As
Bases Aéreas mais importantes serão as de
Anápolis, Cuiabá, Santa
Cruz, Belém, Manaus,
Macapá e Porto Velho, não importando a
distribuição quantitativa acima.
Na média, as 9 Bases Aéreas
da Amazônia disporão de 600 aeronaves e as demais 9 Bases
fora da Amazônia terão os outros 600 caças.
Incentivar-se-á bastante
dispersão, evitando-se um quantitativo
grande e variado para cada Base (que nunca será fixa dos
Esquadrões), sendo que
somente as 7 bases acima mencionadas poderão manter inventários de até 100 aeronaves.
Futuramente, para diluir ainda mais
as concentrações, outras Bases poderão ser
acrescentadas ao quadro acima, como
as de Guarulhos (SP), Pirassununga (SP), Galeão (RJ),
Afonsos (RJ), Belo Horizonte (MG), Barbacena (MG),
Florianópolis (SC), Recife
(PE) e Rio Branco (AC).
Também serão
consideradas as futuras Bases Aéreas
de Cascavel (PR), Santa Vitória do Palmar (RS) e Caravelas (BA).
Seriam 18 +12 = 30 Bases Aéreas distribuídas pelo
país.
COMANDO
|
ALA
|
UNIDADE
|
CALLSIGN
|
BASE
AÉREA
|
AERONAVES
|
I FAE
|
5º GAv
|
1º/5º GAv
|
Rumba
|
Fortaleza - CE
|
C-95
|
2º/5º GAv
|
Joker
|
Natal - RN
|
A-29 A/B
|
11º GAv
|
1º/11º GAv
|
Gavião
|
Santos - SP
|
UH-50
|
II FAE
|
7º GAv
|
1º/7º GAv
|
Orungan
|
Salvador - BA
|
P-95B
|
| 2º/7º GAv |
Phoenix |
Florianópolis -SC
|
P-95B |
3º/7º GAv
|
Netuno
|
Belém - PA
|
P-95A
|
4º/7º GAv
|
Cardeal
|
Santa Cruz - RJ
|
P-95A
|
8º GAv
|
1º/8º GAv
|
Falcão
|
Belém - PA
|
UH-1H, CH-55
|
2º/8º GAv
|
Poti
|
Recife - PE
|
UH-50, T-25C
|
3º/8º GAv
|
Puma
|
Afonsos - RJ
|
CH-34, VH-34, L-42
|
5º/8º GAv
|
Pantera
|
Santa Maria - RS
|
UH-1H, L-42
|
7º/8º GAv
|
Hárpia
|
Manaus - AM
|
UH-1H
|
10º GAv
|
2º/10º GAv
|
Pelicano
|
Campo Grande - MS
|
SC-95B, SH-1H
|
III FAE
|
1º GDA |
1º GDA
|
Jaguar
|
Anápolis - GO
|
F-2000 C/B, AT-27
|
1ºGAvCa
|
1º/1º GAvCa
|
Senta a Pua !
|
Santa Cruz - RJ
|
F-5E, AT-27
|
2º/1º GAvCa
|
Rompe Mato
|
Santa Cruz - RJ
|
F-5E, AT-27
|
10º GAv
|
1º/10º GAv
|
Pôker
|
Santa Maria - RS
|
RA-1, RA-1B
|
3º/10º GAv
|
Centauro
|
Santa Maria - RS
|
A-1, A-1B
|
14º GAv
|
1º/14º GAv
|
Pampa
|
Canoas - RS
|
F-5E, F-5F, AT-27
|
16º GAv
|
1º/16º GAv
|
Adelphi
|
Santa Cruz - RJ
|
A-1, A-1B
|
3º GAv
|
1º/3º GAv
|
Escorpião
|
Boa Vista - RR
|
AT-27, C-98
|
2º/3º GAv
|
Grifo
|
Porto Velho - RO
|
AT-27, C-98
|
3º/3º GAv
|
Flecha
|
Campo Grande - MS
|
AT-27
|
4º GAv
|
1º/4º GAv
|
Pacau
|
Natal - RN
|
AT-26
|
6º GAv
|
1º/6º GAv
|
Carcará
|
Recife - PE
|
R-35A, R-95
|
2º/6º GAv
|
Guardião
|
Anápolis - GO
|
R-99A, R-99B, C-99A
|
V FAE
|
9º GAv
|
1º/9º
GAv
|
Araras
|
Manaus
- AM
|
C-105
|
15º GAv
|
1º/15º
GAv
|
Onça
|
Campo
Grande - MS
|
C-95B,
C-95C,
C-105
|
1º GT
|
1º/1º
GT
|
Gordo
|
Galeão
- RJ
|
C-130E,
C-130H, KC-130H
|
2º GT
|
1º/2º
GT
|
Condor
|
Galeão
- RJ
|
C-91
|
2º/2º
GT
|
Corsário
|
Galeão
- RJ |
KC-137 |
1º GTT
|
1º/1º
GTT
|
Coral
|
Brasília
- DF
|
VU-35A,
VH-55C, VU-93
|
2º/1º
GTT
|
Cascavel
|
Brasília
- DF
|
VU-35A,
VH-55C, VU-93
|
CECAN
|
CAN
|
CAN
|
Rio de
Janeiro - DF
|
C-95B,
C-95C, C-99
|
DEPENS
|
AFA
|
1º
EIA
|
Antares,
Castor, Sirius, Vega
|
Pirassununga
- SP
|
T-27,
T-25A, T-25C
|
2º
EIA
|
Orion,
Centaurus, Aquila, Leo
|
Pirassununga
- SP
|
T-25A,
T-25C
|
Clube de Võo a Vela
|
Pirassununga
- SP
|
U-19,
TZ-13, Z-15, Z-16, Z-20
|
Clube de Ultra-Leves
|
Pirassununga
- SP
|
T-8A,
T-8B
|
COMAR
|
I COMAR
|
1º
ETA
|
Tracajá
|
Belém
- PA
|
C-95B,
C-98
|
II COMAR
|
2º
ETA
|
Pastor
|
Recife
- PE
|
C-95,
C-95A
|
III
COMAR
|
3º
ETA
|
Pioneiro
|
Galeão
- RJ
|
C-95,
C-95B, C-97
|
IV COMAR
|
4º
ETA
|
Carajá
|
São
Paulo - SP
|
C-95,
C-95A/B
|
V COMAR
|
5º
ETA
|
Pégaso
|
Canoas
- RS
|
C-95,
C-95A
|
VI COMAR
|
6º
ETA
|
Guará
|
Brasília
- DF
|
VC-97,
C-95C, VU-9
|
VII
COMAR
|
7º
ETA
|
Cobra
|
Manaus-
AM
|
C-95,
C-95B, C-98
|
DECEA
|
GEIV
|
GEIV
|
CEIV
|
Santos
Dumont - RJ
|
EC-93,
EC-95, EU-93A
|
DEPED
|
CTA
|
CTA
|
CTA
|
São
José dos Campos
|
XC-95,
XT-27, YT-27, YTA-1, XC-97, AT-26, XU-93, Aero
Boero
|
CLA
|
CLA
|
CLA
|
Alcântara
- MA
|
C-98,
VH-4B
|
GABAER
|
GTE
|
1º/1º
GTE
|
|
Brasília
- DF
|
VC-96,
VH-55, VC-1A
|
2º/1º
GTE
|
|
Brasília
- DF
|
VU-35A,
VH-55C, VU-93
|
EDA
|
EDA
|
"Fumaça"
|
Pirassununga
- SP
|
T-27
|
Quadro
de Leandro Maldonado, originalmente no
site
MILAVIA. Publicado
com
autorização do autor.
* -
Ex-Armée de l'Air Mirage 2000C/Bs substituirão os
F-103E/Ds desativados
em dezembro de 2005.
SIGLAS DA FAB
AFA - Academia da Força Aérea (Air Force Academy)
CAN - Correio Aéreo Nacional (National Air Mail)
CECAN - Centro do CAN (CAN Centre)
CLA - Centro de Lançamento de Alcântara (Alcântara
Launching Centre)
COMAR - Comando Aéreo Regional (Regional Air Command)
CTA - Centro Técnico da Aeronáutica (Air Force
Technical Centre)
DECEA - Dep. De Controle do Espaço Aéreo (Air Space
Control Department)
DEPED - Dep. De Pesquisa e Desenvolvimento
(Research and Development Department)
DEPENS - Dep. De Ensino (Training Department)
EDA - Esquadrão de Demonstração Aérea (Air
Demonstration Squadron)
EIA - Esquadrão de Instrução de Vôo (Flight
Instruction Squadron)
ETA - Esquadrão de Transporte Aéreo (Air Transport
Squadron)
FAE - Força Aérea (Air Force)
GABAER - Gabinete do Comandante da Aeronáutica (Air Force
Commander Office)
GAv - Grupo de Aviação (Aviation Group - Wing);
i.e: 1°/10°GAv significa primeiro esquadrão do
décimo grupo de aviação.
GEIV - Grupo Especial de Inspeção em Vôo (In
Flight Inspection Special Group)
GT - Grupo de Transporte (Transport Group)
GTE- Grupo de Transporte Especial (Special Transport Group)
GTT - Grupo de Transporte de Tropas (Troops Transport Group)
Clube de Vôo à Vela (Sailplane Flight Club)
Clube de Ultra-leves (Ultralight Club)
NÍVEIS DE
PRONTIDÃO
1) FORÇAS DE DEFESA
A FAB
estará dividida em níveis de prontidão.
Haverá duas
forças em ciclos de 4 X 4 meses (caso francês). Cada período é relativo a 1 =
treino, 2 = treino e alerta limitado,
3 = alerta/operação/deslocamento, e 4 = descanso. Enquanto uma força encontra-se de
prontidão, a outra estará
na reserva.
2) FORÇAS EXPEDICIONÁRIAS
Haverá
duas Forças Expedicionárias com todas as aeronaves necessárias : caças, ataque,
REVO, AEW, GE, SEAD, Transporte,
CSAR, etc.
No caso de uma
expedição demorada, essas forças passarão por seus
períodos de 8 X 8 meses, divididos em preparação e treino,
operação/prontidão e descanso.
O
período maior será o de operação
e, ao seu final, caso seja
necessária continuidade, uma força expedicionária será substituída
por outra, entrando em descanso.
PISTAS DE
DISPERSÃO
Em 2006, o Brasil possuía 4.276
aeroportos e vem tendo o maior crescimento em
todo o mundo. Com os 1.200 caças de ALTA INTENSIDADE disponíveis
em 2027, o
país teria pelo menos 3,6 aeroportos como opções
para esconder cada um deles.
Caso eles fossem divididos em
esquadrilhas de 4 aeronaves, elas necessitariam
usar
somente os melhores 300 desses aeroportos, ou apenas 7% deles.
Já as PISTAS DE DISPERSÃO
espalhadas pela Amazônia terão
a missão de garantir a sobrevivência da Defesa
Aérea na região,
apoiadas ainda na extrema dificuldade de penetração
enfrentada pelo inimigo, em
situação de superioridade
aérea na região.
Serão utilizadas pistas
preparadas previamente, com depósitos
de combustível e
facilidades básicas para apoio
à Aviação de Caça. Serão localizadas
longe de cidades ou povoados,
mas sempre junto a rios e seus afluentes.
Seu suprimento será feito
por meios fluviais e com o uso de
pequenas tubulações para que o combustível chegue mais fácil e rapidamente aos
depósitos espalhados e interligados
de cada pista escondida.
Tanto o Rafale F3 quanto o CAÇA
AVANÇADO poderão operar nessas
clareiras
até mesmo (em casos extremos) com decolagem através de Rampas Ski-Jump, como nos
NAes e navios da MB. Com isso,
o Rafale M da MB também poderá participar
deste Teatro de
Operações,
aumentando as chances
de sucesso do país
O CAÇA
AVANÇADO (LA e MA) operarará
com o revolucionário método ESTOL com
uso de TVC, como o Rafale F3, que
direciona o fluxo de exaustão dos
motores.
Pousará a uma baixa e
revolucionária velocidade de
100 nós, ideal para as pistas de dispersão na AMAZÔNIA
e para serem embarcados na MB.
Além do direcionamento
tradicional de TVC, outra inovação determinante para a
facilitação da decolagem e a redução da
velocidade de pouso será o SISTEMA
DE
SUSTENTAÇÃO A AR.
Com ele, diversos pequenos mecanismos baseado em TVC desviam o fluxo de
ar quente para as ASAS
AEROELÁSTICAS ATIVAS (AAW),
aumentando tremendamente sua capacidade de
sustentação, abreviando a decolagem ou proporcionando
baixíssima velocidade de pouso nas mais improváveis
situações.
Asas Aeroelásticas
Ativas são asas flexíveis de menor
peso para sua melhor manobrabilidade.
Estão em teste na NASA
com um F/A-18A. Tais asas possuem ângulo de
incidência variável.
Uma aeronave consegue pousar e
decolar em locais
inacessíveis com AAWs mais avançadas, multifacetadas,
tudo devido aos inéditos ângulos de
entrada e saída que, ao
máximo, permitem manter margem
de altura sobre obstáculos que impediriam o acesso de qualquer outro avião de
caça e mesmo muitas pequenas aeronaves civis.
Esses sistemas contarão com
a participação de controles de
vôo computadorizados digitais próprios e
seus respectivos códigos
de segurança.
Obviamente, os demais aviões
do quadro acima sofrerão as
adaptações necessárias para que também
possam operar com o
revolucionário método ESTOL.
Isso significa que todos os
aviões somente
utilizarão seus potentes
motores para a decolagem de pista curtíssima, e com elevada taxa de ascensão do
meio da clareira na floresta,
com uma (ou mais) SKI-JUMP
móvel de concreto a 14 º +.
A
clareira também é vantajosa no caso de surgirem invasores, os quais serão
atacados também com mísseis portáteis
(MANPADS), como
o IGLA e o FOG-MPM.
SISTEMA DE
DESIGNAÇÃO - SUGESTÃO
Esta
sugestão nos foi cedida gentilmente por Jesus Amancio Liguori e Denis Fonseca Liguori do
excelente site AeroFans.
Aos esquadrões seria
dado simplesmente um
número sem se importar com sua missão e
muito menos com a sua
sede.
O
sistema de designação de
unidades aéreas
atualmente em uso pela FAB foi adotado em 24 de
março de 1947, através do Decreto 22.802, e previa a
existência de Grupos de Aviação com missão
não especializada dotados de Esquadrões com missão
especializada.
Nessa data foram
criados 16 Grupos de Aviação:
1º com sede em Manaus, AM
2º com sede em Belém, PA
3º com sede em São Luís, MA
4º com sede em Fortaleza, CE
5º com sede em Natal, RN
6º com sede em Recife, PE
7º com sede em Salvador, BA
8º com sede no Rio de Janeiro, RJ
9º com sede no Rio de Janeiro, RJ
10º com sede em São Paulo,
SP
11º com sede em Santos, SP
12º com sede em Curitiba, PR
13º com sede em Florianópolis, SC
14º com sede em Porto Alegre, RS
15º com sede em Campo Grande, MT
16º com sede em Belo Horizonte, MG
Nenhum desses grupos foi ativado a curto prazo, mas apenas
esquadrões isolados, entre outros
o 1º/2º GAv em Belém, 1º/5º GAv em
Natal, 1º/9º GAv e 2º/9º GAv em Santa Cruz,
1º/10º GAv em São Paulo e o 1º/14º GAv
em Canoas.
Em outubro de
1949, para preservar a denominação tornada famosa na
Campanha da Itália, de 1º Grupo
de Caça, o 9º Grupo de Aviação, Santa
Cruz, com seus dois esquadrões que continuaram a atuar
isoladamente, passou a denominar-se 1º Grupo de
Aviação de Caça, e o 1º Grupo de
Aviação, Manaus,
passou a denominar-se 9º Grupo de Aviação. A
ativação do 1º Grupo de Aviação
de Caça apenas ocorreu em 1952.
Com a transferência, em 1954, do
chamado 3º/1º Grupo de Aviação de
Caça, que era na verdade o Estágio Avançado
de Aviação de Caça, de Santa Cruz para Natal,
criou-se o 2º/5º GAv com aviões P-47,
fazendo dupla com o 1º/5º GAv, já existente no
treinamento de bimotor e que usava aviões B-25. Mas esses dois
esquadrões continuaram atuando isolados, sem a
ativação do Comando do 5º Grupo de
Aviação.
O 6º Grupo de Aviação, Recife - PE, foi ativado em
1957 com dois esquadrões de Boeing B-17 (o 1º/6º GAv
já existente e o 2º/6º GAv também ativado em
1957) e desativado em 1960, quando todos os seus aviões foram
reunidos no 1º/6º GAv.
Em dezembro de 1957 foi ativado o 2º/10º GAv em São
Paulo, na missão de Busca e Salvamento com aviões SA-16A
e helicópteros H-19D, fazendo par com o já existente
1º/10º GAv, missões de Reconhecimento
Fotográfico e Meteorológico com aviões B-25. E
mais uma vez, esses esquadrões atuando isoladamente, sem a
ativação do 10º GAv.
O 5º Grupo de Aviação, Natal - RN, teve o seu
comando ativado em 1958, com dois esquadrões de Douglas B-26
Invader (substituindo dois esquadrões de B-25 já
existentes, o 1º/5º GAv e o 2º/5º GAv que operavam
isoladamente) e desativado em 1969, quando foi ativado o CFPM - Centro
de Formação de Pilotos Militares, mais tarde CATRE -
Centro de Adestramento, Treinamento e Recompletamento de Equipagens, e
ainda mais tarde CATRE - Comando Aéreo de Treinamento.
Com a transferência do 1º/10º GAv de São Paulo
para Santa Maria, e mais tarde do 2º/10º GAv de São
Paulo para Florianópolis e mais tarde para Campo Grande, o
sistema que relacionava o número do Grupo à sua sede
começou a ser não obedecido, pois o 10º Grupo de
Aviação, não ativado, passava a ter os seus dois
esquadrões com sede em bases diferentes.
A partir da ativação em 1980 do 1º/13º GAv, com
sede em Santa Cruz, usando aviões Regente-ELO L-42 o sistema de
denominação de Grupos foi mais um duro golpe nesse
sistema, porque o 13º GAv e seus esquadrões deveriam ter
sede em Florianópolis. Esse esquadrão poderia estar
quando muito, dentro do 8º GAv pois estava baseado no Rio de
Janeiro.
Ainda em 1980, a ativação de uma série de
esquadrões alocados ao 8º GAv espalhados pelo Brasil,
quando deveriam ter sua sede no Rio
de Janeiro, acabou de vez com a referência do número do
Grupo em relação à sua sede.
Exemplo dos mais
recentes é o do 1º/16º GAv com sede em Santa Cruz
usando a denominação do 16º Grupo de
Aviação, que deveria ter sede em Belo Horizonte e dos
dois esquadrões do 3º Grupo
de Aviação, que deveriam ter sede em São
Luís, com talvez mais um vindo por aí, o 3º/3º
GAv
em Campo Grande, nova designação e sede da 2ª ELO.
Em substituição ao sistema de número de Grupo por
sede, passou a ser usado, não oficialmente, o agrupamento de
esquadrões de mesma missão dentro de determinados Grupos,
sem relação com suas sedes. Assim o 7º Grupo de
Aviação ficou concentrando os esquadrões de
patrulha, o 8º Grupo de Aviação os esquadrões
de helicópteros e emprego geral, o
3º Grupo de Aviação os esquadrões chamados de
ataque, agora de caça, e o 6º Grupo de
Aviação os esquadrões de reconhecimento
fotográfico, alerta aéreo e sensoriamento remoto,
excluindo-se o 1º/10º GAv por ser de reconhecimento
tático. Nenhum desses grupos foi ativado e portanto os seus
esquadrões atuam todos de maneira isolada.
No nosso modo de ver as coisas, o atual sistema de
designação de unidades aéreas da FAB não
está mais atendendo à finalidade para a qual foi criado e
seria interessante que o mesmo fosse alterado de forma a ser mais
flexível e operacionalmente mais simples. Um sistema que sempre
nos chamou a atenção de forma positiva é o da RAF
- Royal Air Force, onde aos esquadrões é dado
simplesmente um número sem se importar com sua missão e
muito menos com a sua sede. Mudando o esquadrão de sede ou de
missão, nada mais é alterado, não ficando em sua
designação nada que provoque futuras confusões.
FONTES & LINKS
The Magazine of Future Warfare
The Magazine of
Future Warfare - On to Iran ?