao sabe, bastar olhar nas matérias anteriores nas quais eu; Roberto; Thadeu Mendes; Braz; Marcos e muitos outros falamos na possibilidade da França cancelar o sub nuclear por pressao da UE, nas chances do Brasil quebrar a cara caso compre dos americanos ou de quem quer que seja, no porque o Brasil não investe mais na própria indústria bélica, etc.
Dizer que nossas forças armadas estão bem é pura bobagem, ainda estão com um sucateamento profundo. Com todo respeito, mais bobagem que isso só estar frequentando o Defesa BR há algum tempo e ainda acreditar nisso, visto que aqui muito da realidade das FAs está nua e crua.
Abraço a todos
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“NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS” rsrsrsrs.
Brincadeira.
Políticos são bons em retórica e em propaganda. Se fossem vendedores fariam sucesso.
Mas, uma questão é interessante. O tema de defesa esta aparecendo mais na mídia ou é impressão minha?
Tempos atrás o Brasil iria à guerra e sairia uma notinha no Jornal.
Antes de alardear o que temos e não temos devemos sim é arrumar a casa.
Os planos já estão feitos. Então que sejam cumpridos.
Temos os recursos? Que se viabilize, financie, evitem-se os cortes.
DEFESA É INVESTIMENTO (no futuro).
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Marcos :
O tema Defesa tomou a mídia não por causa dos atuais anúncios de compras, uma aqui e outra ali, mas pela escandalosa destruição das Forças Armadas nos últimos 15 anos ou mais e pelo incrível contingenciamento político de verbas nesse governo.
O Lula sempre diz que vai fazer, propaganda em cima de propaganda desde 2003, mas ainda tem muito a dever e só vai empurrando com a barriga.
Enquanto isso, o país está mais vulnerável do que nunca esteve antes em seus 500 anos. Ou será que vamos nos defender com os cadernos daquela estratégia nacional de defesa nas mãos, hahaha ???
Roberto Silva
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Parabéns, Parabéns!!!! Este foi o melhor artigo que li neste website!!!! Que sábio é este Ucho Haddad!!! Mais um exemplo de que nosso país está sofrendo a maior teoria conspiratória de todos os tempos, em que políticos nacionais estão entregando às grandes potências nossa soberania, deixando as portas abertas, para daqui a 50 anos!!!!
Tomarão nossa floresta, controlarão nossa zona marítima exclusiva, nossas reservas naturais e minerais!!! Tudo para ser consumido por países ricos, porém sem tais riquezas naturais!!!
Daqui a 50 anos, o território brasileiro só compreenderá o nordeste, planalto central e partes das regiões sudeste e sul!!!
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Fabiano :
Sinceramente ? Eu tomaria o Nordeste e faria dele uma ou até mais Califórnias com irrigação de vários grandes canais.
O Nordeste não é o nosso problema, é uma de nossas grandes soluções. Se a Europa o tomasse e o dividisse como lá, a região seria mais rica que a matriz em poucos anos.
Eduque aquele povo e invista lá como nunca, que o país jamais se arrependerá.
Roberto Silva
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Acabo de ler o artigo do sr Ucho Haddad, e os comentários do sr João e sr Roberto Silva, discordo inclusive quanto à recomendação dos comentários, pois o que eu li foi uma declaração ideológica e um ataque nada moderado a um governo que está cumprindo o mínimo que se esperava de um goveno.
Quanto à corrupção é bem evidente que se arrasta há séculos neste país, o governo atual não maximizou em nada esta nossa chaga, a mídía sim, esta amplifica e dá outras conotações a velhos escândalos.
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Paulo :
É difícil ler a verdade que não seja a sua. Mas a culpa da situação atual não é dos séculos, de velhos escândalos, nem da mídia, é da desonestidade dos políticos. Minha abordagem não é a favor de partido algum. É contra o desgoverno que vivemos.
Não serão aceitos comentários mencionando partidos políticos e plataformas eleitorais. Já o meu comentário é o do blog e do site Defesa BR, pois só eu pago por eles. Leia se quiser, mas não promovo partidos e seus candidatos, como vocês claramente o fazem.
Roberto Silva
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Roberto, tem certeza que você não quer ser candidato a presidente da Republica? Se for pode contar com 10 votos, o meu da minha esposa, e dos meus oito irmãos, que são seus fãs de carteirinha. A verdade quando escrita em um meio totalmente democrático, e em um site de respeito incomoda muita gente sem sobrenome, que critica pontos de vista, que questiona o inquestionável.
O Nordeste é para o politico brasileiro a galinha dos ovos de ouro, pois com o voto comprado com uma cesta basica eles se perpetuam no poder, o tal voto de cabresto ainda hoje existe em todo território nacional.
Mas a culpa não é só deles (os politicos), também é da imprensa, pois a mesma quando não tem seus interesses prejudicados não mostram o que tem que mostrar, faço um desafio a todos os visitantes deste site. Qual foi a rede de tv que fez qualquer comentario sobre o projeto FX?
Não pessoal, vocês não viram nem vão ver, pois oque interessa são as desgraças de um povo desafortunado pelos politicos que se auto intitulam salvadores da pátria, com mãos molhadas no ouro negro que nos pertence, e não sabemos onde vão parar os louros desta riqueza. O superávit primário é conversa mole, vamos investir onde realmente precisa. DEFESA ESTE É MEU LEMA.
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Jurandir :
Agradeço, mas eu jamais poderia me tornar um político no Brasil, e as razões são conhecidas por nós todos.
Escrevendo sobre o Lula, há muitos que comentam contra mim, alguns com educação, os quais respeito. Mas há outros que estão completamente alienados e escrevem de modo que nem posso deixar seguir e deleto.
Existe muita gente acreditando que Lula é um Deus, pasme. Parece que a gente vai ficando obrigado a escrever só a favor dele. Isso é democracia?
Amigos, cuidado com os PTrulheiros… muita atenção, que eles estão em todos os cantos, prontos para censurar quem tiver o que falar contra o governo deles. Isso é abominável.
Não se trata de uma gente democrática, mas revolucionária, mas apenas para a causa deles, que no fundo é o partidão comunista de sempre. E sabemos que comunismo e democracia nunca combinaram.
Para eles, a democracia é só um meio para se chegar ao poder, e esse meio depois é extinto. Um terceiro mandato é a senha para a busca da ditadura comunista, uma ameaça que agora se reapresenta em nosso continente por todos os lados, inclusive no Brasil.
E esses pós-comunistas, fortalecidos pela ferramenta do voto democrático e usando povos iludidos, tomarão conta do poder e de suas vidas, como Stalin há apenas algumas décadas exterminou milhões e milhões de adversários e inocentes. E Fidel Castro só matou menos porque sua ilha é minúscula.
Roberto Silva
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Caro Roberto Silva,
Sou um assíduo leitor do seu blog. Mas creio que você está fazendo o que pede que a gente não faça, ou seja, partidarizando demais as coisas. Eu garanto que o governo Lula é o mais patriota desde Getúlio vaegas.
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José Nivaldo :
Pelo contrário, sou apartidário. Votei em Lula da primeira vez e jamais repetirei esse erro.
O governo Lula é tão patriótico que entregou a Reserva Raposa Serra do Sol a quem quiser pegá-la.
Roberto Silva
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Será que esses políticos tomarão vergonha na cara um dia?
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Prezados,
Não concordo que o auge da crise e sucateamento das forças armadas ocorreram nesse governo, pelo contrário, o que se constata, com base nos artigos publicados neste site é que nunca houve tanto investimento, após a redemocratização, em forças armanda nesse país.
Concordo que está aquem das necessidades, mas mesmo assim há uma imensidade de programas de reaparelhamento em andamento.
Com relação à corrupção, não concordo que as causas sejam as mazelas desse governo, mas muitas coisas que estão vindo a tona são frutos de vícios políticos passados, ou vocês estão esquecidos das compras de votos para a aprovação da reeleição de FHC? O problema da corrupção do Brasil é crônico, sendo reforçado por um judiciário ineficiente e um supremo que julga os acontecimentos do ponto de vista político e não, puramente técnico.
O caso do banqueiro Dantas é uma afronta às instituições públicas, onde a polícia federal foi tachada de “gansters” pelo ministro Gilmar Mendes, e, ainda por cima, reforçou o carater classista de nossa justiça, onde os corruptos e poderosos do país sequer pode ser augemados. Temos sim, muita corrupção nesse e em outros governos, e vai continuar por muito tempo.
Quanto ao MST, embora muitos discordem dos seus métodos, mas muitos dos avanços na reforma agrária é consequência da luta implementada por esse movimento. Infelizmente, para nossa imprensa, protestos de trabalhadores nesse pais é baderna. No Irã e outros países são taxados de manifeztações democráticas. Quanta hipocrisia de nossa mídia.
Recentemente houve um golpe em Honduras, e qual espaço a mídia está reservando? Acho que ainda, muitas pessoas, confundem democracia com liberalismo. Democracia é o respeito as decisões populares, e isso precisa ser levado em conta.
Quanto ao nosso Brasil, na minha opinição, o problema crônico está no nosso sistema judiciário. Não escolhemos os políticos que se candidatam, são os caciques dos partidos que definem. Um desses políticos são eleitos, mesmo, teoricamente, o total de votos válidos seja apenas o dele. Sim, pois na interpretação da justiça brasileira, votos nulos e brancos são a mesma coisa e não são considerados na contagem. Ou sejam, um bandido pode ser eleito apenas com o voto da família, pelo menos teoricamente. Portanto, pergunto, como o povo pode retirar os políticos corruptos com um sistema desses?
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João :
O Defesa BR discorda que tenha havido tanto investimento, pois tem havido muita conversa, investimento é outra coisa. Todos os programas podem ser terminados a qualquer momento, como o dos submarinos e novamente esse FX.
O governo Lula maximizou tudo que era conhecido no Brasil sobre corrupção, e isso impregnou mais ainda o Legislativo e o Judiciário, que se sentem livres da fiscalização e do povo. Isso é inegável, e só não vê quem não interessa em ver.
O ministro Gilmar Mendes é um caso que supera nossa competência, já que ele permanece no cargo. Digo o mesmo sobre os presidentes do Senado e da República, ambos envolvidos em vários esquemas de corrupção até o pescoço.
Não há hoje mais um caso de afronta às instituições públicas, mas de afronta à soberania nacional e ao povo brasileiro.
Em um pais sério, toda a cúpula do MST já estaria presa há anos e por muitos anos. Tal movimento já estaria dissolvido. Não é movimento de trabalhadores, isso não convence.
No caso de Honduras, entendo que está começando a haver uma reação contra essa onda de Revolução Bolivariana que, se vier para cá, vai terminar de forma muito pior. Decisão popular de terceiro mandato não é mais democracia, isso é uma malandragem usando um liberalismo sôfrego que acaba em ditadura comunista. Aqui não pega, nunca pegou, jamais pegará. Mas sou contra o golpe havido lá e em qualquer lugar.
Todo o nosso sistema de escolha democrática dos políticos e o funcionamento dessas instituições precisa ser refeito, mas jamais pelos que estão nessas casas, nas 3 esferas de poder e em todos os níveis.
Roberto Silva
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