"O conceito
de Controle do Aeroespaço a partir
do Continente e de Força Aeronaval baseada em
Força de Superfície com Força de Submarinos em
qualquer ponto do mundo é o equivalente no Século
XXI aos conceitos de Controle do Mar e Negação do
Mar utilizados pelos estrategistas navais da Inglaterra,
França e EUA nos anteriores Séculos XVIII ao XX."
(Clique na arte para
ampliação)
Vista
Frontal do NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN da MB, de 50.000 ton.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
O DEFESA
BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
INTRODUÇÃO
"No caso
específico da Marinha, bem sei da
necessidade de reaparelhamento e modernização
de seus meios, única forma de mantê-la capacitada
a continuar contribuindo de forma eficaz para a
defesa do País, exercendo a presença do Estado
em nossa extensa malha hidroviária e, sobretudo,
na Amazônia Azul, imenso patrimônio que
também temos a zelar na área marítima sob
jurisdição nacional.
Como já manifestei em
outras ocasiões, um país
só é forte e respeitado quando tem Forças
Armadas compatíveis com seu papel na
comunidade internacional. Temos o compromisso
de recuperar a capacidade operativa das nossas
Forças Armadas. E vamos fazê-lo no âmbito do
processo de retomada do desenvolvimento,
avançando no sentido de modernizá-las
e melhor equipá-las.
As suas legítimas
aspirações serão
contempladas. Trata-se de uma questão
que o meu Governo tem determinação
de atender."
Parte da Mensagem do
Presidente Lula à
Marinha do Brasil na Comemoração
dos 139 anos
da Vitória na Batalha Naval do Riachuelo, em 11 de junho de 2004.
Em 2008, 4 anos se passaram e nada foi feito.
Para
que possam ser atendidas todas as necessidades presentes e futuras na presente
simulação do DEFESA BR,
deverá construir-se no Brasil os meios de combate próprios para uma Marinha com capacidade oceânica que passará
a ter 4 FROTAS, para a devida proteção do
território nacional, da AMAZÔNIA AZUL e do Atlântico Sul.
A área
Marítima da Amazônia Azul está em azul claro e
escuro.
Os rios da Amazônia também são indicados.
(Arte MB)
Com
essa redistribuição e desconcentração, a MB
poderá realmente proteger a gigantesca área de sua
responsabilidade e reduzir os altos riscos atuais de ter-se toda uma
armada desprotegida no interior da ultra-movimentada Baía de
Guanabara - Rio de Janeiro, e com centenas de aviões civis a
caminho do Aeroporto Santos Dumont. No Rio de Janeiro, uma alternativa
seria em uma vasta área no
novo Porto de Sepetiba, isolada e protegida pela Ilha Grande.
Serão
também incluídos Meios Distritais da nova PATRULHA NAVAL com larga capacidade para patrulhamento oceânico e fluvial, especialmente para a
proteção
da AMAZÔNIA,
em que operarão em conjunto com as FORÇAS
INTEGRADAS ORGÂNICAS,
até 2025.
FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia
MEIOS FUTUROS PARA A MB
Para as 3 FROTAS, serão contruídos no Brasil
navios totalmente INOVADORES
de real projeção
estratégica e integrados em um só conceito.
Terão todos elevado grau de furtividade, sendo muito maiores que os atuais, TODOS MULTIPROPÓSITO,
moduláveis para futuras modernizações
tecnológicas e com real capacidade de atuação em quaisquer Estado
de Mar (2) e em Teatros de Operações (TO) distantes, sempre procurando
operar em conjunto com as
mesmas FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS.
Todos disporão de
mísseis de cruzeiro, estratégicos e táticos, com capacidades de VLS.
Porém, a grande
inovação obtida será a introdução
do simples e
revolucionário
conceito do TRIMARAN para a Força de
Superfície que, com sua ampla Força Aeronaval,
virá a tornar outras Marinhas
simplesmente obsoletas para os desafios
do Século XXI.
E
a
revolução para as Forças de Superfície,
Aeronaval e de Submarinos
será
a aplicação da NANOTECNOLOGIA nas
estruturas e processos.
Materiais Nanoestruturados poderão
ser 100 vezes mais fortes, enquanto mais leves, e mais resistentes a altas temperaturas que
o aço e outros materiais
conhecidos.
Será possível
construir navios e submarinos
de elevado tamanho e potência,
de ultra-alta
resistência e extrema leveza, com ampla
redução de custos de construção e
operação, além de potencial velocidade na construção e
reparação. Todos
serão produzidos com os novos nano-materiais.
Até a energia será
manipulada, o que já será uma enorme revolução. Pode-se modificar
as
propriedades de óleos e combustíveis
a fim de proporcionar mais resistência ao calor, mais energia e até mais
flexibilidade.
Pode-se criar baterias
elétricas muitíssimo menores - nano-baterias, e com muito
mais energia a longo termo, o
que será vital para novos meios acima mencionados.
Na simulação do DEFESA BR, os materiais dos
meios navais terão sua força e resistência
aumentada em 3 vezes, do mesmo modo
que seu Nano-Combustível e Nano-Baterias. Assim, a durabilidade dos módulos e
dos navios atingirá 90 anos, o triplo da atual. Os novos
materiais
serão baseados na revolucionária AGLOMERAÇÃO
DE NANOTUBOS DE CARBONO.
Desse modo, toda a estrutura dos três cascos e da
superestrutura (convés
principal e convôo) do TRIMARAN será largamente
reforçada, produzida com os compostos de carbono da Nanotecnologia, de ultra-alta
resistência e extrema leveza.
Tudo isso deve ser levado em conta ao analisar-se as artes aqui
apresentadas.

Hidrodinâmica do
Trimaran.
Na possibilidade de um navio TRIMARAN,
caso
fosse feito de aço, ser pego no
sentido transversal por 2
imensas
ondas sucessivas, com ele ficando
apoiado apenas pelos 2 cascos laterias e ficando o peso do casco
central
em balanço no vazio entre as duas cristas das ondas, a
embarcação
seria seriamente danificada.
Já com os materiais nanoestruturados ultra-alta resistentes,
caso
os cascos externos estivessem apoiados e o central suspenso em um
vão
entre 2 imensas ondas sucessivas, não haveria qualquer problema,
mesmo
em inúmeras repetições.

(Clique
na arte abaixo para ampliação)
Interessante
concepção de NAe Trimaran italiano
dos anos 90, conhecido como STAC.
Essa inovação dos
nano-materiais contribuirá definitivamente para o seu elevado tamanho, baixo peso final,
ultra-alta
resistência, redução de custos de construção e de
operação, e velocidade na construção e reparação. O mesmo conceito
aplica-se
aos submarinos.
O mesmo conceito será transportado com vantagens para os futuros
NAVIOS
e LANCHAS de PATRULHA TRIMARAN da nova PATRULHA NAVAL dos Distritos Navais da Marinha do Brasil,
que deverão operar nos ambientes Oceânico e Fluvial, para a proteção da AMAZÔNIA.
SELVA !
A Amazônia é prioridade nacional.
Uma nova e
revolucionária opção perfeita para emprego nas 2 AMAZÔNIAS - em toda a região fronteiriça
amazônica e na
Área Marítima - é a LANCHA VOADORA HYDRO
FOAM (vídeo), que oferece a
indiscutível vantagem de voar a baixas altitudes, pousando e
decolando de rios e
terra, em pistas curtas e inclusive VTOL, o que a torna um V/STOL.
Tais Lanchas Voadoras poderão vir a desempenhar uma
formidável operação a partir de NAes, NAMs,
Família de Escoltas, Navios-Patrulha e inclusive Submarinos
(pelos Comandos MECs).
(Clique na foto para
ampliação)
MECs em exercício.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha)
O CONCEITO TRIMARAN
Existem
diferentes tecnologias sendo desenvolvidas em todo o mundo atual para
as Marinhas do Século XXI. A mais promissora de todas é,
inegavelmente, a do TRIMARAN, cujo conceito vem cada dia mais encontrando adeptos nos
principais Centros de Pesquisa & Desenvolvimento, Estaleiros e
Marinhas mais
avançadas, tecnologicamente.
Antes, existe temor generalizado de que esta revolucionária
plataforma não fosse viável. Entretanto, já hoje
experiências internacionais de sucesso, como no Reino Unido e nos
EUA.
Poder-se-á começar desenvolvendo e construindo as
Escoltas, das menores (E-6), passando pelas médias (E-12), e
chegando
às maiores (E-18). Com o conhecimento acumulado, virão a
seguir navios maiores.
ESCOLTA E-6 de 6.000 ton :
(Clique na
arte abaixo para ampliação)
Vista
Superior da ESCOLTA
E-6 TRIMARAN da MB, de 6.000 ton.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
ESCOLTA E-12 de 12.000 ton :
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vista
Superior da ESCOLTA E-12 TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
ESCOLTA E-18 de 18.000 ton :
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vista
Superior da ESCOLTA E-18 TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
Em seguida, seria o momento de
aplicar todo o conhecimento conquistado em fantásticos NAes e
NAMs TRIMARAN.
A Marinha que atingir essa meta primeiro estará colocando todas
as outras no longínquo passado tecnológico.
NAE de 50.000 ton :
Há hoje muitas
experimentações tecnológicas de TRIMARAN em todos os níveis e em todo o mundo
atual, inclusive para
grandes navios de combate. Um interessante conceito é o do M-Hull
da M SHIP Co., de San Diego,
California.
Cabe salientar que as Escoltas E-12
e E-18, os NAMS e os NAes terão capacidade de operar aeronaves ESTOL e V/STOL em pistas de decolagem de 80 metros
com
emprego de catapultas, pois todos possuirão comprimento
de 140 (E12) a 240 (NAe) metros. Será o caso dos futuros CAÇAS
AVANÇADOS HIPERSÔNICOS.
São navios concebidos para operarem com conforto e
segurança aeronaves VTOL, V/STOL e STOVL, como o JSF F-35 Lightning II. As Escoltas
E-6 poderão operar confortavelmente aeronaves VTOL puras.
EXEMPLOS DE TRIMARANS
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