O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o
Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um
conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
NAVIOS-AERÓDROMOS
Os
NAVIOS-AERÓDROMOS (NAes)
têm importância absoluta
para um País em tempos de paz, devido à possibilidade de seu emprego como
instrumento político-estratégico.
É por isso que o NAe tem sido a arma
mais eficaz dos EUA, que a utilizam e demonstram em
larga escala.
Normalmente, basta mostrar seu
poderio para resolver inúmeras
questões políticas. É o poder visível em
sua maior expressão,
pois sabe-se que o segredo do poder é simplesmente a
aparência do poder.
(Clique
na foto abaixo para imagem gigante do CVN 78)
Arte do CVN 78, do Programa CVN-21.
Será comissionado
na U.S. Navy em 2014.
Será o primeiro CVBG posterior
à
classe Nimitz.
(Arte da Northrop Grumman
- Newport News)
O
Navios-Aeródromos Leves não servem mais no Século XXI, pois a defesa contra os
modernos mísseis antinavio
de longo alcance requer uma ALA
AÉREA com aviões embarcados também
de longo alcance, com grande
peso e tamanho. Eles só
são efetivos quando operados a partir de NAes maiores.
É fundamental para o Brasil
um único e inovador projeto
para a construção de Navios-Aeródromos de grande porte para cada uma das 3 Frotas
baseadas no Porto de Sepetiba (RJ),
Recife (PE) e Ilha de Marajó (PA).
(Clique na
foto
abaixo para imagem gigante do A-12)
O NAe A-12 São
Paulo
da Marinha
do Brasil,
com 6 caças AF-1 A-4 Skyhawk no convôo.
(Foto Serviço de
Relações Públicas da Marinha)
São
propostos 3 NAes para obter-se elevada disponibilidade e
eficácia,
e será empregado o revolucionário
conceito do TRIMARAN.
Sobre a
necessidade
de 3 Navios-Aeródormos, já diz uma máxima naval :
Quem tem
um, não tem nenhum,
Quem tem
dois, só tem um, e
QUEM TEM TRÊS, TEM DOIS
SEMPRE ! ! !
O NAe
Nuclear Francês R-91 Charles de Gaulle (2001) participando da
"Enduring Freedom Operation" no Mar de Omã em
2002 (frente/centro).
No lado esquerdo da foto, o CVN 74 USS John C. Stennis da Classe
Nimitz (1995).
No lado direito da foto, o CV 67 USS John F. Kennedy
(1968).
Uma grande
Força Aeronaval com poderosos
CAÇAS AVANÇADOS
HIPERSÔNICOS multimissão
de Longo e Médio
Alcances embarcados em NAes e outros navios da frota, todos TRIMARAN, irão
conferir à MB enormes flexibilidade,
velocidade de
ação, poder de fogo,
além de gigantesca cobertura e total domínio marítimo e terrestre.
De fato, tanto as Escoltas E-12 e
E-18, quanto os NAMS e os NAes terão capacidade de operar
aeronaves em V/STOL e até mesmo CATOBAR
em pistas de decolagem de 80 metros com
emprego de catapultas, pois todos possuirão comprimento de 140
(E12) a 240 (NAe) metros. Será o caso dos
futuros CAÇAS
AVANÇADOS HIPERSÔNICOS.
São navios concebidos para operarem com conforto e
segurança aeronaves VTOL, V/STOL e STOVL, como o JSF F-35
Lightning II, e ainda os
atuais CATOBAR.
Além de todos esses meios, os UCAVs VTOL serão
introduzidos
mundialmente antes de 2018 e todos os presentes
projetos TRIMARAN do DEFESA BR
estarão
aptos a operá-los sem quaisquer
modificações conceituais.
(Clique
na foto abaixo
para
ampliação)
O
Caça Avançado ?
Os 3 futuros
Navios-Aeródromos da MB serão
baseados na experiência francesa com o
Foch (São Paulo)
e o atual NAe nuclear Charles De Gaulle , na
experiência americana com a Classe Nimitz, na
russa com o
Kuznetsov, e no
PROJETO CVF,
mas somente eles receberão o moderno
conceito do TRIMARAN.
Serão totalmente diferentes
de todos eles, pois trata-se da reinvenção do
Navio-Aeródromo, até porque estarão firmemente
estruturados com nano-materiais baseados na AGLOMERAÇÃO
DE NANOTUBOS DE CARBONO, o que deverá lhes conferir
maiores dimensões, além das revolucionárias
ultra-resistência e ultra-leveza proporcionadas pela NANOTECNOLOGIA.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)

Vistas
do NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
Inicialmente,
serão híbridos CATOBAR
para as aeronaves AEW, Uso Geral, REVO e para
os caças atuais, e V/STOL para
os CAÇAS
AVANÇADOS, que também
oprarão no
primeiro método. No futuro, estarão preparados para operarem as aeronaves VTOL.
O NAe
TRIMARAN possui 3 cascos diferentes
dispostos lateralmente, sendo
o central 50 % maior que os das laterais
(12,5 + 25 + 12,5 = 50.000 ton).
(Clique na arte abaixo
para
ampliação)
Vista
Frontal do NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
Os
revolucionários NAes
TRIMARAN da MB possuirão não mais apenas um
único deque de vôo, ou convôo, mas dois inovadores e
distintos deques de vôo .
O convôo mais baixo - convôo inferior ou de decolagem,
terá um enorme hangar aberto mais à popa (traseira), de
onde virão as aeronaves em preparação para a
decolagem, que ocorrerá mais à proa (frente).
O convôo mais alto, acima do hangar aberto, que será
conhecido como convôo superior ou de pouso, terá duas
pistas de pouso axiais independentes, de forma totalmente
inédita no
mundo.
Será este convôo de pouso o deque preferencial de
operação de helicópteros e de aeronaves de asa
fixa
de decolagem e pouso vetical. Haverá duas enormes rampas
automatizadas
para recolhimento das aeronaves para o hangar aberto.
Este grande espaço estrutural do convôo de pouso,
ultra-reforçado, poderá ser trocado inteiro ou em
seções por novos materiais a períodos longos, em
forma de módulos. Este é um dos principais segredos para
a extrema durabilidade de
todo o presente projeto.
O gigantesco convôo de decolagem, ou inferior, será
praticamente um "quadrado", pois disporá de um imenso hangar
aberto e de uma única rampa múltipla computadorizada de
decolagem extremamente larga na
proa, com um leve SKI JUMP.
Contará com sistemas de catapultas eletromagnéticas para
as operações em CATOBAR
e V/STOL em pistas de 80 metros,
maiores que as da
venerável Classse Nimitz. Sabe-se
que a General Atomics
está desenvolvendo uma catapulta eletromagnética para
o CVN-21 da US Navy, que permitirá lançamentos
mais suaves e
graduais, sem o ruído e vapores dos equipamentos atuais.
Uma arte conceitual do futuro Navio "Littoral Surface
Craft - Experimental" (LSC-X) da US Navy.
Isso
permitirá magnífica e estratégica flexibilidade de
uso com os aviões mais
pesados, como o atual
FLANKER NAVAL Su-33, o que será
imperativo para as cada vez
mais dinâmicas operações do futuro. O futuro CAÇA
AVANÇADO HIPERSÔNICO será operado a bordo tanto pela MB como pela FAB,
através do Comando
Conjunto de Aviação.
(Clique
na arte abaixo para ampliação)
Vista
Lateral do NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
Este NAe revolucionário
permitirá a decolagem semi-computadorizada e quase simultânea de 4 CAÇAS
AVANÇADOS, com
extrema facilidade, e em ondas
contínuas, às dezenas, totalmente diferente do que existe hoje, especialmente em termos
de decolagem STOBAR da Classe
Nimitz.
Em 15 minutos, podem decolar 8
caças de um Nimitz com
bom grau de dificuldade e em operação muito delicada e especializada. O novo conceito
permitirá a decolagem
quase livre de 30 caças (3,75
X mais) e de mais 2
aviões STOBAR no mesmo período de tempo, operando-se os
dois elevadores dispostos nos cantos que os trará do hangar
principal fechado inferior ou vindos do hangar semi-aberto no mesmo
plano.
As duas pistas de pouso
independentes no hangar de
pouso, ou superior,
permitirão grande
incremento no fluxo de aeronaves. A grande Ilha com a torre de comando e controle - aéreo e naval -
ficará no centro deste convôo,
totalmente fora dos dois ângulos de
aterrisagem, tudo
dentro de uma imensa área de operações em volta.
(Clique
na arte abaixo para ampliação)
Interessante
concepção de NAe Trimaran italiano
dos anos 90, conhecido como STAC.
Cada NAe
TRIMARAN terá 50.000 ton de peso bruto e enorme capacidade de estocagem interna e
semi-externa de aeronaves, o
que permitirá o emprego máximo de 50 caças de interceptação (CDF) e
ataque e de 30 aeronaves (11 de asas
fixas e 19 rotativas) com funções de AEW,
ASW, ASuW, Ataque, Emprego
Geral,
REVO e Transporte Pesado.
Isso representará um leque
máximo de 80 aviões a bordo. Com
os antiquados conceitos e materiais utilizados
atualmente em
todo o mundo, só é possível atingir-se
tal quantitativo de aviões
em um NAe próximo a
100.000 ton, ou superior a 2 vezes em peso bruto ao NAe TRIMARAN,
e com custos de operação e
manutenção infinitamente superiores.
Rafale
Marine (M) pousando no R-99 Foch, hoje A-12 São Paulo.
(Foto Marine Nationale
Française)
A capacidade máxima de
estacionamento no hangar aberto do convôo de decolagem será de até 26 aviões e
helicópteros, simultaneamente, podendo-se
guardar até outros 54 no hangar principal,
aquele fechado e inferior.
Entretanto, as
operações habituais serão otimizadas para o emprego padrão de até
60 aeronaves (sendo 40 caças),
proporcionando maior eficácia e economia gerais, como é
de norma hoje na própria US Navy.
A superestrutura
que estará baseada sobre os 3 cascos, terá
os dois convôos e um
grande hangar principal, sendo todos
os hangares e diferentes seções acessadas por elevadores em todos os cascos.
NAE
TRIMARAN DA MB
NANO-ESTRUTURADO
NÍVEIS
& DEQUES
NÍVEL
|
DEQUE
|
POSIÇÃO
|
8
|
CONVÔO
SUPERIOR
DE POUSO
|
SUPERES-
TRUTURA
|
7
|
CONVÔO
INFERIOR DE DECOLAGEM E
HANGAR AUXILIAR ABERTO
|
SUPERES-
TRUTURA
|
6
|
HANGAR
PRINCIPAL FECHADO E SERVIÇOS GERAIS
|
SUPERES-
TRUTURA
|
| 1 a 5 |
SERVIÇOS
GERAIS
E ACOMODAÇÕES
|
3 CASCOS
|
Como parte importante das grandes
inovações do projeto do NAE
TRIMARAN, foi criado todo um sistema logístico de
transporte de aeronaves entre os diferentes ambientes e níveis
de operação e estocagem nos Níveis 6, 7 e 8,
havendo então 8 elevadores e rampas, a seguir discriminados :
2
elevadores internos sobre o
casco central posicionados em área coberta e
segura do hangar aberto
(não visíveis na figura abaixo) para
ligação entre ele
e o convôo de decolagem no mesmo Nível 7
e
o hangar principal no Nível 6;
2
elevadores externos sobre o casco central (em
volta da Ilha) ligando o Nível 8
(pouso), o
Nível 7
(hangar auxiliar) e o Nível 6 (hangar
principal);
2
elevadores externos abertos sobre os cascos laterais (nas laterais da proa) ligando o
Nível 7 (convôo
de
decolagem) e o Nível 6
(hangar principal);
e
2
rampas automatizadas sobre os cascos laterais (nas laterais do
convôo de
decolagem com o percurso
em amarelo na figura) ligando mais uma vez o
Nível 7
(decolagem) e o Nível 6 (hangar
principal).
(Clique na arte abaixo
para
ampliação)
Vistas
Superior do NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN da MB.
Observar que a
proa (frente) da
embarcação fica à esquerda.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
O sistema de propulsão do NAE TRIMARAN será
com 4 motores elétricos
(sendo 2 no casco central) baseados
em nano-baterias, cada uma delas 3 vezes mais poderosas e duradouras que as atuais e com menor
espaço e peso.
Veja algo sobre
os interessantes projetos
ingleses antes de continuar.
Também é interessante conhecer a não tão
recente
disputa entre a Thales
(francesa) e a
BAE (ex-inglesa). Ficou decidido
que
as 2 companhias iriam dividir as encomendas.