Home


PLANO BRASIL

PROGRAMA MAR DE TITÃ

INDÚSTRIA NAVAL



NÍVEL  II - PLATAFORMA CONTINENTAL

FORÇA DE DEFESA COSTEIRA

PARTE II

PROJETO CARIBDE

NAVIOS DE PATRULHA COSTEIRA




(Clique na arte abaixo para ampliação)
Vista lateral do NPC do PROJETO CARIBDE, onde se observa a seção
frontal do navio e o seu canhão de 105 mm, a sua superestrutura ao centro,
o hangar à ré e o heliponto. Esses navios seriam a ponta de lança
da defesa costeira e litorânea do nosso País.

(Arte Edilson Moura Pinto)

 
1) PROJETO CARIBDE

NÍVEL II - PLATAFORMA CONTINENTAL
NAVIOS DE PATRULHA COSTEIRA PARA O BRASIL.


AUTOR : EDILSON MOURA PINTO




INTRODUÇÃO


O PROGRAMA MAR DE TITÃ visa a recuperação e consolidação da indústria naval brasileira, parte inicial do Componente Naval do PLANO BRASIL.


A segunda parte de seu NÍVEL II - PLATAFORMA CONTINENTAL, é denominada PROJETO CARIBDE, e apresenta o desenvolvimento nacional de um NAVIO DE PATRULHA COSTEIRA, capacitado à guerra costeira futura.




PROJETO CARIBDE


Concebidos para serem os futuros NAVIOS DE PATRULHA COSTEIRA - NPC, do PROJETO CARIBDE, teriam seus conceitos baseados na famosa e bem sucedida família de corvetas da Classe VISBY.


Esses navios seriam construídos em conceito FURTIVO, e adotariam todos os conceitos e avanços dos Projetos englobados no PROGRAMA MAR DE TITÃ.


O desenho dos NPC seria orientado a garantir invisibilidade aos radares e até mesmo ao olho nu, adotando-se para tal, camuflagens especiais. Seus sistemas de orientação e detecção seriam concebidos para operarem em modo passivo, permitindo assim a esses navios operarem em silêncio, quando necessário.


Seu ruído hidroacústico também seria reduzido e conceitos estruturais e aplicações de revestimentos e materiais especiais garantiriam às embarcações a capacidade de operarem de forma mais discreta e segura.


Os navios contariam com os mesmos sistemas opto/eletrônicos empregados nos navios do PROJETO CILA, os quais se baseiam em sistemas de comando, controle e comunicações, conectados aos sistemas de combate e controle de fogo.



(Clique na arte abaixo para ampliação)
 
NPC - Vista Superior

Vista superior do NPC do PROJETO CARIBDE. O desenho furtivo e o
conceito aplicado nesse navio seriam similares aos empregados no
projeto sueco da corveta polivalente VISBY.

(Arte Edilson Moura Pinto)



Sistemas seguros de comunicação digitalizadas e operadas via satélite garantiriam a troca via Enlace de Dados das informações captadas e transmitidas por outros navios.


Tais sistemas, comuns a toda a frota, permitiriam a conexão via vídeo-conferência às redes de comando espalhadas pela costa e integradas aos Centros de Comando Integrados das Força Armadas.


Seu sistema de armamentos incluiria a utilização de um reparo magnético de canhão 105 mm. Os navios contariam ainda com 2 canhões 20 mm posicionados nas laterais da nave.


Para defesa antiaérea, os NPC contariam ainda com 4 células verticais para lançamento de mísseis de defesa Anti-Aérea,
MAAC-30 I e R , de 18 km de alcance.



(Clique na arte abaixo para ampliação)


Míssil MAAC-30



No entanto, suas armas principais seriam os 12 reparos verticais fixos para lançamento de mísseis polivalentes Anti-Navio MANM -120 e mísseis de ataque direto MATM-36, empregados contra embarcações de baixa tonelagem.



(Clique nas artes abaixo para ampliação)


Míssil MANM-120


MATM-36

Mísseis MATM-36



Dois reparos fixos triplos de torpedos leves TP-02 seriam as principais armas Anti-Submarinas transportadas pelos NPC. No entanto, tais navios seriam capacitados a lançarem minas e cargas de profundidade.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

TP-02

Torpedo Leve TP-02



Sua planta motriz seria baseada em uma turbina a gás GEnx-75 BR, versão melhorada e nacionalizada da turbina aeronáutica utilizada no VC-350 (PROJETO OLIMPO), associado a um sistema AIP de 1.800 kW.


A propulsão dos NPC seria do tipo hidrojato e seu projeto seria desenvolvido aéreo / hidrodinamicamente para deslocar-se a velocidades de 85 km/h, o que seria perfeitamente possível dado ao emprego do sistema combinado de propulsão.


Em ocasiões específicas, essas embarcações acionariam o motor elétrico, o qual lhes confeririam velocidades inferiores da ordem de 24 km e maior discreção, dada a supressão de emissões Infra-Vermelhas IV e de ruídos.  


Todos os sistemas eletrônicos, tais como sonares, rádios e radares seriam idênticos aos implantados nos navios do PROJETO CILA.


O NPC seria equipado com SONAR montado no casco capazes de detectar minas, mas também operariam veículos não-tripulados de contra-minagem.


Na ponte de comando da embarcação, o capitão e seus subordinados teriam à disposição um sistema conjunto de módulo multi-sensor, o qual integraria os dados provenientes dos radares de freqüência dual e sonares de casco ou dos sistemas implantados nos veículos não-tripulados.


A busca aérea seria efetuada pelo radar multi-funcional 3D, cuja operação se faria através da banda C.


Provendo vigilância aérea e de superfície, esse sistema garantiria ainda a detecção e indicação de alvos para os sistemas de armas, podendo lidar com múltiplas ameaças, simultaneamente.


A integração dos sistemas de armas seria particionada com o radar multi-sensor, o qual possuiria ainda a capacidade de operar nos modos I e J para controle de tiro.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

NPC - Vista Lateral

Vista lateral do NPC do PROJETO CARIBDE, onde se observa a seção
frontal do navio e o seu canhão de 105 mm, a sua superestrutura ao
centro, o hangar à ré e o heliponto. Esses navios seriam a ponta
de lança da defesa costeira e litorânea do País.

(Arte Edilson Moura Pinto)



As dimensões do NPC seriam de 72 m de comprimento, 18 de largura e 16 de altura, deslocaria 640.000 kg, e teria alcance de 10.000 km.


A tripulação habitual seria de 24 homens, e o grupamento aéreo extra seria composto por 9 integrantes.


Os patrulheiros seriam ainda capacitados a transportarem 12 integrantes do
GRUMEC, os quais os capacitariam a serem usados em missões de infiltração de Forças Especiais.


Em ocasiões de salvamento, um CARIBDE seria capaz de recolher e abrigar até 24 náufragos. Sua autonomia lhe conferiria a possibilidade de efetuar missões por até 30 dias, ininterruptamente.


Como os demais navios do PROJETO CILA, os CARIBDE seriam equipados com módulos especiais para a pilotagem simultânea de até duas aeronaves não-tripuladas - Drones - NDH-9N e ARDH-9N, da
CLASSE HORUS de Helicópteros Leves.



NDH-9N


O destacamento aéreo padrão operado pelos NPC se constituiria de uma aeronave não-tripulada NDH-9N; no entanto, em missões que exigissem, esses navios poderiam abarcar facilmente em seu hangar uma aeronave tripulada NH-24 da CLASSE ISIS de Helicópteros Médios.


NH-24N

NDH-9N


Tais navios atuariam na Futura Força Naval, substituindo com folga os atuais patrulheiros da Classe GRAJAÚ, as corvetas INHAÚMA, a corveta BARROSO e demais embarcações destinada a essas missões.


Os NPC serviriam ainda de base para o projeto de Navios de Patrulha Fluvial (NPF), cujos itens em comum seriam da ordem de 95 %. O NPF será apresentado no NÍVEL III - MANANCIAL, do PROJETO MAR DE TITÃ,  PROJETO OXUM.





Volta ao Plano Brasil

Volta ao Ministério da Defesa




Home