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PLANO BRASIL

PROGRAMA MAR DE TITÃ

INDÚSTRIA NAVAL



NÍVEL  II - PLATAFORMA CONTINENTAL

FORÇA DE DEFESA COSTEIRA



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NCC - Vista Lateral

Vista lateral dos NCC do PROJETO CILA. Essas embarcações seriam
projetadas de forma a operarem helicópteros e veículos submarinos
não-tripulados, teriam conceito estrutural stealth e seriam destinados
à Defesa Costeira e à Gerra Anti-Minas.

(Arte Edilson Moura Pinto)

RECUPERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DA INDÚSTRIA NAVAL.

AUTOR : EDILSON MOURA PINTO




INTRODUÇÃO


O NÍVEL II - PLATAFORMA CONTINENTAL, considera a adoção de uma FORÇA DE DEFESA COSTEIRA composta por navios, aeronaves, submarinos e sistemas de defesa capacitados à guerra costeira e de defesa da plataforma continental, seus recursos, plataformas petrolíferas e navios, mas também capacitada à defesa de litoral e portos.


Antes de prosseguir com a apresentação dos programas referentes às embarcações destinadas à Defesa Costeira, gostaríamos de chamar a atenção para algumas considerações e discussões sobre o campo de atuação da futura Força Naval.


A princípio, uma força com capacidade oceânica tal qual propomos no NÍVEL I - MAR PROFUNDO, do PROJETO MAR DE TITÃ, seria empregada como força de projeção de poder e combate à longa distância, a qual compreenderia defesa e ataque a longa distância.


No entanto, para a defesa da região compreendida pela Zona Econômica Exclusiva (ZEE), seria necessário o emprego de embarcações menores, mais rápidas e de menores custos operacionais, de forma a executarem missões específicas ao serviço da Força Naval, liberando os grandes navios para as suas missões em águas profundas.


Conforme estabelecido na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, todos os bens exploráveis existentes sobre as águas e  o subsolo marinho ao longo de uma faixa litorânea de 370,4 km de largura, é considerada ZEE, cabendo ao País por ela ladeado a sua manutenção e defesa, bem como os poderes e direitos de exploração.



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Mar de Corais


A importância dos mares de corais e recifes é incalculável e necessita ser
considerada como objeto de valor indispensável. Estes animais marinhos
são responsáveis por nada menos que 80 % do oxigênio produzido
em nosso planeta, o que demonstra a necessidade de proteção
e até de exploração desse tipo de cultura.




Porém, em algumas regiões do litoral brasileiro, a Plataforma Continental (PC - prolongamento submerso do maciço terrestre), ultrapassa essa distância, estendendo-se para até 650 km mar adentro.


Dessa forma, a soma das áreas compreendidas entre a ZEE e a PC, constituem-se numa enorme região, cuja área eqüivale a cerca de 52 % da superfície continental do Brasil, perfazendo algo perto de 4.500.000 km2 e constituindo-se na chamada AMAZÔNIA AZUL.


Muito cobiçado por povos estrangeiros, tal qual a AMAZÔNIA VERDE, tal região possui potenciais de exploração ainda subdesenvolvidos e o impacto humano apresenta-se como uma temerosa ameaça ao desenvolvimento e aproveitamento pleno dessa área.


Pouco desenvolvida, essa extensa região carece de infra-estruturas e meios que, se bem conduzidas e aplicadas políticas de segurança e exploração, a tornarão uma fonte de recursos e desenvolvimentos inesgotáveis para o País.


É necessária, por exemplo, a implantação de programas e sistemas que garantam a boa navegabilidade, permitindo assim o tráfego marítimo seguro por essa região.


É necessário possuir meios e equipamentos capazes de garantir e defender as infra-estruturas nela já instaladas, tais como portos, oleodutos, cabos de comunicação e campos de plataformas extratoras de petróleo e gás natural.


É necessário explorar suas potencialidades de geração de energia via fazendas de usinas eólicas, as quais ainda se encontram em estágio embrionário. Porém, se implantada, resultará numa alternativa limpa para geração de energias renováveis , as quais delimitarão o desenvolvimento das Nações num futuro próximo.


Sem contar o fato de que o potencial de geração eólica nos 8.500 km de litoral é equivalente ao hidroelétrico implantado no continente.
 


Fazenda de Moinho

O potencial de geração de energia eólica no litoral brasileiro possui
a capacidade de geração equivalente ao atual hidroelétrico. Fazendas
de moinhos como esta, posicionadas a até 100 km da costa, gerariam
energia suficiente para as cidades litorâneas. Essa alternativa de quebra
solucionaria o problema da poluição visual provocada pela implantação
de gigantes moinhos nas proximidades dos centros urbanos.




A pesca constitui-se em outro fator importante, o qual deveria ser considerado assunto de segurança nacional e alimentar, dada a sua importância.


A pesca e suas potencialidades apresenta-se nos dias de hoje com diversas deficiências e cuja exploração ainda permanece praticamente artesanal.


Problemas de falta de equipamentos modernos para navegação, má adequação dos pesqueiros e uma frota geriátrica de embarcações apresentam-se como imensuráveis dificuldades, as quais elevam os custos e inviabilizam o desenvolvimento das comunidades de pescadores, limitando a produção e transformando-se num vicioso empecilho à geração de empregos e garantia de alimentos básicos à população de baixa renda.



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Navio Pesqueiro

A pesca, a navegação e a vigilância necessitam ser desenvolvidas
e modernizadas de forma a garantir a segurança, o sustento e o
desenvolvimento da economia e a auto-sustentabilidade das
populações que vivem próximas ao mar. Para tanto, precisa-se
incentivar o desenvolvimento e compra de navios modernos,
equipados com sistemas de navegação e de comunicação adequados.




Por sua vez, o turismo costeiro e mesmo submarino, os quais têm se tornado uma fonte expressiva de renda aos habitantes do litoral, também sofrem com a falta de planejamento e seus potenciais são debilmente explorados.


É ainda ridículo que um País tão agraciado pela natureza centre seu turismo praticamente no potencial de suas praias, restringindo a entrada de capital a ínfimos 10 km da costa.
 


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Litoral Brasileiro

O extenso litoral brasileiro e suas capacidades turísticas são irresponsavelmente inexplorados. Em sua maioria, o turismo no País resume-se a hotéis e pensões
posicionados em regiões de praias, o que limita o desenvolvimento de uma
completa cadeia de turismo associada a preservação do meio ambiente.




Sem falar na completa desconsideração de demarcação de regiões potenciais para o desenvolvimento e incentivo a práticas desportivas, as quais em outras fronteiras constituem-se numa fonte de riquezas saudáveis e auto-sustentáveis.
 


Esporte no Litoral

Devido ao clima e às condições naturais do nosso litoral, existe um gigantesco
potencial de exploração de práticas esportivas, as quais poderiam ser
praticados o ano inteiro, o que atrairia muitos turistas e desportistas
estrangeiros, constituindo-se assim numa fonte sustentável de
renda aos brasileiros que vivem próximos à costa.




É necessário também acordar para as potencialidades futuras de extração de jazidas imaculadas, adormecidas na massa terrestre submersa, metais, minérios e sedimentos submarinos, e até mesmo a energia geotérmica, são potenciais e futuras fontes de suprimentos e rendimentos extras.


É preciso desenvolver e incentivar o envolvimento de empresas nacionais de forma a desenvolverem tecnologias pioneiras de extração de minérios do fundo do mar, tal qual o faz a PETROBRAS, de forma a capacitar as empresas nacionais e torná-las locomotivas para o desenvolvimento.


 Navio de Cruzeiro Marítimo

É necessária a modernização e a adequação das leis e da  infraestrutura
turística de forma a possibilitar ao Brasil cada vez mais a exploração
do turismo de cruzeiros oceânicos, de forma a desenvolver
e angariar investimentos em nossa planta turística.




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 Navios no Porto

É necessário modernizar e adequar a nossa infraestrutura
portuária e hoteleira de forma a permitir a operação
de navios de cruzeiro em todas as regiões do País.




Segundo fontes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma população brasileira de cerca de 150 milhões de habitantes vive a menos de 200 km do litoral.


Pode-se dizer que a nossa população vive “empoleirada” e restrita a uma faixa densamente povoada, fazendo-se necessárias políticas verdadeiras de planificação urbana e exploração consciente do litoral, antes que os danos causados pela superpopulação sejam irreversíveis.

 

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Plataforma de Petróleo

Plataforma petrolífera a serviço da PETROBRAS. Instalações como essa custam
ao País somas imensuráveis de esforços e recursos financeiros e constituem um
retorno incerto. No entanto, constituem-se num patrimônio de altíssimo valor
estratégico para o País, necessitando de melhores investimentos em defesa,
fiscalização e apoio aos operários e empresas que atuam no nosso litoral.


 

Dados do IBGE apontam ainda para uma estimativa de que são transportados pelo mar nada menos que 95 % de todos os produtos importados e exportados pelo País, que se constituem em seu comércio exterior e suas riquezas. Este é um fator extremamente perigoso para o Brasil, dadas as condições atuais em que se encontra a sua Marinha de Guerra.


Após décadas de sucateamento continuado, nossa Força Naval possui atualmente uma capacidade de defesa e dissuasão que já foi superada em muito por Nações vizinhas, cujas economias são várias vezes menores que a nossa.


Nessa conjuntura, na ocasião de um conflito hipotético, seguido de um embargo econômico e de um bloqueio naval, a economia do País se asfixiaria em alguns meses, levando o mesmo a décadas de retrocesso e empobrecimento.


 
Navio Porta-Contêineres

Pelo mar, é transportado algo perto de 95 % das riquezas do País, fazendo-se
necessária a adoção de políticas que visem equipar as forças de segurança de
meios e sistemas capazes de garantir a integridade e a soberania do Brasil.




Diante desse negro panorama, acreditamos que existam motivos mais que suficientes para justificar a implantação de políticas especificamente orientadas para um programa nacional de defesa, exploração e preservação dessa região, cujas potencialidades são enormes, e que foi presenteada gratuitamente pela natureza.


Tê-la é o nosso direito, defendê-la é o nosso dever, e mantê-la é o nosso desafio.
 


Satélite

Tal como o SIVAM, o projeto de defesa da AMAZÔNIA AZUL deverá
contar com modernos sistemas de gerenciamento e vigilância por
aeronaves, satélites, navios, submarinos e plataformas remotas
posicionadas ao longo da costa, no mar e em terra.




É notório e vergonhoso que a nossa Marinha não disponha de meios necessários para garantir a soberania dessa região, ou ainda sequer exista na agenda do governo federal, e mesmo dos estados costeiros, programas que visem a possibilidade de implantação de uma “POLÍTICA DO MAR”.


É frustrante que sequer haja incentivos à indústria naval voltada ao desencadeamento e implantação de um parque, o qual possibilite a modernização da pesca e exploração dos recursos marinhos de forma a gerar empregos, garantir o sustento das famílias e acabar com a fome de muitos cidadãos, tal como fazem Japão, Austrália e União Européia.

 

Cardume de Peixes

A pesca e a exploração planejada dos recursos marinhos no litoral brasileiro
podem alimentar uma população algumas vezes superior à atual existente
no País. Para isso, são necessárias políticas de instrução, fiscalização
e policiamento das regiões exploradas, de forma a garantirem
auto-sustentabilidade sem ferirem o meio-ambiente
e a sua biodiversidade.




No nosso entender, este programa impactuaria fortemente na economia e no desenvolvimento do País, o qual, sem demagogias, se constituiria no verdadeiro FOME ZERO.


Sejam quais forem os destinos políticos abraçados pelo Brasil, é e será cada vez mais necessário que sua Marinha continue desempenhando sua missão constitucional, a qual inclui a defesa das águas azuis, litoral, rios e demais regiões providas de água, que se estendem pelo País.


No entanto, para que isso aconteça a contento, é mais do que necessário aprovar um plano de reequipamento e reestruturação da Força Naval em termos realmente sérios.


Torna-se necessária não somente a aquisição de meios navais destinados à defesa costeira (tema deste artigo), mas também a implantação de um sistema de vigilância permanente 24 hora por dia, composto por radares instalados na costa, em plataformas fixas posicionadas em alto mar, satélites de vigilância, redes interligadas de sonares, embarcações, aeronaves e equipamentos de prontidão, de forma a garantir a soberania e desenvolvimento do País.



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Campo de Petróleo
 
A infra-estrutura instalada nos campos petrolíferos situados na costa do
País constitui-se em uma importante fonte de recursos; no entanto,
ainda está longe de seu potencial máximo de exploração.




É necessária também uma melhor adequação da doutrina de defesa da Força Naval e criação de uma Guarda Civil Costeira aparelhada com aviões, helicópteros, navios, sistemas e bases espalhadas por toda costa e principais rios do País.



Navio da Guarda Costeira Alemã

Projeto de uma embarcação de patrulha para a Guarda Costeira Alemã.
Meios modernos como este seriam necessários para o policiamento e
segurança dos navegantes que circulam em nossas águas jurisdicionais.
Tal como a adoção dos meios, faz-se necessário também a criação
de uma Guarda Costeira, de forma a liberar a Marinha
de Guerra para a execução de suas missões militares.




A Guarda Costeira atuaria como força de polícia e salvamento; por outro lado, seria necessária a implantação de uma Força Naval exclusivamente treinada e equipada para a Defesa Costeira, armada com embarcações mais velozes, especializadas e com poder de fogo superior aos atuais navios em uso.


A Força Naval Costeira se encarregaria da defesa e ataque em caso de agressão e operaria interligada às Forças Oceânicas; porém, seu raio de ação se restringiria à ZEE.


Para tanto, seriam necessários meios navais à altura do desafio. Diante disso, elaboramos no presente artigo a proposta de desenvolvimento de 3 programas destinados ao reequipamento da Força Naval, tendo sido os projetos divididos de acordo com seus níveis de atuação e assim intitulados :


Parte I,
PROJETO CILA. Nesse Projeto, considera-se o desenvolvimento de um navio polivalente, o qual denominamos Navio Cruzador Costeiro - NCC.


Os NCC seriam destinados à defesa da fronteira marinha limítrofe às águas internacionais e teriam dimensões e capacidades inferiores às dos Cruzadores Oceânicos (PROJETO THOR). Seriam concebidos para a defesa da infra-estrutura costeira, antiaérea e Guerra de Superfície. No entanto, sua missão principal seria a de Guerra Anti-Minas.


Para isso, contaria com modernos sistemas de armas e de detecção. Operariam ainda veículos não-tripulados aéreos, navais (superfície) e submarinos.


 
Seafox

Submarinos remotamente pilotados destinados à Guerra Anti-Submarina já são
uma realidade. Na figura aqui apresentada, pode-se ver a concepção
artística do Seafox, empregado pelas forças da OTAN. Veículos
como este seriam produzidos nacionalmente de forma a dotar
nossa marinha da capacidade de Contra-Minagem.




Parte II, PROJETO CARIBDE. Nesse projeto, consideramos o desenvolvimento de um Navio de Patrulha Costeira (NPC) e de combate litorâneo cujas capacidades seriam equivalentes às bem sucedidas corvetas suecas da Classe VISBY.


Estes navios operariam também veículos tripulados e não-tripulados, constituindo-se na espinha dorsal da Força Naval Costeira.


Parte III, finalizando os projetos do Nível II, apresentaremos o
PROJETO SEREIA, o qual considera o desenvolvimento de uma Embarcação Rápida de Patrulha - ERP, a qual se destinaria à patrulha e vigilância próxima da costa, em regiões portuárias, baías, estuários e deltas de rios.


Possuiriam capacidade de se deslocarem a grandes velocidades e teriam características semelhantes aos barcos de patrulha noruegueses SKJOLD, sendo que seriam menores e mais leves que estes.


Estes programas seriam conduzidos pelo DENAPROM e teriam a participação dos estaleiros de médio e pequeno porte espalhados pelo País. 


Seriam desenvolvidos em pacotes intercambiáveis e comuns entre si, cujos sistemas modulares utilizariam ao máximo materiais compostos.


Os 3 Projetos adotariam o mesmo sistema de controle tático, de forma a garantir um elevado grau de modularidade, sendo reconfigurável para instalação em quaisquer navios.


Seriam compactos e buscariam em seus conceitos a simplicidade de operação, de forma a permitir que uma tripulação treinada em um navio, fosse mobilizada para outro sem a necessidade de treinamentos extras.


Todas as embarcações contariam com sistemas de controle tático e de apoio à navegação, os quais permitiriam a capacidade de processamento tático, possibilitando a análise de sinal de vídeo, radares, navegação e vigilância, convertendo-os em uma lista de acompanhamentos digitais. Estes, por sua vez, seriam apresentados graficamente em terminais ou mesmo em projeções holográficas 3D.


Com isso, a identificação de um alvo, sua posição e demais dados cinemáticos sensoriados por um navio seriam apresentados para seus operadores e, se conveniente, transmitidos e processados por sistemas táticos em outros navios, aeronaves e estações terrestres.



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Raios de Atuação dos 3 Níveis

Exemplificação do raio de atuação das plataformas consideradas no Nível II
de atuação, a FORÇA DE DEFESA COSTEIRA, onde pode-se observar
os prováveis raios de ação das embarcações dos 3 Níveis, contemplando
assim a Defesa do litoral e do País em seus diversos Níveis.




Os Sistemas de Contra-Medidas de Minagem seriam desenvolvidos para atuarem de forma a gerarem assinaturas acústicas e magnéticas ou a combinação dessas para varreduras de influência.


Adicionalmente, esses sistemas possuiriam softwares de Planejamento, Controle e Análise da Operação de Contra-Medidas de Minagem, capazes de apoiar plenamente o planejamento, a execução e a avaliação de varreduras de minas de fundeio de contato, influência acústica e magnética ou de fundo acústicas e magnéticas.


Apoiados por um sistema em rede, os quais permitiriam a monitoração dinâmica dos sensores e acionamento remoto de sistemas, estas embarcações poderiam interagir umas com as outras, possibilitando o lançamento de armas por uma e o acompanhamento e orientação por outra.


Sistemas inteligentes de controle e supressão de avarias seriam introduzidos nos 3 Projetos e teriam como objetivo permitir a troca de informações entre a Central de Controle de Avarias e seus reparos, possibilitando a monitoração, visualização e atuação em situações de avarias, fornecendo apoio para uma rápida tomada de decisão do Comando.


Sistemas virtuais de treinamento seriam empregados pelas unidades de formação da Força Naval. Para tanto, módulos e simuladores seriam empregados com o propósito de instruir e adestrar as tripulações de unidades navais e aeronavais.


Finalmente, os sistemas de armas, navegação e desenvolvimentos estruturais empregados nas embarcações consideradas no Nível II, PLATAFORMA CONTINENTAL, seriam em suas variantes as mesmas adotadas nos projetos do NÍVEL I, MAR PROFUNDO.


O PROGRAMA MAR DE TITÃ, que visa a recuperação e consolidação da indústria naval brasileira, parte inicial do Componente Naval do Plano Brasil, tem sua segunda parte disposta aqui no NÍVEL II - PLATAFORMA CONTINENTAL - FORÇA DE DEFESA COSTEIRA.


Repetindo, a primeira parte desse NÍVEL II, denominado PROJETO CILA, apresenta o desenvolvimento nacional de um navio polivalente, denominado de Navio Cruzador Costeiro - NCC.


A segunda parte é denominada PROJETO CARIBDE, na qual consideramos o desenvolvimento de um Navio de Patrulha Costeira - NPC, e de combate litorâneo.


A terceira parte é chamada PROJETO SEREIA, e apresenta o desenvolvimento de uma Embarcação Rápida de Patrulha - ERP.
 


FORÇA DE DEFESA COSTEIRA


PROJETOS
MEIOS ATUALIZADO
CILA
NAVIOS
CRUZADORES COSTEIROS

n  
CARIBDE
NAVIOS DE
PATRULHA COSTEIRA
n  

SEREIA

EMBARCAÇÕES RÁPIDAS
DE PATRULHA


n




PROJETOS NAVAIS - NÍVEL II


Os Projetos Navais do Nível II - 
FORÇA DE DEFESA COSTEIRA - podem ser aqui acessados :



NÍVEL II - PLATAFORMA CONTINENTAL - FORÇA DE DEFESA COSTEIRA


1) PROJETO CILA









2) PROJETO CARIBDE











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