Aviação do Exército Testando Versão de Ataque do Pantera

Mídia : Blog do Vinna e Plugadosnews

Data : 1º/07/2009

O Exercito Brasileiro terá uma versão armada de ataque do helicoptero AS-365K “Pantera”

By Vinna com informações do Plugadosnews

O Comando da Aviação do Exercito Brasileiro (CAvEx), anunciou testes com uma versão modificada de ataque do Eurocopter AS-365K “Pantera” através de acordos de cooperação firmado com a Helibras.

Segundo informações os “Pantera” do exercito devem ser armados inicialmente com uma metralhadora calibre .50mm e com um lançador de foguetes Avibras Sbat-60. Não se sabe se a modificação contemplará a totalidade dos 32 helicopteros “Pantera” da CAvEx.

Atualmente, as aeronaves são utilizadas no transporte de tropas em operações aeromóveis. Os Pantera também podem atuar em missões secundárias, a exemplo de reconhecimento, apoio à guerra eletrônica, busca e salvamento, evacuação aérea e transporte de carga. A frota do Exército é composta por 32 modelos Pantera.

Nosso Comentário:

Aviação do Exército Testando Versão de Ataque do Pantera

Essa nova versão está em fase de testes, que se chama Projeto Demonstrador, quando está sendo instalado em uma das aeronaves do CAvEx um braço que carrega a metralhadora e os foguetes SBAT-70 (!) da Avibras.

A Aviação do Exército necessita de um helicóptero de ataque puro. Modificar os 32 Panteras para missões de ataque é interessante, mais ainda é pouco, pois lhes faltam blindagem e inúmeros outros itens, como motores mais potentes, designadores laser e aviônica moderna.

Os Panteras estão sediados no CAvEx de Taubaté, sendo operados pelo 1º Batalhão de Aviação (1º BAvEx) “Falcão”, 2º Batalhão de Aviação (2º BAvEx) “Guerreiro” e o 3º Batalhão de Aviação (3º BAvEx) “Pantera”. O 3º BAvEx está de transferência para a Base Aérea de Campo Grande (BACG), no Mato Grosso do Sul.

Eles também são operados pelo 4º Batalhão de Aviação (4º BAvEx) “Coronel Ricardo Pavanello”, sediado na Base Aérea de Manaus (BAMN), no Amazonas.

Os 4 Batalhões de Aviação em Taubaté (3), Campo Grande (1) e Manaus (1) ainda são poucos? Quantos deveriam ser e por onde deveriam ser espalhados? Quantos helicópteros de ataque deveriam compor cada Batalhão de Aviação do EB?

Dito isto, qual seria o melhor vetor de asas rotativas para ataque puro para servir ao nosso EB e em qual quantidade? Só pensemos em respostas a partir de 100 unidades, a fim de poderem ser montados no país.

Roberto Silva

DEFESA BR

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35 Comments »

 
  • Aquino Japiassú says:

    Uma foto bonita.

  • carlos argus says:

    Deveria ter essa versão a muito tempo…demorou foi muito…

  • Eduardo Lobo says:

    Mientras no llegan los MI-35… É o que se pode fazer… Alguém imaginaria esse quadro há cinco anos? PANTERAS armados, além dos FENNEC, helicópteros russos MI-35 chegando para a FAB e posteriormente para o EB (pela lógica), C ou KC-390, 50 Cougar MK-4, EB vencendo exercício internacional conjunto, FAB idem, PND e END em plena implantação, submarino Classe Scorpéne ou Higgins…

    É, o país tá mudando! Mas precisamos de um caudilho com petrodólares aos bilhões e egocentrismo suficiente para se perpetuar no poder, desestabilizando o continente todo, para que a política de defesa nacional de fato se fizesse notar ou, quiçá, existir!

  • Antonio Oss Menatti says:

    Que beleza ver a base de Taubaté em plena operação.

  • Tadeu Mendes says:

    Fernando (FGRpapa),

    No caso do Raul Reyez na Colombia; os elementos da Inteligencia do exercito colombiano ja vinham monitorando os movimentos do grupo ha algum tempo.

    Quando foi estabelecido o modus operandi do grupo; foi facil executar a operacao.

    O Reyez junto com seus guerrilheiros, estava acampando no outro lado da fronteira, em territorio equatoriano nas ultimas semanas antes de ser liquidado. Eles se sentiam seguros, e jamais pensaram que a FAC (Forca Aerea de Colombia) ou o exercito colombiano, fosse atrevido o suficiente, para ataca-los em seus acampamentos a apenas 500 metros da fronteira com a Colombia.

    Tudo o que a FAC teve que fazer foi estabelecer as coordenadas (GPS) do acampamento e programa-las no firmware das bombas inteligentes e BOOM…

    Um segundo ST baixou, fez um rasante (ainda no lado colombiano) e disparou suas metralhadoras, nos corpos que ainda estavam se movendo.

    Raul Reyez, o algoz e desumano guerrilheiro, morreu de cuecas. rsrsrs.

    sds.

 

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