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PLANO BRASIL

PROGRAMA LUA DE SATURNO

INDÚSTRIA AERONÁUTICA



PARTE I

PROJETO AQUILES

CAÇADORES E TREINADORES



(Clique na arte abaixo para ampliação)

AF-50

AF-50 - Caça Multipropósito com
características de interceptação e ataque
.
(Arte Edilson Moura Pinto)

NOVAS FAMÍLIAS DE CAÇADORES E TREINADORES

AUTOR : EDILSON MOURA PINTO




INTRODUÇÃO


A adoção por parte da Força Aérea Brasileira de uma aeronave de superioridade aérea de alto desempenho não deve ser interpretada somente como a oportunidade de substituição da atual frota de aeronaves, atualmente necessária devido ao descaso intencional de nossos governantes nos últimos 20 anos, mas sim como fator de desenvolvimento industrial e de projeção mundial. 


No entanto, nossa Força Aérea em particular, assim como suas congêneres, tem sido vítima de uma constante “inconstância” por parte das autoridades nacionais, que por regra têm empurrado com a barriga e adiado sucessivamente a resolução de determinadas questões; um exemplo disso é o chamado Projeto FX que, depois de sucessivos cancelamentos, está novamente sendo reaberto, voltando-se à estaca zero.


Como se não bastasse, as últimas decisões tomadas pelo governo contrariam totalmente as tendências mundiais quando o assunto é a aquisição de sistemas de defesa, onde a padronização da frota, a simplificação de meios e estrutura de comando são em regra palavras de ordem.


Em 2005, nosso governo deflagrou mais um duro golpe não só em nossa Força Aérea, mas na indústria e na sociedade, ao optar por comprar diretamente da França aviões Mirage 2000.


Não que essas aeronaves não tenham sua importância estratégica e sirvam para a missão a qual se destinam, mas sim porque em nossa visão os F-5 BR poderiam cumprir e ainda suplantar com muita folga as missões às quais os veneráveis Mirage se destinam, pelo simples fato de que o Programa F-5 BR possui tecnologias em muito superiores às adquiridas por este recente acordo.


Sem contar que pelo custo de US$ 120 milhões pagos pelos Mirage seria possível comprar e reformar a mesma quantidade de F-5 e ainda, até a chegada definitiva dos FX, a FAB utilizará novamente dois diferentes aviões, dificultando a logística e o treino, entre outras coisas.


Não seria suposição então pensar que outros interesses estão por trás dessa e de outras escolhas feitas por parte de nossos políticos nos últimos tempos.


Por se tratar de uma visão livre e pessoal do autor, esta teoria “conspirativa” pode ser aceita ou negada por qualquer um, mas o fato é que o Brasil continua sendo, entre os 15 Países mais ricos do mundo, o único a não operar, por exemplo, mísseis
BVR, sem considerar outras tecnologias e sistemas necessários para um país com estas dimensões, obrigações e importância.


A única verdade não dita por aqueles que de outro lado se especializaram em derrotar todos e quaisquer programas brasileiros ligados a este tema é que, durante toda a história da humanidade, nenhuma grande nação cresceu e se sustentou sem possuir tecnologia e uma forte estrutura militar.


As razões para isso são muitas, mas podemos citar somente o fato de que a indústria militar sempre alavancou e vai continuar sendo o motor do desenvolvimento tecnológico de todas as outras indústrias. Basta se perguntar, entre as 5 Nações mais poderosas do mundo, por exemplo, qual abriu mão de suas indústrias militares e de seus arsenais?


Desde a fabricação de espadas de cobre até a construção de foguetes capazes de lançar uma sonda em marte, nossa sociedade sempre se desenvolveu à sombra das indústrias militares.


Parece óbvio do nosso ponto de vista que para o Brasil desenvolver-se terá que possuir uma indústria militar também desenvolvida, capaz de inovar e sustentar uma base sólida para as industrias de bens de consumo e de outros setores, tal qual fazem as grandes nações do nosso mundo.


Desenvolver tecnologia de ponta por outro lado também não é fácil e nem possível de se fazer da noite para o dia. No ramo militar, por exemplo, as tecnologias de ponta utilizadas hoje, em sua maioria são na verdade resultado do desenvolvimento e pesquisas iniciados há vinte anos atrás, o que significa que se pretendemos dominar certas tecnologias num futuro próximo, é mais que urgente que iniciemos estes programas agora.


Uma forma de abreviarmos o tempo e reduzirmos os custos de determinados programas é, sem dúvida alguma, estabelecermos parecerias e trocas de tecnologia. São uma alternativa muito conveniente e nos dias atuais também praticadas.


Neste artigo, apresentamos uma proposição de uma possível parceria entre Forças Armadas, indústria aeroespacial e governo (via financiamento e incentivo governamental, como fazem os grandes Países), de um programa de  desenvolvimento de duas diferentes aeronaves de combate, a partir de projetos binacionais, a exemplo do que foi feito no passado por nossa indústria.


Este programa passará a ser denominado a partir de agora de PROJETO AQUILES, o qual apresenta em primeira instância a proposta de desenvolvimento de um caça polivalente denominado AF-50, destinado a substituição de nossa Força de caçadores, e que segundo as especificações encaixaria-se perfeitamente no programa FX, e a extensão deste programa para desenvolvimento de outros tipos de aeronaves baseadas neste projeto que seriam destinadas à outras missões.


Em uma segunda parte, apresentamos a proposta de desenvolvimento de um treinador avançado com base num projeto já existente denominado AT-60, o qual viria a suprir perfeitamente as necessidades de nossas Forças Armadas e de nossa indústria aeroespacial.


Diante dessa filosofia de emprego e operação de sistemas conjuntos, nossas Forças ingressariam em uma nova era de desenvolvimento e gestão recursos.


Baseado na comunalidade de sistemas e meios, o Ministério da Defesa poderia então adotar um único comando de treinamento para ambas as Forças (Comando Integrado de Treinamento - CIT), que englobaria não só as instituições e meios disponíveis em operações conjuntas, mas também filosofias de emprego.


Poder-se-ia também adotar um único comando de manutenção e logística (Comando Integrado de Manutenção e Logística - CIML), no qual aplicariam ao máximo o conceito de integração das Forças, otimizando sua funcionalidade, diminuindo custos e aumentando sua eficiência pelo uso da “SINERGIA” como propõe o amigo Roberto Silva em seu site Defesa BR.





F-X - CAÇADOR


F-50


DESENVOLVIMENTO



Resultado de uma parceria multinacional para o desenvolvimento de um caça avançado de 5ª Geração, que surgiria ainda antes do fim desta década, o F-50 encaixaria-se perfeitamente ao Programa FX da FAB.


Seria uma aeronave intermediária entre o americano F/A-18 Super Hornet e o russo Su-37 Flanker e resultaria da parceria entre Embraer, Avibras e Sukhoi. Esse avião se destinaria a substituir os atuais caças de 3ª e 4ª Geração, com grandes possibilidades de obter sucesso em um mercado potencial de cerca de 3.000 aviões.


Países como Índia e China já manifestaram seu interesse em parcerias como essa, o que viabilizaria o projeto. Para minimização de custos, as parcerias internacionais seriam necessárias, isso porque um programa dessa envergadura costuma consumir quantias por volta de US$ 7 bilhões.


Porém, se os custos de desenvolvimento e trabalho necessários fossem divididos pelos participantes, seria perfeitamente viável até mesmo para um País como o Brasil participar de um programa dessa envergadura.


A aeronave em questão poderia ser resultado da entrada do Brasil como membro participativo no desenvolvimento do caça russo de 5ª Geração, o PAK-FA
conforme especulações noticiadas recentemente pela impressa internacional, ou mesmo de um desenvolvimento paralelo desse programa.



T-50 PAK-FA

A mais recente concepção artística do T-50 PAK FA.



De inicio, seria proposta uma versão básica da qual derivariam outras conforme serão descritas a seguir. Essa aeronave seria concebida para pouso e decolagem em Navio-Aeródromo; para tanto, todas as versões, inclusive as destinadas à Força Aérea, possuiriam sistema automático de retração das asas para permitirem acomodações em navios, seria projetada em sistema modular, o que facilitaria futuras modernizações, conversões ou até mesmo substituição de peças danificadas.


Teria de ter capacidade de vôo supercruzeiro e, para tanto, seu arraste aerodinâmico deveria ser minimizado e portanto deveria dispor de um paiol interno para transporte de armas e sistemas eletrônicos.


Seu desenvolvimento basearia-se num caça furtivo, projetado para minimizar a assinatura eletromagnética e térmica, utilizando assim materiais
RAM. Sua aviônica embarcada deveria ser de última geração e compatível também com armamentos em "estado da arte" (os armamentos serão tratados posteriormente em outro artigo). Todas as aeronaves deveriam possuir sistemas de APU Internas e Geradores de Oxigênio; isto minimizaria as dependências de equipes em terra.


Como nos projetos atualmente em desenvolvimento, seria aplicado o conceito de Glass Cockpit; para tanto, as aeronaves deveriam possuir : Mostradores
MFCD, e Projetor HUD, Visores HMD, Sensores e Luzes para missões diurnas e noturnas (NVG) sob qualquer tempo.


Entre os sistemas eletrônicos operados, deveriam estar presentes também o sistema
AACMI e o sistema ativo anti-colisão, que impedem que o piloto faça uma manobra brusca que possa por em risco a integridade da aeronave ou mesmo que esta se choque com o solo ou mesmo com outra aeronave.


Deveria dispor também de Sistema Integrado de Navegação com GPS (
INS/GPS) e sistema de pilotagem a baixa altitude que minimizaria a carga de trabalho da tripulação. Dispositivos como HOTAS e RWR seriam fundamentais.


Para comunicação, seria importantíssima a adoção de sistemas de rádio de comunicação segura, com criptografia, saltos, compressão de freqüência e Datalink. Também seriam necessários sistemas de diagnóstico de falhas, de pontaria
CCIP / CCRP e de Gerenciamento de Combustível e Gravação de Dados e Áudio, além de Sistema de Planejamento de Missão.


Para treinamento das tripulações e equipes de solo, essas aeronaves deveriam possuir também capacidade para Treinamento Virtual de vôo, e programas de Manutenção Virtual.


O radar básico utilizado por esses caças deveria possuir alta capacidade para medição de distância Ar-Ar, Ar-Terra e Ar-Mar, busca, rastreamento, rastreamento com varredura e combate aéreo. Seu alcance médio deveria se situar na faixa dos 250 km para  capacidade
Look-Down/Shoot-Down, com diversos modos Ar-Ar e Ar-Solo, e deveria possuir grande capacidade de Contra-Contramedidas Eletrônicas (ECCM) e Unidades Recolocáveis de Linha (LRU).


Tal radar seria concebido para operar com capacidade de rastrear até 64 alvos nos 3 modos, simultaneamente, e possuir um alcance no modo Ar-Ar de 300 km e de 360 km no modo Ar-Mar.


Sua motorização poderia ser desenvolvida a partir  dos propulsores Saturn / Lyulka AL-37, proposta para o super caça Su-37 Flanker.


A primeira versão dessa aeronave seria a de um caça multi-propósito, monoplace, qualquer tempo, para a Força Aérea e a Marinha, com características de interceptador e de avião de ataque, o qual denominaremos AF-50.




AF-50

AF-50



Desse avião, surgiriam quatro outras versões. Sua versão biplace, o TF-50, seria destinada ao treinamento das tripulações, mas possuiria ainda capacidade secundária de ataque como os AMX-T ou F-16I de Israel.



TF-50

TF-50

TF-50N

TF-50N



Uma aeronave biplace seria concebida para guerra eletrônica, comando e controle C4 denominada EF-50. Esta preencheria os requisitos de uma aeronave ainda inexistente tanto na FAB como na Marinha Brasileira.


Esse avião teria características muito semelhantes aos EA-6B Prowler ou os mais recentes EF-18 Growler norte-americanos, porém teria também capacidade de Ataque Anti-Radar e Anti-
AWACS, possuindo, para isso, a capacidade de transportar mísseis Anti-Radar de longo alcance e diferenciando-se das outras por disponibilizar o espaço em seu paiol interno, não com mísseis e bombas, mas sim com sensores e sistemas eletrônicos.



EF-50

EF-50

EF-50N

EF-50N



Para tanto carregaria seus mísseis externamente. Poderia também ser desenvolvido a partir da aeronave biplace um bombardeiro puro capaz de executar secundariamente missões de caça, o BF-50 que seguiria o conceito do FB-111 Aardvark ou mesmo da proposta norte-americana do FB-22 Raptor. Também deveria ser biplace devido à carga de trabalho sobre o piloto.


O baixo custo desses programas residiria na máxima comunalidade das versões; um único avião poderia compor toda a Força Aérea Brasileira e a Marinha do Brasil, tornando-nos independentes, tecnologicamente, e garantindo nossa soberania.



BF-50

BF-50



A versão naval do BF-50, o NF-50 também seria biplace e possuiria as mesmas características e desempenho que o seu congênere terrestre, porém seriam ainda acrescidas as capacidades de Guerras Anti-Submarina e Anti-Superfície; para tanto, esse avião deverá possuir uma suíte ainda mais completa.


Sistemas como sonobóias, sistemas acústicos passivos e ativos, detectores de anomalias magnéticas seriam cruciais para essa versão; muitos desses sistemas poderiam ser transportados no seu compartimento interno central.


Obviamente, isso diminuiria a sua capacidade de transporte de carga interna. Seu radar também deveria ser diferenciado, possuindo assim módulos adicionais adaptados à Guerra Anti-Submarina.



NF-50

NF-50



Essa versão preencheria um nicho ainda pouco explorado do mercado, o de um caça naval como a proposta russa do Sukhoi Su-32/34. Durante as operações de ASW, a carga de trabalho do piloto é levada ao extremo, devido ao emprego de diversos sistemas, simultaneamente, o que exige dos tripulantes um trabalho contínuo e estressante; diante disso, essa versão deveria, obrigatoriamente, ser biplace.


Sendo assim, um dos tripulantes executaria as funções de pilotagem, seleção e disparo de armamentos, enquanto o segundo poderia executar as funções de guerra eletrônica, escuta e operação de sistemas.
 



CARACTERÍSTICAS DOS F-50


Dentre as características necessárias para esse futuro caça, destacamos:

     g Possuir capacidade de combate a qualquer tempo;

     g Operar sistemas de armas, mísseis, e bombas guiadas de
         última geração;

     g Possuir capacidade de vôo supercruzeiro;

     g Possuir ainda capacidade de supermanobrabilidade,
         lançando mão de TVC e comandos
FBW;

     g Ser capaz de pousar e decolar de  pistas curtas e não preparadas;

     g Ser capaz de pousar e decolar em Navios-Aeródromos
         (versões navais);
 

      g Poder operar com o mínimo de infra-estrutura de solo;
 

      g Possuir a capacidade de transportar armamento
         internamente, fator que diminui o arrasto aerodinâmico e 
         consequentemente diminuindo a emissão de infravermelho,
         aumentando as capacidades furtivas da aeronave; e

     g Ser capaz  de poder lançar armamentos como mísseis
         e bombas em velocidades supersônicas.




 VERSÕES


AF-50 Caça Multipropósito com características
de interceptação e ataque
TF-50 e TF-50N
Treinador com capacidade secundária de ataque
(N embarcada em Navio-Aeródromo)
EF-50 e EF-50N
Aeronave de Guerra Eletrônica,
comando e controle C4
(N
embarcada em Navio-Aeródromo)
BF-50
Bombardeiro com capacidade
secundária de missões de caça
NF-50 Versão Naval do BF-50 com capacidade de
Guerras Anti-Submarina e Anti-Superfície,
embarcado em Navio-Aeródromo



ARTES


(Clique na arte abaixo para ampliação)

  AF-50

AF-50 - Caça Multipropósito com características
de interceptação e ataque
- FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

TF-50

TF-50 - Treinador com capacidade secundária de ataque - FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

TF-50N

TF-50N - Treinador com capacidade secundária de
ataque,
embarcado em Navio-Aeródromo - MB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

EF-50

EF-50 - Aeronave de Guerra Eletrônica, comando e controle C4 - FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

EF-50N

EF-50N - Aeronave de Guerra Eletrônica, comando e
controle C4,
embarcada em Navio-Aeródromo - MB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

BF-50

BF-50 - Bombardeiro com capacidade
secundária de missões de caça -
FAB.
(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

NF-50

NF-50 - Versão Naval do BF-50 com capacidade de Guerras Anti-Submarina
e Anti-Superfície
, embarcado em Navio-Aeródromo -  MB.
(Arte Edilson Moura Pinto)




ESPECIFICAÇÕES DOS F-50


VERSÕES

AF-50


NF-50


EF-50


TF-50


BF-50




Motorização




Modelo

Al/ S-50

Al/ S-50

Al/ S-50

Al/ S-50

Al/ S-50

Nº de propulsores

2

2

2

2

2

Empuxo unitário-seco

9.500 kgf

9.500 kgf

9.500 kgf

9.500 kgf

9.500 kgf

Empuxo unitário -
pós combustor

15.000 kgf

15.000 kgf

15.000 kgf

15.000 kgf

15.000 kgf

Capacidade de
Combustível interno

10.400 kg

10.400 kg

10.400 kg

10.400 kg

10.400 kg

Provisão para
reabastecendo do vôo

sim

sim

sim

sim

sim

Tripulação

1

2

2

2

2



 

 
Dimensões

 

 

 

Extensão da Asa

12 m

12 m

12 m

12 m

12 m

Comprimento

19 m

19 m

19 m

19 m

19 m

Altura

5 m

5 m

5 m

5 m

5 m

Superfície Alar

62 m2

62 m2

62 m2

62 m2

62 m2

 




Pesos




Vazio

14.500 Kg

15.500 Kg

16.000 Kg

15.000 Kg

15.000 Kg

Decolagem normal

24.000 Kg

24.000 Kg

24.000 Kg

24.000 Kg

24.000 Kg

Máximo de decolagem

35.000 Kg

35.000 Kg

35.000 Kg

35.000 Kg

35.000 Kg

Carga militar

10.800 Kg

10.800 Kg

10.800 Kg

10.800 Kg

10.800 Kg





Desempenho




Capacidade super cruise

sim

sim

sim

sim

sim

Velocidade máxima
a grande altitude

3.000 km / h

3.000 km / h

3.000 km / h

3.000 km / h

3.000 km / h

Velocidade máxima
no nível do mar

1.600 km / h

1.600 km / h

1.600 km / h

1.600 km / h

1.600 km / h

Teto operacional

20.000 m

20.000 m

20.000 m

20.000 m

20.000 m

Pista de decolagem

360 m

360 m

360 m

360 m

360 m

Raio de ação 2.100 km
2.000 km
2.100 km
2.000 km
2.000 km
Alcance máximo sem reabastecimento
4.800 km
4.500 km
4.800 km
4.500 km
4.500 km





Armamento




Um canhão de 30 milímetros

300 cartuchos

300 cartuchos

150 cartuchos

300 cartuchos

300 cartuchos

Pontos duros externos

13

13

8

13