NAe Nuclear Francês Sai da Doca Seca

Media : Mer et Marine 
Data : 10/09/2008

Après un an de travaux, le Charles de Gaulle sort de bassin

Após um Ano de Trabalho, o Charles de Gaulle Sai da Doca Seca

O Navio-Aeródromo Nuclear Charles de Gaulle deixou sua doca seca em Toulon em 22 de agosto passado. O navio começou a sua primeira grande manutenção geral em meados de 2007 e voltará a operar somente no segundo trimestre de 2009.

Até então, os trabalhos nesse estaleiro da DCNS vão continuar com testes extensivos, especialmente em termos de propulsão. Durante essa parada, os núcleos de seus dois reatores atômicos foram recarregados e foram instaladas dois novos hélices, afinal.

Embora ligeiramente mais pesado, com 42.500 toneladas de deslocamento de carga, o navio deverá conseguir atingir a velocidade máxima de 27 nós.

Além da propulsão, o CDG foi beneficiado com extensos trabalhos ao nível de suas instalações aeronáuticas e de estocagem de armamentos nucleares.

Realmente, trata-se de enorme preparação para a implementação do Rafale F3 a bordo e suas novas armas associadas, como o míssil nuclear ASMP-A e a bomba de precisão AASM.

A eletrônica de bordo também foi completamente revisada e modernizada, como no caso do sistema de transmissão por satélite Siracusa III, que substituiu o Siracusa II.

Nosso Comentário :

A tradução livre é nossa.

Deve-se ressaltar a troca dos dois hélices e o fato de o CDG só conseguir atingir aquela velocidade máxima de 27 nós à qual ficara limitado na esteira de seus inúmeros problemas.

Note-se ainda a preparação para a entrada em serviço do Rafale F3 Multifuncional, portando armas estratégicas, as nucleares.

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2 Comments »

 
  • macunaima says:

    Eu arriscaria tudo, no caso do nosso cenário de defesa da Amazônia Azul, numa Terrível Frota de Submarinos TIKUNA (babo pelos SNs, mas sem paixão, nem precisa tanto…Com AIP para 30 dias um único e furtivo Marlin diesel-elétrico disparando “exocets” já dá pra ARREBENTAR QUALQUER FROTA INIMIGA DE MEDO…….ah com que “dedos” os metidos chegariam aqui!!!).

    Com uma doutrina e táticas imperscrutáveis pelas “nações amigas” (nada de exercícios conjuntos….o segredo bota mais medo do que a ostentação, se não fosse assim os americanos não estariam loucamente tentando mapear tudo o que é diesel-elétrico que se move debaixo d’água no mundo), teríamos alcançado um status de disuasão impecável…(não é isso que queremos?!!!)

  • Francisco Braz says:

    Curiosidade…

    Ainda que menor que o São Paulo (A12), o De Gaulle é mais pesado que o mesmo… Esta diferença de peso é o ônus da propulsão nuclear… Para segurança da tripulação e, em caso de naufrágio, do meio ambiente os reatores tem grossas paredes blindadas e à prova de radiação… Transportando o problema para um submarino, não é porque tem maior deslocamento que o SNB será maior que os Tupi ou Tikuna (80 cm maior que um Tupi padrão). Os reatores nucleares franceses não são exatamente a oitava maravilha moderna… Geram uma trilha de água quente que pode ser detectada por qualquer visor IR, caso o submarino não navegue em águas profundas. Um ponto a ser pensado.

 

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