Marinha do Brasil - MB
Meios Disponíveis e Futuros
SISTEMA DE SENSORIAMENTO
REMOTO E PROTEÇÃO MARÍTIMA
Dirigível estratosférico não tripulado ISIS.
(Arte Lockheed Martin)
O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.INTRODUÇÃO
Em nossa simulação, o Sistema de Sensoriamento Remoto e Proteção Marítima da MB abrangerá a ÁREA MARÍTIMA JURISDICIONAL do Brasil a chamada AMAZÔNIA AZUL, atuando ainda em parceria regional sobre a Costa e a Plataforma Continental do Leste da América do Sul e chegando ao Oeste da África.
Este Sistema, defendido pelo DEFESA BR, é baseado em uma Marinha Oceânica (ÁGUAS AZUIS) com Projeção Estratégica em primeiro lugar.
As ameaças a serem consideradas vão desde atentados terroristas às mais de 120 plataformas de petróleo e outras centenas futuras (na Plataforma Continental) e chegam à ameaça maior, que é a invasão anfíbia do País por potências militares, devido ao crescente interesse pelas 2 AMAZÔNIAS e, futuramente, pelo aproveitamento do Nordeste com a estratégica futura LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE- LNN.
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(Arte da MB)
O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em azul
claro e escuro no mapa acima. Os rios da Amazônia também são indicados.
A segunda Amazônia acima refere-se à Área Marítima Jurisdicional brasileira, a AMAZÔNIA AZUL, que possui inúmeros tesouros minerais, como o petróleo em proceeso de extinção, e representa uma magnífica área de quase 4,5 milhões de km2. Com tudo isso, nos próximos anos, os interesses marítimos crescerão, geometricamente, junta com as ameaças.
Hoje, a Plataforma Continental garante a auto-suficiência do Brasil, fornecendo mais de 80 % da crescente produção nacional de petróleo.
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Inauguração da plataforma marítima
P-50 em 21 de abril de 2006.
(Foto Ricardo Stuckert - PR -150.486)Além disso, 95 % de produtos importados e exportados são transportados por via marítima e o País paga US$ 8 bilhões anuais de fretes a terceiros, por não dispor mais de uma Marinha Mercante. A retomada da produção naval mercante também é de alta importância estratégica, tanto econômica como em sua Defesa.
SENSORIAMENTO REMOTO
Esse Sistema Marítimo contará com larga rede integrada de radares e sensores remotos dispostos pela costa, em ilhas e plataformas, além de vigilância aérea, de superfície e submarina. Ele poderia ser comandado por uma plataforma localizada na estratosfera como o ISIS, ora sendo desenvolvido pela Lockheed Martin para a USAF.
Em setembro de 2008, o comandante da Marinha, almirante Júlio Moura Neto, anunciou o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, algo comparável ao Sivam da Amazônia. Tal sistema deverá custar US$ 2 bilhões.
A vigilância será feita por meio de uma sofisticada rede de sensores eletrônicos distribuídos ao longo dos 4,5 milhões de km2. Trata-se de uma ferramenta que permitirá ao País o exercício de sua soberania e direitos sobre espaços marítimos.
A Marinha dispõe de dois sistemas - de Comando e Controle e de Informações sobre o Tráfego. Ambos serão integrados ao complexo da Amazônia Azul. O grupo vai contribuir para a repressão ao contrabando, segurança no mar, prevenção e combate à poluição.
O Sistema de Vigilância deverá exigir de três a quatro Centros Regionais. Um deles, o mais bem equipado, seria dedicado ao acompanhamento permanente das bacias de Santos, Campos e Espirito Santo, onde está o Pré-Sal. Essa riqueza fica a mais de 300 km da costa.
Outro núcleo de importância estratégica teria de ser montado na Foz do Rio Amazonas, voltado para um amplo arco no norte-nordeste. Os outros pontos estariam focados no sul e centro-leste.
A blindagem eletrônica será formada por radares digitais de longo alcance, rastreadores de satélite, unidades de busca, estações de rádio protegidas e sofisticados equipamentos de reconhecimento de atividade submarina clandestina.
PROTEÇÃO
As defesas nsse Sistema Marítimo estarão baseadas no comando & controle, e na ligação com enlace em redes e apoio mútuo das 3 FROTAS e das 3 FORÇAS, com o arsenal de caças, mísseis antiaéreos, anti-satélites, antinavios e anti-mísseis, sensores terrestres, aéreos e orbitais.
Serão colocados à disposição da Marinha do Brasil os meios necessários para dissuadir os inimigos, negar-lhes a utilização do mar, projetar poder sobre terra e exercer real controle sobre esta e qualquer área marítima, em caso de esforço para ajudar a guiar eventos em uma crise ou área de conflito internacional.
Os MEIOS NAVAIS serão próprios para o Século XXI, com NAes, Navios de Assalto Multipropósito (NAM), Família de Escoltas Lança-Mísseis (VLS) com ampla FORÇA AERONAVAL, Submarinos Nucleares e Navios de Apoio. Será uma Marinha do Brasil oceânica e com possibilidades estratégicas.
INTEGRAÇÃO
A MB desenvolverá um Sistema de Sensoriamento Remoto e Proteção Marítima totalmente integrado ao SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS - SIDM / ASAT, operado em conjunto pelo Exército e a Força Aérea para a Defesa do Território Nacional contra ameaças ameaças aeroespaciais, de aeronaves, mísseis e satélites.
O SIDM / ASAT será o sucessor nacional aperfeiçoado do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), fruto de projeto de cooperação Brasil-Índia (em andamento).
(Clique na foto para ver imagem gigante de esquema)
FONTES & LINKS