Iveco Vai Produzir o Novo Urutu

Mídia : Estado de São Paulo

Data : 06/04/2009

Iveco vai produzir o novo Urutu

Principal blindado de transporte do Exército do Brasil será apresentado na Laad, a maior feira do setor na AL

Roberto Godoy

O novo Urutu, principal blindado para transporte de tropas do Exército do Brasil, vai mostrar seu perfil em dez dias, durante a Laad, a maior feira da América Latina dedicada ao setor de sistemas aeroespaciais e militares, realizada no Rio.

Urutu, no caso, é apenas um apelido. O veículo tem nome e sobrenome: Viatura Blindada de Transporte de Pessoal – Médio sobre Rodas, o VBTP-MR.

O projeto está sendo desenvolvido pela Iveco, empresa do Grupo Fiat, e pelas agências de tecnologia da Força terrestre. O resultado final do acordo prevê um couraçado de 18 toneladas, motor diesel, tração 6×6, anfíbio, com capacidade para receber 11 soldados equipados para combate, mais um motorista e um artilheiro.

DIMENSÕES

As especificações ainda não são definitivas, mas o padrão inicial sinaliza um carro de 6,9 metros de comprimento, 2,7 metros de largura e 2,34 metros de altura. O modelo terá uma torre móvel, de acionamento elétrico, para receber vários tipos de armas, e atingirá a velocidade de 90 quilômetros por hora em estrada (e 9 quilômetro por hora na água).

Também será equipado com navegador GPS, sistema ótico de visão noturna e armamento primário, formado por uma metralhadora 7.62 mm (ou .50) na torre e sensor de detecção laser.

Ao todo, serão nove configurações, de uma central de comando a até um poderoso lança-morteiros de 81 milímetros.

As medidas básicas permitirão o embarque em cargueiros C-130 Hércules e KC-390, da Embraer, avião que será adotado pela aeronáutica.

A Iveco não comenta valores, mas, no anúncio do resultado da concorrência, em setembro de 2007, o Comando do Exército destacou que o preço unitário pretendido deve ficar no teto de US$ 1,8 milhão, cerca de 50% da cotação média internacional.

O primeiro protótipo já está sendo construído na fábrica de Sete Lagoas (MG) e deve ficar pronto em 2010, a tempo de participar da parada de 7 de setembro, em Brasília.

A etapa de testes começa imediatamente após o recebimento. Até 2011, serão entregues outras 16 unidades. Essa pré-série será a última a manter algum tipo de similaridade de desenho com o velho Urutu. O Comando do Exército definirá, então, o tamanho e o prazo do pedido definitivo.

Segundo a Iveco, o índice de nacionalização de componentes e peças chegará a 60% com relativa facilidade, “dada a qualidade dos fornecedores nacionais de componentes e peças”.

O SUCESSO

O Urutu EE-11 foi fabricado até meados dos anos 80 pela extinta Engesa. É o maior sucesso de vendas da indústria nacional de blindados, que era uma das cinco maiores do mundo em 1985.

Aperfeiçoado a partir da experiência da tropa brasileira que atua no Haiti, o futuro modelo terá sistema eletrônico central de controle remoto de armas, a possibilidade de incorporar diversos tipos de acessórios externos, como escudos específicos e torretas, além de pneus resistentes a projéteis de alto impacto.

Até 2005, o programa era conhecido como Urutu-3, uma iniciativa de custo relativamente baixo, que pretendia apenas modernizar os remanescentes da frota de 223 unidades comprada pelo Exército.

Se não houver alterações orçamentárias, os recursos para o projeto VBTP-MR vão sair de uma dotação especial de R$ 7 bilhões, anunciada em 2007 e destinada a investimentos nos programas de modernização. Correndo tudo bem, a cada ano, até 2013/2014, a Força terá R$ 1 bilhão para aplicar em diversos projetos.

O couraçado, reconfigurado, está sendo largamente empregado no Haiti e não apenas pelos 1,2 mil homens da tropa brasileira envolvida na missão de Paz da ONU. O temido grupamento jordaniano, responsável por algumas das mais violentas operações cumpridas pelo contingente multinacional, emprega o modelo. O batalhão da Jordânia, um dos antigos clientes da Engesa, despachou para lá um esquadrão Urutu, dois dos quais no arranjo de socorro médico de campanha.

Diariamente, relata um oficial do setor de operações, patrulhas armadas do Brasil percorrem as áreas de maior tensão na capital do Haiti, Porto Príncipe. Os veículos, cerca de 20, passaram por modificações.

Ganharam, por exemplo, uma pá dianteira de aço, do tipo buldôzer, para remover as barreiras de entulho com as quais os rebeldes bloqueiam o trânsito nas vielas de Cité Soleil e Belair, os bairros de alto risco da cidade. Por causa da aparência, o Urutu é recebido aos gritos – de alerta ou de saudação – de “la voiture moustache!” (o carro de bigodes).

O PROBLEMA

O Comando do Exército tem outro problema a resolver no segmento: o destino de aproximadamente 500 robustos blindados, de tração por lagartas, do tipo M-113B, que equipam as unidades de infantaria.

Foram produzidos 80 mil veículos, utilizados pelas forças armadas de 37 países. Por meio da Casa Mayrink Veiga, intermediadora de negócios na área de equipamentos de defesa, chegaram ao Brasil 584 unidades, a partir de 1965. Quase todas foram modernizadas no grupo industrial Motopeças há cerca de 20 anos.

Em fevereiro de 2008 foi anunciada a decisão de revitalizar amplamente o grupo restante – troca das lagartas, reforço na frágil blindagem de alumínio, novos motor e transmissão.

Todavia, passado um ano, o processo, sem recursos e atingido pelo corte no orçamento, foi cancelado em janeiro.

NÚMEROS

888 blindados Urutus EE-11 foram produzidos pela extinta Engesa e vendidos a US$ 400 mil cada um.

223 unidades foram compradas pelo Exército brasileiro entre 1972 e 1989.

665 foram exportados para 15 países: Angola, Bolívia, Chile, Colômbia, Dubai, Equador, Gabão, Iraque, Jordânia, Líbia, Paraguai, Suriname, Tunísia, Venezuela e Zimbábue.

4 Urutus do Iraque acabaram perdidos para tropas do Irã, em 1981, no batismo de fogo do blindado.

Nosso Comentário:

O ritmo de produção do VBTP-MR, ou Urutu III, é extremamente lento. Porém, espera-se que sejam incorporadas novidades tecnológicas ao longo do processo. O objetivo continuará sendo provir o EB e exportar.

Imagina-se que seu desenvolvimento e o do cargueiro C-390 serão feitos em consonância, para que o primeiro caiba no segundo.

O que acontece com os 500 blindados M-113B ninguém no Brasil estranha mais. Nunca há verbas quando se trata de Defesa. Se 500 blindados muito antigos não conseguem ser modernizados para darem alguma proteção aos usuários, intriga-nos que algum dia possa haver novidades nessa área, para sua substituição.

Até o Urutu III, licitado há um ano e meio, corre risco de ser cancelado porque Defesa não é prioridade do governo atual.

Enquanto isso, Copa do Mundo e Olimpíadas, armações devoradoras de dinheiro público e ferramentas perversas dos políticos (levam a reeleições, desvios de verbas, etc.), fazem sucesso em Brasília e nos Estados.

Em janeiro de 2009, a diretoria de manutenção, do departamento logístico do EB, precisou comunicar o cancelamento do Projeto de Modernização e anunciou que passaria a tratar apenas de um aperfeiçoamento.

Serão gastos bilhões e bilhões de Reais nessa área de espetáculos grandiosos, sem retorno à população, ainda sem saúde para todos, educação de verdade, segurança nas cidades e muito menos defesa frente a um mundo cada dia mais insano.

Roberto Silva

DEFESA BR

Urutu III na LAAD 2009

Urutu III na LAAD 2009

 

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27 Comments »

 
  • Cleber Carvalho da Rocha says:

    Que me desculpem os congressistas, mas defesa é coisa séria! e eles deveriam pensar mais no país que eles representam e tomar vergonha na cara! Reduzir os gastos do governo e dos seus alto salários e equipar as nossas forças armadas como se deve, chega de palhaçada!! Desculpem, mas alquem tem que protestar, é pelo bem da nação.

  • luiz pinelli neto says:

    A PetroSal!!!

    Ou o nome que tiver, não importa! Quero ver o dinheiro no Fundo de Reserva dos Recursos para as FAs para aplicação do Plano Estratégico e ao estímulo às Industrias de Material Bélico Pesado do Brasil. Só tomamos ciência da briga política de quem fica com a cota-parte maior.!

    Viva o Brasil. Luiz

  • Capacidade Militar.
    Recentemente vi um tanque blindado Sherman da 2ª guerra, repotencializado pela engenharia militar de Israel. Causou-me uma excelente impressão, o exército de Israel colocou neste Sherman um canhão de 105 mm. Tudo bem, são cenários e teatros de guerra diferentes, mas a capacidade da engenharia militar de Israel chamou muito atenção juntamente com chama patriótica deste povo valente. Luiz

  • luiz pinelli neto says:

    O Plano Estratégico e os Custos Gerados !!!

    Hoje, este patriota velho está muito preocupado com o desenrolar do nosso Plano Estratégico de Defesa Militar. Aliás, é o mínimo que se pode esperar de todo brasileiro que tenha vergonha na cara.!!!!!!!Até agora o governo não definiu as Fontes de Recursos tão necessárias à execução plena deste Plano de Defesa, pois, vejamos o tamanho do território brasileiro, com toda sua diversificação geográfica do terreno, sem falarmos do grande contingente humano das nossas FAs.

    A necessidade da organização e do aparelhamento de material bélico, com a aquisição de novos armamentos, com a adequação, ao terreno brasileiro, de outros armamentos modernos, com a repotencialização de alguns bons equipamentos, a substituição urgentes de outros já deficientes, e a regulamentação de compras no exterior, de materiais bélicos considerados essenciais, e, só poderão ser feitos, integralmente, se o prazo de aplicação deste plano, teoricamente muito bom, for necessariamente LONGO, aplicáveis, por vários exercícios ou gestões governamentais. E para que isso seja possível, temos que dispor, sempre, de muito DINHEIRO.

    Outro grande perigo para a Soberania Nacional são estes milhares de ONGs de origem norte- americana que infestam nossa floresta amazônica, diante de sucessivos governos federais frouxos, covardes, traidores da Pátria, corruptos tem livre trânsito para agirem da forma que melhor lhes interessa, na verdade amaldiçoados ladrões, canalhas escorados atrás de políticos altamente corruptos.

    Papo furado de políticos, somente, nada vai resolver. A sociedade e o povo brasileiros devem mudar, rapidamente, de nível de mentalidade para que saibam exigir, convenientemente, de seus governos eleitos, por VOTO DIRETO, as responsabilidades que repousam sobre seus ombros. Provavelmente, existem brasileiros que preferem falar em INGLÊS e não em português. Por desgraça nacional são, na verdade, simples “bonecos”, vazios de quaisquer sentimentos. Vivem, trabalham e se sustentam neste solo pátrio, mas não se dão conta deste privilégio, só vibram na vida por pequenas coisas, além, de terem, também, garantidos seu DIREITO PESSOAL, de assim se manifestarem.

    Mas, voltando às Fontes de Recursos, que devem ser fixadas com clareza nos Orçamentos Públicos Anuais. Os instrumentos de planejamento orçamentário, como a LDO, e o PPA devem ser acionados de forma que, as despesas públicas decorrentes da contínua e permanente realização financeira, num regime plurianual, deste Plano Estratégico, seja legalmente assegurado às FAs, (que a muito anos estamos devendo um tratamento digno), à Sociedade e ao Povo do BRASIL.

    É bem oportuno, também, mais uma vez deixar expresso, o comportamento muito digno e ético das nossas FAs, especificamente de cunho militar, honrado e místico como determinam as melhores tradições militares da história da civilização. Se mantém à margem deste vergonhoso desempenho político dos nossos representantes no Congresso Nacional, além de suportarem com um silêncio heróico os reflexos calamitosos dos erros políticos cometidos por outras mentes do passado. E o mais glorioso que vemos e sentimos não se contaminaram com os respingos desta sujeira política em moda. Só para esclarecer, que vos fala é apenas um civil velho e cansado de ver as mesmas coisas sempre ocorrendo no Brasil.

    Repetindo, o que já falamos em outros BLOGs da Defesa Estratégica, elencamos outras medidas, que a SOCIEDADE CONSCIENTE, devia exigir destes governos impatrióticos e irresponsáveis que tomassem, imediatamente, da FORMA MAIS PRÁTICA, que encontrassem para se atingir a REDUÇÃO do CUSTO BRASIL, e, a GARANTIA do PLANO MILITAR em CARÁTER PERMANENTE:

    Então, vamos:

    1)- redução do tamanho do Poder Legislativo; se este povo fosse esperto, faria uma rigorosa seleção dos candidatos, mas……………….

    2)- também redução do tamanho do Poder Executivo, só organizados estruturalmente com 9 ou 10 ministérios;

    3)- extinguir, definitivamente, (antes do Lula transforma-los em Lei) os programas “sociais” eleitoreiros demagógicos;

    4)-acabar com os “cabides” de empregos e valorizar / respeitar os concursados, por seleção externa;

    5)- policiar com o rigor da Lei a execução das despesas públicas do orçamento anual;

    6)- impedir, com dignidade, o uso da despesa pública para se transformar em base política, disciplinando-as para o cumprimento legal da execução orçamentária, com seus programas e projetos aprovados e constantes da Lei Anual;

    7)- instituição de uma Emenda Constitucional com o fim de incluir como Norma Constitucional de Soberania e Segurança Nacionais a execução permanente do Plano Estratégico de Defesa Militar e Soberania Nacional;

    8)- os itens de 1 a 6 constituem a denominada Economia de Custos Orçamentários, ou em outras palavras, receitas econômicas.

    A Execução Prática do Plano Estratégico de Defesa, deve obrigar a criação dos Fundos de Reservas de Receitas das FAs. Os recursos destinados a estes fundos de reservas serão, então, originados dos seguintes fluxos de entrada:

    1)- da receita econômica nascida da redução dos custos BRASIL, ou melhor, do estancamento dos desperdícios orçamentários/financeiros, muita comum da gestão pública brasileira;

    2)-de linhas de crédito específicos do BNDES, da Caixa Econômica, da Petrobrás, do Pré- Sal, e do Tesouro Nacional, visto que, são investimentos e financiamentos que todo governo consciente de sua missão constitucional deve fazer;

    3)- se necessário for, um Tributo Federal com o fim do rearmamento bélico nacional deve ser criado pelo CONGRESSO NACIONAL;

    Assim, então, poderemos pensar em blindados de várias versões, navios- patrulhas, helicópteros, e aviões, e voltarmos a construir nossas industrias bélicas estratégicas de material pesado, criminosamente abandonadas no seu pior momento econômico.

    Caso contrário, se não houver imposição de um disciplinamento organizacional ao trato da Gestão Pública do Brasil, aí, é melhor, nos reunimos em grupo e rezarmos o “rosário” em conjunto, na Santa Paz do Senhor, – o CRISTO !!!!! Luiz

  • O M-113 !!!

    Não restam dúvidas que está na hora de substitui-los por algo mais moderno. Mas isto tudo é para ontem!! O Charrua seria uma excelente opção. Deve ser, entretanto ajustado às necessidades atuais, inclusive, deve ser verificado com detalhes seu emprego e perfomace na região amazônica. Se for um ótimo carro blindado anfíbio, como esperamos, como transporte de tropas, gostaria que o EB estudasse um projeto de fazê-lo aparelhado pela AVIBRÁS, fazendo–o artilhado, e com um sistema de mísseis terra-terra e terra-ar, para defesa dos contingentes embarcados.

    Se perguntarem e o dinheiro de onde vêm?? É de fácil resposta: financiamentos do BNDES, Tesouro Nacional, Caixa Econômica Federal, Petrobrás, Pré-Sal, Revisão e Suspensão Imediata de todos os programas políticos/ eleitoreiros do governo, tributos especiais para o rearmamento das nossas FAs, etc…

    Na verdade, uma nova indústria bélica deve surgir, pois, não foi apenas o CHARRUA que perdemos, e ainda temos de reinventar (BRASILEIROS) o URUTU e o CASCAVEL. Luiz

  • luiz pinelli neto says:

    Senhores !!
    E agora ???

    É absolutamente necessário que sejam criadas ou recriadas,( com recursos maciços do Tesouro Nacional , BNDES, da Caixa Econômica Federal, da Petrobrás, da Futura Empresa do Pré-Sal, e se for preciso e necessário, se crie um tributo, pelo Congresso Nacional, específico para fortalecimento das nossas FAs), empresas com os fins específicos de produção nacional de armamento estratégico para as FAs do Brasil, em regime de urgência.

    E para que os recursos orçamentários/financeiros sejam totalmente garantidas tem de haver sustentação política, ou, melhor seja incluída por EMENDA na CF/88 uma garantia constitucional de que nunca faltarão ou melhor, haverão sempre recursos em todos os tempos para este fim, e, que as empresas ( nos modelos antigos da ENGESA, BERNARDINI e MOTO PEÇAS ) criadas sejam intocáveis. Que nunca possam ser alcançadas pelos traidores da Pátria e pelos Inimigos Internacionais.

    Vejamos, como recordação, como perdemos os modelos de extrema qualidade técnica – Osório, Tamoio, Charrua, Sucuri, Ogum, Jararaca, e, poderíamos, repotencializar mais rapidamente, todos os URUTU e o CASCÁVEL, e outros que hoje estariam resolvendo nossos problemas do EB, da FAB e dos FNs. Mas hoje, ainda temos a oportunidade de adquirir veículos da AVIBRÁS – GUARÁ, que embora seja um leve 4×4, é muito moderno, tem várias versões, inclusive, artilhados até com sistema de foguetes anti-carro ou antiaéreo, pode levar até 16 elementos armados, muito embora não seja anfíbio, mas, é uma excelente oportunidade de modernização das nossas FAs.

    Sem citarmos as consagradas, viaturas ASTROS que podem ajudar muito à Artilharia de Campanha, que também enfrenta problemas sérios, pelo menos, até resolvemos este problema. É questão apenas de lutar pelas coisas que temos á mão, pois, sempre teremos um começo nos esforços de aparelhamento bélico.

    Embora não seja um especialista no assunto, acho que a FAB como os FNs dele podem se utilizar para suas forças terrestres. Nunca consegui entender porque o EB não se interessou pelo CHARRUA, o OGUM, o SUCURI (copiado pela Bélgica e pela Itália – e hoje, vamos atrás do CENTAURO ITALIANO ), e o JARARACÁ (que pode ser lançado de paraquedas ), todos produzidos com supervisão do Centro de Material Bélico do Exército.

    Gostaria de saber o que pensa o órgão técnico do EB sobre este assunto. A criação de “Nova Fábrica”, inclusive, permitiria a modernização dos (?) M60A3TTs em conjunto com Israel, Canadá e EEUU, e dos Leopards 1 A 1, com mais facilidade, pois, apesar de serem bons blindados vão precisar de repontencialização, até voltarmos ao Tamoio (misteriosamente rejeitado pelo EB apesar do acompanhamento do C T EB ) e o Osório, este que foi um projeto trabalhado pelos nossos engenheiros em cima do Leopards, devidamente autorizado pela Alemanha, por ação do Ex-Presidente Geisel.

    O M60A3TTs é um bom tanque não deve ser retirado pelo EB, e, em minha opinião, s.m.j. devem ser adquiridas no Exército Americano mais algumas unidades e modernizadas, independente da preferência do EB pelos Leopards, e constituir 3 ou 4 divisões blindadas com o M60A3TTS. Acho também que deveremos solicitar o concurso de empresas russas de armamentos que nos dariam um assessoramento de excelente ajuda.

    Saudações !!! luiz.

  • César Zamparo says:

    Não se esqueça que foi o Brasil que projetou, e montou o melhor tanque de guerra de todos os tempos; o lendáro EE-T1 Osório, que em testes no Deserto da Arábia venceu o M1A1 Abrams americano, AMX 40 francês e o Challenger inglês.

    Eu me orgulharia da engenhosidade brasileira, e me envergonharia muito dos políticos que deixaram a ENGESA falir.

    flw

  • RodrigoBR says:

    Lembrando que os TAM argentinos na sua versão transporte de tropas possui torreta blindada com metralhadoras 20mm na sua versão mais básica, ou seja, os urutus e M113 brasileiros seriam facilmente destruídos por eles.

    Eles já possuem sua família TAM a 30 anos e nós???

    Vergonha!

  • RodrigoBR says:

    Sobre a situação dos M113 acho que o Felipe está correto e que os URUTUs velhos tem os mesmos problemas. Inclusive não acreditei quando soube que os URUTUs e CASCAVÉIS suportam apenas 12.7mm = .50 !!! e parece que o URUTU suporta apenas .50 na parte dianteira, nas laterais só 7.62mm = FAL!!!

    Me corrijam se eu estiver errado, mas para mim esses veículos são atualmente caixões sobre rodas!!! A única serventia seria transformá-los em Carros Fúnebres!

    Um abraço

  • Generson de Gois says:

    Gostaria de sugerir uma Analise acurada sobre o Charrua da Moto Peças S/A, como a viabilidade de sua produção em versões mais adequadas para o futuro.

    http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/CHARRUA.pdf

  • Generson de Gois says:

    Gostaria de sugerir um análise sobro o Charruá da Moto Peças S/A.

  • marcos s. says:

    Este é um projeto moderno, feito com os melhores conhecimentos adquiridos pelo Exército e sua experiência anterior em produção de veículos militatres. Sem tirar nem por ele não fica a dever nada a outros modelos e ainda vem em várias versões que poderão ser sempre modernizadas e ampliadas em função da quantidade e padronização de meios.

    Más, ai emperramos em nosso habitual problema que é o orçamento e a quantidade que serão adquiridos. Entã voltamos mais uma vez a questão das verbas e ao aguardar a necessidade dos projetos que tem que ser enviado ao congresso para garantir os recursos.

    Foi divulgado recentemente que o Jobim esta defendo a questão da verba para a defesa no congresso. Vamos esperar que ele saiba se articular.

    Adaptações a crise são necessárias, mas o END é de longo prazo (2020) e tem que começar a andar já.

  • RBrasil says:

    Olá pessoal, só uma curiosidade. Fala-se na substituicao dos urutus e cascaveis. Como ficam os novissimos Piranhas? Ou estes são de categorias diferentes? Abs

  • Jose Gustavo says:

    Sérgio Capella,

    Pois é… la nueva república e o caçador de marajás enfiaram um chocolate na Engesa. Fosse na época do FHC não seria muito diferente. Taí o resultado…

  • BRASÃO RJ says:

    Felipe Cps!

    Saudações! Eu não sabia dessa situação dos M-113! Achava que era uma bobagem não modernizá-los! muitos aqui com certeza não sabiam dessa situação.

    Espero que o Osório um dia volte a ser fabricado, talvez com o nome Osório II. Seria exelente tê-lo nas fronteiras junto com os Urutu III!

  • marcos s. says:

    Roberto

    Vez ou outra a Rússia entra com notícias para poder manter a porta aberta no Brasil.

    É o re-retorno do Flanker (ou talvez só o PAK-FA). Faz sentido isso com eles fora do fx-2?
    ________

    Marcos :

    Temos a notícia aqui no blog (não vou dar comida a concorrência, rs).

    Não sei se faz sentido, mas que o PAK-FA aqui não morreu, morreu não.

    Roberto Silva

  • W.Carlotti says:

    Caro Petraki, e Roberto Silva,

    Veja o que saiu hoje na Ria Novoski:

    Brazil could make Russian new-generation fighters under license
    12:33 | 07/ 04/ 2009

    MOSCOW, April 7 (RIA Novosti) – Russia may allow Brazil to produce its fifth-generation fighters under a license in the future, a senior Russian government official said in an interview with RIA Novosti.

    “We are discussing with the well-known Brazilian company Embraer the transfer of technology and the construction of facilities for the future licensed production of the aircraft, including the fifth-generation fighter,” said Alexander Fomin, deputy director of the Federal Service on Military-Technical Cooperation.

    Russia’s advanced multirole fighter is being developed by the Sukhoi aircraft maker, part of Russia’s United Aircraft Corporation (UAC), along with India’s Hindustan Aeronautics Limited (HAL), under a preliminary intergovernmental agreement signed in October 2007.

    The first prototype is scheduled to make its maiden flight before the end of 2009.

    Last November, Russia and Brazil signed a series of agreements on military technology cooperation which emphasize the protection of intellectual property rights and technology secrets.

    The agreements will facilitate the transfer of technology and the licensed production of the Russian aircraft in Brazil if Moscow decides to sign a contract with the South American country.

    Meanwhile, Russia’s Su-35 jet fighter is participating in an ongoing tender for the delivery of over 100 fighters to the Brazilian Air Force.

    “We are actively participating in the Brazilian tender, which has been reopened. It involves over 100 fighter planes. Russia has made a bid in the tender with its Su-35 multirole fighter. The tender has stiff requirements, involving not only the sale, but also the transfer of technology. It is a key condition of the deal and Russia is ready to satisfy it,” Fomin said.

    Brazil wants a multirole fighter to protect its national airspace as well as to keep track of smugglers in the Amazon basin and guard the country’s offshore oil rigs. However, it also wants the multi-billion dollar contract to reenergize the domestic defense industry through home-grown production and as much technology transfer as can be afforded.

  • Eduardo Simões says:

    Tadeu Mendes

    Você já pilotou um Urutu quando era da cavalaria mecanizada?

    Haiti: Uma prova de “o como uma campanha é importante”, principalmente diante da principal ameaça atual.

  • Jorge Luiz says:

    Amigos,

    Ainda sobre o M-113, vale lembrar que muitos projetos nacionais foram deixados de lado, dentre eles o CHARRUA que se perdeu na história.
    Com certeza seria a solução para uma possível substituíção do M-113, e sem contar que se trata de um projeto nacional.
    Agora só tem uma solução para os M-113, colocá-los para servirem de alvos para alguns mísseis que estão sendo produzidos pelo exército.

  • petraki says:

    Roberto, caros amigos do Defesa BR, li que “o futuro caça multifunção da FAB devera ser conhecido no inicio de julho”, será ???
    ___________

    Petraki :

    Se é que, a essa altura da crise, ainda haverá mesmo algum FX-2. A previsão do governo é mais para outubro.

    Não podemos esquecer que o Sarkozy estará em Brasília no 7 de Setembro.

    Roberto Silva

  • petraki says:

    Estava na hora de algo ser feito neste seguimento , o Urutu creio eu deve ser o primeiro de uma nova geração de VTBP-MR, tomara que aconteça o mesmo com o Cascavel.

    Quanto ao M-113, eles não devem ser descartados, muito pelo contrario, eles podem ser modificados não só para o uso militar, exemplo: serem convertidos em veiculo de transporte para tropas de choque e de elite, patrulhamento e intervenções em áreas de alto risco (uso policial), veiculo de salvamento e resgate em áreas de desastres naturais (uso bombeiros) e ambulância de resgate para policiais e civis feridos em locais de intenso tiroteio.

    Só uma coisa, a versão nova do Cascavel poderia em minha opinião ser 8×8 e com canhão de 105 mm.

  • Felipe Cps says:

    Roberto e demais amigos, desculpem o alongado:

    Concordo com os comentários e felicito a chegada dos novos Blindados Iveco. Finalmente, uma arma que virá pára o EB no Estado da Arte (espera-se)…

    Mas quero deixar registrada apenas minha concordância com o cancelamento do programa de modernização dos M-113 da Infa Bld.

    A VERDADE SOBRE O M-113!

    Como Oficial de Infantaria/R2, e Boina Preta por formação, tive oportunidade de treinar com o M-113, inclusive tendo feito curso de pilotagem e manutenção primária da VBTP. A verdade é que o M-113 é uma VBTP velha e péssima para os padrões atuais de proteção do Infante Blindado, bem como descolada da doutrina moderna de guerra.

    Começa que o M-113 é feito de uma liga de alumínio que não oferece proteção alguma para os ocupantes. A única blindagem efetiva do M-113 é a frontal, todos os demais ângulos são frágeis e não protegem de um simples disparo de calibre 7,62 mm (FAL). Um projetil de .50 o atravessa, sai do outro lado, mata todo mundo dentro e ainda bota fogo na VBTP inteira.

    Outro problema: quando o M-113 começa a pegar fogo, é praticamente impossível parar. Um único tiro e a VBTP inteira pega fogo, lentamente, sem que quase nada consiga abafar o incêndio. Isso porque o M-113 foi concebido para ser um blindado “descartável” dentro de um conceito de “usar e jogar fora” da guerra fria. Se quebrasse ou fosse alvejado? Salvava-se o que se pudesse (as lagartas, p.ex) e pegava-se um novo. Pra que se tenha idéia, durante o Vietnã os EUA chegaram a lançá-los de páraquedas! Isso demonstra que não tinham preocupação alguma com perdas de tal VBTP…

    A torre externa do M-113 é uma piada. O atirador fica completamente exposto ao fogo inimigo e é até motivo de gozação na Infa Bld que em um combate ele seria o primeiro a morrer. Ressalte-se que bem poucos dos sistemas de espelhos que permitem a visão interna do motorista funcionam (a maioria está simplesmente com uma espécie de mofo por dentro), motivo pelo qual o motorista do M-113 também tem que pilotar exposto, com a cabeça de fora da VBTP. Um alvo evidente para qualquer franco-atirador.

    O barulho do motor e das lagartas do VBTP é horrível. Alguns comandantes faziam questão de que a ronda da Brigada à noite fosse feita de Blindado, uma brincadeira que só servia para espantar o gado, porque eventuais bandidos ouviam o Blindado chegando a quilômetros de distância.

    Os M-113 do EB todos, com poucas exceções, estão quase caindo aos pedaços. Quero dizer com isso que eles não tem a menor capacidade operacional; de quarenta e tantos que tinha a Bda Inf Bld na qual servi, apenas uns vinte rodavam. Os demais estavam entronizados no “estaleiro”, sem condições de rodagem. E quando eu afirmo “rodar” me refiro a desfilar no 7 de setembro. Tirando 2 ou 3 (pra ser bonzinho, vá lá) em cada 10, os demais, se forem colocados em campo, não duram 3 dias de operação.

    As lagartas estavam todas gastas, sem ver substituição das sapatas de borracha (isso mesmo, o M-113 tem sapatas de borracha na lagarta) há décadas.

    Boa parte dos blindados não tinha capacidade anfíbia, pois há necessidade de colocação de uma “saia” nas laterais, e a maioria destas se perdeu ou se quebrou, jamais tendo sido substituídas. Por conta disso, bem poucos M-113 ainda tem capacidade anfíbia, digamos, dois em cada dez.

    O conforto para o combatente é nenhum. Na verdade, não podíamos usar de jeito algum a gloriosa Boina Preta dentro do Blindado. Como sequer os “pegadores” de lona prestavam, o Infante lá dentro fica solto, sacolejando de um lado pra outro como se estivesse em um touro mecânico e se o guerreiro estiver sem capacete racha o crânio em dois minutos.

    Imaginem 9 infantes lá dentro, com as comportas superiores fechadas, respirando óleo diesel (que escapa pra todo lado), amontoados que nem sardinha em lata, batendo em tudo e todos, com um calor infernal (porque o sistema de ar-condicionado é inexistente). Uma coisa tão tenebrosa que a hora mais feliz do treinamento era a que tinhamos que desembarcar da viatura, ainda que fosse EM MOVIMENTO!

    Bem, em suma, apesar do esforço inumano das equipes de manutenção dos BIBs e outros que, verdade seja dita, operam verdadeiros milagres de adaptabilidade todo santo dia, a verdade é que o M-113 não têm conserto. Já era ruim quando foi lançado; é apenas um projeto barato de VBTP para a Guerra do Vietnã e para países do terceiro-mundo da Guerra Fria terem um arremedo de Força Blindada. Impressiona pelo barulho, tamanho e pelo calibre de sua .50 na torre, mas na prática faz pouco mais do que isso: assustar. Investir nele seria “gastar vela boa com defunto ruim”.

    Isso porque, doutrinariamente falando, o emprego desse tipo de armamento é muito restrito, atualmente. Em um momento em que a Infantaria passa por profundas mudanças, uma VBTP como o M-113 não tem mais função, ou sua função é extremamente limitada.

    Explique-se: o M-113 é uma arma de guerra convencional, que usa choque, movimento e poder de fogo para fazer pressão e incursão curta (sempre com apoio da Cavalaria Mecanizada e de Combate) em um Teatro de Operações alinhado, blindados contra blindados, CCs contra CCs, num campo de batalha regular, tanto que sua única blindagem efetiva se localiza na frente. E precisa de terreno limpo para progredir com eficácia, dificilmente opera em região montanhosa e é absolutamente inoperante em ambiente de selva. Para priorar, é extremamente vulnerável a ataque aéreo.

    Não é uma arma para receber fogo pelas laterais ou retaguarda. Não serve para patrulhamento; seria um fiasco, por exemplo, no Haiti.

    Uma Brigada de Infantaria Blindada somente poderia atuar com M-113 num cenário convencional, digamos, por exemplo, no Sul do Brasil; tanto é assim que os mesmos foram adquiridos quando a ameaça maior ao Brasil provinha da Argentina, durante a ditadura.

    Assim amigos, para concluir, acho que o Exército acerta imensamente em não tornar a modernizar o M-113. Se é para gastar uma pequena fortuna com equipamento militar, penso que as prioridades do EB são outras, até por conta dos prováveis cenários futuros de guerra (selva e terrenos alagadiços): helicópteros e aviões de transporte de tropas.

    A Infantaria Blindada precisa de um vetor novo, ou é melhor que fiquemos com o M-113 para manutenção de doutrina, até termos dinheiro para viabilizar um novo vetor sobre lagartas para combate convencional.
    _____________

    Felipe :

    Obrigado pelo depoimento. Com certeza, agora estou de acordo com a medida, e penso que o M-113 deveria ser retirado, pois parece mais um instrumento de tortura defasado, algo que o torna ainda mais torturante.

    Roberto Silva

  • Sérgio Capella says:

    Esqueci!!!!!!!!
    Israel hoje compra Urutus e Cascavéis, reforma e vende com muito lucro.
    No Iraque os Cascavéis foram reformados e voltaram a ativa.
    O Uruguai leva os Jararacas para o Haiti, que tem um excelente desempenho,
    Aqui no Brasil, a empresa Universal tem material para suprir por muitos anos o mercado mundial, inclusive vendeu 6 Urutus que estavam estocados para o Exército há poucos anos.
    Os carros que estão sendo desativados, poderiam ser reformados e vendidos ao mercado mundial.
    O Brasil reforma Urutus e Cacavéis do Paraguai, com “custo zero”.
    O Jeep Marruá, é o EE 12 da Engesa.
    O carro de combate Osório, venceu todos os concorrentes na concorrência na Arábia Saudita, e talvez ainda vença hoje…?!?!

    Aí tem coisa!

    Acorda Brasil!
    Sérgio Capella.

  • verdelouro says:

    Fato:…o que se pode esperar do governo de um presidente que se gaba de NUNCA ter lido um livro.

    Fato:…o que se pode esperar do governo de um presidente que SÓ SABE FAZER CAMPANHA.

    Fato:…o que se pode esperar do governo de um presidente que prefere um avião importado ao invés de um nacional.

    Fato:…o que se pode esperar do governo de um presidente que frequentemente FALHA EM DEFENDER os interesses nacionais.

    Fato:…o que se pode esperar do governo de um presidente que, após eleito, levava na lapela o símbolo de seu partido, ao invés da nossa bandeira.

    Fato:…o que se pode esperar do governo de um presidente que, NO CUMPRIMENTO DO MANDATO, requer cidadania estrangeira. O Supremo fecha os olhos para isso!!! SUMMA ESCARNIUM…

    Fato:…esse é o nosso presidente. O ÍTALO-RETIRANTE.

  • Sérgio Capella says:

    Amigos, boa noite!

    O projeto do URUTU III está andando só Deus sabe como, pelo menos 16 da pré série vão sair. A base do carro tem diversas utilizações e empregos, inclusive 8×8, mas temos que aguardar…

    Quem puder ir à LAAD vai ver este e outros projetos de perto, portanto a feira é imperdível, não sei se ainda pode ser feito o cadastramento via internet.

    Quanto aos M 113, não podemos desativar 500 unidades, ainda mais, que o custo da revitalização, que seria a segunda ao longo da utilização no Brasil, tem uma relação custoxbenefício excelente. A Argentina está realizando um processo de revitalização dos seus M 113. Não podemos esquecer que vários Urutus e Cascavéis, que tem um custo baixíssimo de restauração, serão desativados por falta de verba…

    Voltando aos M 113, é necessária a sua repotencialização, pois o mesmo teve o seu desempenho diminuído, quando foi feita a primeira reforma. Lembramos que as Unidades de Cavalaria e Infantaria Blindadas, não podem sobreviver sem esses carros.

    Falta é verba que este governo corrupto e incompetente não libera, mesmo com a situação que está se criando na América do Sul.

    Acorda Brasil!
    Sérgio Capella.

  • philip says:

    A noticia sobre a produçao do VBTP é muito boa, mas essa sobre o M113 é triste. Eu ja vi o veiculo de perto e ele tem uma grandes robustez, ainda não acredito que 500 desses blindados serão praticamente abandonados.

    Esse governo só pode comer pão com leite, eles nao tem a minima ideia do que esse numero e poder de locomoçao e proteçao para a infantaria representa para o EB ???

    Pelo visto, o comentario do Roberto esta completamente certo. O importante é a Copa do Mundo e a imagem que o Brasil vai passar para o mundo, mas o brasileiro mesmo….que se dê mal.

    Infelizmente, ainda tenho que ler coisa muito ruim no meio de coisa boa. Eu irei orar firmemente para que em pouco tempo o número de noticias boas seja maior do que as ruins.

    abraços

  • Jorge says:

    Caro Roberto.

    Eu sei que é chover no molhado, mas o nosso Brasil, nos últimos 25/30 anos transformou-se definitivamente na “caderneta de poupança” de muitos grupos, notadamente os que advogam o internacionalismo.

    Esperar que mercenários e internacionalistas queiram algo de bom para o Brasil é acreditar em Papai Noel.

    Seria o mesmo que esperar dos europeus colonialistas do séc. XIX, que ensinassem os povos colonizados a se desenvolverem militarmente.

    É o que eu acredito.

 

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