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Marinha do Brasil  -  MB

Meios Disponíveis e Futuros



PRINCIPAIS MARINHAS 

FORÇAS DE SUPERFÍCIE




(Clique na foto abaixo para ampliação)


Frota da US Navy

Desfile de um Grupo de Batalaha da US Navy nucleado por um Navio-Aeródromo.
(Foto US Navy)


PARTE 1





EUA



TIPOS
CLASSES

TON
TON TOTAL
CRUZADORES (2)
TICONDEROGA
VLS GROUP
22
10.100
222.200
DESTRÓIERES (2)
ARLEIGH BURKE (IIA)
34
9.200
312.800

ARLEIGH BURKE (I/II)
28
9.000
252.000
FRAGATAS (2)
OLIVER HAZARD PERRY (LONG HULL)
24
4.100
98.400
TOTAL
-
108
-
 885.400



Destroyer Arleigh Burke

  Destróier Arleigh Burgh DDG 51 da US Navy, primeiro da Classe, que tem 9.000 ton, é
equipado com mísseis de cruzeiro, e deverá continuará a ser construído ao longo da década.
(Foto US Navy)



CLASSE DDG-51 ARLEIGH BURKE - FLIGHT IIA

34 DESTRÓIERES - DDG 79 A DDG 112


DDG
 FLIGHT IIA
COMISSIO-
NAMENTO
01
79
USS OSCAR AUSTIN
AGO 2000
02
80 USS ROOSEVELT
NOV 2000
03
81
  USS WINSTON S. CHURCHILL
MAR 2001
04
82
USS LASSEN
ABR 2001
05
83
USS HOWARD
OUT 2001
06
84
USS BULKELEY
DEZ 2001
07
85
USS McCAMPBELL
AGO 2002
08
86
USS SHOUP
JUN 2002
09
87
USS MASON
ABR 2003
10
88
USS PREBLE
NOV 2002
11
89
USS MUSTIN
JUL 2003
12
90
USS CHAFFEE
OUT 2003
13
91
USS PINCKNEY
MAI 2004
14
92
USS MOMSEN
AGO 2004
15
93
USS CHUNG-HOON
SET 2004
16
94
USS NITZE
MAR 2005
17
95
USS JAMES E. WILLIAMS
DEZ 2004
18
97
USS HALSEY
JUL 2005
19
96
USS BAINBRIDGE
NOV 2005
20
98
USS FORREST SHERMAN
JAN 2006
21
99
USS FARRAGUT
JUN 2006
22
100
USS KIDD
JUN 2007
23
101
USS GRIDLEY
FEV 2007
24
102
USS SAMPSON
NOV 2007
25
103
USS TRUXTUN
ABR 2009
26
104
USS STERETT
AGO 2008
27
105
USS DEWEY
MAR 2010
28
106
USS STOCKDALE
ABR 2009
29
107
USS GRAVELY
MAI 2009
30
108
USS WAYNE E. MEYER
OUT 2009
31
109
USS JASON DUNHAM
AGO 2009
32
110
USS WILLIAM P. LAWRENCE
JUN 2011
33
111
USS SPRUANCE
SET 2011
34
112
MICHAEL MURPHY
OUT 2012

Até outubro de 2012, 34 navios tinham sido comissionados.




A US Navy parece estar passando nos dias atuais por uma certa crise dimensional. Há reclamações de que o tamanho de sua frota vem caindo fortemente nos últimos anos e a tendência futura não é de melhoria clara.


De 594 navios em 1987 - época da Guerra Fria, havia somente pouco mais de 290 navios de todos os tipos em 2005, e de 280 navios em 2009, o que representaria o menor estoque desde 1917.


Como só tem havido encomendas de 6 navios ao ano, teme-se que a quantidade total caia ainda mais para uma frota de apenas 180 navios até 2024, enquanto continua a haver difíceis anseios internos para que cresça para quase 400 navios.


Planos oficiais desde 2006 remetem a uma frota de 313 navios para 2035, em que seriam gastos mais de US$ 53 bilhões anualmente por 30 anos, considerando-se reposições de combustível nuclear de NAes e submarinos.



(Clique na foto para ver imagem gigante do CV 63 Strike Group)

CV 63 Strike Group

Foto do Kitty Hawk Carrier Strike Group nos exercícios JASEX 05 no Pacífico Ocidental em
13 de agosto de 2005. Em primeiro plano, o Navio de Assalto Anfíbio LHD 4 USS Boxer.
Em seguida, constam o destróier  DDG 54 USS Curtis Wilbur, o cruzador CG 62 USS
Chancellorsville, o destróier DDG 62 USS Fitzgerald e, por último, o NAe Convencional
CV 63 USS Kitty Hawk. Os 2 destróieres são da Classe Arleigh Burke flight I e o cruzador
é da Classe Ticonderoga baseline 3. Todos, exceto o Boxer, estão baseados em Yokosuka,
Japão, onde a 7ª Frota da US Navy mantém 17 navios de guerra.
(Foto U.S. Navy 050813-N-8492C-230)



Desde 2002, foram desativados 5 cruzadores Ticonderoga Non-VLS (Vertical Launching System), 9 destróieres Spruance e 6 fragatas Oliver Hazard Perry (5+9+6=20), ainda existindo 24 em 2010. Os 22 Ticonderoga restantes sofreram upgrade.


Os últimos 3 Spruance foram descomissionados em 2005, terminando esta classe de destróieres que já teve 31 unidades.
 

Os cruzadores  da Classe Ticonderoga CG 47 Ticonderoga / CG 48 Yorktown / CG 49 Vincennes / CG 50 Valley Forge, já foram descomissionados em 2004 e 2005. O CG 51 Thomas S. Gate foi descomissionado em 2006. Restarão 22 unidades de baseline 2, 3 e 4.



(Clique na foto para ver imagem gigante do CG 70)

CG 70 - Lake Erie

Foto do cruzador Classe Ticonderoga CG 70 USS Lake Erie em Pearl Harbor, Havaí, em
2 de julho de 2004, exibindo sua âncora de proa dourada, que simboliza tripulação a bordo.
(Foto U.S. Navy 040702-N-4304S-006)



Deduzindo-se esses 23 navios desativados, restariam 74 (antes eram 110), contando-se os 28 destróieres Arleigh Burke I e II para toda a US Navy.


Contudo, terão sido comissionados mais 34 Arleigh Burke - flight IIA até dezembro de 2010 (vide quadro acima), totalizando 108 navios. Durante a Guerra Fria, eram mais de 300 navios de combate à disposição.


De 2002 para 2003, a tonelagem caiu de 881.700 para 731.400, significando uma perda de 150.300 toneladas (superior a tudo que a França possui). Com novos destroyers Arleigh Burke IIA, a tonelagem voltou a crescer novamente em outubro de 2004 para 832.600.


Em junho de 2006, contando-se entradas e saídas mais recentes, a tonelagem cai fortemente para 765.800 para atender suas
5 Frotas. Em dezembro de 2010, voltará a 885.400 toneladas.



(Clique na foto para ver imagem gigante do DDG 92)

CG 92 USS Momsen

Destróier Classe Arleigh Burke DDG 92 USS Momsen sendo escoltado em sua chegada à
Cidade do Panamá, Flórida, para ser comissionado em 28 de agosto de 2004.
(Foto U.S. Navy 040820-N-2354M-005)



Vê-se que os EUA dispunha há pouco de programas muito caros e sofisticados de desenvolvimento e construção, tanto para Navios-Aeródromos, quanto para escoltas. Porém, as coisas começaram a mudar em 2008, com inevitáveis cancelamentos


Para os NAes, pretendem concluir a Classe Nimitz (CVN 77), e partir para o CVNX, nova classe com 100.000 ton, com a produção do CVN 78 em 2013 e do CVN 79 até 2018.


As escoltas do futuro seriam baseadas no Projeto da Classe DD21. Porém, em 2001, houve uma mudança radical e passou-se a projetar uma nova categoria conhecida como DD(X), que seria a base da nova geração de futuros destróieres, cruzadores e navios costeiros.



(Clique na arte para ampliação)

US Navy Fleets

(Arte Navysite)



Em abril de 2006, foi revelado que o primeiro destróier DD(X) seria designado DDG 1000. Como navio lançador da nova classe, ele foi nomeado em homenagem ao antigo Chefe de Operações Navais (CNO - Chief of Naval Operations) Almirante Elmo R. "Bud" Zumwalt, Jr.


A princípio, deveriam ser investidos mais de US$ 60 bilhões na construção de 20 unidades de DDG 1000 Zumwalt Class Destroyer e cada navio custaria incríveis US$ 3 bilhões (US$ 1,4 bilhão na época do projeto), que foram sendo revisados para US$ 3,3 bilhões. Fontes confiáveis elevavam essa projeção a mais de US$ 4 bilhões por navio.


Depois disso, a US Navy reduziu suas pretensões para apenas 7 unidades, o que ainda custaria US$ 23,1 bilhões, oficialmente.


Em meados de 2008, com o agravamento da crise econômica, a US Navy resolveu cancelar todo o programa, vindo a manter somente 3 unidades, as quais deverão remontar a um custo absurdo de US$ 12 bilhões.


Com o cancelamento, serão construídos mais DDG 51 Arleigh Burke. Os nomes das quatro primeiras de uma nova encomenda seriam William S Sims(DDG 113); Callaghan (DDG 114); Scott (DDG 115) and Chandler (DDG 116).


A tecnologia do DDG 1000 será incorporada nos DDG 51, elevando seu custo oficial de construção de US$ 1,3 bilhão para US$ 1,7 bilhão. Os custos operacionais destes deverão cair de US$ 25 milhões para US$ 21 milhões ao ano.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

DDG 1000

O DDG 1000 tem 14.264 ton e dispõe de avançada capacidade de ataque terrestre.
(Arte Northrop Grumman)



O armamento dos DDG 1000 são uma revolução à parte no combate naval. Dois canhões de último tipo, com calibre de 155 mm, serão montados em 2 torres discretas, com baixa assinatura de radar.


Cada canhão desses dispara um projétil guiado por GPS do tipo LRLAP, que é um projétil guiado de ataque a alvos terrestres, com alcance de 109 km (no futuro de 180 km). Eles conseguem uma taxa de tiro da ordem de 10 tiros por minuto.


É montada ainda em todo perímetro do casco do navio uma linha de 20 lançadores verticais quádruplos de mísseis multifuncionais, capazes de lançar os costumeiros Tomahawks, mísseis SM3 standard e a nova versão do Sea Sparrow ESSM.


Tal lançador da Raytheon é designado de MK 57 VLS. Para defesa aérea de ponto, serão instalados 2 canhões automáticos de 57 mm BAE MK110.



ESPECIFICAÇÕES DDG 1000

COMPRIMENTO: 182 m

ALTURA: 24 m

DESLOCAMENTO: 14.264 ton

PROPULSÃO: Turbina a gás

VELOCIDADE: 30 nós

TRIPULAÇÃO: de 95 a 150 tripulantes

ARMAMENTO: 20 lançadores verticais quádruplos PVLS MK-57 para mísseis de cruzeiro Tomahawk, mísseis antiaéreos SM-3 Standard e ESSM, além de foguetes anti-submarino de lançamento vertical ASROC. 2 Canhões AGS de 155 mm; 2 canhões MK-110 de 57 mm antiaéreos

AERONAVES: 2 Helicópteros Sikorsky SH 60 LAMPS ou 1 Helicóptero Sikorsky MH 60 R e 3 VANTs VTUAV RQ-8 A Fire Scout.

SENSORES: Radar AN/SPY 3 (MFR); Radar de busca (VSR); Sonar de dupla freqüência (HF/MF)

CUSTOS: A duas unidades custaram mais de US$ 3 bilhões cada.




(Clique na arte abaixo para ampliação)

DDG 1000

O DDG 1000 poderá operar 2 SH-60.
(Arte Northrop Grumman)



Já está todo furado programa de modernização da Força de Combate de Superfície da US Navy até 2020. Enquanto isso, comissionaram em outubro de 2012 o último destróier da Classe Arleigh Burke da encomenda flight IIA DE 2002, para unir-se às 61 (I/II/IIA) já em operação, de um total de 62 belonaves. A 1ª de todas (nome da classe) pode ser vista no alto desta página. Em 2010, foi anunciada a modernização de 11 unidades das 62, ao custo unitário de US$ 34 milhões



(Clique na foto para ver imagem gigante do DDG 93)

Classe Arleigh Burke - DDG 93

  Destróier Classe Arleigh Burke DDG 93 USS Chung-Hoon no Golfo do México, em janeiro
de 2004, realizando testes de mar do fabricante, Northrop Grumman Ship Systems,
de Pascagoula, Mississipi. Comissionado em 18 de setembro de 2004, no Havaí.
(Foto U.S. Navy 040126-N-0570I-011)



Já o Littoral Combat System, LCS, infelizmente, também está tendo um fim triste. Seus dois concorrentes puderam construir os primeiros navios para uma posterior decisão visando uma encomenda de 50 unidades. Chegaram a ser construídos os LCS 1 e 2, só que o LCS 2 teve seus custos apresentando forte alta.


Por isso, em março de 2007, a USN cancelou a construção do LCS 3 da Lockheed, repetindo a ação em novembro com o LCS 4, dado que a General Dynamics, a qual
tinha um inovador conceito TRIMARAN, também não conseguiu reduzir custos.



LCS da GD

O LCS Trimarã na versão da General Dynamics.
(Arte GD)



Os 50 LCS programados já caíram no esquecimento. Dá  para entender a US Navy, se um orçamento unitário inicial saltar de US$ 220 milhões para US$ 600 milhões, quase o triplo.


RÚSSIA



Classe Kirov - Admiral  Nakhimov  
Classe Kirov de Cruzadores Nucleares. Este é o 3º deles,
o Admiral Nakhimov, com incríveis 26.396 ton.

 


TIPOS
CLASSES

TON
TON TOTAL
GRANDES CRUZADORES
KIROV  / USHAKOV
CRUISE MISSILE
2
26.396
52.792
CRUZADORES
SLAVA / MOSKVA
3
11.500
34.500
DESTRÓIERES
UDALOY II
1
8.900
8.900

SOVREMENNYY
9
8.480
76.320

UDALOY
7
8.404
58.828

NIKOLAYEV / KARA
1
8.825
8.825

SMETLIVYY
1
4.600
4.600

SDERZHANNYY
1
4.974
4.974
FRAGATAS
NEUSTRASHIMY
1
4.250
4.250

MODERNIZED KRIVAK
2
3.675
7.350

KRIVAK II
4
3.505
14.020

KRIVAK I
6
3.420
20.520
TOTAL
-
38
-
295.879



Após o fim da União Soviética, a Rússia perdeu boa parte de sua extensa armada para a Ucrânia, para o ferro-velho e para vendas de ocasião.


O estado atual da maioria de seus navios é bastante duvidoso, devido à quase completa ausência de verbas para manutenção e até mesmo para operação. É bastante provável que quase toda a marinha russa esteja parada.



Arte da Classe Kirov

Arte da Majestosa Classe Kirov.



Muitos programas importantes de construção foram desativados. Trabalha-se hoje apenas com o que possa trazer perspectivas de exportações, basicamente para a Índia e a China, como os 4 destróieres da Classe Sovremennyy exportados para a China.



Classe Sovremennyy

Destróier Classe Sovremennyy.



A grande vantagem tecnológica da Marinha Russa ainda reside na superioridade dos MÍSSEIS RUSSOS, como o Moskit, também exportado para a China com os navios da Classe Sovremennyy.



Sovremennyy Com Moskit

Sovremennyy com lançadores do Moskit na lateral junto à Ponte.








PARTE
NOME
1
EUA, RÚSSIA
2
JAPÃO, INGLATERRA, CHINA,
3 FRANÇA, ÍNDIA, BRASIL




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