Aviação do Exército Testando Versão de Ataque do Pantera
Mídia : Blog do Vinna e Plugadosnews
Data : 1º/07/2009
O Exercito Brasileiro terá uma versão armada de ataque do helicoptero AS-365K “Pantera”
By Vinna com informações do Plugadosnews
O Comando da Aviação do Exercito Brasileiro (CAvEx), anunciou testes com uma versão modificada de ataque do Eurocopter AS-365K “Pantera” através de acordos de cooperação firmado com a Helibras.
Segundo informações os “Pantera” do exercito devem ser armados inicialmente com uma metralhadora calibre .50mm e com um lançador de foguetes Avibras Sbat-60. Não se sabe se a modificação contemplará a totalidade dos 32 helicopteros “Pantera” da CAvEx.
Atualmente, as aeronaves são utilizadas no transporte de tropas em operações aeromóveis. Os Pantera também podem atuar em missões secundárias, a exemplo de reconhecimento, apoio à guerra eletrônica, busca e salvamento, evacuação aérea e transporte de carga. A frota do Exército é composta por 32 modelos Pantera.
Nosso Comentário:
Aviação do Exército Testando Versão de Ataque do Pantera
Essa nova versão está em fase de testes, que se chama Projeto Demonstrador, quando está sendo instalado em uma das aeronaves do CAvEx um braço que carrega a metralhadora e os foguetes SBAT-70 (!) da Avibras.
A Aviação do Exército necessita de um helicóptero de ataque puro. Modificar os 32 Panteras para missões de ataque é interessante, mais ainda é pouco, pois lhes faltam blindagem e inúmeros outros itens, como motores mais potentes, designadores laser e aviônica moderna.
Os Panteras estão sediados no CAvEx de Taubaté, sendo operados pelo 1º Batalhão de Aviação (1º BAvEx) “Falcão”, 2º Batalhão de Aviação (2º BAvEx) “Guerreiro” e o 3º Batalhão de Aviação (3º BAvEx) “Pantera”. O 3º BAvEx está de transferência para a Base Aérea de Campo Grande (BACG), no Mato Grosso do Sul.
Eles também são operados pelo 4º Batalhão de Aviação (4º BAvEx) “Coronel Ricardo Pavanello”, sediado na Base Aérea de Manaus (BAMN), no Amazonas.
Os 4 Batalhões de Aviação em Taubaté (3), Campo Grande (1) e Manaus (1) ainda são poucos? Quantos deveriam ser e por onde deveriam ser espalhados? Quantos helicópteros de ataque deveriam compor cada Batalhão de Aviação do EB?
Dito isto, qual seria o melhor vetor de asas rotativas para ataque puro para servir ao nosso EB e em qual quantidade? Só pensemos em respostas a partir de 100 unidades, a fim de poderem ser montados no país.
Roberto Silva
DEFESA BR
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Bom Dia galerinha!
O Emilio tem uma boa opinião, adicionaria para o exército 20 M1A1 para revorsar a força terrestre. Mas o Dias colocou a realidade e a situação brasileira, acho também que a FAB deveria ser equipada com TI’s de ultima geração, e por que não produzidas aqui?
O Brasil tem uma excelente construtora aérea que, com algumas pitadas de engrenagem, como coligações com outros países, seria “uma mão na roda” para nós. Deve-se aproveitar ao máximo esse projeto FX-2, onde terá uma introdução em caças de 5ª geração.
O problema é que o Brasil só pensa em sua aparência externa, o que resulta num grande problema interno, deve-se investir em educação, especializações e técnologia, com isso poderemos investir na soberania nacional e também melhorar a qualidade social, resolveria duas coisas em uma só vez.
Abraço.
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Roberto, você não entendeu o espirito da coisa, os aviões inimigos precisam praticar tiro ao alvo em alguém. Enquanto eles miram os A-4M ,os SUPER-HORNET brasileiros fazem o serviço de abate de uma maneira mas facil e rápida, entendeu?
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Grande Jurandir Grigorio…
Algumas correções…
Se você está utilizando os A4 para proporcionar meios de ataque leve aos NAes, acrescente mais 12 F/A-18 no lugar. O A de F/A-18 é de “ataque” (por isso, ainda que os colegas só se refiram ao Super Hornet como F-18, coloco o A) e seu projeto nasceu da necessidade da US NAVY de um caça que substituíssem os F-14 (Tom Cat), A4 (Sky Hawk), A7 (Corsair) e os A6 (Intruders). Este é um dos motivos da aparência pesadona do Super Hornet (o F/A-18 continua me lembrando um tijolo!).
Os NAes americanos portavam algo em torno de 24 F-14, 24 A4/A7 e 12 A6… Hoje eles portam apenas os F/A-18, além de um sem número de aviões e helicópteros de apoio e anti-submarino.
Ainda acho que você teria o mesmo efeito trocando os Super Hornets por Rafales.
Grande Petraki…
A sua sugestão é bastante válida… Foi o que eu queria dizer com a utilização das turbinas, eixo, transmissão e hélices do Pantera. Só não me tinha ocorrido que poderíamos utilizar a cabine do A-29.Teriamos um “Franquincóptero”! Gostei.
A utilização de componentes já testados e operacionais reduziria muito os custos de projeto e vôos de teste. Se não me engano, com a mecanica do Pantera o “Franquincóptero” poderia transportar, além de combustível e blindagem, algo em torno de 2 ou 3 toneladas de armamento. Nada mal, heim!
[]´s
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Fernando,
Voce tocou em um ponto que para mim é muito claro, cada vez mais as batalhas serão decididas por sensores e por isso eu estou levantando a bandeira de que devemos investir em uma coisa de cada vez. Começando primeiramente por sistemas de monitoramento e por sistemas de armas inteligentes, porque acho que isso será cada vez mais a cereja do bolo, a silver bullet de cada força. Claro que a furtividade dos vetores pode ser classificada como o recheio do bolo he he he.
Na minha opinião, desenvolver tudo a partir do zero é caríssimo e para e manter o nível de competitividade é mais caro ainda e no Brasil ainda não há predisposição nem esclarecimento da população para apoiar tamanho gasto, ou seja é algo inviável nos dias de hoje e em curto prazo.
Então temos que escolher algumas áreas que podemos nos destacar e manter a soberania, e eu acho que seria na área de integração, desenvolvimento de sensores, comunicações e sistemas de direcionamento para armas inteligentes (bombas e mísseis). Claro que se conseguirmos algum material ou ajuda técnica para pelo menos apontar a direção correta seria interessantíssimo iniciar algo em torno de furtividade.
Em relação a outros equipamentos, poderíamos continuar comprando ou fazendo parcerias com outros países para integrar os nossos sensores e armas e também absorver alguma tecnologia interessante para o país.
A Embraer tem um excelente know-how no quesito integração e design, que para alguns pode parecer ser algo simples, mas que na verdade talvez seja o grande “tchan” por trás da operação de vetores avançados. Exemplo: se desconsiderarmos os limites mecanicos e físicos da aeronave, o SuperTucano com seus sistemas, poderia carregar o mesmo armamento que o Gripen, SH e Rafale se a Embraer tiver acesso aos códigos.
O que prova que o vetor é muito importante sim, mas como cada vez menos existe a possibilidade de dogfight e os bombardeiros stealth não dispõem de armamento de defesa, a furtividades, sensores e armamento inteligente talvez sejam realmente o futuro dos combates aéreos.
Imaginem um UAV brasileiro furtivo com supercruise custando 1/40 de um caça, com 1/3 ou 1/4 do tamanho, custo de manutenção de 1/40, com um míssel BVR brasileiro de altíssimo desempenho e com os R-99 e radares de terra dando cobertura usando o Link BR2.
Eu penso que deva ser um cenário monstruoso para qualquer força de ataque.
Claro que além disso existem os caças tradicionais de 4a++ ou 5ª geração de prontidão, pois a grande vantagem que vejo nos UAVs é a possibilidade de se correr mais riscos, pois não se tem uma vida humana em jogo, mas não acredito que substitua um caça com um piloto analisando o cenário em tempo real.
Abraços a todos,
Dias
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Eu fui um pouco modesto em relação aos armamentos em uma passagem recente aqui no blog, mas vi que muita gente se empolgou, então vamos lá. ( NAVIOS)
- 2 NAEs, equipadas com(18 SUPER HORNET + 6 A-4M SKYHAWK + 6 SEAHAWK + 4 EC-725)
- 2 LHA”TYPE MISTRAL”
- 4 NDD”FOLDRE”
- 8 ESCOLTAS PESADAS 6.000T ARMADAS COM (1 oto melara 127/64+2 ciws + aster 15 + exocet block 3 + 2tt torpedos 324mm + 1S 70-B)
- 6 ESCOLTAS MEDIAS 3.500T ARMADAS COM (1 oto melara super rapid + ciws + aster 15 + exocet block 3 + 2 tt torpedos 324mm + 1s 70-B)
- 16 NAPAoC 1.800T ARMADAS COM (oto melara s/r +trinyti 40 + 4 metralhadoras 20mm + linx widcat)
- 30 NAPA 500T ARMADAS COM (2 trinyti + 2 metralhadoras 20mm)
- 3 NAVIOS TANQUES RAPIDOS
- 5 SNBR COM (torpedos pesados+misseis+misseis anti-aereos)
- 8 SBR COM (torpedos pesados +misseis anti-aereos)
AERONAVES DE APOIO (SÓ DA MARINHA)
- 25 S-70B
- 30 EC-725
- 50 EC-135
- 20 SUPER-HORNET
- 16 A-4M SKYHAWK
- 08 E-2D HAWKEYE
- 04 GRAY HOUND
- 06 P-3 OU P-95 PARA PATRULHAMENTO.
Emílio, eu acho que já da pra conversar, na America do Sul seriamos os unicos.
_______________
Juandir :
Estou achando bastante interessante essas montagens, mas os 12 A-4M ficarão nos seus 2 NAes e CHEGA ! rsrsrs, sobre os outros 16 A-4M.
É que eu detesto velharia em nossas FFAA, rs, então vamos mudar de fase, né!?
Roberto Silva
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Ola a Todos
Armar os Panteras seria uma solução de curto prazo, um ano ou dois não mais que isso, e antes do fim do prazo teríamos de escolher um helicóptero de ataque e no caso tenho dois candidatos a esta vaga: O AH-1W Super Cobra e o Rooivalk Sul Africano.
Segue um exemplo a todos, Helibras desenvolve um chassis, hélices e parte mecânica do helicóptero, a torre de tiro Ares poderia ser adaptada, a Avibras entraria com os foguetes e mísseis, a Embraer entraria com uma cabine adaptada dos ALX Super Tucano e a outra parte seria comprada, agora juntemos as partes e teríamos um helicóptero de ataque brasileiro,que poderia ter ate uma versão naval.
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Pessoal, olhem aí o Pantera Chinês:
http://www.forte.jor.br/?p=110
É melhor do quê desarmados… Com certeza!!!
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Tadeu,
Ãhã… “Eles” são uns fanáticos inveterados, né?
Mas não pegou pesado não porque a gente sabe que isso só podia ser brincadeira mesmo.
E na Colômbia o alvo estava imóvel…
?
Você está brincando né?
Conta pra mim esse detalhe: Alguém noticiou que o Raul Reyez estava no café da manhã, dormindo ou já estava morto?
Quem passou as coordenadas para o ataque?
Sim, porque se existirem as coordenadas proporcionadas por um satélite ou UAV ou Avião espião agindo na área, aí o ST pode trabalhar tranquilamente com bombas inteligentes… mas é claro que ele não pode parar no ar e ficar trocando bala com guerrilheiro né
Quanto ao melhor equipamento… não sei não, depende dos sensores, do pessoal treinado, do armamento instalado, acho que temos que pensar no aramento que podemos dispor, na integração das armas, no preço de manutenção, etc. Ontem mesmo eu vi uma reportagem de uma arma novíssima instalada num Huey velhão, podia detonar qualquer novo helicóptero só que não sobe, não faz curva…
Abraços,
Fernando
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Roberto de qualquer ponto de Taubaté se pode ver a movimentação dos Helicópteros do Cavex! Segundo o google earth a minha casa fica a 3.15 km da pista do Cavex… Então já da para imaginar que eu vejo eles todos os dias. E de um tempo pra cá é impressionante como a quantidade de super pumas voando aqui aumentou, antigamente não se via nenhum, hoje em dia ele aparece mais do que os Esquilos. Eu não saberia informar se eu estou na rota deles, mas eu desconfio que eles não tenham uma rota pré estabelecida por que todo dia eles vem de um lado diferente.
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Grande Alano Gurgel,
Que bom que voce e um aliado tecnologico das maquinas de guerra americana. hehehehehe. We are brohters in arms.
Temos serios oponentes neste site, rsrsrsrsrs. Eles cheiram a Sukhoi, Gripen e Rafale. Sao uns fanaticos inveterados, e olham para as nossas maquinas, com um desdem profundo. hehehehe. But we are the best.
Vamos falar serio:
O Apache e um super helicoptero, um verdadeiro matador de tanques, mas tambem é muito caro.
Existem certas manobras (voce sabe disso) que somente os helicopteros podem fazer.
Eu tambem gosto dos S.Tucanos, e acho que eles poderiam ser equipados como matadores de tanques e caca helicopteros.
So que, pelas caracteristicas aerodinamicas dos helicopteros (no stall), eles seriam melhor empregados na Amazonia como caca guerrilheiros; de uma forma mais eficiente do que os ST.
No caso da Colombia, (Raul Reyez) que foi morto pelos ST das FAC, o alvo estava imovel, ou seja, foi facil para os ST liquidarem os bandidos.
Agora, se imaginamos um grupo de guerrilheiros ou tropas inimigas em nosso solo, mas em movimento constante; um heli como o SuperCobra, pode reduzir a velocidade e ate mesmo pairar, para poder meter bala (digo missil) nos alvos em terra. Os STucanos (como todo aviao) tem que manter um minimo de velocidade X, para evitar o Stall (perda da sustencao e consequente queda).
Podemos usar os STucanos sim; em muitas missoes de apoio a Infantaria, mas os helis de ataque, sao insubistituiveis nos cenarios acima.
sds.
Tio Sam. (Peguei pesado galera ?) rsrsrs.
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Força Aérea – encomendas pensando para esse ano:
120 Gipen NG com tecnologia embutida na compra
24 F-35 do jeito que os EUA quiser vender: para proteção da região sudeste.
20 Embraer 145 ACW (r-99/A-10 e B-10)
8 Antonov An-225
40 Super Tucanos
—————————————————————–
Agora pensando na realidade: Força Aérea prazo: 3 anos
36 Gripen NG
10 F-35
10 R99/A,B
4 Antonov An-225
12 MIL MI 35 M
10 Ka-52 Alligator
10 Black Hawk Armados com duas minigun
Exercito:
20 Buk M1
10 baterias THOR M1
10 baterias S-300
Kits de GPS e Oculos de visão noturna para equipar alguns batalhoes
20 mil tavor
Marinha:
4 fragatas FREMM
2 destroyers KDX III
Modernização de todas as Fragatas, Corvetas e submarinos para usar o missel Harpoon
120 misseis Harpoon
E aí, galera, tá faltando alguma coisa ? Sinceramente, essas compras estao dentro da realidade do pais !! Alguém discorda de algum item citado acima ? Pq?
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So para o exercito:
1) Ka-52 Alligator – 60 unidades
FICHA TÉCNICA
Velocidade máxima: 340 Km/h
Velocidade de cruzeiro: 310 Km/h
Alcance: 460 km, 1160 Km de transalado
Razão de subida vertical: 600 m/min
Fator de carga: +3.5
Altitude maxima: 5500 m
Armamento: Um canhão 2A42 de 30 mm, 12 mísseis AT-16 Vikhr antitanque, 2 casulos com 20 foguetes de 80 mm, 2 mísseis ar ar R-73 Archer, 2 casulos com um canhão duplo de 23 mm,e bombas de 500 kg.
2) Mil Mi 28N Night Hunter – 40 unidades
FICHA TÉCNICA
Propulsão: 2 motores Klimov TV-3-117KM com 2500 hp
Velocidade máxima: 300 Km/h.
Velocidade de cruzeiro: 265 Km/h.
Alcance: 435 km, 1100 Km com tanques externos.
Razão de subida vertical: 820 m/min.
Fator de carga: +3 gs
Altitude maxima: 5800 m.
Armamento: Um canhão 2A42 de 30 mm, 16 mísseis AT-6 Spiral ou AT-9 Spiral 2 (Ataka) antitanque, 2 casulos com 20 foguetes de 80 mm ou casulos de 5 foguetes de 122 mm, casulos lançadores de granadas, Dispensadores de submunições KMGU-2.
3) Mil Mi-35 – 100 unidades
FICHA TÉCNICA
Propulsão: 2 motores Klimov TV-3-117VMA com 2200 hp
Velocidade máxima: 324 Km/h.
Velocidade de cruzeiro: 280 Km/h.
Alcance: 450 km.
Razão de subida vertical: 749,8 m/min
Fator de carga: +1,75 g
Altitude maxima: 4500 m.
Armamento: Um canhão de dois canos GSh-23L em calibre 23 mm ou uma metralhadora Yakushev Borzov YAK-B 12,7 mm com 4 canos rotativo, 16 mísseis AT-6 Spiral ou AT-9 Spiral 2 (Ataka) antitanque, 2 casulos com 20 foguetes de 80 mm ou casulos UB-32 de 32 foguetes de 50 mm, casulos lançadores de granadas.
4) Black Hawk armados com duas Handheld GE M134 Minigun – 200 unidades
5) LCH (ataque leve) – 100 unidades
Ficha Técnica
Tipo: Helicóptero leve de ataque e reconhecimento (LCH)
Comprimento:15.8m
Altura: 4.7m
Largura (sem os rotores):4.6m
Peso máximo: 5.5 ton.
Velocidade Máxima:275 km/h
Alcance máximo (desarmado): 700 km
Alcance máximo (armado): 550 km
Teto de serviço: 6.5 km
Autonomia: 3h 10`
6) EC-725 Super Cougar – 50 unidades
Se vier metade desse arsenal eu mudo de nome …
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Emílio :
Humm, com 550 unidades, seriam 275 unidades para você mudar de nome… pode sossegar aí, rsrs
Roberto Silva
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Acredito que o melhor modelo para o Exército seria o KA-52 Alligator,aeronave leve de ataque e reconhecimento, extremamente moderno…
Porém, o MI-35 Hind é uma ótima opção, já que além de ser a plataforma de ataque que todos estamos carecas de saber, pode transportar tropas, diminuindo a necessidade de enviar uma força maior…
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Esta ideia de versão de ataque do phanter é ridicula, seria o mesmo que aposentar os sapões,e tirar a metralhadora e o lança foguetes e colocar nos panteras, é o mesmo que tirar cabelo de sapo, é de dar gargalhadas a esmo, Amigos eu não teria coragem….sds
____________
Nando :
São testes do EB, vá lá em Taubaté dizer isso para eles, rsrs
Agora, me parece que tem algo a mais por trás disso, ah, tem.
Roberto Silva
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Grande Tadeu Mendes. F35, F22, F15, F18 e todos os F que fizerem, Super cobras, fragatas, subs nucleares, NAes e tudo dos americanos é bom demais. Acho que seja bom até demais para o Brasil, como disse o ministro Jobim, certa vez rsrsrsr.
O Apache seria uma boa também, Tadeu. E por que não alguns Super Tucanos de apoio à infantaria? Bem que o exército poderia operar também estes caças.
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Se é para pensar grande então tá:
EB:250 helis
80 tiger’s produzidos no BR..
130 EC-725 ”
20 halo’s (maior heli do mundo)
20 esquilos
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Fico com a solução sul-africana.
Eles construiram um helicóptero de ataque tripulado por piloto e co-piloto (em tandem) muito parecido com o Tigre europeu e armado com um canhão de 4 canos giratórios de 20mm e “asinhas” para armamentos variados.
Usaram a propulsão, transmissão, hélices e eixos do velho Puma e construiram uma nova cabine. Poderiamos fazer algo parecido utilizando os “Panteras”, muito mais capazes.
[]´s
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Concordo com o Tadeu Mendes, embora americano, e de projeto (base) mais antigo, o melhor helicoptero ainda é o supercobra…
Afinal, nem sempre o mais avançado é o melhor, e no caso dos helicópteros essa máxima é valida. O baixo preço, poderia fazer com que o Brasil comprasse muitos… como sou de Taubaté (aqui o trafego de helicópteros do cavex é impressionante, uma barulheira só, o dia inteiro eles ficam atrapalhando o som da tv, e do radio), eu adoraria olhar para cima e ver supercobras voando… :O….. (babando)
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Douglas :
Da sua casa dá para se ver a movimentação? Você está na rota deles?
Roberto Silva
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Roberto e amigos:
Eu tive a honra de voar em um Pantera quando estava no EB, e posso dizer que essa é uma boa aeronave para transporte de tropa e equipamentos E SÓ!
E mais: só quem já fez embarque/desembarque num Pantera sabe com que sacrifício se coloca um GC lá dentro: se um infante espirrar o Mecânico de Bordo cai pela lateral… Imagina meter ainda armamento na lateral, rs… o Atirador da .50 vai ficar pendurado, rs… (nada como servir num Exército pobre, aprende-se a fazer o “milagre da multiplicação de espaços”, rs).
Por outro lado, se for só pra servir como vetor de ataque o EB irá sub-utilizar o Pantera, que ficará com espaço interno inútil.
Por fim, cabe dizer que ela é lenta e grande demais para ataque. Se não tivermos nenhuma aeronave de ataque pura, é menos pior modificar o Esquilo para ataque, porque pelo menos é uma aeronave mais manobrável e menor. O Pantera não foi feito pra ataque; seria um alvo fácil contra qualquer arma antiaérea.
Abraço a todos.
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Saudações a todos,
Eu apenas gostaria de esclarecer algo, pois sempre vejo o certo grau de receio e as comparações com o armamentos americanos. O fato é que nunca na história os EUA entraram em conflito armado direto com nenhuma democracia consolidada, até porque quando a democracia é consolidada existem n meios de se atingir o objetivo, meios esses que são mais economicos, com menos risco e aceitáveis por grande parte do mundo.
O Brasil não tem que se equipar com uma invasão dos EUA em mente, mas sim visando as ameaças da América do Sul, devendo assim manter a projeção de poder e descontruir qualquer ameaça à sua soberania apenas pelo fator poder, isto é algo que os EUA fazem e muito bem com o mundo inteiro.
Outro fator que na minha opinião devemos considerar e aí sim no nível dos EUA ou até melhor, é o monitoramento através da rede de radares e patrulhas, tanto no ambito aéreo como naval.
Eu acredito que informação é essencial e a partir do momento em que se tenha uma visão completa e em tempo real do ambiente fica muito mais fácil tomar a melhor decisão.
Em relação aos Panteras, acredito que se é para fazer algo, faça direito ou não faça. Não sei para qual ameaça específica é esta solução, se for apenas para combates assimétricos como as FARC na Amazonia acho que é quase perfeito, pois consegue infiltrar as tropas e ainda dar uma boa cobertura.
Agora se for para uma arena de combate entre duas forças simétricas acho muito arriscado tal projeto, e chamar de versão de ataque ainda só faz aumentar a resistência ao projeto.
Abraços,
Dias
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Dias :
Penso que o Brasil deveria se preparar para o que desse e viesse, planejando todas as hipóteses, mesmo invasões de americanos, europeus ou chineses. Há muita riqueza aqui, começando pela água que está rareando no mundo. A desculpa para tomarem a Amazônia já está no ar, é tudo questão de tempo.
Roberto Silva
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Douglas, você gosta tanto dos ianques que não surpreenderia que fosse um deles.
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João :
É um direito dele, pois todos somos livres nessa democracia faz de conta que é séria.
Roberto Silva
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Amigos…
Eu realmente não entendo o Ministério da Defesa.
Eu já tive a oportunidade de conhecer frente á frente este EUROCOPTER AS-565 PANTERA aqui na minha cidade, Joinville, em um evento do 62º Batalhão de Infantaria. De imediato, não me chamou a atenção. É pequeninho, esguio, sem nenhum tipo de blindagem. Não tive a oportunidade de conferir se possuia sistemas de defesa do tipo CHAFF-FLARE (acredito que não tenha, pois nem o A-29 SUPER TUCANO tem!!!). Totalmente diferente da imagem que eu tinha, comparado com as milhares de fotos que eu tenho de aparelhos como BLACKHAWK, MI-8, etc…
Porém, o que eu não consigo entender é o dimensionamento que o Ministério da Defesa faz ao incorporar novos sistemas de armas em seu inventário. Porque o Exército Brasileiro, na verdade, precisaria dos MI-35, que serão incorporados pela Força-Aérea!!!!! Para que a Força-Aérea Brasileira irá usar o MI-35??? Para missões CSAR??? Comprem então um MI-28 NIGHT HUNTER!!!! Ou um AH-64D APACHE LONGBOW!!! Estes helicópteros são de perfíl para uma Força-Aérea.
O MI-35 é helicóptero de exército!!! É a maquina que deveria substituir estes PANTERA, com um poder de fogo apocalíptico, comparado com o AS-565!!! E o mais importante, combina a performance de um mortífero GUNSHIP, com a capacidade de transportar ainda tropas ( Operações Especiais )!! Para se ter uma idéia, a OTAN não possui nada igual!!!
No entanto, relacionado ao AS-565, estes tipos de armamentos que serão incorporados ( metralhadora calibre .50mm e um lançador de foguetes Avibras Sbat-60 ), só irão servir para um cenário sul-americano. Cade os mísseis anti-tanque??? Cadê a blindagem reativa, a suíte de sensores de detecção infra-vermelha, o radar de controle de tiros, sistemas de comunicações criptografadas???
Somente para um cenário sul-americano mesmo!!!
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Acredito que o helicóptero AS-365K “Pantera”, serviria como um helicóptero de ataque mais voltado para suportes, e poderia funcionar em guerras assimétricas, talvez com uma modernização em sua aviônica até valeria modificar as 32 aeronaves para o padrão e quem sabe comprar mais helicópteros nesse padrão; lembrando que a guerra do século 21 é assimétrica, pouco vai se ver país x país.
Acredito que o melhor seria o MI-28 Havoc, KA-50-2 Erdogan que estava sendo oferecido para o exercito turco; KA-52 Alligator ou MI-35. Como podem perceber, todos russos, isso seria uma forma de padronizar a manutenção de tais aeronaves, já que a FAB escolheu os russos.
Mas o Eurocopter Tiger seria também uma ótima opção e com algumas negociações poderia ser fabricado no Brasil através da Helibras.
Quanto ao F-X2 por muito tempo achei o Gripen NG uma péssima idéia, mas agora as coisas mudaram, vejo que seria a oportunidade de nos tornamos independentes e fabricar esse caça no Brasil, alem de ganhar dinheiro com as vendas, pois será uma parceria e como disse o presidente as Saab para negócios no Brasil cada aeronave vendida para outro país o Brasil ganhará uma porcentagem.
Muitos falam de seu alcance, mas se pararmos para pensar, se forem lançados de Anápolis, esse teria capacidade de chegar ao Rio Grande do Sul, alem de tudo como não é nosso real objetivo atacar ninguém, não precisamos de um avião de longo alcance, mas sim com capacidade de chegar a qualquer canto do Brasil e fazer frente a outros caças modernos.
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Se é para pensar grande, vamos lá.
Exercito.
Vamos primeiro pelo básico de toda força, as armas pessoais, nosso fuzil de assalto é uma piada, então vamos às compras.
No mínimo, 400 mil HECKLER E KOCK HK 416/417, considerado um dos melhores fuzil de assalto da atualidade.
Helicopteros, 30 MH-60K ‘PAVE HAWK para apoio das forças especiais, +30 UH-60L BLACK HAWK, para multi funções, junto com os MIL MI-35 Russos, eu acho que já daria pra começar a brincadeira, ah, tem também os EC725 SUPER PUMA. É! pro começo ja estaria bom.
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Esta versão modificada do Panther é uma solução rápida e pouco onerosa para dotar o EB num primeiro momento com uma Avex mais forte no ataque e não ficaria nada surpreendido na existência de um projeto de um helicóptero de ataque nacional, seja ele em parceria com a Helibras ou com os Russos. Espero que essa END siga em frente.
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Eu penso justamente o contrário. Comprar equipamento russo é que significa dar as chaves do galinheiro.
Entre a democracia bi centenária americana e a fajuta republica russa, fico com a primeira.
A França é carta fora do baralho, pois não tem escala industrial para atender ninguem, diminuiu o numero de Rafales da sua propria força e não vende esse caça em lugar algum. Chama a atenção os Emirados Árabes falarem em aumento de potencia dos motores do Rafale, quando o N. Sarkozy foi lá vendê-los… esse avião tem algum mistério.
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Jair,
Eu já ficaria super feliz se tivessemos os SuperCobra da Bell Textron. Alem de serem uma plataforma poderosa, os mesmos sao mais baratos, mais versateis e de manutenção mais econômica.
Tai o bichão:
http://en.wikipedia.org/wiki/AH-1_SuperCobra
sds.
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Amigos,
Tudo do bem que eles estejem amalgamando os Pantera, para que ele se torne uma versao de ataque. Infelizmente, nao vai passar de um transvesti aeromóvel.
Um verdadeiro helicóptero de ataque e densamente armado não é usado como transporte e só comporta um ou dois tripulantes.
Nos precisamos de helicópteros de ataque puro (nem os Hind russos me convencem), especialmente na Amazônia, pois os mesmos são caçadores natos.
Estes são extremamente rápidos, bem armados e existem táticas especificamente desenvolvidas para esse tipo de helicópteros.
Exemplos: Tiger, Apache, SuperCobra.
sds.
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Aviões e helicópteros de prateleira, isso não serve para o Brasil. O Brasil não pode pensar curto, hoje o F-18 seria solução parcial, amanha tem que ter um avião T-50 PAK-FA para fazer frente ao F-22, porque em combate o F-18 jamais vai levar vantagem sobre o F-22.
O melhor seriam uns 36 Rafales e logo PAK-FAs russos, isso seria pensar a longo prazo. Acho que vitória sem sacrifício não existe.
Comprar equipamento americano é dar a chave do galinheiro para a raposa cuidar.
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Roberto,
Se no FX-2 der o F/A-18SH da Boeing, creio que seria válido termos também o Longbow Apache, em grande quantidade como as 100 postadas.
Sds,
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