Equipe Brasileira da Akaer Integra-se Ao Programa Gripen NG

Mídia : SAB

Data : 02/07/2009

Saab assina memorando de entendimento com Akaer

A empresa de defesa e segurança Saab assinou um memorando de entendimento não-vinculante com a fornecedora brasileira de estruturas integradas de aeronaves Akaer, prevendo a participação desta no programa de desenvolvimento do Gripen NG.

Este memorando cobre sua participação no projeto, desenvolvimento e produção de partes do Gripen NG. A Akaer tomará parte, entre outras várias atividades, no projeto básico, no projeto de detalhamento, na análise estrutural, na análise de carga e tensões e no projeto ferramental.

Como resultado imediato da assinatura deste memorando, uma equipe de 15 a 20 engenheiros brasileiros da Akaer mudarão para a Suécia, com a finalidade de trabalhar junto com as equipes integradas de desenvolvimento do Gripen NG.

Este programa oferece uma oportunidade única para a Akaer de participar do desenvolvimento de um caça de última geração, desde os estágios iniciais do projeto até sua fabricação.

As competências da Akaer complementarão as da Saab e o resultado desta relação criará sinergias tangíveis, que proporcionarão benefícios para as duas empresas.

De acordo com Lennart Sindahl, Vice-Presidente Executivo e Presidente do Grupo de Negócios de Aeronáutica da Saab: “Esta é a primeira prova do firme compromisso que estamos assumindo com uma duradoura parceria entre as indústrias aeroespaciais da Suécia e do Brasil”.

“Vemos esta parceria como uma grande oportunidade para nossa empresa, que levará o setor aeroespacial brasileiro a um novo e mais alto patamar”, complementa César Augusto da Silva, presidente da Akaer.

Nosso Comentário:

Equipe Brasileira da Akaer Integra-se Ao Programa Gripen NG

Esse memorando de entendimento entre a SAAB sueca e a brasileira Akaer é não-vinculante. Isto é, teoricamente, independe da vitória do Gripen NG no FX-2 da FAB.

Após sua assinatura, a equipe de até 20 engenheiros da Akaer já estaria de mudança para a Suécia, integrando-se às equipes locais que desenvolvem o Gripen NG.

Seria este um sinal de que a escolha recairá sobre o Gripen, ou de que já haverá brasileiros no time, qualquer que seja o resultado?

Caso a SAAB perca a concorrência, um memorando de entendimento poderia ser desfeito a qualquer momento. Seria apenas mais um fator de pressão?

Roberto Silva

DEFESA BR

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19 Comments »

 
  • carlos argus says:

    Os aviônicos dele deveriam fazer parte de nossos caças..nem os franceses têm, é altamente integrador e flexível…até os ianks copiaram no falecido f22 e no f35.

  • Mauricio Melo says:

    O Gripen é o único monomotor, deve simplificar manutenção e tem sinergia com os motores do F-18. Não sei, acho que vai ganhar. Tem a proposta mais viavel, não vão fornecer o que é deles mas vão desenvolver um Generico em conjunto (ensinar o homem a pescar) e preservar seus direitos autorais.

    A Boeing diz que vai transferir tecnologia para vender o F-18 mas depois o congresso americano vai vetar. A França eu não sei, mas lembro bem do progrma AMX, na hora “H” a Otan vetou a transferencia da tecnologia de controle de voo a baixa altura e a Italia ficou com a melhor parte da pizza.

    Alguns sistemas do Rafale são comuns ao Eurofighter, duvido que o parlamento Europeu va permitir a tranferencia.

    Assim sendo, se a decisão não for politica so ha uma alternativa técnicamente viável: Gripen!

  • Rui Mac says:

    A pois pois, e agora???

    Uns dizem que é o Gripen, outros apostam na imediaticidade do SH. Desde o início eu apostava no Rafale. Hoje acredito que teremos os dois, Gripen NGBR e Rafale BR. São apenas suposições, acredito que se tornarão realidade. O gripen já está com um pezinho aqui dentro do Brasil. O Rafale já possui componentes aqui fabricados…e agora José???

    Tem muita gente de olho no pre sal…nao duvido nada que a Boeing se instale em terras tupiniquins.

  • Tadeu Mendes says:

    Grande Francisco Braz,

    Mas o que é isso, companheiro? Nunca na historia dessa pais houve tantas suecas disponisveis, para um bando de tupiniquins sedentos por femeas da raça azul. kkkkkk.

    A Sra. Braz precisa receber uns informes confidenciais de inteligencia, sobre as fantasias nordicas do marido.rsrsrsrs.

    sds.

  • Wagner says:

    Galera, é o seguinte, moro em Brasilia e conversei com oficial da FAB que afirmou que o escolhido foi o Gripen pelo custo-beneficio…agora a decisão será politica. Espero que a decisão técnica da FAB seja considerada.
    ______________

    Wagner :

    Pode ser que ele esteja certo, pode ser. Veremos em breve. Esse passo da Akaer pode já ser o início do processo.

    Roberto Silva

  • Edmar says:

    Caros Amigos.:

    O “Saab Gripen NG” só vai ganhar no Brasil se a “Embraer” comprar a “Saab” ou se haver uma parceria mais unida (mais compartilhada) entre Brasil e Suécia.

    Acho que o “Dassault Rafale F-3″ até o momento é o vencedor.

    O “Boeing F/A-18 Super Hornet” vai ser bem difícil ganhar no Brasil, a não ser que os americanos ofereçam uma oferta irrecusavél para o Brasil.
    _____________

    Edmar :

    Vai que o FX-2 dá Rafale F3 e o Brasil entra também no projeto do Gripen NG… seriam 2 boas tecnologias nas mãos…

    Roberto Silva

  • Fernando (FGRpapa) says:

    Pensando na empresa da terra da rainha Silvia que passou a infância no Brasil…

    O Gripen é 50% da BAE inglesa, e a SAAB já não precisa mais da BAE para desenvolver um caça (eu acho). Eles têm que produzir o NG para aumentar o lucro e deixar de pagar royalties para os ingleses; eles só têm o demonstrador das tecnologias, o NG não existe ainda e quando surgir será 100% SAAB (de novo… eu suponho).

    Se houver algum fornecedor inglês para as peças do Gripen, este fornecedor pode estar tirando o couro da SAAB em virtude de estar “casado” com a BAE e o Gripen. Portanto, a SAAB pode estar querendo se livrar de um peso no custo de produção da futura aeronave.

    Mas tem que ganhar o FX-2,
    ou tem que ganhar o FX Indiano
    ou então, tem que sair o tal acordo da Embraer incorporar a SAAB.

    Senão o NG vai ficar só no demonstrador.

    PS: Alguém aí já andou lendo algo sobre o MiG-35, eu li uma reportagem que indica que o caça tem um tipo de radar que enxerga qualquer avião stealth ou não; além disso eles conseguiram quase eliminar as próprias emissões de calor do MiG-35; o problema vocês já sabem… é que os MiGs não estão com essa bola toda no mercado.

    Abraços,
    Fernando

  • Andre Duran says:

    Honestamente, acho a situação cada vez mais enrolada. Não podemos acreditar e nem desacreditar em nenhum dos lados envolvidos na concorrência. Por hora, tudo se resume a boatos e compromissos nebulosos e o desfecho “de verdade” está reservado para o último minuto do prazo.

    Não sou partidário de nenhum dos lados, até porque são todos excelentes aviões, cada um com suas vantagens e desvantagens técnicas/políticas. Apenas torço para que o Brasil amarre bem o melhor acordo de transferência de tecnologia possível para nos dar condições de, no futuro próximo, entrar nesse jogo bilionário na condição de fornecedores e não mais de meros compradores.

    E a propósito, o dia nacional da Suécia já passou (não sei se em brancas nuvens em Brasília, vale conferir): é o 6 de Junho, dia da coroação de Gustav I e que marcou o fim da união com a Dinamarca, e por tabela o começo da independência sueca.

    Abraços a todos.
    _________

    André :

    Sim, o rolo está grande e todos vão noticiar vantagens. Obrigado pela data sueca.

    Roberto Silva

  • ADM says:

    Akaer fornecerá componentes para o Gripen

    Fabricante cria holding e faz acordo com o grupo sueco Saab, que monta a nova versão do caça

    Virgínia Silveira, de São José dos Campos

    A Akaer, fornecedora de estruturas integradas de aeronaves, está concluindo a montagem da arquitetura industrial de uma nova holding – a T1 – da qual também participam as empresas Friuli (usinagem), Winnstal (montagem), Minoica (suprimentos e logística) e Imbra Aerospace (peças em material composto), com o objetivo de se tornar uma fornecedora mundial de estruturas.

    O ponto de partida foi viabilizado esta semana, através de uma parceria com o grupo sueco Saab. Com isso, a T1 será a fornecedora global de segmentos estruturais do novo caça Gripen NG, que está em fase de desenvolvimento e já tem um protótipo demonstrador de conceito. O modelo também é um dos caças que disputam o contrato F-X2, que prevê o fornecimento de 36 aeronaves supersônicas de última geração para a Força Aérea Brasileira (FAB).

    A parceria com a Akaer, segundo o diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér, não está vinculada ao projeto F-X2 e será exercida mesmo se a empresa não for a vencedora da concorrência para o governo brasileiro. Para ser escolhida como provedora do programa do Gripen NG, de acordo com Janér, a Akaer passou por um processo rigoroso de seleção, do qual participaram empresas indianas, européias e sulafricanas.

    O contrato com a Saab deve ser assinado em outubro deste ano.

    A empresa brasileira será a responsável por toda a parte de concepção, projeto, cálculos, engenharia de produção e produção da fuselagem central , da fuselagem traseira e das asas, feitas em material composto, do novo Gripen NG. “Esta será a primeira vez que uma empresa do hemisfério sul participará de forma efetiva do desenvolvimento de uma caça supersônico”, ressalta o diretor executivo da Akaer, César Augusto da Silva .

    A idéia da holding , segundo Silva, é formar um novo pólo aeronáutico no Brasil na área de desenvolvimento da inteligência e do ciclo de produção de aeronaves e não apenas o fornecimento de peças. “A parceria com a Saab pode representar um grande salto tecnológico, com o mesmo significado que o AMX teve para a Embraer, capacitando as empresas brasileiras em novas tecnologias e criando um fornecedor de classe mundial em estruturas dentro do país”.

    O diretor da Akaer prevê faturamento de US$ 500 milhões para a holding em quatro anos e a possibilidade de dobrar o número de funcionários, somente da Akaer, a partir de 2010. “Em 2011, esperamos triplicar a nossa mão de obra, tendo em vista que já estaremos trabalhando também em outros programas como o do helicóptero EC -725, que será fornecido pelo grupo europeu Eurocopter para as Forças Armadas brasileiras”.

    A Akaer, que foi a responsável por 70% do desenvolvimento da fuselagem dos jatos 190 da Embraer, também tem contrato com a Boeing, Dassault e Airbus na área de desenvolvimento estrutural e de serviços de engenharia. “Somos parceiros do grupo espanhol Aernnova (antiga Gamesa) no desenvolvimento das asas e de partes da fuselagem do novo jumbo 747-800 da Boeing, tanto a versão cargueira como a de passageiros”.

    O trabalho desenvolvido para a Embraer desde 1993, segundo Silva, foi a base para que a empresa tivesse o “know how” que possui hoje na área de estruturas e ampliasse seu mercado de atuação. “O objetivo da holding também é ampliar a capacidade de pequenas empresas do setor no Brasil para se tornarem fornecedoras internacionais, reduzindo a dependência da Embraer, que afeta os negócios do setor em períodos de crise”.

    Até 2007, de acordo com o executivo, 90% do faturamento da Akaer dependia da Embraer. “Hoje, 30% da nossa receita vem dos contratos com a empresa”, conta. A Embraer trabalha com cerca de 500 fornecedoras no Brasil.

    A holding, segundo Silva, cria uma alternativa de mercado mais estável para as empresas, inclusive com a possibilidade de se tornarem parceiras de risco nos projetos. A Embraer, diz, também tem interesse em dividir riscos no desenvolvimento dos seus programas para se tornar ainda mais eficiente. “A Embraer gasta muita energia para gerenciar os contratos com seus fornecedores de pequeno porte, que são estratégicos, porque apresentam custos competitivos, eficiência e qualidade”.

  • Antonio Alvaro Guedes says:

    Não estou colocando duvidas quanto a idoneidade, mas seria interessante a gente saber, claramente, quem é essa empresa Akaer. Seu site pouco diz.

    Ninguém transfere tecnologia de graça. Manter e treinar (com transferência de conhecimentos complexos) com certeza não é barato. Deve-se esperar um retorno financeiro para tal investimento.

    Minha preocupação é que as empresas estrangeiras detentoras de tecnologias acabem transferindo tecnologias para si mesmas. Das suas filiais no Brasil para suas matrizes lá fora. Acabamos pagando duas vezes e não saímos do lugar. É o que temos feito até agora e espero que não aconteça com o programa FX2.

    Nenhum dos BRICs tem uma indústria tão desnacionalizada quanto a brasileira. Isto dificulta a transferência, apropriação e o desenvolvimento de tecnologias. Precisamos de muitos cuidados para que não fique só os RICos. E que o B não seja o de Bobo.

    Saudações Patrióticas.

  • BRASÃO RJ says:

    Se dependesse de mim teriamos os tres caças! (F18 e Gripen na FAB e Rafale na Marinha). Os caças são diferentes!

    Eu os comparo com carros, O Gripen eu comparo com o Celta (veloz, leve, econômico e bom de curvas em alta). O Rafale com o Peugot 207 (luxuoso, moderno, e veloz). O F18 com o Fusion V6 (veloz, assustador, pesado, capacidade do porta malas superior).

    São carros bem diferentes entre si, assim como o caças! Todos os tres tem detalhes que podem fazer a diferença na hora do combate real!

  • Adelmo says:

    Na recepção exclusiva oferecida na embaixada americana em comemoração ao quatro de julho, um pequeno grupo de convidados chamou atenção, estavam presentes o sr Nelson Jobim, os comandantes da FAB Juniti Saito e do Exército Enzo Peri, pelo lado americano, funcionários da Boeing ligados ao processo de compras de novos vetores para força.

    Fonte Correio Braziliense 04/07/2009 pag 23.

    Roberto:

    Será que vem o Super Hornet e de quebra um pacote para o Exército? Vamos também aguardar o dia 14 de julho, para ver se os mesmos senhores serão convidados pelo embaixador francês para um encontro com os executivos da Dassault?

    Ah! vc saberia me dizer qual a data nacional da Suécia.
    Abraços
    ________________

    Adelmo :

    Não, mas precisamos descobrir e ver quem vai, rsrs

    Roberto Silva

  • petraki says:

    Caro Roberto: A coisa esta ficando quente com referencia a escolha do novo caça da FAB, pressão por todo o lado, mas e a negociação entre Embraer e Boeing também não seria uma pré-escolha em favor do F-18 e quem sabe também uma futura aquisição de helicópteros de ataque e outros construídos pela Boeing.

    Perguntas: como ficam os códigos fontes, viriam ou não? Nenhum dos interessados se tocou que a venda seria concretizada de imediato através do pacote completo incluindo os códigos fontes? Ou o medo de repassar tecnologias para o Brasil é muito grande por causa da habilidade e competência dos nossos técnicos? E também tem a compra da SAAB, isso vai dar o que falar e pensar?

    Não notei muita pressão da parte francesa, será que os Rafales viriam por fora num acordo à parte, não sei se o NAe São Paulo poderia embarcá-los, mas os mesmo poderiam decolar de bases próximas à costa, eu não ficaria surpreso se por uma acaso a MB não adotasse o Rafale como caça baseado em terra.

    Abraço
    Petraki

  • marcos s. says:

    A primeira vez que li esta notícia, a dúvida que tive foi. Que empresa é esta (AKAER) e o que ela faz (especificamente), afinal?

    O que achei foi o seguinte:

    Founded in 1992, AKAER is a Brazilian Company devoted to the development of structures for aeronautical, space and automotive applications.

    Based in São José dos Campos, São Paulo, AKAER is participating since its creation to the main aerospace programs in Brazil. AKAER has been strongly involved in the EMBRAER 170/190 development, the Embraer new regional jet aircraft family.

    AKAER skilled top engineers and aeronautical designers, most of them with over 15 years of experience in aeronautics, leads and manages dedicated teams which are sized and allocated in accordance with the project needs in order to comply with the customer’s targets regarding schedule, quality and efficiency.

    Among the most updated engineering and design tools, AKAER uses intensively MSC, NASTRAN package for structural analysis and optimization, and CATIA V4 and V5 for 2D/3D design, including resources as 3D Digital Mock-up, 4-D Navigator and VPM system management.

    p.s: Podemos ver por aí que a empresa é mesmo do ramo e tem tudo para trazer ao Brasil conhecimentos valiosos.

    Nós sabemos da competência de algumas de nossas empresas nacionais – que não são públicas – e que estas estão no mercado competindo em condições de igualdade.

    A dúvida principal agora é a seguinte.

    O que vale mais, transferência de tecnologia ou desenvolvimento da mesma? A resposta parece fácil, não é mesmo.

    Qualquer dúvida com a tradução – é só chamar o Tadeu – rsrsrrs.

    ____________

    Marcos :

    Você achou isso no site dela, que me parece existir somente em inglês…

    http://www.akaer.com.br/home.html

    Roberto Silva

  • philip says:

    Eu acho que é mais um fator de pressao ou mais uma velhada jogada do “jogar a isca pra ver se o peixe morde”.

    Vamos ver no que isso vai dar, mas ainda acho que essa decisao vai continuar com os criterios da aeronautica.

  • Sergio says:

    É, parece mais uma pressãozinha dos suecos.
    Os suecos e os americanos estão plantando muitas notícias na mídia.
    Estranho é o silencio dos franceses.
    Será que tem algo aí ?
    Abraços.

  • Francisco Braz says:

    Enquanto os demais concorrentes fazem promeças, os suecos executam parcerias. As vezes acho que os suecos importam-se mais com o Brasil que os brasileiros. É frustrante!

    []´s

    P.S.: E Tadeu Mendes… Trate de ir tirando o olho das minhas suecas! :)

  • Fabiano says:

    Não iria fazer diferença. Os europeus são mestres em dar este tipo de jogada. Na verdade, o Gripen não vem tendo uma boa aceitação da crítica, por ser um caça monomotor, com um raio de ação curto, e com muita procedencia americana. Senão, alguem poderia me explicar porque a Dinamarca e a Noruega, sendo vizinhas da Suécia, não optaram por incorporar este GRIPEN???

    Está explicado… Porque é muuuito ruim!!!!!

    Que este FX-2 seja cancelado e que o Brasil entre de cabeça em um projeto 100% nacional, ou com a participação de chineses e russos, igual ao que deu origem ao J-10!!!!

  • Jorge Luiz says:

    Roberto,

    Este deve ser um primeiro passo para que a Embraer também possa se aliar ao projeto.

    Ainda estão comentando sobre a compra de parte da SAAB pela Embraer, por ventura surgiram novos comentários?

    Sds,
    ______________

    Jorge :

    Resta o mais absoluto mistério ou puro vazio, rs

    Roberto Silva

 

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