Exército Brasileiro Vence a 6ª Edição do Exercício Força Comandos

Mídia : Correio Braziliense

Data : 25/06/2009

Estilo de potência

Exército brasileiro vence competição militar com 20 países das Américas, em Goiânia, e se firma como realidade para atuar em conflitos regionais

Isabel Fleck

Por seis dias, os sete militares mais bem preparados das forças especiais de 21 países das Américas deram, em Goiânia, uma pequena demonstração do que cada Exército é capaz. Com diferentes táticas, armas e equipamentos, eles passaram pelas mesmas provas e enfrentaram os mesmos obstáculos.

A equipe brasileira foi a que melhor combinou capacidade física com habilidades militares, e conquistou o primeiro lugar. Mais do que a vitória, no entanto, o Brasil comemora a projeção do seu Exército, depois dos bons resultados na competição, realizada pela primeira vez no país.

Para o governo brasileiro, vencer Exércitos como os dos Estados Unidos e da própria Colômbia (1)— campeã invicta nas últimas três competições e que tem sido patrocinada nos últimos nove anos por Washington — representa muito mais do que ter uma equipe bem preparada.

Mostra à grande potência militar do continente que o Brasil tem propriedade não só para atuar, mas também para liderar esforços conjuntos em situações de conflito na região.

Do lado norte-americano, o interesse foi confirmado pela grande presença militar do país, representado pelo Comandante de Operações Especiais dos EUA, Eric Olson, e por uma delegação de quase 60 pessoas. “Esse tipo de encontro nos permite dividir ideias de como melhor trabalhar juntos, em um nível estratégico.

E nós queremos trabalhar com outros países, queremos dialogar e aprender com cada um”, confirmou o porta-voz do Comando Sul do Exército norte-americano, Armando Hernandez.

Mas se o encontro militar serviu como “vitrine” para as forças especiais brasileiras, também foi útil para ajudar a integrar os exércitos de países da região que fazem parte do Conselho de Defesa Sul-Americano, idealizado pelo Brasil.

Das 12 nações que compõem a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), oito participaram da competição — com exceção de Venezuela, Bolívia, Guiana e Suriname. “Essa troca de experiências que ocorre aqui é muito importante, pois favorece o aumento da confiança entre os exércitos. No caso de uma operação conjugada (no futuro), as equipes já se conhecem, o que facilita muito o trabalho”, observou o porta-voz da Brigada de Operações Especiais, Luís Gustavo Stumpf.

O capitão da equipe chilena, tenente Raul Saez, concorda que o encontro ajuda a criar um clima de confiança na “base”. “O melhor de tudo é a interação com outras equipes, outras culturas. E dessa interação acaba surgindo um grupo de amigos que, ano a ano, se encontra nessa competição”, disse Saez.

Já o líder do time da Nicarágua, capitão Rodolfo González, destaca a possibilidade de reavaliar técnicas militares como um dos pontos positivos do encontro. “Do ponto de vista tático, a competição é muito importante, porque se aprendem técnicas de outro Exército que podem ser aplicadas ao nosso”, revelou.

Táticas

Enquanto os 147 militares que formavam as 21 equipes suavam a farda nas provas de resistência e de habilidades técnicas, comandantes das forças especiais de cada país participavam de um seminário sobre táticas antiterror e metodologias usadas em ambientes de conflito, como o Iraque e o Haiti.

Para os participantes, a oportunidade é de aprender com os acertos dos outros países, que são revelados a portas fechadas. “Aqui, tiramos muitos ensinamentos que vão nos ajudar a melhorar nossa doutrina e a preparar nosso soldado”, admite o general Ricardo de Matos Cunha, 1º subchefe do Comando de Operações Terrestres.

O militar afirma que a experiência brasileira no Haiti também vem sendo acompanhada com atenção pelos outros países. “Não é de hoje que o Brasil tem se projetado internacionalmente, principalmente na parte militar.

As nossas atuações em operações de paz, desde a década de 1950, quando fomos para o Canal de Suez, e depois na América Central, na África e, principalmente, no Haiti, nos garantem uma posição de destaque no concerto dos exércitos internacionais”, destacou.

(1) PLANO COLÔMBIA

Desde 2000, os EUA ajudam o combater o narcotráfico e os grupos armados por meio do Plano Colômbia. Nesse período, Washington já investiu US$ 5 bilhões no Exército do país sul-americano, se tornando o maior destino de ajuda militar dos EUA fora do Oriente Médio.

O Plano Colômbia foi decisivo para capacitar as Forças Armadas colombianas: os efetivos aumentaram 50%, o setor de inteligência se refinou e a aquisição de modernos helicópteros e aviões, inclusive Supertucanos brasileiros, deu mobilidade às tropas. Os EUA tiveram papel decisivo nos recentes resgates de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Sem moleza

Como são algumas das provas realizadas pelas forças especiais

Assalto combinado

A equipe é dividida em dois grupos. Logo após o primeiro “varrer o local” com um tiro, o outro simula a entrada em uma casa dominada por sequestradores ou terroristas. São avaliadas a agilidade e a pontaria dos militares, que devem ter atenção com os reféns.

Pista de obstáculos

O tempo é o principal adversário nessa pista onde os militares precisam escalar paredões, rastejar sobre a areia, sair de um fosso de mais de 2m de profundidade e atravessar trechos com cordas.

Natação

De farda, os militares caem na água para nadar 300m com obstáculos.

Marcha orientada

Os participantes levam cerca de três horas para completar a prova. A meta é marchar 20km carregando uma mochila de 15kg e armamento.

Evento aquático

Uma das provas mais difíceis, já que intercala trechos terrestres e aquáticos. Os militares devem carregar o bote no qual vão remar por toda a extensão de um lago, carregar um ferido, nadar com uma mochila de 20kg e atirar em alvos a diferentes distâncias.

Tiro de campo

A equipe de caçadores tem 10 cartuchos para acertar cinco alvos pré-posicionados a distâncias desconhecidas.

Nosso Comentário:

Exército Brasileiro Vence a 6ª Edição do Exercício Força Comandos

Eis uma boa notícia vinda do Exército Brasileiro, que acaba de vencer a 6ª Edição do Exercício Força Comandos, uma difícil competição militar de 21 países das Américas, em que a Colômbia havia vencido nos últimos 3 anos.

Esta vitória serviu como vitrine para as forças especiais brasileiras? Sim, indica que elas estão sendo muito bem preparadas e esse feito deve incentivar ainda mais a sua formação e planejada expansão.

Tal tipo de competição ajuda a criar uma sintonia com os 20 exércitos considerados aliados, com destaque para o US Army e os 8 membros da UNASUL presentes. Seria interessante a UNASUL montar competições similares no futuro.

O Exercício Força Comandos foi criado pelo Comando Sul do Exército dos EUA em 2004, tendo por objetivo aumentar a cooperação regional e multinacional, a confiança mútua, bem como melhorar o adestramento das forças especiais do continente americano.

A primeira edição do Força Comandos ocorreu em 2004, em El Salvador, tendo como participantes 13 países. Em 2005, o Chile sediou o exercício, com 15 países; em 2006 o Paraguai, com 16 países; em 2007 Honduras, com 18 países; e em 2008 os EUA, com a participação de 17 países. Neste ano, o Brasil sediou a 6ª edição do exercício, que ocorreu entre 15 e 26 de junho em Goiânia – GO, já com 21 países participantes.

Na manhã de hoje, foi realizada a cerimônia de encerramento com a participação do ministro Jobim, comandante do EB, General Enzo, comandante da Brigada de Operações Especiais, General Paulo Humberto, e o comandante do Comando Sul de Operações Especiais dos EUA, General Pagan.

A equipe de forças especiais do Brasil foi a Campeã Geral e da categoria Caçador. Em seguida, vieram Equador (2º) e Colômbia (3º). Os EUA ficaram em 6º lugar.

Roberto Silva

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18 Comments »

 
  • ROGERIO CORDI DE OLIVEIRA says:

    Olá, esta equipe está de PARABÉNS, eu já sabia que vocês são melhores porque vocês só fazem o melhor.

    Um abraço a todos e ao meu irmão, Vicente Mattos.

  • Ronaldo Pedreira Silva says:

    Boa noite.

    Concordo com o Sr. Antônio Álvaro. Esse slogan de “Um país de todos” é um chamariz aos usurpadores. O Brasil deveria ser um país dos brasileiros e acho que é por isso que somos vistos como um país no qual se pode tudo. É de todos, logo não é de ninguém.

    Às vezes penso que os nossos governantes são vendidos. Cito exemplos: a FNM (desativada); a ENGESA e ENGEX (idem); o Brasil chegou a ser exportador de material bélico de altíssima qualidade e agora somos meros compradores; a empresa que produzia o Gurgel (desativada) a que produzia o Troller (até onde sei foi vendida para a FORD, sua concorrente direta); o nosso submarino nuclear, de grande importância para a protção de nosso petróleo até hoje não saiu do papel. E isso é só uma pequena parte de nossos descasos com a iniciativa produtiva nacional.

    Além disso, os tratados contra a nossa soberania que assinamos, como o de não proliferação nuclear e o de defesa dos terrítórios indígenas independentes, que os EUA, a Austrália e o Canadá não assinaram. Por que?

    Tudo de bom,

    Ronaldo Pedreira Silva.

    Aláfia.

  • Antonio Alvaro Guedes says:

    Roberto, cada vez que entro num destes sites e comparo a situação do Brasil, acho que é um milagre de ainda conservamos nosso território. Chego à conclusão que a nossa sorte é estarmos no Hemisfério Sul, cercado por outros indigentes.

    Pensar que apenas um daqueles mega porta aviões tem um número muito maior de aparelhos do que pretendemos num prazo de muitos anos. Sinto que nem mesmo para a guerrilha estamos preparados.

    Nossos políticos, ao longo da história, não tem correspondido a nossa grandeza territorial e de riquezas naturais. A nossa cultura não pode nos levar, eternamente, a sermos o país dos coitadinhos. A lentidão com que caminhamos no desenvolvimento faz que quando chegamos num ponto ou num determinado patamar, já fomos ultrapassados por muitos dos nossos concorrentes.

    Não podemos permitir que nos mantenham como reserva de recursos naturais em grande parte do nosso território. Temos de exercer um total controle da nossa economia, das nossas telecomunicações, da tecnologia, da ciência.

    O Brasil precisa ser mais que um país de todos. Precisa ser um país do seu dono, o povo brasileiro.

    http://noticias.uol.com.br/politica/2009/06/29/ult5773u1509.jhtm

    http://www.army-technology.com/

    http://www2.dupont.com/DuPont_Home/en_US/index.html

    http://www.defenceiq.com/article.cfm?externalID=903

    Saudações Patrióticas.

  • Antonio Alvaro Guedes says:

    Saudações Roberto
    Talvez os freqüentadores do seu site pudessem colaborar trazendo informações e comentários a respeito destes quesitos em relação às tecnologias de interesse da defesa.

    Transferência de tecnologia:

    Fábrica Nacional de Motores (motores a pistão – 2ª. Guerra Mundial)?
    A FNM (fe-ne-me) acabou montando caminhões sob licença da Alfa Romeu italiana.
    http://www.carroantigo.com/portugues/conteudo/curio_nacionais_fnm.htm

    Acordo Nuclear Brasil Alemanha durante o governo Geisel?
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u308602.shtml

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u308455.shtml

    Acordo dos Submarinos com a Alemanha (do Blog: “transferência tecnológica bem sucedida”)?
    Um submarino a cada 5 anos? – culpo os políticos e não a Marinha.
    http://www.naval.com.br/blog/?p=1844

    >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

    Tecnologias de Interesse da Defesa Nacional

    https://www.defesa.gov.br/ciencia_tecnologia/index.php?page=areas

    1. Fusão de Dados;
    2. Microeletrônica;
    3. Sistemas de Informação;
    4. Radares de Alta Sensibilidade;
    5. Ambiente de Sistemas de Armas;
    6. Materiais de Alta Densidade Energética;
    7. Hipervelocidade;
    8. Potência Pulsada;
    9. Navegação Automática de Precisão;
    10. Materiais Compostos;
    11. Dinâmica dos Fluidos Computacional – CFD;
    12. Sensores Ativos e Passivos;
    13. Fotônica;
    14. Inteligência de Máquinas e Robótica;
    15. Controle de Assinaturas;
    16. Reatores Nucleares;
    17. Sistemas Espaciais;
    18. Propulsão com Ar Aspirado;
    19. Materiais e Processos em Biotecnologia;
    20. Defesa Química, Biológica e Nuclear (QBN);
    21. Integração de Sistemas;
    22. Supercondutividade;
    23. Fontes Renováveis de Energia.

    Vi num site internacional, infelizmente perdi o endereço, onde numa conferência sobre transferência de tecnologia o representante russo usava como ilustração de sua palestra alguns cegos descrevendo um elefante. Cada um dos cegos tinha uma idéia da parte tateada por ele individualmente . Embora o elefante estivesse ali por inteiro nenhum conseguia descrever o paquiderme por inteiro.

    Viva o Brasil!

  • marcos s. says:

    Uma ótima notícia para quem se preocupa com o futuro do Brasil cercado de tantas ONGs:

    “Agora ilegais, 40% das ONGs estrangeiras serão fechadas”
    http://www.opovo.com.br/brasil/888990.html

    “Essas ONGs não atenderam à exigência legal e deixaram de se recadastrar no Ministério da Justiça

    Pelo menos 67 organizações não-governamentais (ONGs) estrangeiras das 166 cadastradas na Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) serão fechadas pelo governo nas próximas semanas. Essas ONGs não atenderam à exigência legal e deixaram de se recadastrar no Ministério da Justiça. Se insistirem em atuar no Brasil, a despeito de não terem se recadastrado, serão fechadas pela Polícia Federal (PF).

    No governo, a avaliação é de que essas ONGs estariam exercendo atividades ilegais ou incompatíveis com as previstas no estatuto. Foi justamente esse o argumento usado para que o governo decidisse mapear as entidades estrangeiras com atuação no Brasil. Uma força-tarefa integrada pela Secretaria Nacional de Justiça, Polícia Federal, Fundação Nacional do Índio (Funai) e pelo Ministério da Defesa concluiu que não havia controle adequado sobre essas organizações. Havia a desconfiança de que essas entidades podiam ser fachada para a biopirataria, pesquisas ilegais em áreas indígenas ou mesmo para a compra de terras na Amazônia.

    “A partir de agora temos uma regra. Para o governo, só há 99 ONGs estrangeiras no Brasil. O resto não existe”, afirmou o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. A atualização do cadastro facilitará, de acordo com ele, o controle feito pelo governo das atividades e contas dessas organizações e o trânsito pelo país de estrangeiros que trabalham para essas ONGs. “O Brasil já tinha uma porteira. Agora estamos colocando um porteiro”, acrescentou o secretário.”

    p.s: só uma dúvida. se as intenções das ONGs são legítimas, nobres, autruistas. rsrs

    porque nem sequer apareceram para um cadastro? :)

  • marcos s. says:

    Veja só que interessante Roberto:

    Petrobras planeja ilha artificial para explorar pré-sal
    http://www.abril.com.br/noticias/economia/petrobras-planeja-ilha-artificial-explorar-pre-sal-441668.shtml

    “Uma espécie de ilha artificial com heliporto, armazéns e alojamentos tende a ser a solução para o sistema de transporte de pessoas e cargas leves para o pré-sal.

    Inédito na indústria do petróleo, o modelo que consiste num ponto de apoio está em estudo na Petrobras, e seguirá soluções logísticas observadas na indústria de aviação civil e em centros de distribuição de grandes redes de varejo. A expectativa é que o “hub” seja totalmente implantado até 2015, quando o pré-sal terá 11 plataformas de produção.

    “Não há, no mundo, paralelo com o pré-sal em termos de movimentação de pessoas e cargas a distâncias tão grandes”, diz o gerente executivo de logística de exploração e produção da Petrobras, Erardo Gomes Barbosa.

    Localizados a cerca de 300 quilômetros da costa, os campos do pré-sal deverão produzir, em 2020, 1,8 milhão de barris por dia, volume equivalente ao extraído na Bacia de Campos hoje, onde o movimento de pessoas entre o continente e plataformas marítimas chega a 40 mil por mês.

    Em Campos, os funcionários são levados diretamente de helicóptero às plataformas, em voos que podem durar até duas horas. Já os equipamentos e suprimentos vão por embarcações de apoio, como rebocadores. Segundo Barbosa, replicar tal sistema em Santos, porém, seria ineficiente.

    “A distância média que percorremos hoje é de apenas 100 quilômetros”, compara o executivo. E os barcos, diz, navegam a uma velocidade de 1,6 km/h.

    O trabalho em busca de um novo modelo logístico foi motivado, em um primeiro momento, pela limitação dos helicópteros para voar 600 quilômetros sem abastecimento – ida e volta das plataformas, em caso de impossibilidade de pouso por causa de mau tempo.

    “Hoje há alguns projetos de helicóptero com essa autonomia, mas com capacidade máxima entre 22 e 24 pessoas. É pouco, se compararmos com a alternativa marítima”, comenta Barbosa.”

    p.s: o que mais cabe nessas ilhas? :)

    ________________

    Marcos :

    Uma base aeronaval avançada, por exemplo…

    Roberto Silva

  • Tadeu Mendes says:

    Amigos,

    Necessitamos de muitas Brigadas de Operacoes Especiais dotadas com o que existe de melhor em equipamentos; uma vez que ja possuimos a qualidade fundamental para esse tipo de operacoes: o elemento humano.

    Milhares de soldados do nosso EB sao profissionais, patriotas e dedicados a causa. Esses homens merecem dispor de todos os recursos para o cumprimento de suas missoes.

    Nesse novo mundo, onde os conflitos de baixa intensidade (como na Colombia), ou a guerra assimetrica (como os Talibas, Hezbolah, Hamas, Fatah, Al Quaeda) tendem a ganhar importancia e dimensao; o papel das Forcas Especiais nao pode ser suplantado e nem substituido por qualquer outra estrategia convencional.

    Temos um Continente a defender chamado Brasil. Grandes metropoles poderiam sucumbir sob o julgo dos terroristas; a Amazonia e um vasto territorio a ser protegido; as extensas planices sao um campo aberto para o inimigo; nossos complexos industriais e nossas instalacoes de infra-estrutura critica, sao um alvo legitimo para qualquer agressor.

    Na minha opniao, o Brasil precisa de pelo menos 4 Brigadas de Operacoes Especiais aquarteladas em outros nucleos estrategicos e vitais para a seguranca do pais.

    Quero felicitar aos homens que, por sua dedicacao, disciplina e empenho, projetaram o nome do Brasil entre as outras forcas comando, presentes a essa competicao.

    Saibam que o real é diferente do imaginario, enquanto da guerra se fala.

    Algum dia voces serao chamados para aniquilar o inimigo, e talvez, no transcurso desse encontro fatidico, vossas vidas serao perdidas; mas a memoria de vossos sacrificios perdurara, nas mentes daqueles a quem, propusestes a proteger.

    sds. verde oliva.

  • Andre Duran says:

    BRASIL !!!

    ACIMA DE TUDO !

    SELVA !!!!!

  • João Rodrigues says:

    Aos ferozes e incansáveis combatentes do exécito brasileiro, minhas cordiais congratulações!

    Parabéns ao Sr. Ministro Jobim, pelo esforço que tem feito para colocar as nossas Forças Armadas em pé de igualdade a outras forças do Mundo.

    Parabéns, guerreiros, porque nós cidadãos brasileiros temos orgulho de vocês!

    Vocês representam a grandeza desse país!!!

    sds

  • paulo ferreira says:

    Somos guerreiros, imaginem se fôssemos bem armados, com tecnologia atual. Somos um continente, a mesma hora que pode ter um conflito na fronteira norte, pode ter no sul, pode ter no centro-oeste, e para ter forças armadas que nos defendam, elas têm que estar bem armadas.

  • Jorge Luiz says:

    Amigos,

    Ainda dizem que o nosso exército não está preparado, imaginem só se forem concretizados as compras de equipamentos e armamentos que ele está precisando no momento, com certeza ficará muito melhor.

    Sds,

  • Patriota says:

    Bom dia senhores!

    É a garra brasileira nos enchendo de orgulho, sobrepujando as forças especiais das demais nações da América e principalmente as precárias condições que os contigenciamentos impõem às FA.

    Parabéns a esses guerreiros.

    Abraços a todos.

  • saul says:

    ha garoto, da-lhe brasil!!!

  • Fabiano says:

    Parabéns ao exército brasileiro. Porém não existe exercício mais realístico do que uma guerra, onde aliam-se ansiedade, adrenalina, pavor, orgulho e patriotismo!!! Que o Batalhão de Operações Especiais de Goiania seja agraciado com os mais modernos equipamentos para enfrentar os desafios do novo milênio.

    O Brasil, se deseja almejar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, terá que se reestruturar completamente, começar tudo do zero. Provavelmente, seriam gastos bilhões de dolares, devido ao descaso do governo, da sociedade e da opinião-pública, que estão acatando a maior teoria conspiratória de todos os tempos, aplicada pelas grandes potencias mundiais, que deixam no ar um clima de que o Brasil não tem inimígos. Somente para encontrar as portas abertas daqui a 50 anos.

    Somente um leigo iria pensar que o Brasil não demonstra cobiça, com um território de mais de 8 milhões de quilometros quadrados, com a maior floresta tropical do planeta, com o maior índice de água potável do mundo, com a 6ª reserva de urânio do planeta (declarado), etc…

    Com um PIB de US$ 1,981 bilhões de dólares, se fossem destinados 5% deste valor para as forças-armadas, todos os incríveis projetos que constam neste website poderiam se concretizar, e aí sim, o Brasil seria uma real potência global!!!!!

  • Antonio Alvaro Guedes says:

    Desculpe, esqueci de te saudar e parabenizar o pessoal nesta vitória e dizer da inveja (saudável) de um safenado diabético (nem tão saudável).RS

  • Antonio Alvaro Guedes says:

    Achei interessante a ausência (sincronizada?) da Venezuela e Bolívia.

  • marcos s. says:

    Roberto

    Vencemos e foi em casa! Teria sido a torcida? :)

    Agora só falta a COPA 2010, 2014 e as olimpíadas. ehehehe

    Agora falando sério, o exercito está de parabéns e mostra que as suas forças, quando treinadas e providas dos meios adequados, nunca deixam a desejar.

    Nossas forças armadas levam a defesa e o nome do País a sério e fazem o que melhor que podem com o melhor que possuem.

    Agora imaginem se retribuirmos esse esforço e fornecermos a estes profissionais o mínimo de capacidade operacional para realizarem suas tarefas.

    Garanto que veríamos mais ótimos resultados como o Resgate na enchente de SC, o vôo AF447 e a vitória neste exercício força comandos.

    Mais uma vez, parabéns pelo esforço, superação e desejo melhores dias para todos os que fazem da garantia do futuro deste País o seu modo de vida.

  • Shido says:

    Olá, Roberto, interessante essa noticia. Isso mostra a capacidade das nossas Forças Armadas, os EUA ficaram em 6º lugar, quem diria ne, já que eles se consideram os melhores do mundo, mas enfim tem algum site quer eu possa ver isso com mais detalhes tipo, a colocação dos outros paises nos anos anteriores? Forte abraço Roberto

 

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