
O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
INTRODUÇÃOBase Aérea de Santa Cruz e a Era dos Zeppelins
Quando se fala em TRANSPORTE POR DIRIGÍVEIS, a maioria das pessoas em todo o mundo pensam apenas em seu PASSADO, lembram-se com amargura de um sonho interrompido com o incêndio do HINDENBURG em Lakehurst, no já muito ido dia de 6 de maio de 1937.
VÍDEO - DESASTRE DO HINDENBURG
EM 1937 - ORIGINAL (01:13 MIN)
Não importa se aquilo possa ter sido um mero e previsível acidente provocado por raios ou um atentado, via sabotagem interna, como um bomba bem colocada, com o mundo prestes a se incendiar por causa do Nazismo. E aquela era a sua maior propaganda. Aquele foi o fim de uma era que apenas se iniciava.
O mundo inteiro assistiu e assite até hoje àquelas cenas e o veredicto é definitivo em suas mentes trabalhadas ao longo do Século XX para tal : "os dirigíveis não são confiáveis e jamais voltarão à cena".
Ledo engano, pois estamos agora no Século XXI e muitas experiências vêm sido conduzidas em todo o mundo, visando seu retorno triunfal. Este é o caso dos Dirigíveis Hibridos Mutimissão na Amazônia.
O TRANSPORTE POR DIRIGÍVEIS será mais um meio utilizado em FUTURO próximo em todo o mundo. E seu sucesso será diretamente proporcional ao encarecimento dos combustíveis usados pelos cada vez mais pesados e altamente poluidores aviões de carreira.
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O Futuro Dirigível Híbrido Multimissão DHM CD-300
(Pesado, de 300 ton) do EB e da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)
OS LENDÁRIOS ZEPPELINS
Pelo passado, todos lembram-se dos imponentes e lendários ZEPPELINS, como o LZ 127 GRAF ZEPPELIN e o ZEPPELIN LZ 129 HINDENBURG, o dirigível que sofreu o terrível desastre em Nova York. Mas, e para o futuro, o que estará se apresentando ao mundo em poucos anos ?
O mais famoso dirigível da história foi sem dúvida o ZEPPELIN LZ 129 HINDENBURG, pela inovação, seu tamanho gigantesco, seu luxo e as cinematográficas cenas do desastre fatal, quando se incendiou e explodiu ao aterrissar na Lakehurst Naval Station, Nova Jersey, em 6 de maio de 1937, por usar o tão inflamável hidrogênio, já que os EUA negavam o uso do gás hélio - não inflamável - aos Nazistas.
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Dirigível ZEPPELIN LZ 126 LOS ANGELES
sobrevoando Nova York.
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Foto da época com o ZEPPELIN LZ 129 HINDENBURG incendiando-se
e explodindo como uma bola de hidrogênio em apenas 40 segundos
ao aproximar-se da torre de atracação na Lakehurst Naval
Station, Nova Jersey, em 6 de maio de 1937.
O HINDENBURG foi o maior dirigível já construído, era enorme até mesmo para os padrões de hoje. Com o comprimento de 245 m, era mais comprido que três jumbos 747.![]()
Foto da época em outro ângulo com o LZ 129
HINDENBURG incendiando-se e explodindo .
Aquele acidente teve impacto mundial tão forte que a ERA DO ZEPPELIN e os vôos comerciais da categoria dos dirigíveis foram ali encerrados.
VÍDEO - HINDENBURG SOBREVOANDO
MANHATTAN EM 1936 (01:17 MIN)
Entretanto, o HINDENBURG havia cruzado o Oceano Atlântico com sucesso e completa segurança dúzias de vezes de Hamburgo para Nova York e Rio de Janeiro durante sua estação inaugural em 1936.
Um segredo somente descoberto nos tempos atuais revelou que um revestimento experimental à prova de intempéries pintado na preparação da temporada de 1937 sobre sua lona teve combustão espontânea durante uma tempestade elétrica sobre Lakehurst.
Oficiais Nazistas, ansiosos para cobrir esse lapso tão embaraçoso, nunca divulgaram a causa verdadeira. Mas mudaram a proteção contra intempéries na nave irmã do HINDENBURG, o Graf Zeppelin II, que foi finalizado em 1938 e fez muitos vôos bem sucedidos antes de ser desmontado ao fim da 2ª Guerra Mundial.
DIRIGÍVEIS E ZEPPELINS NO BRASIL
A história do dirigível e a ERA DO ZEPPELIN estão intimamente associadas ao Brasil.
Um dos criadores e maiores incentivadores dos dirigíveis foi Alberto Santos Dumont. Ele foi o primeiro a introduzir um motor interno à gasolina em um dirigível, tendo voado 11 dirigíveis semi-rígidos no fim do Século XIX (1898) e início do XX (1905) na França.
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Foto da época com famoso LZ 127 GRAF ZEPPELIN sobrevoando o Bairro
do Flamengo, no Rio de Janeiro em 1930 (ao fundo, o Pão-de-Açucar).
Ele fez 100 viagens ao Rio em 7 de seus 9 anos de serviço.
(Foto de Postal no site Cultura e Conhecimento).
Bem depois disso, a Companhia Zeppelin operou travessias transatlânticas comerciais entre Friedrichshafen, Alemanha, e Rio de Janeiro, nos anos 30, com os lendários LZ 127 GRAF ZEPPELIN e o ZEPPELIN LZ 129 HINDENBURG.
Na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, ainda existe um gigantesco HANGAR de 240 m de comprimento e 70 m de altura, inaugurado em 1936, que testemunhou toda essa epopéia, pois em seu interior repousaram os LZ 127 e LZ 129.
Aviões dos Esquadrões Adelfi da FAB (A-1), Falcões da MB (A-4) e Pif-Paf
da FAB (F-5M) com o pessoal formado em frente ao lendário e único
hangar de dirigíveis existente no mundo, na Base Aérea de Santa
Cruz (BASC), Rio de Janeiro, em 2009. O hangar tem
240 m de comprimento e 70 m de altura.
(Foto ComForAerNav)
Em 2004, revelou-se que a Alemanha preparava em sigilo a volta do HINDENBURG, que seria reconstruído em versão modernizada, maior (250 passageiros), muito mais segura e ainda mais luxuosa. Diferiria apenas no emprego de uma gôndola em dois níveis alongada que esticaria em mais 70 m o fundo do gigantesco dirigível.
Uma equipe de 150 engenheiros, técnicos e peritos aeronáuticos vinha trabalhando a portas fechadas no projeto HGZ 129M desde 1998 para introduzir essa nova opção de vôos transatlânticos.
O novo dirigível deverá usar uma combinação do hélio e hidrogênio, em 17 balonetes separados, para dar-lhe bastante capacidade de carga para acomodar centenas de passageiros ou até 80 toneladas da carga. O original levava 100 passageiros e carga limitada.
Os cientistas argumentam que os dirigíveis são ambientalmente amigáveis, e que o uso dos motores é mínimo, sendo empregado normalmente apenas para navegar em tempo ruim ou ao decolar / aterrissar. Dizem ainda que, comparados às turbinas de um jato comercial, eles seriam o equivalente à energia de uma vela contra a energia de uma pequena estação de força. Portanto, seriam totalmente econômicos na operação.
P-791 DA LOCKHEEDWALRUS HULA DA DARPA
Encomendado pela Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa - DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), do Pentágono, para o U.S. Army, o Walrus Hula (Hybrid Ultra Large Aircraft) poderá ter capacidade estratégica de transportar uma grande unidade de ataque, além de uma brigada menor e mais letal.
O objetivo da DARPA ao criar um dirigível pesado capaz de viajar com um alcance de 22 mil km e capacidade total de carga em 500 ton seria aumentar a capacidade estratégica de transporte aéreo militar combinado com importante redução de custos.
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WALRUS do U.S. Army.
(Arte Millennium Airship Inc.)
Com isso, todo o pessoal e equipamentos chegariam ao mesmo tempo no destino, ao contrário do atual uso descompassado e caro de navios para carga e aeronaves para tropas (como se viu na invasão do Iraque).
Em 2007, já havia risco orçamentário no projeto, com possibilidade de cancelamento do projeto. Mesmo assim, um demonstrador em menor escala foi apresentado em 2008, com capacidade similar a de um C-130.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
WALRUS Cargueiro. O SkyFreighter carrega 500 ton
a uma média de 160 km/h com autonomia de 9.600 km.
(Arte Millennium Airship Inc.)
AEROSCRAFT DA AERO
O Aeroscraft é mais um exemplo de DHM. Ele pertence a Aeros Corporation e foi concebido para atender aos requisitos do WALRUS da DARPA, que parece ter sido cancelado. Mesmo assim, a Aeros continuou com seu desenvolvimento, tendendo para o mercado civil.
Ele será capaz de transportar grandes quantidades de carga e centenas de passageiros, usando motores elétricos silenciosos. Trata-se de um dirigível preenchido com hélio, mas com um formato que lhe permite alçar vôo como um avião (ver pdf).
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(Arte Aeros Corporation)
A Aeros promete que o Aeroscraft terá um sistema de decolagem e pouso com colchão de ar (ACTLS), situado na barriga da aeronave, o qual criará um vácuo para ancorá-la durante a aterrissagem. O processo será invertido na decolagem.
VÍDEO - AEROSCRAFT CIVIL (02:33 MIN)
Configurações do ML866.
(Arte Aeros Corporation)
O P-791 é um Dirigível Híbrido experimental desenvolvido pela Lockheed Martin. Seu primeiro vôo ocorreu em 31 de janeiro de 2006 no campo de teste de Palmdale (Air Force Plant 42).
MANNED CLOUD
O arquiteto francês Jean-Marie Massaud, que já projetou hotéis na Califórnia e até um estádio no México, concebeu o Manned Cloud (Nuvem Tripulada), um incrível dirigível de 210 m de comprimento, que voa sustentado por gás hélio e tem formato de baleia.
O Manned Cloud deverá ter área útil de 1.000 m2 e voar em velocidade de cruzeiro de 130 km/h. Entretanto, sua velocidade máxima será de 170 km/h e terá autonomia de percorrer até 5.000 km sem qualquer escala. Será equipado com cabines para 50 hóspedes voadores e 25 tripulantes.
Manned Cloud em forma de baleia.
(Arte Jean-Marie Massaud)
Segundo Massaud, as grandes baleias fizeram uma escolha ao evoluir, e optaram por viver em harmonia com o meio ambiente. Elas são símbolos de uma vida em harmonia com a natureza.
VÍDEO - DIRIGÍVEL MANNED CLOUD (01:49 MIN)
Ele não definiu ainda todos os detalhes técnicos, e tampouco encontrou financiadores ou patrocinadores empresariais para sua idéia, que abrigaria um hotel de luxo flutuante.
AIR SHIP ONE
O AirShipOne é um inovador híbrido movido a energia solar, que pode ser posicionado entre um dirigível semi-rígido e um avião.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
Tal artefato é apenas um pouco mais pesado que o ar, o que lhe permite dispender muito pouco esforço para decolar e poder voar a 120 mph.
O AirShipOne foi criado pelo desenhista industrial israelense
Gosha Galitsky como seu recente projeto de graduação.
Ele oferece uma alternativa silenciosa, eficiente e ecológica para o transporte aéreo.
VÍDEO - AIR SHIP ONE (02:04 MIN)
STRATO CRUISER
O Strato Cruiser é um conceito de dirigível criado por Tino Schaedler e Michael J Brown.
Trata-se de um luxuoso dirigível preenchido por gás hélio, que contém um restaurante gourmet, um spa, uma piscina, DJ residente, etc. É dirigido aos ricos viajantes cosmopolitas do planeta.
Strato Cruiser.
(Arte Tino Schaedler e Michael J Brown)
Com sua cobertura de fibra de carbono, desenho de câmaras de hélio seccionadas e células fotovoltaicas, a construção do Strato Cruiser permite novos níveis de segurança, velocidade e ecologia ao viajar-se no melhor estilo de vida.
Ele chega a reinventar o estilo do ZEPPELIN ao trazer um sky lounge em seu topo, tendo ainda um restaurante com vista panorâmica embaixo.
Strato Cruiser.
(Arte Tino Schaedler e Michael J Brown)
Suas suítes são protegidas dos espaços públicos, enquanto seu avançado sistema propulsor mais que dobra a velocidade de cruzeiro dos dirigíveis convencionais.
ISIS DA DARPA E LOCKHEED
O ISIS (Integrated Sensor Is Structure) é um conceito de dirigível não tripulado, cuja concorrência foi vencida em 2009 pelo estúdio Skunk Works da Lockheed Martin para a Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa - DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), do Pentágono, para a USAF. O programa prevê o voo do primeiro veículo para o ano fiscal de 2013.
Ele promete permanecer como um Dirigível de Alta Altitude (HAA - High Altitude Airship) a uma altitude estratosférica próxima a 20 mil metros, de onde poderá perseguir e encontrar alvos terrestres e aéreos por até 10 anos.
Dirigível estratosférico não tripulado ISIS.
(Arte Lockheed Martin)
Seu radar será do tamanho do próprio dirigível, o que lhe permitirá tornar-se a melhor plataforma de vigilância possível na área de defesa contra mísseis balísticos e mísseis de cruzeiro.
Esse contrato de US$ 400 milhões da Lockheed Martin contempla o desenvolvimento de um dirigível não tripulado de grande altitude equipado com um poderoso radar de alta tecnologia capaz de detectar veículos escondidos sob o manto das florestas a mais de 300 km de distância. E ele será capaz de prover essa vigilância em tempo real.
O ISIS visa substituir várias plataformas aerotransportadas de vigilância, incluindo o Boeing E-3 (AWACS) e E-8C (JSTARS), com uma única plataforma de capacidade de altitude estratosférica próxima a 20 mil metros.
O objetivo do Programa ISIS é desenvolver um sensor autônomo e não tripulado baseado em um dirigível estratosférico, com uma persistência de anos em vigilância e detecção de alvos aéreos e terrestres.
Ele será capaz de detectar os mais avançados mísseis de cruzeiro a 600 km de distância e tropas a pé a 300 km, além de mover-se para qualquer ponto no mundo em 15 dias.
O futuro dirigível será equipado com um gigantesco radar de 600 m2, tão grande que dará ao sistema um alcance de detecção muito superior aos dos atuais AWACS e J-STARS. Tal radar operará em dupla banda UHF, com a função de monitorar o terreno, veículos ou deslocamento de tropas.
O sistema contará ainda com um radar de banda X de 100 m2, que terá a função de detectar pequenos mísseis de cruzeiros ou veículos aéreos não tripulados (VANT).
Altitudes comparativas para o ISIS.
(Arte DARPA)
SKY HOOK DA BOEING
Em julho de 2008, a Boeing anunciou acordo coma empresa canadense SkyHook International Inc. para o desenvolvimento do dirigível híbrido com rotores comercial JHL-40, que terá capacidade de transportar 40 ton de carga pesada, como equipamentos e materiais, em áreas remotas do globo.
Esse dirigível de flutuação neutra tem o envelope carregado de hélio projetado para suportar no ar o veículo sem carga. Já seus 4 rotores com um total de 21 mil shp são dedicados a suportar a carga de até 40 ton e mover o dirigível a 70 nós por até 320 km sem reabastecimento em ambientes hostis como o Alasca, o Ártico, a Patagônia e a Amazônia.
JHL-40 da Boeing-SkyHook.
(Arte Boeing por Joe Naujokas)
Apenas como uma comparação tecnológica, o maior helicóptero do mundo, o russo Mi-26, precisa suportar seu peso vazio e a carga. Para tal, ele necessita de rotores de 22 mil shp para carregar 20 ton.
O JHL-40 terá a tecnologia de rotores do CH-47 Chinook, além de aviônicos e controle de vôo do futuro 787 Dreamliner, ambos da Boeing. A vasta experiência de integrador de projetos da Boeing também é um ponto vital para o seu sucesso.
O fato de ter peso igual ao do ar permite que este dirigível híbrido com rotores se sustente sozinho no ar, mesmo quando carregado de combustível. Essa nova tecnologia a ser lançada em breve pelo consórcio Boeing-SkyHook já é aguardada por uma extensa lista de empresas, já estimada em 60 encomendas.
JHL-40 da Boeing-SkyHook.
(Arte Boeing por Joe Naujokas)
Elas esperam assim poder modificar profundamente suas estratégias operacionais, contando ainda com o aval dos ambientalistas de todo o mundo. O US Army está interessado em uma versão militar de 30 ton para emprego a partir de 2015.
A Boeing construirá dois protótipos e a SkyHook prestará os serviços de logística para os clientes, cuidando ainda da manuteanção dos aparelhos.
LEMV DO US ARMY
O US Army planeja um ambicioso dirigível não tripulado de vigilância e reconhecimento persistente para o seu programa Long Endurance Multi-INT Vehicle - LEMV). Os primeiros testes serão feitos no Afeganistão.
O LEMV será um dirigível híbrido com flutuação, propulsão e meios aerodinâmicos para facilitar o pouso e decolagem. Ele deverá levar uma carga de mais de 1 tonelada a 20 mil pés por três semanas.
Será pilotado opcionalmente para deslocamento podendo voar 2.500 milhas. Voando a 10 mil pés a carga será de 2 toneladas. A velocidade máxima será de 80 milhas e 20 milhas de cruzeiro.
FONTES & LINKS
Site Cultura e Conhecimento - Alemanha - Zeppelin
Zeppelin 3D
US Navy Airships in WWII
LTA - Links
LTA - Manufacturers
Aerospace America
Fly Site - Dirigíveis de Volta ao Brasil
Museutec - Vencendo o Azul
Airborne Aircraft carriers
Aeroscraft
How Stuff Works - Como Funcionará o Aeroscraft
Dark Roasted Blend - Airship Dreams
Plano Brasil - Lockheed Martin Vence Concorrência do Projeto ISIS
Volta aos Dirigíveis Híbridos Multimissão na Amazônia
Volta ao EB