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PLANO BRASIL

PROGRAMA LUA DE SATURNO

INDÚSTRIA AERONÁUTICA



PARTE V

PROJETO OLIMPO

ATUALIZAÇÃO DA FROTA VIP



(Clique na arte abaixo para imagem gigante)

VC-380

VC-380 - Uma das 2 aeronaves propostas para ser o
futuro avião de transporte presidencial
- FAB 001.
(Arte Edilson Moura Pinto)




AUTOR : EDILSON MOURA PINTO




INTRODUÇÃO


Quando em viagens internacionais ou mesmo internamente, o Presidente da República, bem como as demais autoridades, representam não sua pessoa, ideologia ou partido político, mas sim o Brasil, suas indústrias, comércio, cultura, interesses e o povo brasileiro.


Para tanto, ele deve dispor de meios adequados que lhe permitam desempenhar plenamente o seu papel, cumprindo seus objetivos.


Nos últimos 12 anos, os Presidentes do Brasil tiveram e têm lançado mão de um tipo de política diplomática mais adequada aos tempos modernos, desempenhando um papel muito importante na história do Brasil, inaugurando uma nova era nas relações comerciais e diplomáticas.


Esse modelo de política negligenciado pelos antecessores tem demonstrado resultados muito mais satisfatórios. Assuntos comerciais e de parcerias tecnológicas vêm ganhando cada vez mais espaço nas discussões levadas por esses governantes.


Os frutos já estão sendo colhidos. As conquistas recentes em temas da OMC, ALCA e OEA, apontam para o sucesso desse tipo de política internacional.


É evidente que muito ainda temos que aprender sobre esse tabuleiro de xadrez, mas também podemos considerar que só pelo fato de iniciarmos o jogo há tão pouco tempo, e já em tão pouco tempo termos obtido tais êxitos, nos demonstra que um futuro promissor há de vir quando tivermos desenvolvido plenamente tais capacidades.


O Presidente da República tem por dever zelar pelo desenvolvimento de nosso País e,  para tanto, deve lançar mão de todos os meios necessários para isso.


Suas viagens ao exterior são uma peça importante desse jogo. Elas são muito necessárias e não devem ser utilizadas como objeto de campanha, como tem sido propalado em alguns discursos pseudo-nacionalistas inflamados, que objetivam desviar a atenção da opinião pública, focando-a numa falsa verdade ou moralidade.


A incorporação recente do moderno AIRBUS A-319 ao 
Grupo de Transporte Especial (GTE), o VC-1A FAB 2101, também conhecido como FAB 001, permitiu que o Governo Brasileiro ingressasse no século XXI dispondo de uma aeronave genuinamente projetada para o transporte de autoridades, aquisição esta que se tornou o centro de uma tempestade de falsas notícias, eufemismos e falso nacionalismo.



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante do VC-1A)

FAB 2101  

Chegada do "Santos Dumont" em Brasília em 15 de janeiro de 2005.
(Foto Marcello Casal Jr. - ABr 80.588)



No entanto, a aquisição dessa aeronave gerou por vezes questionamentos sobre a necessidade urgente do País, mediante programas sociais, entre outros.


O fato é que a aquisição não pode ser comparada com tais programas, nem muito menos encarada pela sociedade civil como uma decisão meramente política ou ainda mediocremente considerada como a aquisição de um artigo de luxo por parte desse ou daquele Presidente.


É uma necessidade estratégica e um instrumento de vital importância para a diplomacia; estão em jogo a segurança, a integridade de nossas autoridades, a governabilidade do nosso País e a conseqüente manutenção do estado democrático. Portanto, esse assunto não pode ser tratado senão no seu nível de importância.


O VC-319 entrou no efetivo da FAB para substituir o também injustiçado KC-137,  muitas vezes chamado por alguns entusiastas do fracasso como SUCATÃO, título provocador dado a essa aeronave. É bem verdade que o avião não se adequava perfeitamente aos padrões nem ao tipo de missão que desempenhava, e tinha sua eletrônica e motorização desatualizadas, o que provocava certos incômodos, como restrições de vôo, entre outras coisas.


Mas tudo isso tinha sua razão de ser, pois o KC-137 fora adquirido primeiramente pela FAB para executar missões de cargueiro e de reabastecedor aéreo para suas forças caçadoras, mas como nossos governantes sempre negligenciaram o assunto da Defesa, o tempo passou e, em um dado dia, detectou-se a necessidade de se adquirir uma aeronave especializada no transporte VIP.


Mas, como sempre, com falta de planejamento e má gerência dos recursos, não foi possível adquirir tal aeronave, sobrando a missão ao então recém-chegado Boeing 707.


O fato é que, como no Brasil as autoridades pouco se importam com os assuntos referentes à nossa Defesa, e nossa sociedade ainda não está preparada para assumir e discutir com seriedade os temas referentes a esse assunto, o que se viu foi um total SUCATEAMENTO dos sistemas militares.


O SUCATÃO não foi exceção a essa regra; teve que voar por pelo menos uma década sem sequer sofrer atualizações em seus sistemas; o que dizer então de sua substituição por uma aeronave VIP definitiva?


Quando a FAB incorporou o VC-319, os SUCATÕES receberam merecidamente o justo prêmio pelo trabalho prestado ao nosso País, saíram de cena e das páginas dos “tablóides” brasileiros, caindo no anonimato, podendo agora desempenhar a missão à qual foram destinados : o reabastecimento aéreo,  recebendo então o reconhecido elogio das equipes e profissionais que dependem deles e que, como mais ninguém, os conhecem e os respeitam, os pilotos militares.


Já os derrotistas de plantão precisam informar-se mais e perguntar-se porque essas formidáveis aeronaves ainda estão em uso em diversos Países, executando missões de todo tipo, e até mesmo na própria USAF, que os utiliza não só como reabastecedores, mas também em suas missões mais secretas, incorporadas ao topo da tecnologia, como os programas
AWACS e J-STARS.


Devido às suas características, o A-319 “Santos Dumont” oferece às autoridades brasileiras o que há de mais moderno em comunicações seguras, confiabilidade de vôo e manutenção, e baixas emissões de ruídos, entre outras.


Sem dúvida alguma, é a aeronave ideal para esse tipo de missões. No entanto, suas últimas missões têm apontado um problema que não poderia ter sido considerado em sua avaliação. Os bons resultado decorrentes dos recentes acordos internacionais tecidos demandaram um crescente interesse por parte de setores empresariais em selar acordos internacionais e participar mais ativamente nas decisões levadas por nossas autoridades às outras fronteiras.


Em decorrência disso, as comitivas empresariais e presidencial cresceram, exigindo um número cada vez maior de pessoas, o que tornou o A-319 uma aeronave limitada em capacidade de transporte de passageiros, exigindo não para agora mas, certamente para um futuro não muito distante, a aquisição de uma AERONAVE MAIOR.


Podemos estender todas essas considerações previamente feitas até aqui ao restante da equipagem do GTE. Transportar nossas autoridades é um assunto que deve ser considerado com maior respeito e interesse por nossa sociedade. Para tanto, dotar o GTE com aeronaves modernas e adequadas terá que ser considerado.


Neste presente artigo, denominado PROJETO OLIMPO, apresentamos a proposição de 6 (seis) diferentes Classes ou Famílias de aeronaves VIP destinadas ao Ministério da Defesa, mais especificamente ao GTE. As variantes dessas famílias de aeronaves destinar-se-iam a completar o espectro de missões hoje efetuadas pela FAB no seu Grupo de Transporte Especial.


A proposta inicial do 
PROJETO OLIMPO é uma proposição que abrange a incorporação de uma solitária aeronave de posto de comando e transporte VIP destinada ao transporte do Presidente da República, que aqui é apresentada com duas opções em que ambas são possibilidades viáveis. De acordo com os orçamentos existentes, optar-se-ia por um ou por outro.


OPÇÕES PARA UMA AERONAVE FAB 001 :



     g AIRBUS A-380, denominado VC-380; e

     g AIRBUS A-350, denominado VC-350.


Sem dúvida, a primeira opção da proposta inicial é a mais cara, a da
CLASSE TITÃ (V-1A), que traria o gigantesco A-380, para servir como uma espetacular aeronave de transporte VIP do Presidente da República. A segunda opção é menos custosa, a da CLASSE ZEUS (V-1B), e traria o futuro A-350 para servir como FAB 001.


A segunda proposta é a
CLASSE ARTEMIS (V-2). Destina-se à substituição da atual frota de 737 da FAB, e baseia-se no já existente A-319 versão VIP. Tal aeronave já encontra-se em operação no GTE e esse projeto considera aquisições futuras e incorporações de novos avanços a esses aviões.


A terceira é a CLASSE ERA (V-3) que, em seu bojo, considera a adoção por parte do GTE de uma versão VIP do modelo nacional EMB-195, baseado no já em andamento EMBRAER-190 Lineaje.


A quarta sugestão é a CLASSE SELENE (V-4). Para ela, propomos a aquisição de um número maior de aeronaves LEGACY para operarem como aeronaves VIP. Recentemente, a FAB adquiriu duas delas, e acreditamos que uma padronização da frota seria necessária.


Para tanto, deveriam ser consideradas novas aquisições e posteriores atualizações de alguns de seus sistemas eletrônicos, atualizando-os aos sistemas que estiverem em uso por volta de 2020. Uma outra versão dessa aeronave se destinaria ao cumprimento de missões de calibragem e laboratório aéreo.


A quinta proposta é a CLASSE PERCEFANE (V-5), a qual considera a adoção do mini-jato da EMBRAER Phenom 300, como jato executivo que estaria a disposição do GTE para vôos a curta distância e com poucos passageiros e que complementaria os Legacy.


Por último, 
a sexta proposta traz a CLASSE TETIS (V-6), que apresenta o helicóptero VH-24A desenvolvido a partir do helicóptero multitarefa H-24 descrito no PROJETO ATOM. Essa aeronave substituiria na FAB os atuais VH-55 e VH-34 em operação.



CLASSES DE AERONAVES VIP

DO PROJETO OLIMPO 2


V-1A TITÃ
VC-380
AIRBUS
A-380 200 M
VC-380
V1-B
ZEUS
vc-350
AIRBUS
A-350 900

VC-350

V-2

ARTEMIS
VC-319
AIRBUS
A-319
VC-319
V-3
ERA

VC-195
EMB-195
VC-195
V-4
SELENE
VC-135  
EMBRAER
ERJ-135
LEGACY
VC-135
V-5
PERCE-
FANE
VC-300
PHENOM 300
VC-300
V-6

TETIS


VH-24A
 

H-24
VH-24A




V-1A - CLASSE TITÃ


A-380 - 200 M


DESENVOLVIMENTO



Por volta do ano 2020, as relações diplomáticas e comerciais entre Brasil e os outros Países exigirão de nossos governantes maior cooperação e presença em fórums de discussões, seja por necessidades nossas, da ONU, ou de blocos econômicos e militares dos quais o Brasil venha a participar.
 

Será imperativo que o governante chefe da nossa Nação disponha de uma aeronave com capacidades ainda inexistentes no nosso inventário aeronáutico.


Embora hajam afirmadores de que o fretamento de aviões é uma alternativa mais econômica para o Governo, a verdade é que dados recentes divulgados por setores no Governo mostram não o é. A aquisição de uma aeronave para esse fim se faz necessária.


Com isso, apresentamos a CLASSE TITÃ (V-1A), que é a primeira opção para um aviaõ presidencial (ver V-1B). Em seu escopo apresenta a proposta de um avião multimissão, concebida primeiramente para ser um avião centro de comando, que estaria disponível ao Presidente da República e que deveria ser capaz de possuir todos os meios e equipamentos necessários para que este pudesse governar ainda que em vôo.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

A-380 Flying Palace


O A-380 VIP Flying Palace tem 900 m2 de área em 2 andares de cabine.
À frente, um enorme bar em curva
. Ao fundo, diferentes espaços
em que pequenos grupos podem conversar, reservadamente,
além de assistirem vídeos e filmes.

(Foto Lufthansa Technik)



Este avião deverá possuir eletrônica e meios de comunicação de última geração, capacitando o Presidente e o alto comando militar a exercerem a bordo o comando das forças de segurança. Para tanto, deverá possuir uma sala de comando interna interligada às centrais de comando militar, via vídeo-conferência, compartilhando todas as informações advindas destas, desde imagens, comunicações e posições das forças de defesa e inimigas.


Será necessário que este avião possua uma capacidade de vôo trans-oceânico para missões em Países distantes, transportando internamente todos os suprimentos necessários para a missão do Presidente durante o período em que este estiver no exterior (Ver AFO).


Deverá também ser capaz de levar uma comitiva bem maior do que a que é embarcada atualmente. Outro ponto que deve ser considerado é a capacidade desta aeronave em reabastecer sua escolta. Este avião poderá possuir tanques de combustível sobressalentes que, em caso necessidade de prolongamento da missão ou mesmo em translado internacional, poderá reabastecer o grupo de caças que o acompanha.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

A-380 - Flying Palace

A-380 VIP Flying Palace - Área para pequenas reuniões, jantares,
e relaxamento em poltronas que podem virar camas; tudo isso
em uma aeronave que c
usta US$ 300 milhões.
(Foto Lufthansa Technik)



Não seria fácil conseguir introduzir todos estes sistemas em uma só aeronave, pois esta teria que ser muito grande. No cenário atual, existem muitas poucas aeronaves com a dimensão e a possibilidade de incorporar tais sistemas e poder cumprir estes requisitos. Mesmo assim, é até possível que nos próximos anos o mercado venha a desenvolver novas aeronaves com capacidades ainda superiores.


Baseando-se nos aviões atualmente disponíveis, sugerimos como uma opção a adoção do AIRBUS A-380-200 como aeronave de transporte especial para a FAB. Esse avião - VC-380 - possui características que o fazem ideal para tal missão.


VC-380

VC-380


Possui 2 deques, que podem ser configurados de forma a permitir ao Presidente o controle independente, pois o deque superior poderia ser configurado para serví-lo, com a suíte presidencial, sala de reuniões, restaurante e centro de comando.


No deque inferior, estariam disponíveis camas, assentos e bar, entre outras comodidades  à disposição da comitiva e tripulantes. O seu compartimento de carga supriria muito bem as necessidades exigidas nas longas missões e, de quebra, poderia acomodar um tanque de combustível extra para reabastecimentos aéreos.


Sua motorização poderia ser a mesma utilizada pelo C-224 (vide PROJETO ATLAS), o que diminuiria custos e padronizaria os recursos. Por último, poderia ser incluída uma célula contendo módulo de fuga para o Presidente, caso fosse necessário.


Deste avião seria desenvolvida uma versão destinada a ser um verdadeiro hospital aéreo denominada HC-380, que aproveitaria o espaço interno desta gigantesca aeronave, preenchendo-a com salas de cirurgia, UTIs, centro médico, salas de conferência e dormitórios, entre outros, disponibilizando aos médicos e enfermeiro a bordo todas as comodidades de um moderno hospital.


HC-380

HC-380


Esta versão seria utilizada sempre que necessário em situações regionais de calamidade pública e poderia prestar serviços a ONU em tempos de paz; em tempos de guerra, operaria como hospital central itinerante no campo de batalha.



(Clique na foto abaixo para ampliação)


A-380 - Exemplo de como seria o espaço destinado
às assessorias de autoridades e à imprensa.

Ver fotos e vídeos do A-380 no Showroom.
(Foto Airbus)



CARACTERÍSTICAS


     g Capacidade de vôo a qualquer tempo;

     g Sistemas de comando FBW;

     g Baixa dependência de infra-estrutura de solo;

     g Capacidade de transporte de cargas de maior volume e pesagem;

     g Sistemas defensivos para proteção tipo Chaff-Flares, entre outros;

     g Pressurização do compartimento de carga;

     g Capacidade de reabastecimento aéreo;

     g Porta de embarque lateral de cargas;

     g Comunicação via satélite segura;

     g Capacidade de comando global a qualquer tempo; e

     g Sistemas de comunicação integrados às centrais de comando.



 VERSÕES


VC-380
Aeronave de
transporte presidencial
HC-380 Avião hospital



ARTES


(Clique na arte abaixo para imagem gigante)

VC--380

VC-380 - Aeronave de transporte presidencial
- FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

HC-380

HC-380 - Avião hospital
- FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



ESPECIFICAÇÕES DOS A-380



VERSÕES


VC-380


HC-380


 

 

Modelo

General Electric
 
GE90-115B

General Electric
 
GE90-115B

Nº de propulsores

4

4

Empuxo unitário-seco

511 kN
(115.000 lbs)

511 kN
(115.000 lbs)

Capacidade de
Combustível interno

336.000 l

336.000 l

Provisão para
reabastecendo do vôo

Sim

sim

Tripulação

2+4+300

2+150


 

 

Extensão da Asa

79,8 m

79,8 m

Comprimento

67,9 m

67,9 m

Altura

24,1 m

24,1 m


 

 

Peso Vazio

280 ton

295 ton

Decolagem normal

420 ton

480 ton

Peso Máximo
de decolagem

600 ton

600 ton

Carga militar

120 ton

105 ton


 

 

Velocidade máxima

980 km/h

980 km/h

Teto operacional

13.100 m

13.100 m

Alcance

16.200 km

15.000 km





V-1B - CLASSE ZEUS


A-350 - 900


DESENVOLVIMENTO



Aqui,  apresentamos a CLASSE ZEUS (V-1B), que é a segunda opção para um aviaõ presidencial (ver V-1A). Ela tem o mesmo escopo, necessidades e sistemas da anterior para um avião centro de comando do Presidente da República .


Consideramos que, se por volta de 2012 o Governo Brasileiro pudesse dispor de tal aeronave, as alternativas existentes cairiam nos projetos hoje em desenvolvimento, o A-350 da Airbus européia e o B-787 da Boeing americana.


Sugerimos como uma opção a adoção do AIRBUS A-350-900 para aeronave de transporte especial para a FAB, pelo fato dessa aeronave ser produzida pelo mesmo fabricante do A-319, hoje em uso pela FAB. Itens como treinamento, operação, ferramental e filosofia são os mesmos aplicados em ambas as aeronaves.


Esse avião -
VC-350 - possui características que o fazem ideal para a missão do FAB 001 e poderia ser configurado de forma a permitir ao Presidente uma viagem confortável.


Sua seção frontal poderia acomodar a suíte presidencial, sala de reuniões, restaurante e centro de comando, ficando sua seção traseira disponível as camas, assentos e bar, entre outras comodidades à disposição da comitiva e tripulantes.
 

VC-350


Seu compartimento de carga supriria muito bem as necessidades exigidas nas longas missões, acomodando sob as asas tanques sobressalentes de combustível para reabastecimentos aéreos.


Sua motorização poderia ser a mesma utilizada pelo C-170 (GEnx-75A1-BR, vide PROJETO ATLAS
), o que diminuiria os custos e padronizaria os sistemas. Por último, poderia ser incluída uma célula contendo módulo de fuga para o Presidente, caso fosse necessário.



CARACTERÍSTICAS


     g Capacidade de vôo a qualquer tempo;

     g Sistemas de comando FBW;

     g Baixa dependência de infra-estrutura de solo;

     g Capacidade de transporte de cargas de maior volume e pesagem;

     g Sistemas defensivos para proteção tipo Chaff-Flares, entre outros;

     g Pressurização do compartimento de carga;

     g Capacidade de reabastecimento aéreo;

     g Comunicação via satélite segura;

     g Capacidade de comando global a qualquer tempo; e

     g Sistemas de comunicação integrados às centrais de comando.



 VERSÃO


VC-350
Aeronave de
transporte presidencial



ARTE


(Clique na arte abaixo para imagem gigante)

VC-350

VC-350 - Aeronave de transporte presidencial
- FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



ESPECIFICAÇÕES DO A-350



VERSÃO


VC-350


 

Modelo

General Electric
 
GEnx-75A1

Nº de propulsores

2

Empuxo unitário

334 kN

Capacidade de
Combustível interno

136.100 l

Sonda de reabastecimento

Sim

Tripulação

2-6 ou 300


 

Extensão da Asa

61,1 m

Comprimento

65,2 m

Altura

17,4 m


 

Peso Vazio

130,7 ton

Decolagem normal

185 ton

Peso Máximo
de decolagem

245 ton

Carga

44,9 ton


 

Velocidade de cruzeiro

Mach 0.84

Alcance

16.300 km





V-2 - CLASSE ARTEMIS


A-319


DESENVOLVIMENTO


A CLASSE ARTEMIS (V-2), diferentemente das outras propostas, não visa o desenvolvimento de uma nova aeronave, mas sim a atualização e o emprego de uma aeronave já utilizada pela FAB, o A-319, o presente FAB 001, de uso exclusivo do Presidente da República.


Essa formidável aeronave que, certamente, continuará em operação na FAB por pelo menos 30 anos, estaria em operação no GTE ainda por volta de 2020. No entanto, até lá sua aviônica hoje moderna já estará defasada em relação aos novos sistemas que hão de surgir.


Portanto, sua eletrônica deverá ser atualizada, incorporando novos avanços. A evolução natural da tecnologia trará também avanços consideráveis aos propulsores, apresentando por volta do ano 2020 novas versões dos seus atuais motores. Porém, estes possuirão características bem mais avançadas, tais como : menores consumos, emissões de ruídos e de poluentes.


Por volta de 2020, o Santos Dumont poderia sofrer um upgrade, cujo objetivo seria incorporar os avanços existentes. Novas aquisições dessa aeronave VC-319 serão necessárias e elas poderão sair de fábrica já com esses avanços.



VC-319

VC-319


Com isso, esse avião poderia ser empregado pelo Presidente ou demais autoridades quando em vôos internos ou internacionais de curta duração e translado. Seria necessário incrementar seu alcance; isso não seria um problema difícil de resolver, haja vista as características dos novos motores.


Em outras ocasiões , serviria como aeronave oficial para o transporte de ministros e comandantes militares, cujos sistemas de comunicação permitiriam-lhes permanecerem conectados em tempo real às centrais de comando e ao próprio Presidente da República, permitindo assim maior velocidade na tomada de decisões e maior eficiência na cadeia de comando.




CARACTERÍSTICAS


     g Capacidade de vôo a qualquer tempo;

     g Sistemas de comando FBW;

     g Baixa dependência de infra-estrutura de solo;

     g Sistemas defensivos para proteção tipo Chaff-Flares, entre outros;

     g Pressurização do compartimento de carga;

     g Capacidade de reabastecimento aéreo;

     g Sistemas de comunicação integrados às centrais de comando; e

     g Portas de embarque lateral de cargas.



 VERSÃO



VC-319

Aeronave de transporte VIP




ARTE


(Clique na arte abaixo para ampliação)

VC-319

VC-319 - Aeronave de transporte VIP - FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



ESPECIFICAÇÕES DO A-319



VERSÃO



VC-319


Motorização

 

Modelo

CFM 56-X versão melhorada

Nº de propulsores

2

Empuxo unitário-seco

120 kN

Capacidade de Combustível interno

27.000 l

Provisão para reabastecendo do vôo

sim

Tripulação

2+124


Dimensões

 

Extensão da Asa

34,10 m

Comprimento

33,84 m

Altura

11,76 m

Área alar

122,4 m2


Pesos

 

Peso Vazio

41.200 kg

Decolagem normal

56 ton

Máximo de decolagem

65 ton

Carga

18.000 kg


Desempenho

 

Velocidade operacional

890 km/ h

Teto operacional

11.900 m

Alcance

12.500 km

Pista de decolagem

1.400 m





V-3 - CLASSE ERA


EMB-195


DESENVOLVIMENTO


A CLASSE ERA (V-3) contempla a adoção do EMB-195 como aeronave de transporte VIP - VC-195, a qual seria a aeronave utilizada pelo Presidente e Ministros quando em vôos internos pelo País. Essa versão foi concebida ainda em 2006 pelo PLANO BRASIL para a substituir os Boeing 737, cujas vidas úteis já estavam chegando ao fim.


n


Em 2008, foi anunciada a aquisição de 2 (duas) unidades pela Presidência da República junto a Embraer. Elas virão em março e dezembro de 2009.


VC-195

VC-195


Esse projeto seria baseado no jato executivo EMB-190 LINEAJE 1000. Sua célula seguiria os padrões de motores e sistemas propostos para suas versões irmãs (vide PROJETO MINERVA) e seus sistemas eletrônicos poderiam ser padronizados de acordo com o PROJETO OLIMPO 2.



Lineage 1000

O novíssimo LINEAGE 1000, baseado no
EMB-190, foi lançado em maio de 2006.
(Foto Divulgação Embraer)



Esta aeronave seria melhor adequada ao serviço do CAN - Correio Aéreo Nacional, cujas atribuições têm sido gradualmente ampliadas, o que no futuro próximo exigirá uma aeronave de tal magnitude.



CARACTERÍSTICAS


     g Capacidade de vôo a qualquer tempo;

     g Sistemas de comando FBW;

     g Baixa dependência de infra-estrutura de solo;

     g Sistemas defensivos para proteção tipo Chaff-Flares, entre outros;

     g Pressurização do compartimento de carga;

     g Capacidade de reabastecimento aéreo;

     g Sistemas de comunicação integrados às centrais de comando; e

     g Portas de embarque lateral de cargas.



 VERSÃO



VC-195

Aeronave de transporte VIP




ARTE


(Clique na arte abaixo para ampliação)

VC-195

VC-195 - Aeronave de transporte de autoridades ao serviço do GTE e do CAN.
(Arte Edilson Moura Pinto)



ESPECIFICAÇÕES DO EMB-195



VERSÃO



VC-195


Motorização

 

Modelo

GE CF34-10M

Nº de propulsores

2

Empuxo unitário-seco

9.500 kg f

Capacidade de Combustível interno

15.000 l

Sonda de reabastecimento

sim

Tripulação

2/20  ou 108


Dimensões

 

Extensão da Asa

28,72 m

Comprimento

38,65 m

Altura

12,80 m


Pesos

 

Peso Vazio

29.000 kg

Decolagem normal

40.000 kg

Máximo de decolagem

54.000 kg


Desempenho

 

Velocidade máxima
980 km/h

Velocidade de cruzeiro

870 km/ h

Teto operacional

10.000 m

Alcance

6.000 km

Pista de decolagem

1.500 m





V-4 - CLASSE SELENE


ERJ-135 LEGACY


DESENVOLVIMENTO


Complementando a Força de aeronaves do GTE
, apresentamos a CLASSE SELENE (V-4), cuja proposta apresenta como aeronave o substituto natural dos atuais VC-97, VC-35, VC-96, VU-93 e 35, EU-93, o EMBRAER LEGACY, o qual chamaremos neste artigo de VC-135.


VC-135

VC-135


Por agregar características ímpares, como baixo custo operacional, fácil manutenção e possuir uma cabine de dimensões inigualáveis aos concorrentes, essa formidável aeronave tem despertado um grande interesse por parte de algumas Nações e, sem dúvida alguma, seria o sucessor adequado para a atual variada frota de aeronaves de transporte especial.


Suas capacidades superiores às dos concorrentes, a colocariam em um lugar de destaque.


A recente aquisição feita pelo GTE de duas aeronaves desse modelo foi, sem dúvida, uma das mais acertadas decisões do Governo atual.




LEGACY Executive & Shuttle .
(Foto Divulgação Embraer)



Sua versatilidade permite a conversão, quando necessária, de uma aeronave VIP em avião ambulância, o que, sem dúvida, veio somar pontos à atual renovação em curso no GTE.


Como em outras aeronaves, alguns avanços tecnológicos deveriam ser incorporados ao projeto, novas versões de motores, aviônica, sistema de comunicação global entre outros, padronizando assim toda a frota de aeronaves VIP da FAB, desde o VC-350 até o versátil LEGACY, permitindo assim uma interoperacionalidade de sistemas, melhorando e disponibilizando ao Estado todos os meios necessários para a execução dos seus serviços.


A segunda variante desse avião seria destinada à missão de calibragem e laboratório aéreo, aqui denominada L-135, destinada a substituir tanto os Bandeirantes, como os EU-93 no atual GEIV.


L-135

L-135


Esse avião deveria contar com os mesmos sistemas modernos, acrescidos, é óbvio, dos sistemas necessários para a execução de suas missões.



CARACTERÍSTICAS


     g Capacidade de vôo a qualquer tempo;

     g Sistemas de comando FBW;

     g Baixa dependência de infra-estrutura de solo;

     g Sistemas defensivos para proteção tipo Chaff-Flares, entre outros;

     g Pressurização do compartimento de carga;

     g Capacidade de reabastecimento aéreo;

     g Sistemas de comunicação integrados às centrais de comando; e

     g Portas de embarque lateral de cargas.



 VERSÕES


VC-135
Versão baseada no Legacy,
de transporte especial
L-135
Versão baseada no Legacy, de
calibragem e laboratório aéreo



ARTES


(Clique na arte abaixo para ampliação)

VC-135

VC-135 -
Aeronave de transporte de autoridades a serviço do GTE.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

L-135

L-135 - Aeronave de calibragem e laboratório aéreo
a serviço do GEIV - FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



ESPECIFICAÇÕES DO ERJ-135 LEGACY



VERSÕES


VC-135


L-135


Motorização

 

 

Modelo

Allison AE 3007AX

Allison AE 3007AX

Nº de propulsores

2

2

Empuxo unitário

36 kN

36 kN

Provisão para
reabastecendo do vôo

Sim

Sim

Tripulação

2-36

2-36


Dimensões

 

 

Extensão da Asa

20,04 m

20,04 m

Comprimento

26,33 m

26,33 m

Altura

6,76 m

6,76 m

Área alar

51,18 m2

51,18 m2


Pesos
 

 

 

Peso Vazio

10.500 kg

10.500 kg

Decolagem normal

18.000 kg

18.000 kg

Peso Máximo de decolagem

21.000 kg

21.000 kg

Carga paga

5.000 kg

5.000 kg


Desempenho

 

 

Velocidade máxima

980 km /h

980 km /h

Teto operacional

10.800 m

10.800 m

Alcance

3.600 km

3.600 km

Pista de decolagem

1.200 m

1.200 m





V-5 - CLASSE PERCEFANE


PHENOM 300

DESENVOLVIMENTO


A CLASSE PERCEFANE (V-5) contempla a adoção de uma aeronave para transporte especial junto ao GTE, via compra direta da EMBRAER.


A aeronave VC-300 seria baseada no microjato executivo PHENOM 300 e cumpriria no GTE as funções de transporte especial de parlamentares, ministros, altos executivos e militares de alta patente.




Phenom 300.
(Arte Divulgação Embraer)



Substituiriam os VC-135 nas missões de menor envergadura, ou seja, os vôos à curta distância e com poucos passageiros. Eles complementariam os LEGACYS. Devido ao seu custo de aquisição, operação e manutenção, seriam aeronaves imprescindíveis ao serviço do GTE.


VC-300

VC-300



CARACTERÍSTICAS


     g Capacidade de vôo a qualquer tempo;

     g Sistemas de comando FBW;

     g Baixa dependência de infra-estrutura de solo;

     g Sistemas defensivos para proteção tipo Chaff-Flares, entre outros;

     g Pressurização do compartimento de carga;

     g Capacidade de reabastecimento aéreo;

     g Sistemas de comunicação integrados às centrais de comando; e

     g Portas de embarque lateral de cargas.



 VERSÃO



VC-300

Aeronave leve de transporte
especial a serviço do GTE




ARTES


(Clique na arte abaixo para ampliação)

VC-300

VC-300-
Aeronave leve de transporte especial a serviço do GTE.
(Arte Edilson Moura Pinto)



ESPECIFICAÇÕES DO PHENOM 300



VERSÕES


VC-300


Motorização

 

Modelo

Pratt & Whitney  PW 535E

Nº de propulsores

2

Empuxo unitário

14,2 kN

Tripulação

1/2-7/8


Dimensões

 

Extensão da Asa

16,2 m

Comprimento

15,5 m

Altura

5,0 m


Pesos
 

 

Peso Vazio

ND

Decolagem normal

ND

Peso Máximo de decolagem

ND

Carga paga

ND


Desempenho

 

Velocidade máxima

835 km /h

Teto operacional

13.715 m

Alcance

3.335 km

Pista de decolagem

1.130 m

 ND - Não Declarado pelo fabricante (Embraer).




V-6 - CLASSE TETIS


H-24


DESENVOLVIMENTO


A CLASSE TETIS (V-6) contempla a adoção do Helicóptero H-24 proposto na Classe ISIS do PROJETO ATOM mas que, para este programa, considera uma versão destinada às missões VIP. Assim, ele substituiria os atuais Esquilos e Super Puma.


Essa versão VH-24A seguiria o mesmo conceito de suas versões irmãs. Construída em sistemas modulares, possuiria os mesmos sistemas de comunicação dos aviões descritos no presente PROJETO OLIMPO.



VH-24A


VH-24A


Seria a aeronave de asas rotativas padrão do transporte VIP à disposição do GTE, cuja finalidade seria o transporte do Presidente da República e seus assessores, capacitado a transportar até 18 passageiros na configuração VIP de alta densidade.


Assim como suas variantes militares, também seria blindado para maior proteção dos seus tripulantes e passageiros, bem como sistemas defensivos, do porte de RWR e Chaff-Flares.



CARACTERÍSTICAS


     g Capacidade de vôo a qualquer tempo;

     g Capacidade de vôo pairado automático e de baixa altitude
         a qualquer tempo
;

     g Capacidade de pouso em água, para operações anfíbias;

     g Velocidade e alcance superiores aos dos similares;

     g Sistemas de comando FBW;

     g Sistemas defensivos para proteção tipo Chaff-Flares, entre outros;

     g Comunicação global;

     g Capacidade intermediária de carga; e

     g Blindagem para proteção.



 VERSÃO



VH-24A

Helicóptero VIP para a Força Aérea (A)



ARTES


(Clique na arte abaixo para ampliação)

VH-24A


VH-24A - Versão do helicóptero VIP para a Força Aérea - FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



ESPECIFICAÇÕES DO H-24



VERSÃO
 

VH-24A

Motorização



Modelo

Klimov BR-3000

Nº de propulsores

2

Potência  unitária

2 x 1.865 KW
(3.000 shp)

Capacidade de
Combustível interno

4.500 l

Provisão para
reabastecendo do vôo

Sim

Tripulação

2-6 (VIP)

Dimensões



Comprimento total com
rotores girando

21 m

Comprimento da fuselagem

18 m

Comprimento com
cauda encolhida

14 m

Altura total

6 m

Altura com os
rotores encolhidos

4.5 m

Capacidade do
compartimento de carga

30 m3

Pesos



Peso  Vazio

5.600 kg

Decolagem normal

9.600 kg

Peso Máximo de decolagem

15.000 kg

Carga militar interna

5.400 kg

Carga militar içada

6.000 kg

Desempenho



Velocidade máxima

560 km/h

Velocidade com carga externa

350 km/h

Teto operacional

6.000 m

Alcance Máximo

1.800 km

Alcance Máximo
com carga total

1.200 km





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