Presidente Anuncia Análise Estratégica, Política e Econômica do FX-2

Mídia : Tribuna do Norte

Data : 09/03/2010

O presidente responde

Por que o senhor ainda não autorizou a compra dos super caças? Não há potência econômica sem poder militar e os riscos à nossa soberania são evidentes.

Presidente Lula – Ainda não tomamos uma decisão a respeito justamente pela importância que a escolha terá sobre a capacidade de defesa e sobre o desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil. Temos que ser muito cautelosos.

A FAB já fez sua análise e pré-selecionou três modelos que atendem às suas necessidades técnicas. Agora é a hora de o governo fazer a análise estratégica, política e econômica para apontar qual proposta trará mais benefícios para a sociedade.

Decidimos fazer da política nacional de defesa um eixo de desenvolvimento econômico e de autonomia tecnológica. Vamos bater o martelo somente depois de concluída a análise do Ministério de Defesa, de ouvir o Conselho de Defesa Nacional e considerando as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa.

Posso adiantar que a empresa a ser escolhida, seja qual for, terá que se comprometer com a transferência irrestrita de toda a tecnologia de ponta.

Nosso Comentário:

Presidente Anuncia Análise Estratégica, Política e Econômica do FX-2

Esta notícia deixa bem claro o caminho já percorrido, em que ponto estamos e o caminho que ainda terá que ser percorrido até o bendito fim desse FX-2.

Não adianta certa mídia e até parte do Congresso querer desqualificar a decisão a ser tomada pelo presidente. Estamos na hora da análise estratégica, política e econômica.

A decisão é dele e está certo assim hoje, pois sua visão vai muito mais longe do que a de oficiais, técnicos e engenheiros da FAB, que muitas vezes contraria a visão dos pilotos, esses sim os mais interessados, pois colocam suas vidas nesse jogo.

Para muitos pode interessar o mais barato. Mas de que adianta optar pelo mais barato, seja americano ou mesmo sueco, se partes importantes desses caças forem americanas e serão fatalmente embargadas à frente? Este aspecto é estratégico e político.

Além disso, não haverá transferência de tecnologia a contento nessas duas opções. No caso do caça sueco, ele sequer existe e seu desenvolvimento é uma aventura bastante questionável, quanto ao sucesso e eficácia. Este aspecto é estratégico, e está previsto na END. Tem de ser cumprido pelo governo.

Nunca podemos esquecer aquela máxima que diz que o barato pode sair caro. Jogue a primeira pedra no presidente quem nunca tiver vivenciado este problema.

Temos que pensar de modo estratégico e pensar assim é cuidar para que nada impeça no momento crucial a operacionalidade de nossos meios de Defesa.

Aí, em um caso extremo, o prejuízo será inestimável e o barato terá sido muito mais caro do que muitos imaginam em suas vãs filosofias de compra de prateleira (sendo muitos os eternos vira-latas).

Roberto Silva

DEFESA BR

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65 Comments »

 
  • nelore says:

    Tadeu,

    Muito válido seu resumo.

    A situação não estava boa nos anos 30 e claramente deixaram a Inglaterra se afundar e endividar, com os EUA claro, antes de socorrê-la. Churchill sempre esteve muito ‘frenético’ atras do suporte americano nos anos 39, 40 e 41 mas, como dizem por aqui, ele foi “left twisting in the wind”.

    Pouco a pouco, a Inglaterra foi perdendo “esferas de influência” durante a guerra e quando ela acabou, os ingleses já tinham sido devidamente “domesticados” e perderam seu “upper lip”.

    Na hora H, boom, seu império já era.

    O Brasil deveria se concentrar na América do Sul e África, por enquanto. África do Sul está fraca e existe uma grande oportunidade no sul do continente africano.

    Na América do Sul, o Brasil deveria fazer um contrapeso contra esses bolivarianos de meia tijela ou, como fazem os americanos, empurra o negócio goela abaixo. Foi horrível o que o Lula fez com os dissidentes cubanos e hoje mesmo no Miami Herald Lula está praticamente no bando dos loucos; Fidel, Ahmadinejad, Hugo, Ivo. Foi infeliz essa última visita a Cuba, e o pior de tudo que não se concretizou nada. Cuba não tem nada a oferecer a ninguém.

    É duro ler a situação da política externa brasileira nos últimos meses.

    http://www.miamiherald.com/2010/03/16/1531165/squandering-brazils-future.html

    • Teve um valor inestimável a ida de Lula a Cuba e a repercussão mundial de suas enormes bobagens: caiu de vez a partir daí a carapuça que ele mantinha frente ao mundo.

      Enquanto os brasileiros já sabiam desde o mensalão que ele era o chefão de variados esquemas de corrupção, a imprensa mundial e personalidades estrangeiras o endeusavam. Isso me dava até medo. Ainda bem que agora deu no que deu, kkk

    • Tadeu Mendes says:

      Nelore,

      Os caras estao viajando na maionese. Estao se vendo como a Potencia Diplomatica do planeta. The new Messias.

      Nesse mundo, nao ha lugar para os que ficam em cima do muro.

      Essa metafora do Lula: “Eu tenho o virus da paz”, foi uma das maiores estupidezes que ele ja disse no cenario internacional.

      Acho que ele esta querendo concorrer com o Hugo, para ver quem fala mais bobagem diante da Media.

      Quem pode confiar no Brasil depois desse circo todo?

      sds.

  • Tadeu Mendes says:

    Roberto,

    Em 1981, fiz uma visita ao Centro de Estudos de Pessoal (EB), lá no Forte do Leme, que fica no posto 1 em Copacabana.

    Entre as seções que me mostraram, estava a de ensino de idiomas.

    Me apresentaram; entre outros militares, o Tenente Yuri (um brasileiro de ascendência russa), que ensinava russo para os militares.

    Perguntei que pessoas iam para a Rússia, para fazer o quê?

    Me respoderam que era principalmente destinado ao corpo diplomático brasileiro e adidos militares.

    Hoje me pergunto: será que nunca pensaram em enviar cientistas e técnicos para estudar na Rússia? Pelo menos a nível de treinamento acadêmico (Doutorados em Física, Matemática, Engenharia).

    Claro está que os russos sempre foram muito protetores e paranóicos com relação às suas tecnologias de ponta.

    sds.Boris

  • nelore says:

    Tadeu,

    Carl Vinson no Facebook

    http://www.facebook.com/USSVINSON

    Já passou por uma reforma em 2005, inclusive um ‘refuel”.

    Quanto à sua pergunta: “Quantos brasileiros pensam como imperialistas?” no meu entender não muitos por enquanto. Na minha opinião é uma questão de bem estar econômico, primeiro, porque se não arrumar a própria casa não pode sair pelo mundo causando confusão.

    Economicamente, existem vários gargalos econômicos no Brasil e alguns dos piores são as questões de transporte e de investimentos em educação. Os EUA estiveram cara a cara com esse problema de transporte na administração do Ike nos anos 50. Ou desenvolve um sistema moderno de transportes, à la “Interstate System” ou o país fica no feijão com arroz. Não existe possibilidade de crescer o necessário se a produção não pode ser escoada.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Interstate_Highway_System

    Somente com crescimento econômico, de baixo para cima, é que o povo se torna mais orgulhoso, patriótico, e claro, arrogante, desenvolvendo aquela onipotência necessária em todas as nações verdadeiramente imperialistas.

    Gosto de ler o Unger de vez em quando. Ele esteve no Brasil, por muito pouco tempo, e ele vê o potencial da nação de forjar um rumo próprio e sua abordagem do tema Defesa passou em branco para muitos brasileiros. No Brasil, o cabra ainda quer comer e ter emprego digno em vez de pensar em Rafale e Super Hornet.

    Você já comparou o número de feriados no Brasil com o número aqui nos EUA.

    • > No Brasil, o cabra ainda quer comer e ter emprego digno em vez de pensar em Rafale e Super Hornet.

      Eu diria que isso depende da classe social e do intelecto da pessoa em qualquer lugar do mundo.

      Há gente aqui e aí que jamais pensou em empregos e só pensa na festa em que irá desfilar amanhã. E aí, como ficamos, rsrs?

    • Tadeu Mendes says:

      Nelore,

      Entendo o seu ponto de vista, e acredito que uma infraestrutura avançada é muito importante para sustento psicológico de uma filosofia imperialista.

      Mas devo lembrar-lhe que os EUA já partiram para um postura de imperialismo, mesmo quando o sistema de transporte rodoviário (Interstate Highways) não havia sindo desenvolvido e o padrão americano de vida ainda não havia se beneficiado do Boom Econômico dos anos 50.

      Acho que foi a massiva industrialização (pós-grande depressão econômica) no final dos anos 30; em preparação para a entrada dos EUA no teatro de operações europeu, e o consequente investimento em tecnologias para emprego militar (a bomba atômica, o computador, o radar, o desenvolvimento da aviação), contribuíram muito para a criação da mentalidade imperialista, e o programa espacial e de mísseis intercontinentais acabou por consolidar essa visão etnocentrista, paternalista, moralista e, por conseguinte, imperialista dos EUA com relação ao resto do planeta.

      Seu ponto é válido, mas devemos considerar também o que eu mencionei acima.

      sds.

    • Tadeu Mendes says:

      Nelore,

      Depois desse overhaul e refuel, o Carl Vinson está em forma para mais 20 anos.

      Se você soubesse da quantidade de feriados emendados na Colômbia; o número de horas trabalhadas por ano no Brasil é tão superior se comparado com os deles, que o Brasil tem uma produção industrial de um país de primeiro mundo.

      sds.

  • Tadeu Mendes says:

    Braz,

    Vou voltar para Minas Gerais, rsrsrsrsrs. Acho que, como mineiro, serei menos discriminado. Agora já sei como se sentem as minorias.

    Ou será que devo emigrar para a Rússia? Será que escrevendo de Moscou as minhas opiniões serão valorizadas?

    O Nelore não vai sair em minha defesa porque ele é um Democrata.rsrsrsrs.

    O Marcos pelo menos me demonstra tolerância e simpatia.

    O Helio e o Edison não me agridem, já os outros é só na base da tijolada.
    rsrsrsrsrs.

    sds.

    • Mas cadê os tijolos quebrados à sua volta, rsrs, mostra… aposto que não tem nada aí…

      Na Rússia você seria dissecado e colocado em vários vidrinhos de formol para estudos posteriores da espécie “americanoide fanaticus”, kkkkkk

      Espero que você não fique triste comigo, rsrs, afinal, eu disse na Rússia, povo pelo qual não tenho a menor simpatia, já que lá é o berço daquela praga chamada “comunismo”.

      Eu gosto dos caças e mísseis que os caras inventam e produzem, mas não deles e seus sistemas políticos.

  • Tadeu Mendes says:

    Braz,

    Só existe um arquiteto: o Grande Arquiteto do Universo. Todos nós somos obreiros (pedreiros), colocando um tijolo de cada vez.

    sds

    • Braz says:

      Tudo bem, amgo…

      Mas vê se usa equipamento de segurança… Ultimamente, você tem andado na obra sem capacete e acaba levando com os F/A-18 na cabeça.

      Resultado… Viaja na maionese… :)

      Cuidado que o sistema de saúde aí anda meio barro/meio F/A-18, hein?! :)

      []´s

  • Tadeu Mendes says:

    Braz,

    É preferível um NAe na mão do que 5 ou 6 na prancheta de desenho.

    Você sabe quando o governo e o povo brasileiro irão investir na construção de um NAe? Nunca. Ainda mais em se tratando de um NAe movido a energia nuclear.

    Parte, por razões técnicas (não temos experiência nessa área de construção naval, a engenharia e a física nuclear do Brasil ainda não produziram [ou eu ainda não vi, desculpe a minha ignorância] nenhum reator capaz de gerar energia suficiente para mover algo tão grande; em status operacional. Pode ser que exista; mas somente a nivel experimental.

    Segundo; são poucos os brasileiros que se preocupam com a Defesa, e os imperialistas como eu dá pra contar nos dedos. E os NAes, meu caro Braz, são o instrumento de poder de uma potência imperialista. Quantos brasileiros pensam como imperialistas?

    Grande parte de nosso povo (DNA+cultura afro-india-portuguesa) não quer saber desse negócio. Existem poucos Dr. Strangelove no Brasil.

    A MB já teve o NAe Minas Gerais (um elefante branco); e agora possui outro, o A-12 (mais um elefante branco).

    Como os NAes são para projetar poder em águas estrangeiras ou internacionais, alguém poderia me dizer quando foi a última vez que o Brasil deslocou um NAe para projetar forca, além da nossa fronteira aquática?

    Eu acho que nunca levaram esses NAes nem para dar um passeio além da Baía de Guanabara.

    O Carl Vinson não é uma sucata (muito longe disso), e serviria como um excelente meio para a projeção naval do poder militar brasileiro.

    Se pode fazer um overhaul desse NAe (Carl Vinson) e entregá-lo para a MB em 2 anos; enquanto que se partirmos para o projeto e construção de um NAe genuinamente nacional (não tenho nada contra issso), nos tomaria entre 10 e 20 anos.

    O Carl Vinson é um NAe relativamente novo. A França é o único país, além dos EUA, a possuir um NAe de propulsão nuclear (mas quero expressar aqui a minha admiração pela tecnologia francesa e a determinação desse povo, por serem independentes; militarmente falando, de tecnologias alienígenas), mas eles não chegam aos pés do Know How americano nessa área.

    Os EUA podem até querer nos manter dentro de sua esfera de influência, mas ao mesmo tempo podemos e devemos aproveitar para ganhar conhecimento científico e de tecnologias de ponta, nos nutrindo dessa vantagem dentro da barriga do hóspede.

    Se lembra do filme Alien? Os chineses, os japoneses, indianos e mais recentemente os muçulmanos, vêm aqui para aprender com o Mestre, para depois meterem a faca pelas costas.

    Os EUA são ao mesmo tempo muito espertos e muito ingênuos.

    A propósito, vou assistir agora na TV o filme Blue Thunder (no meu DVD), só para curtir um pouco a nostalgia tecnológica dos anos 80.

    E viva a IBM. Hehehehehe.

    sds.

    • Eu só ia achar muito interessante os pilotos chineses vindo aprender e treinar no convôo do A14 Rio de Janeiro, kkk

      Vamos pular o 13, por favor. Ainda é usual nos EUA pularem do 12º para o 14º andar nos prédios? rsrs

      Tadeu, eu já te disse algumas vezes aqui que o São Paulo veio apenas para aquisição de doutrina. Não seria ele o nosso NAe de verdade e isso foi um planejamento bem claro, público até.

      Os americanos são tão especialistas em NAes, que os francesinhos caíram na asneira de encomendar os hélices do CDG lá e kkkkk

      > nos nutrindo dessa vantagem dentro da barriga do hóspede.

      Menos, Tadeu, rsrs. Larga o Blue Thunder e reveja toda a série da então bela Sigourney Weaver, rsrs

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Alien

      • Tadeu Mendes says:

        Roberto,

        Tá bem que é para aquisição de doutrina. Mas doutrina para quê?
        Só se for para comprar outro NAe.

        Concorda comigo?
        E quanto tempo teremos que esperar para que isso (um NAe para uso em combate)?

        Quantas gerações de pilotos navais serão revezadas, antes que isso aconteça?

        Será que a visita do Carl Vinson serviu como introdução para o corpo de Oficiais da MB, de sua futura arma de combate?

        Fica no ar essa questão.

        sds.

      • Doutrina para emprego do NAe em operações de combate, creio eu. Pelo plano inicial, o A12 seria palco dessa doutrinação talvez por um período de 10 anos, a confirmar. O A12 ficou no estaleiro para Modernização por quase 5 anos, visto que ele parou no 2º semestre de 2005.

        http://defesabr.com/Mb/mb_naes_Brasil_a12.htm#Mod

        Não sei como ficaram os pilotos nesse período, se tiveram mais treinamentos em NAes americanos ou se tudo investido neles antes de 2005 se perdeu no tempo, que é o mais provável. Não sei dos planos da MB, nem o que acontece hoje de verdade. Quem sabe disso tudo é o Braz, mas esse aí, só torturando, rsrs, com 2 loiras suecas disponíveis, kkk

    • Braz says:

      Xiiii! Outra vez, Tadeu?

      Já não te disse para colocar o capacete? :)

      []´s

  • Tadeu Mendes says:

    Nelore,

    Em 2015, um novo NAe George Bush (já em construção) será entregue a US NAVY. Trata-se da nova geração de NAes, conhecida como classe Gerald Ford.

    Juntados os pedaços do quebra cabeça e mais essa notícia; subentendo que o governo americano está oferecendo vender um NAe (Carl Vinson) da Classe Nimitz, movido a reação nuclear, para o Brasil, se o governo brasileiro fechar com a Boeing.

    Dá para imaginar o Brasil com dois NAes, sendo um deles nuclear, de grande porte e, além do mais, poder fabricar os SH no Brasil, sem grandes restrições e com acesso aos códigos fontes?

    Eu faria uma tremenda festa aqui em casa.rsrsrsrsrs.

    A MB seria a mais poderosa armada do continente americano, logo depois da US NAVY, mas a mais poderosa no hemisfério sul.
    Meu sonho…

    Será que é por isso que o Rafale ainda não venceu essa parada?

    sds.

    • Helio Correa says:

      Tadeu, salvo confirmação, creio que teríamos um problema técnico com o combustível. Pois já encontrei informação que os reatores norte-americanos usam combustível nuclear com concentração bem acima do projetado por nós brasileiros, algo em torno de 90% (confirmar) e o nosso se chegasse nesse nível poderia ser um indício de problemas com o risco de usarmos o nosso combustível com possível aproveitamento das armas Nukes, que assumimos não criar. Achei possível erro de postagem este texto. Eu tenho questionado em outros sites, e aguardo confirmação.

      • Pode-se criar salvaguardas, mas isso tudo seria o caso de uma aliança estratégica bem complexa. Por outro lado, pode-se apenas fazer uma bela troca de sistemas e combustíveis nucleares, algo que, junto a uma bela reforma, levaria mais uns 3 anos.

        Afinal, estamos tendo uma crise entre os governos Lula e Obama ou será tudo cortina de fumaça pra iraniano ver?

      • Braz says:

        Quem enriquece urânio a 1%, enriquece a 100%. Os americanos sabem disso e por isso tentam barrar os iranianos e os brasileiros.

        Para falar a verdade, os iranianos são desculpas para prepararem um bote em cima do Brasil. Começo a concordar que todo este apoio aos iranianos não é apenas política, mas uma forma de manter os americanos ocupados do lado de lá do planeta.

        Se não houver ninguém para eles encherem o saco lá, eles virão para cá nos perturbar.

        []´s

    • Braz says:

      Tadeu…

      Viver de migalhas e sucatas DE NOVO, NEM QUE SEJAM SUCATAS COM RAIOS LASER E MÍSSEIS ATÔMICOS.

      Para quê? Ficar pedindo permissão para cada suspiro que for dar? Não, amigo… Com o dinheiro da manutensão do Carl Vilson de 5 anos construiremos 6 de 70.000 toneladas (com propulsão nuclear, se desejarmos), grupo aéreo e ainda desenvolvemos nosso novo AWAC naval, um multi função (ASW, AEW, REVO e COD) e os escoltas necessários.

      Melhor… Não precisaremos pedir permissão para ninguém!

      Os americanos, agora, farão qualquer negócio para nos colocar sob sua influência. Estamos incomodamente independendes. Eles estão fragilizados, a China, com quem temos bons relacionamentos comerciais, está comprando tudo e pode, fácil, substituir os EUA no que sobrou na balança comercial (não gosto da idéia, mas é factivel), a Europa e Israel podem nos fornecer tecnologia e ajudar a desenvolver a nossa.

      Em resumo… Cada dia que passa menos e menos controle os EUA tem sobre o Brasil. Uma forma de reverter este quadro rápidamente é empurando o Carl Vilson para a MB… Quem fará a manutenção deste monstro aqui?

      O São Paulo, menor e mais barato de manter e operar, está parado há quase 3 anos e a ala aérea (de 40 possíveis aeronaves) mal temos 9 “em modernização”.

      Quem vai manter um grupo aéreo de 80 jatos na MB? A FAB, que luta para comprar 36?

      Que que foi, Tadeu? Tomou com um F/A-18, ops, um tijolo na cabeça? Tá delirando? Ou você quer colocar a FAB contra a MB outra vez?

      []´s

      • FAB contra MB não pode mais, porque o MD agora exonera e nomeia seus comandantes ao seu bel prazer, rs

        Será por isso que o A12 só tem parcos A4 até hoje e só estaria aguardando certo anúncio entre governos?

        Sempre estranhei que foram os EUA que, desde o início, que conduziram a MB para o mundo dos NAes…

      • Braz says:

        Era assim que o Jobim queria, mas não é bem assim que as coisas são. O MD não está assim tão consolidado. São necessárias mais uma ou duas gerações de oficiais generais para que o MD seja uma realidade.

        O Jobim é bom, enquadrou alguns oficiais mais rebeldes, controlou algumas discussões, mas não tem tanto cacife para mudar a doutrina de uma força e atribuir a uma delas poder de executar as funções que uma outra acredita ser sua principal tarefa.

        []´s

    • Vocês devem se lembrar como se fosse ontem quando o Jobim fez várias idas a WAS na época do Natal de 2008…

      Será que a declaração do Lula no 7 de Setembro (pelo Rafale) foi algo minuciosamente preparado para ganhar algo mais dos EUA?

      Quem viver verá, rsrs

      • Braz says:

        O que sei é que para um negócio já fechado, este está excessivamente demorado para ser concretizado.

        Passa do ponto até mesmo da barganha financeira. Tem coisa demais por baixo do pano, e não é apenas o assento no CS ou o caixa 2 da Dilma. Tem coelho morto e fedendo neste mato.

        []´s

      • Se o coelho já morreu eu não sei, mas acho que vem surpresa geral por aí… é só palpite nosso…

  • nelore says:

    Tadeu,

    Respondendo ao seu apelo aos “Super Hornet Troops” aí vai um artigozinho…tem uma sentença aí que não entendi bem e é um erro de quem escreveu..IMHO.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/03/12/artigo+clima+ruim+para+os+avioes+franceses+9425819.html

    Não conheço essa publicação e a encontrei como referência em outro site sobre defesa. Aí vai a sentença:

    “com a oferta do porta-aviões nuclear Carl Wilson ” deveria ser “com a visita do porta avioes…..outro erro e o nome Wilson.. eta erros vagabundos.

  • Tadeu Mendes says:

    Amigos,

    Alguem ja viu esse filme? Se lembram dele?

    http://en.wikipedia.org/wiki/The_Final_Countdown_(film)

    Braz,

    Foi a primeira vez que vi um F-14 em ação. Se você não viu, veja porque é muito massa.

    sds.

    • Braz says:

      Eu assisti… Covardia… O “Zero” (um T-6 maquiado) tomou um AIM-9 de 1ª geração… Super divertido… O motor seguiu sozinho… O avião virou uma bola de fogo. :)

      Depois um outro tomou uma rajada do canhão de 20 mm. Na realidade era o mesmo que tomara o míssil (que não aparece no momento do impacto), mas vamos lá, para a época, usar um avião por controle remoto já era o top do up! Cara, como os efeitos especiais eram toscos!

      Ô filminho de propaganda americana. Na época, eu ainda curtia e acreditava nos americanos. Depois a máscara foi caindo.

      Isso acontece quando você começa a tentar ficar de pé sozinho. Eles não deixam.

      []´s

  • Tadeu Mendes says:

    Amigos,

    Grandes momentos de humor e descontração aqui. As rusgas seguem de pé como sempre, rsrsrsrsrsrsrs. Está voando tijolo (literalmente, rsrsrsr) para tudo quanto é lado. kkkkkkkk

    Uns contra os Gripen, outros contra os Rafales, mas todos contra os SH. Onde estão os meus aliados do passado?

    Brasao RJ, onde está voce, me telefona, me chama me chama me chama…
    (letra de musica dos anos 80, adaptada para o Brasao) rsrsrsrs.

    Depois da privatização do site (kkkkkkkk), perdi alguns simpatizantes dos SH.

    Chegou a hora de socializar o site e deixar que o povo fale. kkkkkk
    Fala meu povo….kkkkkk

    sds.

  • nelore says:

    Senhores,

    Li todos os posts deste link e tudo continua igual..

    Tadeu: Os Rafales tem “odeur delicate de parfurm” e “Les plumes soufflant dans le vent”..un avion fragile e delicat..hooray au francais..( internet e suas traducoes..rs)

    Braz.. Super hornet is a Big Brick, and will burn in hell.

    Decide logo Lula; pelo amor de Deus

  • Tadeu Mendes says:

    Amigos,

    Obrigado pela colaboracao. Essa maquina (Rafale) é uma maravilha, nao e mesmo? É um caca leve e delicado. So espero que nao solte as plumas na hora do combate. rsrsrsrsrsrsrs.

    Espero que o Brasil receba seus novos cacas o mais rapido possivel. E definitivamente os Rafale sao um salto quantico em relacao a atual frota da FAB.

    Braz,

    O “tijolao”, voce ja sabe do porque. Os F-18 sao cacas com muita massa e momento na hora das manobras; e foi projetado assim porque e um caca naval.

    Caca naval nao e para ganhar concurso de beleza nao (isso e coisa para a vedete do site: La Belle de jour, le Rafale. rsrsrsrs), mas sim para ser forte, resistente e carregar uma grande variadade e quantidade de armamentos para cumprir suas missoes.

    Voce se lembra dos F-14 Tomcat? Linda maquina nao e mesmo. Mesmo assim, os F-14 ainda eram bem mais corpulentos (tijolao) do que os F-18, mas as linhas aerodinamicas eram bem mais elegantes.

    Se eu pudesse escolher os dois, eu escolheria os F-18 SH para a MB e os Rafales para a FAB, e fim de papo.Hehehehehe.

    Ja passou da hora de separar a forca aeronaval, da forca aerea.

    Essa de que so a FAB pode deter o previlegio do uso exclusivo dos meios de combate aereo e uma doutrina completamente ultrapassada.

    SH FOREVER.rsrsrsrs.

    sds.

    • Braz says:

      Grande Tadeu…

      Infelizmente o F/A-18 veio na sombra do F-14. Não há como comparar os dois caças. Lamentávelmente a US NAVY ficou sem um interceptador. O F/A-18 não honra os F-14 e duvido que tenha um desempenho rasoável contra os do Irã, se forem bem pilotados.

      Enquanto os F/A-18 são “tijolos com asas” os F-14 eram “Albatrozes”… Pesados em terra, mas de graça e habilidade impar em vôo. Ainda são aviões e se forem revisados como foram os F-15, os F-22 e F-35 vão para o depósito mais cedo.

      Para a sorte dela as ameaças que tem que enfrentar agora não são tão sérias quando as da epoca do F-14, mas não arriscaria os F/A-18 contra um SU-30 bem armado e pilotado.

      Contra norte coreanaos, venezuelanos e outros tantos que usam os SU-30 por medidas econômicas, tudo bem, mas contra os russos, chineses e indianos… Não arriscaria minhas fichas… Principalmente contra os russos, pois tem acesso aos melhores mísseis.

      Não se preocupe em “Achar”, eu mesmo digo… ADORO o F-14… Aquilo era avião de verdade e um inimigo para ser temido… O F/A-18 promete demais, cumpre de menos e só pedreiro pra achar aquilo bonito. :)

      []´s

      • Gostaria de adicionar o F-15 aos seus comentários sobre o F-14, mas apenas na minha cota, rsrs

      • Tadeu Mendes says:

        Grande Braz,

        Pude sentir a emoção nas suas palavras ao mencionar os veneráveis F-14. Estou plenamente de acordo.

        A despedida desses caças na US NAVY foi um evento de gala. Uma grande máquina, realmente. E se comparamos com os F-18, os Tomcats ganham com uma grande margem de vantagem.

        Eu só não entendo o porque não fizeram um upgrade nos F-14, como fizeram com os Hornets.

        Acho que com os novos materiais (já toquei na fuselagem dos F-14, o material do caça é a base de compostos), e suite eletronica estado da arte; os F-14 ainda seriam um caça temível; melhor até que os F-15.

        Quanto ao tijolo, hehehehehe, como eu sou pedreiro (Maçon), tenho uma grande admiração pelos BRICKs. rsrsrsrsrs.

        sds.

      • Braz says:

        Ô Tadeu, não apela, Tadeu… Não apela!

        Os maçons são arquitetos, não pedreiros. Não varia, Tadeu, não varia… Seus colegas vão acabar tacando-lhe uma tijolada na nuca uma hora destas por rebaixar a sociedade de arquitetos para pedreiros. :)

        []´s

    • > La Belle de jour, le Rafale. rsrsrsrs)

      rsrs, ainda não consegui parar de rir…

  • Helio Correa says:

    Mais um encontrado, adivinha, mas não era este ainda:

    O F-18 ganhou azul nesse quesito, mas avermelhou no item “assinatura-radar”, que significa o rastreamento pelos radares inimigos. O Rafale, segundo dados oficiais, é o caça mais “invisível” dentre os concorrentes.

    Em recente exercício simulado com a Marinha americana, os jatos franceses “derrubaram” seis caças F-18 e perderam só duas aeronaves. Os pilotos americanos disseram que só conseguiam ver o Rafale no radar quando já era tarde demais para reagir. Agora, quem precisa agir rápido é o governo brasileiro.

    http://defesabr.com/blog/index.php/21/12/2009/relatorio-da-fab-e-rafale-f3-cacando-f18-typhoon-e-ate-f22/

    • Braz says:

      Grande Hélio…

      Por que você acha que eu chamo o F/A-18 de “tijolo voador”? O bicho é um paralelepípedo com asas! Ele só não emite as ondas de radar… Mas refle todas as que baterem nele (é capas de bater de volta! :) )

      O Rafale é desenhado já para reduzir as reflexões de radar desde o inicio. Vide as tomadas de ar. Aquele formato delas é para evitar que as ondas de radar atinjam os motores do caça.

      Mas se forem comparar as assinaturas do Gripem e do Rafale vão perceber que o Gripen tem discrição ligeiramente melhor, por ser menor que o Rafale. Ambos os projetos são mais recentes do que o “Tijolão”.

      Antes que comecem a me sacanear… NÃO ESTOU DEFENDENDO O F/A-18! Quero mais que o F/A-18 queime no inferno! Estou explicando o caso ao colega, tá? :)

      []´s

      • > Quero mais que o F/A-18 queime no inferno!

        kkkk, queria ver a cara de poucos amigos do Tadeu ao ler isso… “vou pisar e dançar em cima do que sobrar do Braz depois que eu lhe der aquela surra merecida”, rsrsrs

    • Receita do bolo que varre vespas do ceu, rsrs:

      “Tudo corria relativamente em sua normalidade até entrar em operação o Dassault Rafale que, de posse de sua moderna suíte Optoeletrônica, fez com que o jogo mudasse rapidamente. O Rafale pode identificar visualmente alvos nas metas de 30/40 km, enquanto a identificação de defesa aérea provida pelos demais vetores ficou na casa dos habituais 3/5 km.”

      • Tadeu Mendes says:

        Roberto,

        Será que os Rafales são caças de superioridade aérea? Melhor do que os F-18 SH, os Typhoons, os F-16s?

        Se os Rafales deram show em alguns exercícios e possuem essa suíte optoeletronica superior aos concorrentes, será que os Rafales poderiam bater nos Sukhois do Hugo?

        Entre os Flankers e os Rafales, quem sairia vencendor no combate?

        sds.

  • marcos s says:

    Tadeu e Helio Correa

    Uma das fontes para o Rafale é esta:

    ————

    De acordo com o Blog francês Secret Défense:

    o Rafale teria brilhado nos exercícios do ATLC (Air Tactical Leadership Course), realizado nos Emirados Árabes, repercutiu com força em fóruns da internet.

    Os exercícios, realizados entre 15 de novembro e 9 de dezembro, colocaram lado-a-lado F-16 C/D Block 60 e Mirage 2000-9 (UAE), F-16 MLU (Jordânia), F-7 ( versão modernizada no MiG-21 (Paquistão), Typhoon (Reino Unido) e F-16 CJ e F-22 (EUA), com AWACS e aviões-tanque.

    O ATLC, que seria “o Red Flag dos Emirados”, incluiu raides com 40 aeronaves, em missões simulando um conflito de alta intensidade. As aeronaves tiveram que enfrentar oposição aérea e de superfície.

    Segundo as informações passadas por um piloto francês, no combate aéreo, o sensor frontal (OSF) de rastreio por infravermelho do Rafale se destacou, conseguindo visualizar alvos a 30/40km de distância. Na parte de guerra eletrônica, o Rafale detectou ameaças superfície-ar que os F-16CJ americanos não conseguiram.

    Os Rafale também simularam seis ataques ar-superfície contra alvos a distâncias de 20 a 40km e dispararam 6 mísseis ar-ar Mica, todos num minuto, confirmando a versatilidade da aeronave.

    Em combate aéreo, os Rafale ganharam de goleada dos Typhoons da RAF, atingindo scores de 4 a 0 e 3 a 1, em combates 4 x 4 (esquadrilha contra esquadrilha).

    E pasmem, os Rafale também teriam arranhado a reputação do F-22 Raptor, o mais avançado caça do mundo, que teria ganhado apenas uma vez do Rafale no dogfight.

    Em resumo, o desempenho do Rafale no ATLC teria sido o seguinte:

    Rafale versus Typhoon: 7 x 1 para o Rafale, com armamento ar-ar degradado;

    Rafale versus F-22: Combate aéreo a curta distância, em alcance visual. Rafale no HUD do F-22 só uma vez;

    Rafale em missões SEAD detectaram sites de SAM que os F-16CJ não detectaram;
    O OSF do Rafale funcionou bem contra alvos a 20 milhas.

    Demonstração de capacidade “omnirole” com disparos de 6 Sagem AASM contra 6 alvos diferentes e engajamento simultâneo de alvos aéreos com 4 mísseis BVR MICA. Nesta missão, o assento traseiro do Rafale era ocupado com um piloto dos Emirados.

    O desempenho do Rafale ainda precisa ser confirmado por quem estava do outro lado, mas de qualquer forma foi uma demonstração importante do avião, no momento em que se definem as negociações com os Emirados.

    Para o F-X2, a notícia também é boa para a França e para o Governo Brasileiro, que tem o Rafale como preferido.
    ———-

    • Helio Correa says:

      Muito bom, Marcos, obrigado. Mas tenho certeza, há outros mais, o mais cômico era o reclame do piloto do F18. Na hora pensei: trauma no rapaz…

    • Braz says:

      Grande Marcos…

      Quem forneceu estas informações? Exercícios desta naturesa NUNCA têm seus resultados totalmente revelados. Por quê este tem tantos detalhes?

      Por quê não forneceram os resultados dos Rafales no RED FLAG americano? Se não me engano, os Rafale já participaram de um lá em Nelis, não foi? Estes é que eu gostaria de ter as informações.

      Muita propaganda em hora errada. Isso me lembra… O que aconteceu para que aqueles dois Rafales colidissem no ar no Mediterraneo? Qual foi o resultado da investigação? É… O bom publica-se, o ruim varre-se para baixo do tapete. Tá limpo… Todos fazem isso.

      []´s

    • Marcus S : nós apresentamos tudo isso ao Tadeu Mendes há meses, mas ele esqueceu de raiva, rsrsrs

  • Helio Correa says:

    Grande Tadeu, ainda não achei a primeira, mas achei outras mais que continuam vazando sobre o exercício/teste nos EAU. Pior agora, parece que mais informação relaciona o Eurofigther também, e mais dificuldades dos F22 para serem tão superiores.

    Ps. Mas estou seguro que em uma das que eu vi, em dois lugares distintos, o piloto do SH18 acho que a versão E, reclamou aos superiores de somente ver os Rafales quando já era tarde demais, ou seja, já haviam sido engajados. Suspeitavam ainda do spectra e da detecção não ativa.

    xxxxxxxxxxxxxxx

    Rafale vence Eurofighter e põe em cheque a superioridade atribuida ao F-22 Raptor

    É o que diz o site Secret Defenses. Segundo o site, a participação de seis aviões de combate Rafale F3 no exercício Air Tactical Leadership Course (DPAC), que segundo foi noticiado seria a reunião da “Elite” da caça mundial, mesmo não contando com os hábeis pilotos da IAF (Força Aérea de Irael) e pela ausência dos pilotos da estrela vermelha a Força Aérea Russa dentre outros consagrados caçadores e suas máquina de guerra.

    O exercício teve como terreno os Emirados Árabes Unidos e foi efetuado entre 15 novembro – 9 dezembro, as informações ainda são escassas, porém nas palavras do tenente-coronel Fabrice Grandclaudon comandante do esquadrão 1 / 7 Provence (Saint-Dizier) pode-se ter uma idéia do que aconteceu,”Um Sucesso total“, garantiu.

    A participação neste importante exercício internacional foi muito importante para a França, que claramente assinalou com um bom desempenho a sua participação aferindo superioridade frente as máquinas mais modernas disponíveis no inventário ocidental. Ponto positivo para a Dassault uma vez que a disponibilidade operacional do Rafale teria sido “exemplar” Eles foram capazes de participar nos exercícios de duas patrulhas de quatro aviões por dia a partir da base de Al Dhafra sem restrições e sem interrupções.

    O exercício

    O exercício reunia uma formidável miscelânea de máquinas e homens que iam desde F-16 C / D Block 60 e Mirage 2000-9 (EAU, ambos considerados as melhores de suas respectivas famílias), F-16 MLU (Jordânia), F-7 [uma versão modernizada do MiG-21] (Paquistão) Typhoon [Eurofighter] (Reino Unido) F-16 e F-22 (E.U.A.). As forças auxiliares contavam ainda com a paeronaves E3 AWACS e aeronaves reabastecedoras. O exercício é importante para simular ataques a aeronaves de quarenta anos, em “missões realistas representar um conflito de alta intensidade“. O equipamento deve enfrentar uma contraposição ar e terra-ar.

    O Ponto de virada

    Tudo corria relativamente em sua normalidade até entrar em operação o Dassault Rafale que, de posse de sua moderna suíte Optoeletrônica, fez com que o jogo mudasse rapidamente. O Rafale pode identificar visualmente alvos nas metas de 30/40 km, enquanto a identificação de defesa aérea provida pelos demais vetores ficou na casa dos habituais 3/5 km.

    O Rafale teria ainda detectado emissões provenientes de vários pontos no solo, coisa que os F-16 da USAF, o principal destacado para isto, não o conseguiu, marcando ponto no quesito Guerra Eletrônica. Um Rafale teria conseguido o feito de poder disparar uma rajada simulada de 6 armas ar-terra (A2SM) em seis alvos distintos a uma distância de 20 a 40 km e em seguida procedeu um combate ar-ar, disparando três mísseis ar-ar Mica, tudo isto no curto espaço de 60 segundos, confirmando a versatilidade e a capacidade omnirole do vetor.

    Ar-Ar

    No cenário ar-ar, o Rafale deu mais provas de sua superioridade frente aos Typhoon britânicos, aeronaves muitas vezes consideradas superiores e uma das máquinas mais poderosas presentes no exercício. Nos confrontos 4 contra 4 os rafales levaram a vantagem em 7 x 1.

    O mais importante, o confronto contra o “Temido” F22 Raptor (a aeronave mais poderosa e moderna) da Força Aérea dos Estados Unidos teria acabado sem a esperada superioridade atribuída ao caçador stealth, segundo a nota, o caça francês teria “esfregado” o F-22. As aeronves teriam se enfrentado em diversas ocasiões sendo que apenas em uma delas o Rafale teria ficado sobre a mira do predador futivo.

    Nota do Blog

    Não se tem informações acerca da possibilidade do Rafale ter enquadrado o F-22, por se tratar de um exercício militar, as condicionantes e peculiaridades das provas não devem ser interpretadas como a realidade dos fatos, é necessário ainda obter as confirmações de tais feitos provenientes de outras fontes participantes do exercício uma vez que aqui só são apresentados os pontos positivos.

    Porém pode-se extrair dai algumas conclusões:

    1- O Rafale prova, assim, a sua capacidade omnirole prometida pelo seu fabricante.

    2- A máquina francesa se mostra superior em alguns quesitos ao seu principal concorrente o Eurofighter Typhoon em médias de 7×1 no confronto igual para igual.

    3- A capaciadede SEAD foi demonstrada e mostra-se um dos trunfos do caçador francês.

    4- Não há máquina perfeita nem tão pouco super-máquinas imbatíveis, resta mais informações para confirmar isto, porém baseando-se no mito de que o F-22 seria imbatível, o Rafale teria logrado êxito sobre este, uma vez que caberia ao caçador americano abater a presa sem dificuldades, conforme o mito propagado.

    http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=263271

    http://pbrasil.wordpress.com/ contém, mas requer garimpar.

    http://secretdefense.blogs.liberation.fr/defense/2009/12/carton-plein-pour-le-rafale-lors-dexercices-aux-emirats.html

  • Tadeu Mendes says:

    Braz,

    Vejo a situacao como grave. As suas afirmacoes sao bastante fortes e graves.

    Toda essa balela de transferencia irrestrita de tecnologia por parte da Franca, e a consequente pixacao contra os americanos por falta transparencia (declaracoes do governo e dos defensores dos Rafales) e vamos acabar morrendo na praia, depois de tanto nadar.

    Ou seja; no final, vamos mesmo e acabar montando 30 Revells de Rafales.

    Eu ja faco isso desde crianca…montar Revells. E para isso que estamos pagando toda essa grana? Ou sera que a “moeda” de troca para um apoio da Franca ao Brasil, como membro permanente no CS da ONU, seria esse megapacote de defesa entre Brasil e Franca?

    Helio Correa,

    Voce esta correto em quase tudo o que disse. So estou curioso com os seus dados sobre a performance do Rafale.

    Voce mencionou um Kill Ratio de 6:1 entre estes cacas e os SH. Voce poderia passar a fonte dessa informacao?

    Me parece muito alto. Eu ja mencionei aqui que, alem do equipamento (Cacas e suite eletronica), o treinamento em taticas e armas tambem contam e muito. Nesse aspecto, tanto os EUA quanto Israel se primam pela superioridade tecnologica e treinamento em combate aereo.

    A filosofia por tras desses treinamentos, e que o piloto passe a atuar na base do reflexo puro, sem ter que tomar decisoes pensadas (perda de tempo precioso).

    sds.

    • Helio Correa says:

      Vou garimpar esta pergunta, estava dentre os outros lugares no Blog do Moraes Vinna. O que mais gostei,- me lembro de ter sido num exercício recente nos EAU -, foi os pilotos americanos se queixando de que, quando eles conseguiam ver os Rafales, ja era muito tarde, rs,… vou brincar aqui, créeeeuuu.kkk

      Eles encararam com boa desenvoltura até os Typhoon’s. Quem é claro tinha a melhor tecnologia de todos era o F22, no chances…mas achei até kill de canhão dos Rafales sobre os F22. Tem aprox. uns 2 meses ou perto. Achando eu linko aqui.

    • Eis uma viúva que não desiste jamais, rsrs

      Em termos de treinamento, sou muito mais a aviação da MB que a FAB, rs. Por que será?

  • É noticia velha e por isso mesmo a maioria já deve ter lido mas…

    Almirante esteve no País com o vice-presidente internacional
    da Dassault para confirmar garantias prometidas por Sarkozy

    BRASÍLIA – Dando prosseguimento à ofensiva para a venda de 36 novos caças para o Brasil, o almirante Edouard Guillaud, chefe do gabinete militar do presidente da França, Nicolas Sarkosy, esteve na segunda-feira, 21, em Brasília, em companhia do vice-presidente internacional da Dassault, fabricante do caça francês Rafale.

    Eles se reuniram com o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, para “trazer a garantia do governo francês”, seja oferecendo as mesmas condições financeiras dadas à Força Aérea francesa quando adquiriu as aeronaves, seja de transferência de tecnologia “completa, sem restrição e sem limite”.

    Todas as garantias já estavam registradas na carta assinada por Sarkozy e entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na manhã do dia sete de setembro, antes de os dois países apresentarem o comunicado conjunto dizendo-se “parceiros estratégicos”, quando foi anunciada a abertura das negociações com a França para a aquisição dos 36 Rafale. “Espero tê-lo convencido”, disse o almirante em entrevista exclusiva ao Estado, após a audiência com Jobim.

    Mesmo sem querer falar sobre o preço do pacote de venda do Rafale e os seus custos – de acordo com autoridades brasileiras, o maior problema do modelo francês -, o almirante Guillaud assegurou que o custo da hora de voo do modelo francês “não foi considerado alto” pelo Brasil.

    Pressionado a responder se a França reduziu sua proposta para assegurar a “preferência política” antecipada pelo Brasil, o chefe do gabinete militar de Sarkozy reconheceu que “há problemas de preço” e sinalizou que a França já abaixou os seus valores, para se manter no páreo: “nunca vi uma negociação comercial terminar com um preço superior ao preço inicial”.

    O almirante Guillaud fez questão de estar no Brasil nesta segunda-feira, 21 de setembro, dia em que encerraria o prazo para a entrega das propostas de todos os concorrentes, e que foi adiado para dois de outubro. Ele estava presente no jantar, no Palácio da Alvorada, na noite de seis de setembro, quando Lula teve de trocar o cardápio porque a tampa da churrasqueira estourou, coalhando a carne que seria oferecida de pedaços de vidro. Guillaud riu ao se lembrar do ocorrido, e assegurou que o Rafale entrou no cardápio, mas não foi o prato principal já que, mais uma vez, na conversa, Sarkozy manifestou o apoio da França à aspiração brasileira de ter um assento no conselho de segurança da ONU.

    A seguir, a íntegra da entrevista:

    A Dassault é uma empresa privada. Ela vai honrar os compromissos feitos por Sarkozy?

    Nós (governo francês) somos o principal cliente da Dassault, o que nos dá algum meio de pressão. A Dassault representa apenas um terço do avião. Temos meios de garantir o que os compromissos firmados pelo presidente Sarkozy sejam cumpridos.

    O senhor esteve com o ministro Jobim. Está certo de que o escolhido será o Rafale?

    Falamos de uma Parceria global sustentável. A oferta da França é de uma transferência tecnológica completa, sem restrições, sem limite, com tecnologias que precisam de 15 a 20 anos para serem desenvolvidas e que somos os únicos proprietários e que não precisamos pedir autorização a ninguém para transferir esta tecnologia. Fui me encontrar com o ministro Jobim para trazer a garantia do governo francês quanto a esta transferência de tecnologia e uma segurança de que tudo será feito em boas condições financeiras, as mesmas que fazemos para a Força Aérea Francesa e a Marinha francesa. Espero tê-lo convencido.

    Qual o valor do pacote?

    Nós respondemos a cada item do edital. Como a licitação não terminou oficialmente, não posso dar números.

    O presidente Lula disse a Sarkozy que não seria possível chegar a um acordo porque o preço dos franceses era muito alto. Ele foi reduzido?
    Não tenho lembrança desta conversa entre os dois presidentes. O que eu sei é que de fato o Rafale é um avião mais caro do que um dos seus concorrentes. Só que o concorrente menos caro vai duas vezes menos longe, tem um só motor – e é por isso menos seguro, comporta duas vezes menos armas, tem um problema diplomático de transferência de tecnologia e sobretudo é um avião virtual, um jato de papel. Quando me dizem que custa duas vezes menos, (questiono) como se pode dizer isso de algo que não existe ainda. Vamos esperar ele voar e ser produzido em série, para depois comparar. No dia que a licitação for fechada é que as negociações comerciais vão começar. Os brasileiros de um lado, e a indústria francesa de outro, vão discutir preço. Nunca vi uma negociação comercial terminar com um preço superior ao preço inicial.

    Mas o problema maior neste momento é o preço da hora de voo e o preço do pacote do avião.

    Não é verdade. Muitas pessoas não francesas têm feito muitas declarações. E é por causa desta onda de desinformação que aceitei dar uma entrevista. Nenhuma autoridade francesa havia falado até agora. Como o Brasil, somos uma democracia. Queremos que as coisas aconteçam em um quadro jurídico, comercial e industrial transparente. De fato, há questões de preço. Isso é natural. Mas, qualquer que seja o vencedor, isso só será negociado depois da proposta técnica. Se você ler revistas sobre a indústria automobilística, verá que as revistas nunca concordam com o preço do quilômetro do mesmo carro, porque isso depende de muitas variáveis, até da idade do piloto, do estado do asfalto onde vai rodar, etc.

    Mas as autoridades brasileiras se queixaram por exemplo do custo da hora de voo.

    O que eu sei é que a Força Aérea Brasileira e a francesa já tem uma aeronave comum que é o Mirage 2000. E posso dizer que o custo da hora de voo de ambas é da mesma ordem. E o custo da hora de voo do Rafale está em contrato. Não é uma avaliação. É de 9,8 mil euros por hora, nos próximos dez anos. Foi um contrato com a indústria. É por isso que falo em transparência. É um valor teto para a aeronáutica e a marinha. Além disso, a indústria é que paga. Há muita desinformação.

    Eu insisto, este preço foi considerado muito alto pelo governo brasileiro.

    Não foi considerado alto. Este já é a mesma ordem de preço dos Mirage atuais. E é para um avião maior, muito mais potente. O governo americano, de forma pÚblica, fala em um montante de 7 mil dólares pelo F-18 Super Hornet. Considerando a taxa de câmbio, desfavorável para o euro, a oferta francesa é equivalente, como numero. No entanto, o que posso lhe dizer é que existem outras variáveis como o peso da transferência de tecnologia, o valor financiado, etc.

    Quantos aviões serão construídos aqui no Brasil?

    O que a França propôs foi que dos 36 aviões, os seis primeiros seriam fabricados e montados na França. Os 30 seguintes, peças fabricadas na França e montados no Brasil. E se a FAB decidir ir além disso, aos poucos tudo seria transferido para o Brasil. Isso é a manifestação prática de transferência de tecnologia.

    O que inclui o pacote?

    Tudo. Armamentos, software, radares, inclusive algumas armas que a FAB já tem e que serão adaptadas. Além dos códigos-fonte, que permitem ao Brasil fazer um Rafale diferente.

    Quais são os pontos da carta que Sarkozy deixou com Lula?

    Confirmo a existência da carta. Os itens essenciais são de que a transferência de tecnologia será completa, os preços serão comparáveis com os cobrados das forças armadas francesas e que, obviamente, o governo francês vai ajudar o governo brasileiro para ter certeza de que tudo será feito com a maior transparência. A taxa de financiamento ainda não foi abordada, mas é claro que a França vai oferecer um financiamento preferencial e subsidiado. Somos parceiros estratégicos. Está fora de cogitação nos comportarmos como vendedores de armas. Parceria estratégica significa muitas coisas.

    No jantar, o presidente Lula assegurou que o Brasil iria comprar os Rafale, disse que o avião estava escolhido, como chegou a ser confirmado pelo ministro francês?

    Não aconteceu assim. O presidente Lula é que deve responder porque ele era o anfitrião. Ele disse que se orientava por uma preferência política, o que repetiu na coletiva. Quanto ao resto, não havia microfones e o anfitrião deve falar.

    Mas me parece que o ministro da Defesa francês declarou que o presidente Lula concordou em comprar o Rafale e disse isso para os senhores.

    Ele não estava naquele jantar. Eu estava naquele jantar. O presidente Lula marcou uma preferência política. Ficou claro que havia boa fé da França em relação à transferência de tecnologia. Isso não são interpretações, são fatos, são palavras.

    O senhor pode detalhar os itens da carta?

    Não. A carta é muito curta, muito clara, com compromissos de um presidente de um país amigo com outro país amigo. É que durante conversa se verificou que havia informações contraditórias que estavam circulando e que, era importante dar explicações que cabiam ali. Explicações para as negociações. Isso tudo aconteceu em um clima extremamente amistoso.

    O senhor está confiante de que serão vencedores?

    Se eu falar como militar, das três aeronaves, o Rafale é o melhor. Como engenheiro, das três aeronaves concorrentes, tem uma que é mais velha e uma que não existe. Portanto, o Rafale é o mais moderno. Se eu falar como contribuinte, a relação qualidade preço é sensacional porque ela é acompanhada por uma transferência de tecnologia que é fenomenal e quem fala é um país que não precisa de pedir licença pra ninguém. Com a parceria será possível ter benefícios em inúmeras áreas, como a científica, estratégica, lançamento de satélites. Além disso, politicamente o presidente Sarkozy defende que o Brasil tenha um assento no conselho da ONU, defende ampliação do G-8 para G-14, com participação do Brasil. É uma abordagem global.

    Fala-se que o Rafale pode ganhar só pela preferência política e não técnica.

    Do ponto de vista tecnológico, o Rafale é superior ou igual a todas as outras aeronaves existentes.

    E a parceria com a Embraer ?

    Não apenas conversamos, como fizemos questão de que o vice-presidente da Dassault viesse comigo para que ele desse respostas. São mais do que 30 acordos firmados. Temos muitas coisas em comum e podemos nos complementar.

    O senhor também considera o cargueiro militar KC 390, da Embraer, um ‘carrinho de mão’, como disse o ministro da Defesa, Hervé Morin?

    (Constrangido e enrubescido). É claro que não. Juro pra você. Ele vai cumprir uma lacuna. Ainda vou convidá-la para voar neste avião pintado com as cores da França

    abraço

  • Braz says:

    Vamos ver…

    Os Rafales estão desenvolvidos, mas só chegam (os primeiros 6) em 3 anos… Por quê? Nada será produzido aqui para estes aviões… Nada, mas eles só chegam em 3 anos.

    Os outros 30 aviões levam outros 4 anos para chegarem aqui, ou serem montados. O máximo que faremos por este caça será fazer as asas e uma ou outra peça da estrutura.

    A transferência “Total” será aferida só DEUS sabe quando… Melhor… Eu sei quando… Quando precisarmos dela. Quando tentarmos colocar um míssil nosso em um trilho e tentarmos lançar, rezando para dar certo porque recebemos números que nunca foram checados. Bacana paca! É isso que chamam de “Transferência Irrestrita”? E quando ela se completará?

    SE entendi, e for cumprido, o cronograma e o contrato for assinado este ano, os 6 primeiros aviões aparecem em 2014, o que equivale a dizer que só teremos os 36 em 2018 (na data certa para as primeiras atualizações!), quando é que o programa de transferência tecnológica se completará? 2100?

    Se fossem caros apenas para a compra, tudo bem… A tortura terminava na entrega, mas não… O cara ainda é o mais caro de se manter, num país que a toda hora corta-se o orçamento da defesa ou arruma-se uma indenização para os militares pagarem.

    Beleza… Teremos 36 caças novinhos que não vão decolar por falta de verba, armados apenas com os canhões, pois não vamos comprar os mísseis necessários para armá-los e a lenha fica como ficou os nossos velhos e valentes Mirages III.

    É… Vai nessa. Encerra esta estorinha logo de uma vez, bota a grana na caixinha da Dilma, compra logo a cadeira do Sarkozy no CS e para de fazer de conta que estamos atendendo a END, afrontada com esta compra.

    []´s

  • Helio Correa says:

    Vejo a EMBRAER muito influente nos paradigmas correntes na FAB. Claro, “cachorro mordido de cobra se espanta até com lingüiça”. A FAB, junto com o EB e MB, amargou durante décadas a fio um isolamento/esquecimento sepulcral do governo e do legislativo. Agiam de forma que se mandassem matar os “periquitos do governo” seria um a menos para sustentar.

    Mas os tempos mudam, os sanguessugas deram mole, e entrou este governo, que mais parecia continuar o ditame sacramentado, mas agora uma luz. Pois bem, vacas magras, dindim escasso sempre, manutenção sofrível, e realmente a FAB tem do que se queixar e reclame legítimo.

    Mas o que temos agora? Vamos mudar…opaaa, mas mudar o quê, custeio, equipamento, investimento, tecnologias, ou a realidade em como são encaradas nossas tropas? Economizar até no rancho (dá um tempo, poxa), e depois vir argumentar que estamos diferentes?

    A tropa espera por sinais claros, positivos, começando pelo básico…rancho, soldos, legislação regulatória clara e pro – ativa, investimentos que se traduzam em GASTO COM SUSTENTAÇÃO DE CADEIA, nada de gasto vazio, sem retorno.

    Se vamos deixar de ser VIRA LATAS, bom mesmo, pois piloto lá em cima conta com o quê? Equipamento (vetor), armamento, doutrina, suporte e outros fatores que o permitam ver que não entrou numa roubada total.

    Vamos operar Rafales F3+, good, très bien, eles deram sustos até por momentos em F22, e escracharam os SH F18 em relação 6 para 1. Mas vamos mesmo entrar de sola? O piloto terá disponibilidade e oportunidade em ser treinado à exaustão, ao ponto de poder sentir o Rafale e armamento no sangue, pensou-agiu…de tão treinado…?

    Se formos para aí, muito bom, e trazer a monstruosa cadeia tecnológica agregada ao Rafale, em profusão militar e civil. Vamos dar um basta nesses DEMAGOGOS que abandonaram nossas forças, e o próprio Brasil, vampirando, com todo seu séqüito, e agora vem fazer amizade, gracinhas, e querer colocar o pé sobre a cabeça do Leão morto.

    Agora? Congresso Nacional em defesa de quê? Tratar o quê? O negócio deles é cuecas, meias, usar o ESTADÃO, VEJA para sair bem na foto, enfim… vamos sacudir a poeira, pois nosso continente espera por direção e equilíbrio.

 

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