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Marinha do Brasil  -  MB

Meios Disponíveis e Futuros



MEIOS FUTUROS PARA 

A MARINHA DO BRASIL


PARTE 1

INTRODUÇÃO



Trimaran - Logo




(Clique na arte abaixo para ampliação)

  NAM Trimaran da MB

Ilustração simulando o NAM-16, futuro NAVIO DE ASSALTO
MULTIPROPÓSITO TRIMARAN
da MB, de 30.000 ton, em alto-mar.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)


"O conceito de Controle do Aeroespaço a partir
do Continente e de Força Aeronaval baseada em
Força de Superfície com Força de Submarinos em
qualquer ponto do mundo é o equivalente no Século
XXI aos conceitos de Controle do Mar e Negação do
Mar utilizados pelos estrategistas navais da Inglaterra,
França e EUA nos anteriores Séculos XVIII ao XX."




MEIOS FUTUROS ESTÁ
DIVIDIDO EM 5 PARTES:




PARTE
NOME
1
INTRODUÇÃO
2
NAVIOS-AERÓDROMOS (NAE)
3
NAVIOS DE ASSALTO MULTIPROPÓSITO (NAM)
4
FAMÍLIA DE ESCOLTAS
5
NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO
6
SUBMARINOS
7
SUBMARINOS-TORPEDOS


PARTE 1

INTRODUÇÃO


INTRODUÇÃO

MEIOS FUTUROS

O CONCEITO TRIMARAN

EXEMPLOS DE TRIMARAN

FONTES & LINKS

VÍDEOS




(Clique na arte para ampliação)

NAe Trimaran da MB

Vista Frontal do NAVIO-AERÓDROMO TRIMARAN da MB, de 50.000 ton.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO



"No caso específico da Marinha, bem sei da
necessidade de reaparelhamento e modernização
de seus meios, única forma de mantê-la capacitada
a continuar contribuindo de forma eficaz para a
defesa do País, exercendo a presença do Estado
em nossa extensa malha hidroviária e, sobretudo,
na Amazônia Azul, imenso patrimônio que
também temos a zelar na área marítima sob
jurisdição nacional.

Como já manifestei em outras ocasiões, um país
só é forte e respeitado quando tem Forças
Armadas compatíveis com seu papel na
comunidade internacional. Temos o compromisso
de recuperar a capacidade operativa das nossas
Forças Armadas. E vamos fazê-lo no âmbito do
processo de retomada do desenvolvimento,
avançando no sentido de modernizá-las
e melhor equipá-las.

As suas legítimas aspirações serão
contempladas. Trata-se de uma questão
que o meu Governo tem determinação
de atender."

Parte da Mensagem do então presidente Lula à
Marinha do Brasil na Comemoração dos 139 anos
da Vitória na Batalha Naval do Riachuelo, em 11 de junho de 2004.



Para que possam ser atendidas todas as necessidades presentes e futuras na presente simulação do DEFESA BR, deverá construir-se no Brasil os meios de combate próprios para uma Marinha com capacidade oceânica que passará a ter 4 FROTAS, para a devida proteção do território nacional, da AMAZÔNIA AZUL e do Atlântico Sul.



Area Marítima da Amazônia Azul

A área Marítima da Amazônia Azul está em azul claro e escuro.
Os rios da Amazônia também são indicados.
(Arte MB)



Com essa redistribuição e desconcentração, a MB poderá realmente proteger a gigantesca área de sua responsabilidade e reduzir os altos riscos atuais de ter-se toda uma armada desprotegida no interior da ultra-movimentada Baía de Guanabara - Rio de Janeiro, e com centenas de aviões civis a caminho do Aeroporto Santos Dumont. No Rio de Janeiro, uma alternativa seria em uma vasta área no novo Porto de Sepetiba, isolada e protegida pela Ilha Grande.


Serão também incluídos Meios Distritais da nova PATRULHA NAVAL com larga capacidade para patrulhamento oceânico e fluvial, especialmente para a proteção da AMAZÔNIA, em que operarão em conjunto com as FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS, até 2025.



Defesa da Amazônia

FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia




MEIOS FUTUROS PARA A MB



Para as 3 FROTAS, serão contruídos no Brasil navios totalmente INOVADORES de real projeção estratégica e integrados em um só conceito.


Terão todos elevado grau de furtividade,
sendo muito maiores que os atuais, TODOS MULTIPROPÓSITO, moduláveis para futuras modernizações tecnológicas e com real capacidade de atuação em quaisquer Estado de Mar (2) e em Teatros de Operações (TO) distantes, sempre procurando operar em conjunto com as mesmas FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS.


Todos disporão de mísseis de cruzeiro, estratégicos e táticos, com capacidades de VLS.
 

Porém, a grande inovação obtida será a introdução do simples e revolucionário conceito do TRIMARAN para a Força de Superfície que, com sua ampla Força Aeronaval, virá a tornar outras Marinhas simplesmente obsoletas para os desafios do Século XXI.



Trimaran - Logo



E a revolução para as Forças de Superfície, Aeronaval e de Submarinos será a aplicação da NANOTECNOLOGIA nas estruturas e processos. Materiais Nanoestruturados poderão ser 100 vezes mais fortes, enquanto mais leves, e mais resistentes a altas temperaturas que o aço e outros materiais conhecidos.


Será possível construir navios e submarinos de elevado tamanho e potência, de ultra-alta resistência e extrema leveza, com ampla redução de custos de construção e operação, além de potencial velocidade na construção e reparação. Todos serão produzidos com os novos nano-materiais.


Até a energia será manipulada, o que já será uma enorme revolução. Pode-se modificar as propriedades de óleos e combustíveis a fim de proporcionar mais resistência ao calor, mais energia e até mais flexibilidade.


Pode-se criar
baterias elétricas muitíssimo menores - nano-baterias, e com muito mais energia a longo termo, o que será vital para novos meios acima mencionados.


Na simulação do DEFESA BR, os materiais dos meios navais terão sua força e resistência aumentada em 3 vezes, do mesmo modo que seu Nano-Combustível e Nano-Baterias. Assim, a durabilidade dos módulos e dos navios atingirá 90 anos, o triplo da atual. Os novos materiais serão baseados na revolucionária AGLOMERAÇÃO DE NANOTUBOS DE CARBONO.
 

Desse modo, toda a estrutura dos três cascos e da superestrutura (convés principal e convôo) do TRIMARAN será largamente reforçada, produzida com os compostos de carbono da Nanotecnologia, de ultra-alta resistência e extrema leveza. Tudo isso deve ser levado em conta ao analisar-se as artes aqui apresentadas.



Hidrodinâmica do Trimaran

Hidrodinâmica do Trimaran.



Na possibilidade de um navio TRIMARAN, caso fosse feito de aço, ser pego no sentido transversal por 2 imensas ondas sucessivas, com ele ficando apoiado apenas pelos 2 cascos laterias e ficando o peso do casco central em balanço no vazio entre as duas cristas das ondas, a embarcação seria seriamente danificada.


Já com os materiais nanoestruturados ultra-alta resistentes, caso os cascos externos estivessem apoiados e o central suspenso em um vão entre 2 imensas ondas sucessivas, não haveria qualquer problema, mesmo em inúmeras repetições.
 



(Clique na arte abaixo para ampliação)

Portaerei STAC

Interessante concepção de NAe Trimaran italiano dos anos 90, conhecido como STAC.



Essa inovação dos nano-materiais contribuirá definitivamente para o seu elevado tamanho, baixo peso final, ultra-alta resistência, redução de custos de construção e de operação, e velocidade na construção e reparação. O mesmo conceito aplica-se aos submarinos.


O mesmo conceito será transportado com vantagens para os futuros
NAVIOS e LANCHAS de PATRULHA TRIMARAN da nova PATRULHA NAVAL dos Distritos Navais da Marinha do Brasil, que deverão operar nos ambientes Oceânico e Fluvial, para a proteção da AMAZÔNIA.




SELVA !
A Amazônia é prioridade nacional.



Uma nova e revolucionária opção perfeita para emprego nas 2 AMAZÔNIAS - em toda a região fronteiriça amazônica e na Área Marítima - é a LANCHA VOADORA HYDRO FOAM (vídeo), que oferece a indiscutível vantagem de voar a baixas altitudes, pousando e decolando de rios e terra, em pistas curtas e inclusive VTOL, o que a torna um V/STOL.


Tais Lanchas Voadoras poderão vir a desempenhar uma formidável operação
a partir de NAes, NAMs, Família de Escoltas, Navios-Patrulha e inclusive Submarinos (pelos Comandos MECs).



(Clique na foto para ampliação)

MECs

MECs em exercício.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)




O CONCEITO TRIMARAN


Existem diferentes tecnologias sendo desenvolvidas em todo o mundo atual para as Marinhas do Século XXI. A mais promissora de todas é, inegavelmente, a do TRIMARAN, cujo conceito vem cada dia mais encontrando adeptos nos principais Centros de Pesquisa & Desenvolvimento, Estaleiros e Marinhas mais avançadas, tecnologicamente.


Antes, existe temor generalizado de que esta revolucionária plataforma não fosse viável. Entretanto, já hoje experiências internacionais de sucesso, como no Reino Unido e nos EUA.


Poder-se-á começar desenvolvendo e construindo as Escoltas, das menores (E-6), passando pelas médias (E-12), e chegando às maiores (E-18). Com o conhecimento acumulado, virão a seguir navios maiores.



     g   ESCOLTA E-6 de 6.000 ton :


(Clique na arte abaixo para ampliação)

Escolta E-6 - Vista Superior

Vista Superior da ESCOLTA E-6 TRIMARAN da MB, de 6.000 ton.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)




     g   ESCOLTA E-12 de 12.000 ton :



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Escolta E-12

Vista Superior da ESCOLTA E-12 TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



     g   ESCOLTA E-18 de 18.000 ton :



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Escolta E-18

Vista Superior da ESCOLTA E-18 TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



Em seguida, seria o momento de aplicar todo o conhecimento conquistado em fantásticos NAes e NAMs TRIMARAN. A Marinha que atingir essa meta primeiro estará colocando todas as outras no longínquo passado tecnológico.



     g   NAE de 50.000 ton :



(Clique na arte abaixo para ampliação)

NAe Trimaran da MB

Vista Superior do NAVIO-AERÓDROMO TRIMARAN da MB.
Observar que a proa (frente) da embarcação fica à esquerda.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



     g   NAM de 30.000 ton :



(Clique na arte abaixo para ampliação)

NAM Trimaran da MB

Vista Superior do
NAVIO DE ASSALTO MULTIPROPÓSITO TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



Há hoje muitas experimentações tecnológicas de TRIMARAN em todos os níveis e em todo o mundo atual, inclusive para grandes navios de combate. Um interessante conceito é o do M-Hull da M SHIP Co., de San Diego, California.


Cabe salientar que as Escoltas E-12 e E-18, os NAMS e os NAes terão capacidade de operar aeronaves ESTOL e V/STOL em pistas de decolagem de 80 metros com emprego de catapultas, pois todos  possuirão comprimento de 140 (E12) a 240 (NAe) metros. Será o caso dos futuros CAÇAS AVANÇADOS HIPERSÔNICOS.


São navios concebidos para operarem com conforto e segurança aeronaves
VTOL, V/STOL e STOVL, como o JSF F-35 Lightning II. As Escoltas E-6 poderão operar confortavelmente aeronaves VTOL puras.




EXEMPLOS DE TRIMARANS


The World's Most Radical Boat Designs

My Way

Multi Hulls Magazine