Ministros de Lula Usam Jatinhos da FAB Quase Mil Vezes Só Em 2009
Mídia : Blog do Fernando Rodrigues
Data : 18/01/2010
Ministros usam jatinhos da FAB 813 vezes em 2009
Os ministros do governo Lula usaram os jatinhos da Força Aérea Brasileira 813 vezes em 2009. Esse número pode ser maior, uma vez que não revelaram suas viagens 7 dos 37 ministros.
O recordista de viagens nas asas da FAB foi o ministro da Justica, Tarso Genro (PT), que é pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul e viaja com frequência a esse Estado. Tarso usou jatinhos oficiais 85 vezes em 2009, sendo a maioria das vezes para ir até Porto Alegre.
O ministro da Justiça é seguido no ranking por Luiz Eduardo Barreto (Turismo), com 81 viagens nos jatinhos da FAB em 2009. Em terceiro lugar está Patrus Ananias (Desenvolvimento Social), com 73 viagens. Depois: José Gomes Temporão (Saúde), com 60 viagens, e Pedro Brito (Portos), 52 viagens.
Eis a seguir a contabilidade das viagens em 2009, publicada hoje (18.jan.2010) em reportagem de Luiza Damé e Chico de Góis:

Nosso Comentário:
Ministros de Lula Usam Jatinhos da FAB Quase Mil Vezes Só Em 2009
O DEFESA BR sempre foi e continuará sendo contra essa escandalosa festa feita com os aviões civis da FAB, que deveria deixar de ser Aeronáutica (civil) e passar a ser uma Força Aérea de verdade. Ela hoje é capenga em Defesa e fortíssima para os festeiros de Brasília.
A aquisição de 12 a 36 caças leva mais de 10 anos para acontecer ou não, quando o país precisa de centenas de caças modernos. Enquanto isso, os políticos de plantão usam a instituição em quase mil vôos (muitos não informaram) em um ano, tentando desvirtuar o papel sério que o GTE procura representar para o país.
Crie-se uma empresa aérea estatal para trabalhar essa massa de políticos imprestáveis que faz o que quer e que o GTE passe a operar somente o que interessa à nação, os voos do presidente e seu vice.
Roberto Silva
DEFESA BR
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Roberto,
Não estou delirando não, rsrsrsrs.
Eu me lembro (olfativamente) muito bem; do cheiro de iodo do mar na pele das cariocas, quando eu tinha a oportunidade de chegar perto e ter contato com elas.
Mencionei o Vinicius porque de poeta e de louco todos nós temos um pouco. E como eu sou um eterno apaixonado pelo Rio…
Ainda bem que eu tenho CDs de Bossa Nova (Vinicius, Jobim…) e junto com garrafas de sustância etílica, eu combino a Bossa Nova com o Álcool e viajo para o Leblon.
sds.
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Braz,
Como eu vivo em Marte e você vive em Venus (rsrsrsrs), para mim 8 graus centígrados já dá para curtir uma praia.rsrsrs.
Agora, faça-me o favor de não me pedir para excluir o ÁLCOOL da minha dieta, aí já é demais, cara. rsrsrsrs.
Parece até um paradoxo, mas com a neve no pedaço eu tenho que usar o meu Rayban (em dia de sol com neve); quando vou dirigir, porque senão o reflexo da luz solar na neve é para cegar qualquer fulano.
Nada como o Brasil, onde você só tira o Rayban para ver aquela escultura feminina desfilar bem na sua frente, com aquela pele suada, transpirando aquele cheiro de iodo…deixa pra la, porque senão vou virar um Vinícius de Moraes.
sds.
_______________
Tadeu:
Frio também gera delírios? O que é que o Vinícius de Moraes tinha a ver com cheiro de iodo, rsrs?
Roberto Silva
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Marcos,
Ja me sinto no verão, rsrsrsrs
A temperatura aqui hoje foi de aproximadamente 8 graus centígrados.
sds.
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Caraca, Tadeu!
Cuidado com a insolação e a desidratação!… Não se esqueça do protetor solar e só roupas leves, heim?!
Não se esqueça de beber muito líquido, SEM ÁLCOOL, e evitar horários por volta do meio dia.
[]´s
P.S.: Por causa do entra e sai de ar condicionado e a extrama diferença entre a temperatura do ambiente de trabalho / quarto de dormir e o externo (algo entre mais ou menos 15 graus), tô com a “mãe das gripes”!
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É verdade, Roberto
Me esqueci do feriado no Rio, aí está fazendo muito calor.
Já em Boston….
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Marcos S:
Já em Boston a temperatura vai subir, pois já tem bancos ameaçando quebrar por todo o hemisfério norte, de novo, rsrs
Roberto Silva
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Braz,
Eu concordo contigo, e tambem gostaria muito de ver o Brasil desenvolver seu próprio caça.
Realmente, não posso estimar o quanto seria difícil (técnica, industrial e financeiramente), para a Embraer embarcar em um projeto dessa envergadura.
Pode ser que a nível conceitual não haveria problema. O nosso problema (creio eu) é a cadeia de fornecedores. Necessitaríamos de uma cadeia inteiramente nacional; desde aviônicos, materiais compostos, turbinas (o Santo Graal da indústria aeronáutica), cabos elétricos, etc. ete. etc.
Perdemos uma oportunidade de ouro com o AMX.
sds.
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Roberto,
Hehehehe, nada como o tema do FX-2 para te fazer sair da toca.rsrsrsrs.
Braz,
Esquece os indianos; o problema aqui é o preço por unidade do mesmo produto. Se a matéria publicada for autêntica, fica a dúvida de o porque desse disparate entre o que o Brasil e a Índia vão pagar pelo mesmo pacote tecnológico, sendo que a Índia vai levar 90 caças a mais, pelo mesmo preco dos 36 caças brasileiros.
No demais, concordo com você. Mas foi por causa da maldita prioridade zero que o Brasil deu para com a defesa durante todos esses anos que nos encontramos nesse marasmo tecnológico e impasse político.
sds.
____________________
Tadeu :
Não existe impasse político, só algumas tentativas de confundir os brasileiros. Você sabe disso…
Roberto Silva
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Grande Tadeu…
Os indianos não primam pela transparência. Não acredite no que eles promentem. 120 caças? Só se forem sem armamento, treinamento, peças de reposição e outros artigos que estamos adquirindo.
Tem muita cortina de fumaça nesta estória. De qualquer forma já joguei a toalha… Eles que fiquem com os caças… Agora sou pelo desenvolvimento interno. A ideia era fugir do veto… Todo mundo veta, por um motivo ou por outro, não importa… Quando interessa, é veto na certa. Só não tem veto quando é nosso.
[]´s
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Amigos,
Pior será o Lula explicar porque o Brasil vai pagar por 36 caças franceses o mesmo que a Índia vai pagar por 126 unidades do mesmo caça , e também com a transferência de tecnologia incluída.
sds.
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Grande Tadeu…
Nunca tente fechar as contas indianas. O dia que eles fizerem um balanço firme do que a Índia arrecada e quanto ela deve todos vão notar que até a Argentina está em melhor situação.
NUNCA compare Índia e Brasil. Esta historinha de BRIC é ficção financeira que o pessoal acreditou. É, na realidade, a maior furada. É tentar juntar jabuticaba com jaca, mamão e limão. Não sei o que vai dar, mas é bom estar com o vaso livre para caso de emergência.
Quer uma aliança estratégica, que seja com a Rússia. A tecnologia deles é de alto nível. Os dois outros é só derrota! Concorrentes declarados e, em especial no caso chinês, desonestos.
Vamos formar nosso pessoal la fora, investir nos programas aqui dentro e, pintou dificuldade, pedimos um help. É assim que se consegue independência. Os boicotes americanos são para lá de conhecidos, os franceses boicotaram a Argentina em 1982 e Israel na guerra dos 6 dias (surgiu daí o Kfir), o AMX foi boicotado pelos ingleses, fornecedores dos motores, quando a Argentina quis comprá-los.
Se não produzimos tudo corremos o risco de boicote, seja de franceses, americanos ou qualquer outro fornecedor que não seja brasileiro.
[]´s
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Braz:
Quer dizer, os caras nadaram 10 anos para chegarem à conclusão de que nada vale a pena e que devíamos ter partido para nosso próprio programa nos anos 90. E agora, antes tarde do que nunca? Remar sozinho?
Roberto Silva
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Com US$ 10 bi para dar apoio? SIM!
Dá até para pensar em um 5ª geração. Cérebros, arrojo e talento temos… Precisamos quem aposte em nós. Se despertamos tanto interesse dos caras lá fora quer dizer que estamos prontos. Se temos US$ 10 bi para desencalhar franceses, americanos e suecos, por que não nós mesmos?
É até interessante… Parece que economizamos US$ 1 bi por ano nestes 10 anos.
[]´s
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Empresa americana se compromete a adotar ‘penalidades severas’ caso não haja Transferência de Tecnologia.
(Valor Econômico) – Em clara desvantagem política na disputa pelo fornecimento de caças ao Brasil, a Boeing decidiu melhorar sua proposta ao governo brasileiro. Sem fazer alarde, a empresa americana apresentou à Força Aérea Brasileira (FAB), no dia 9 de dezembro, oferta para que uma nova geração de caças seja desenvolvida em conjunto com o Brasil. Além disso, comprometeu-se a adotar, no contrato de venda dos aviões, “penalidades severas” caso não haja transferência de tecnologia.
A nova proposta é parte de uma ofensiva agressiva da maior fabricante mundial de jatos comerciais e militares, mas vai além de seus interesses corporativos. Ela envolve o governo americano. Nos últimos meses, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conversou três vezes com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a concorrência dos caças. As informações foram prestadas na noite de terça-feira, em Brasília, por Michael Coggins, gerente da campanha da Boeing para a venda do caça Super Hornet ao Brasil, uma disputa que envolve o caça francês Rafale e o sueco Gripen NG.
Segundo Coggins, fazem parte do pacote oferecido pela Boeing a participação de indústrias brasileiras no fornecimento de insumos e a possibilidade de que grupos de 50 engenheiros da Embraer participem, anualmente, dos trabalhos de desenvolvimento da nova geração de caças americanos. O executivo assegurou que, com a venda do Super Hornet ao Brasil, haverá transferência de tecnologia. Ele reconheceu, no entanto, as dificuldades políticas que a Boeing está enfrentando nessa concorrência.
“O maior desafio da Boeing não é a transferência de tecnologia. O governo dos EUA autorizou uma transferência como nunca havia feito antes a nenhum país”, afirmou Coggins num jantar com um grupo de jornalistas. Ele explicou que a maior dificuldade do negócio diz respeito à confiança do governo brasileiro na disposição do governo americano em atender a certas exigências, como liberdade de negociação com terceiros países. “Houve problemas com os militares brasileiros nos últimos 30 anos. Os EUA não vendiam armas para a América do Sul”, disse Coggins, assegurando que a postura do governo americano mudou.
É grande a resistência do governo brasileiro a um acordo com os americanos. Procurado pelo Valor, um ministro próximo do presidente Lula disse que a proposta da Boeing de oferecer uma cláusula no contrato com previsão de penalidades, no caso de descumprimento do acordo de transferência de tecnologia, é uma prova de fragilidade. “Com essa cláusula, se amanhã o Departamento de Estado decidir vetar o acordo, eles pagam a multa e fica por isso mesmo”, disse o auxiliar de Lula.
O ministro menciona o veto americano à venda de aviões Super Tucanos, fabricados pela Embraer, à Venezuela, como um exemplo da difícil relação com os EUA na área militar. Os americanos aplicaram o veto, valendo-se do fato de que o sistema de radar dos Super Tucanos é fabricado pelos EUA e que, portanto, a venda a terceiros países depende de autorização de Washington. “Nossa experiência com os americanos é desastrosa. Vai levar tempo para ter uma nova relação”, afiançou um assessor direto de Lula.
Segundo esse ministro, o avião da Boeing é “muito bom”, mas os outros caças também satisfazem as necessidades da FAB. A decisão do governo Lula, explicou, levará em consideração interesses “geopolíticos”. A tendência, de acordo com essa fonte, é o presidente escolher o Rafale, da francesa Dassault, apesar da preferência técnica da Aeronáutica pelo Gripen NG, da sueca SAAB. “O relatório da FAB com preferência pelo Gripen deve ajudar a reduzir o preço do caça francês”, observou o ministro, informando que o presidente Lula deve tomar uma decisão dentro de 90 dias.
Na conversa com jornalistas brasileiros, Michael Coggins criticou os concorrentes e questionou a importância de uma aliança estratégica do Brasil com a Suécia ou a França. Ele lembrou que as Forças Armadas brasileiras já têm parceria com os franceses e que um novo contrato não acrescentaria nada. “Onde estão os aspectos estratégicos de uma nova parceria com a França?”, indagou. “Os EUA têm o melhor processo logístico do mundo e as forças armadas mais fortes. Politicamente, o benefício de uma parceria com os EUA é maior.”
Segundo Coggins, os suecos estão seis anos atrasados no desenvolvimento do Gripen NG. “O programa de desenvolvimento (do avião sueco) foi um desastre”, afirmou. O desenvolvimento do Rafale também estaria atrasado, assim como os franceses, disse ele, estão atrasados em relação ao programa de construção do submarino nuclear brasileiro. O executivo da Boeing alegou, ainda, que o Super Hornet sairá a um preço 40% mais baixo que o dos franceses. “A Boeing entregará os aviões no prazo (em 2014)”, assegurou.
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He,he,he….
Cara… Já estou tão saturado deste assunto que a cada novo lance me dá vontade de amarrar os três em um feiche com uma âncora e jogar numa fossa abissal.
Faz o seguinte… Esquece os três e vamos desenvolver o nosso. Contrata consultoria dos concorrentes e desenvolve até o motor. Aproveita o embalo do KC-390.
[]´s
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Braz:
Eu diria mais, senta com os indianos e até com os chineses e conversa durante 3 semanas até chegar a uma conclusão: ou trabalham os 3 juntos ou sai cada um por si de novo, mas nada de americanos conversa fiada, por favor, rsrs
Roberto Silva
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Roberto
Você está muito calado, não está muito participativo.
Cansou de falar sobre os caças???
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Marcos S:
Ontem foi feriadão no Rio a 40º e fui prá praia. Creio que no dia 19, entrei e ninguém escrevia nada, então fui pra praia, rsrs
Braz: ontem fui no Barra Grill, aí na sua área, fazia tempo que não comia um cupim tão sem gordura e bem gostoso, rs, repeti…
Roberto Silva
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Creio que o emprego de verbas públicas para a compra de passagens aéreas teria um custo menor que as horas-voo dos jatinhos do GTE, DESDE QUE o controle da emissão de bilhetes fosse feito a ferro e fogo, apenas para os ministros em viagens comprovadamente a serviço do cargo.
Se não houver controle rígido periga o remendo sair pior…
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Roberto,
Sempre quis saber porque o Brasil precisa de 30 ministérios com toda a burocracia de salários, empreguismo, viagens, jatos particulares, motoristas, copeiros, choferes, carregadores de malas, secretários, puxa-sacos, cozinheiros, agendadores e muambeiros (aquele que vai na viagem ao exterior, mas a função dele é entrar no país com toda a parafernália eletrônica comprada pela comitiva de vagabundos), etc, etc..
EUA..tem 15..eram 14 com Bill Clinton, depois de 9/11 foi p/15
Great Britain..21
França.19
Como no Brasil, estes 3 países têm pessoal que são quasi-ministros mas não sao “full time” titulados. No Brasil, aquele que é encarregado das rodovias, esse sim é vagabundo, já que em toda a região norte do Brasil existem estradas mas não rodovias.
Só curioso!!
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Grande Braz. Que idéia genial esta de jogar estes safados de Brasilia, a 15 mil de altura. Mas não seria melhor com o novo avião cargueiro que a Embraer vai construir? Se precisar de alguém para empurrar, pode contar comigo.
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Alano:
O DEFESA BR não endossa esse sonho de vocês, pois precisamos de mais democracia e controles, e não de menos políticos, rsrs
Roberto Silva
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Alano… O Roberto tem razão…
Mais democracia, na forma de executar um político…
Mais controle, da natalidade de políticos…
Quanto ao “não de menos políticos”… Bom, aí eu discordo… Não dá para se ter democracia e controle com políticos.
[]´s
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Grande Roberto…
Não gostei nadinha desta sua idéia de criar uma empresa estatal para cuidar das viagens dos políticos. Seria duplo prejuízo.
Além de legalizar as viajens, que até agora são ilegais, criaria MAIS um cabide de empregos para apaniguados e cabos eleitorais.
Tem que acorrentar esta turma em Brasília com fechadura de tempo… Só libera o peste na data certa… Aí sim, o cabra voa para o luguar que quiser. A FAB pode até entregar, sem pousar e sem usar paraquedas… Preferencialmente de uns 15 mil metros de altura. Faz até por atacado… Acho que em um EMB 145 cabe uns 50 ou 75… Abre a porta lá de cima e sai empurrando. Numa entrega resolve todos os problemas da nação.
Bom… Nem todos… Mas uns 50 ou 75.
[]´s
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Braz:
O problema dessa solução extrema é que os suplentes tomariam conta de tudo e nossos problemas seriam muito mais graves. Para cada político corrupto, há milhares ainda piores aguardando a vez.
Mais uma estatal civil para cuidar de civis? É uma excelente ideia, e a FAB iria cuidar de Defesa. Analise o custo x benefício, rsrs
Roberto Silva
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Grande Roberto…
Depois da 4ª viagem (suplentes inclusos), acho que eles iriam preferir ir a pé a serem entregues por “via aérea”… he,he,he…
Imagine a reclamação de uma “patroa” deles quando o marido “varasse” o teto da sala de jantar e se estatelasse na mesa de jantar. Ela iria, literalmente, até o inferno para buzinar no ouvido dele (político) pelo telhado e a mesa (dane-se ele, político… Tivesse roubado um paraquedas).
Esta turma só se vence usando “força maior”. Você conhece alguma maior que “dona patroa”? Até o bigode do Sarney arrepia quando ele fala da dele! he,he,he…
[]´s
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